Foi lançado nos Estados Unidos em 2011, mais um livro sobre Christopher MacCandless, o jovem que abandonou a vida de classe média para viver junto à natureza e que acabou morrendo por culpa disso. Sua história ficou famosa ao ser contada no livro Na Natureza Selvagem, que depois virou um filme de sucesso.
Esse novo livro foi organizado pela família de Christopher MacCandless. O livro se chama Back to the Wild: The Photographs and Writings of Christopher McCandless (De Volta à Natureza Selvagem: As Fotografias e Escritos de Christopher McCandless). O livro ainda não tem tradução para o português e nem previsão de ser publicado no Brasil. O novo livro sobre Christopher MacCandless traz material inédito, com fotos tiradas pelo próprio MacCandless, bem como postais e cartas escritos por ele.
Capa do livro.Contra capa do livro.Foto tirado por Christopher MacCandless em novembro de 1990.Christopher (a direita) e amigos.Christopher em um dos campings por onde passou durante sua viagem.O famoso ônibus 142, onde Christopher morreu.
Não costumo postar muito sobre filmes aqui no blog, mesmo sendo um cara que assiste muitos filmes. Normalmente posto sobre filmes na época do Oscar, ou muito raramente, quando gosto bastante de um filme. E dessa vez estou postando sobre um filme que assisti hoje e que gostei muito. E acabo de comprar no site da Amazon, o livro no qual o filme foi baseado. Geralmente livros que se transformam em filmes, são mais completos e tão bons ou melhores que os filmes.
O motivo de eu gostar muito do filme, foi que além dele falar sobre caminhadas, aventura e natureza (coisas que adoro!), a história mostra como uma mulher venceu seus problemas e medos. Ela escolheu um grande desafio, escolheu sofrer um pouco para buscar respostas que precisava. Escolheu sofrer percorrendo a pé quilômetros de uma trilha, para encontrar forças e seguir em frente na vida. O sofrimento muitas vezes nos torna mais fortes, e vencer dificuldades são um bom exercício para nos fortalecer espiritualmente, fisicamente e psicologicamente.
Me identifiquei muito com a história do filme, pois após sérios problemas pessoais e de saúde que enfrentei em 2010, uma maneira que encontrei para superar meus problemas e me fortalecer, foi cair na estrada e enfrentar desafios. No início de 2011, ainda sem estar totalmente restabelecido fisicamente de meus problemas, fui para o Peru percorrer a Trilha Inca e depois percorri de bicicleta, o Caminho da Fé, no interior de São Paulo e Minas Gerais. Enfrentar as montanhas peruanas e suas dificuldades, bem como as estradas do interior paulista e as serras mineiras, fortaleceram muito meu espírito. E após estas duas aventuras, encontrei muitas respostas que buscava, deixei para trás muitas coisas que me incomodavam e voltei a ser forte em todos os sentidos. Então assistir ao filme Livre, foi um tipo de exercício espiritual para mim. Só que dessa vez não precisei passar frio, calor, medo e nem precisei derramar sangue, suor e lagrimas numa aventura. Bastou ligar a TV e acompanhar com atenção o filme. E isso tudo no conforto de minha cama, com o ar condicionado ligado e algumas guloseimas ao alcance das mãos…
O livro
Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da Pacific Crest Trail – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Em sua caminhada solitária, ela se deparou com ursos, cascavéis e pumas ferozes e sofreu todo tipo de privação. Em Livre, a autora conta como enfrentou, além da exaustão, do frio, do calor, da monotonia, da dor, da sede e da fome, outros fantasmas que a assombravam. “Todo processo de transformação pessoal depende de entrega e aceitação”, afirma. Seu relato captura a agonia, tanto física quanto mental, de sua incrível jornada; como a enlouqueceu e a assustou e como, principalmente, a fortaleceu. O livro traz uma história de sobrevivência e redenção: um retrato pungente do que a vida tem de pior e, acima de tudo, de melhor.
O livro: Livre
O filme
Aos 38 anos, Reese Witherspoon parece estar em uma busca incessante por papéis que lhe inspirem novamente como atriz. Oito anos após vencer o Oscar por Johnny & June, ela traz uma atuação digna de um novo prêmio em Livre. Com sua produtora, a Pacific Standard, a atriz americana recentemente adquiriu os direitos de duas obras: Garota exemplar, best-seller da jornalista Gillian Flynn, e Livre: A jornada de uma mulher em busca do recomeço, livro de memórias da escritora Cheryl Strayed. Protagonista de filmes hollywoodianos como Legalmente loira (2001), E se fosse verdade… (2005), e Guerra é guerra! (2012), Reese sai da zona de conforto em Livre. Ela interpreta uma mulher que passa por problemas pessoais e escolhe resolvê-los fazendo uma caminhada de 1.770 quilômetros pela Pacific Crest Trail, trilha que atravessa vários estados norte-americanos.
O filme tem cenas dolorosamente aflitivas, como quando ela arranca uma unha do dedo do pé ensanguentado, além de sequências de nudez, sexo e abuso de drogas, em que ela se destaca. Sem maquiagem e alguns quilos mais magra, a atriz dá veracidade a sua personagem, que tem relações sexuais com estranhos e passa a usar heroína. Vista pelos grandes estúdios como loira e bela, Reese já disse que só conseguiu gravar com mais liberdade e ousar nesse nível por ela mesmo ter produzido o filme.
Livre é dirigido por Jean-Marc Vallée, de Clube de compras Dallas, filme que rendeu Oscar de melhores atuações para Matthew McConaughey e Jared Leto. O escritor inglês Nick Hornby, autor de Alta fidelidade, roteiriza essa busca de Strayed pelo autoconhecimento após sofrer a morte de sua mãe e se separar do marido. Num primeiro momento, a trama pode fazer lembrar Na natureza selvagem (2007), filme baseado na história real de Christopher McCandless, um garoto de família rica que largou tudo para se aventurar sozinho no Alasca. Contudo, as jornadas são bem diferentes. McCandless era contra o materialismo, desfazendo-se de toda a grana que tinha: queria viver com o que a natureza lhe oferecia. Já Strayed inevitavelmente encontra a natureza durante sua caminhada, mas ela não lhe é familiar. Pelo contrário. A personagem se apavora com qualquer barulho no escuro, se enoja quando acorda cercada de sapos, e fica feliz quando encontra algum humano fazendo o mesmo caminho que o seu. Isso não faz que o filme seja “para mulherzinhas” ou “água com açúcar”. As jornadas são belíssimas, mas a de Livre acaba sendo a mais acessível para todos que também estiverem precisando de um tempo sozinho para aliviar as ideias.
Cartaz do filme: LivreCheryl Strayed e Reese Witherspoon. (personagem real e atriz)Cena do filme.Cena do filme.Cena do filme.
Adoro sorvetes e desde que conheci os sorvetes da marca Häagen-Dazs, nos Estados Unidos em 2002, virei fã. A qualidade e o sabor do sorvete são excelentes e muito diferente dos sorvetes de marcas brasileiras, que possuem muita gordura e pouco leite. Depois que você provar um Häagen-Dazs não vai mais querer saber de outro sorvete.
Fiquei tão fã dos sorvetes Häagen-Dazs, que muitas vezes jantava ou almoçava sorvete. Trabalhei em um restaurante da rede Denny’s, em Orlando, e costumava passar às noites de trabalho tomando milk-sheik feito com Häagen-Dazs. Quando voltei a morar no Brasil senti muita falta dos sorvetes Häagen-Dazs. Somente anos depois é que a marca chegou ao Brasil, mas eram produtos importados e custavam muito caro, além de serem difíceis de encontrar. Então só comprava os sorvetes de vez em quando para matar as saudades. Em 2011 voltei aos Estados Unidos a passeio e aproveitei para tomar muito Häagen-Dazs. E de novidade encontrei muitos quiosques vendendo milk-sheik da Häagen-Dazs. Sei que me fartei de sorvetes!
Atualmente é fácil encontrar os sorvetes Häagen-Dazs no Brasil e até mesmo aqui em minha cidade, no interior do Paraná, se encontra o sorvete para vender em supermercados e alguns restaurantes. Mas os preços são proibitivos, pois os sorvetes continuam sendo importados e com a alta do dólar seu preço foi as alturas. Então somente de vez em quando me dou ao luxo de provar um delicioso sorvete Häagen-Dazs.
História do Häagen-Dazs
Häagen-Dazs é uma marca de sorvete norte americana, fundada por Reuben e Rose Mattus, no Bronx, Nova York, em 1961. Posteriormente, em 1983, foi vendida para o grupo The Pillsbury Company, que continuou inovando mas sempre mantendo a excelente qualidade, consolidando a empresa no mercado de sorvetes premium.
Contrário às aparências, o nome não é escandinavo. São simplesmente duas palavras feitas para parecerem escandinavas aos olhos americanos (de fato, os dígrafos “äa” e os “zs” são impossíveis em todas as línguas escandinavas). Isto é conhecido pelo marketing industrial como foreign branding, ou seja, marca estrangeira. Mattus incluiu um esboço do mapa da Escandinávia nas primeiras etiquetas, assim como os nomes de Oslo, de Copenhague e de Estocolmo, para reforçar o tema escandinavo. Um nome foi criado invertendo o nome de Duncan Hines (“Huncan-Dines”), um nome em potencial para promover o produto. Quando o negócio não se materializou o nome foi manipulado para soar escandinavo.
A forma de escrita do nome invocam os sistemas da soletração usados em diversos países europeus. O “ä” (um “a” com um trema) é usado na soletração das línguas alemãs, estónias, finlandesas, eslovacas e suecos, letras dobradas da vogal soletra vogais longas em estónio, em finlandês, em holandês, e ocasionalmente o alemão; e os zs correspondem a /ʒ/ (como na visão) em húngaro. Nenhuma destas convenções de soletração é usada para pronunciar o nome do produto americano, que tem um curto a, um g duro, e um som final de s. Um nome real próximo ao inexistente Häagen é o sobrenome Hagen (nome alemão, e nome de cidade alemã). Igualmente carrega uma semelhança ao Den Haag, que é “Hague” em Holandês. Dazs não significa qualquer coisa, mesmo em húngaro apesar do grafema dos “zs”, não tem nenhum significado. A palavra real mais próxima em húngaro é “darázs”, que significa a “vespa”.
Sorvetes Häagen-Dazs.Quiosque da Häagen-Dazs, no Premium Outlet, em Orlando – USA.Milk-sheik da Häagen-Dazs.Meu sabor favorito, Dulce de Leche.
Inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba, o Bosque do Papa, como é mais conhecido, envolve uma área de 48 mil m², onde existia uma antiga fábrica de velas. É cortado pelo rio Belém e inclui uma reserva de mata atlântica, com mais de 300 araucárias. Um ambiente agradável acolhe os visitantes do Bosque.
O Memorial da Imigração Polonesa, em Curitiba, está instalado nas clareiras do Bosque. Reconstitui-se o ambiente em que viveram os pioneiros imigrantes poloneses, que chegaram em Curitiba por volta de 1871. É um museu ao ar livre que traduz a luta, as crenças, as tradições e estilo de vida daqueles imigrantes.
Sete casas construídas pelos poloneses, com troncos de pinheiro encaixados, foram transportadas do entorno de Curitiba para o Bosque. Calçadas de pedra, equipamentos e utensílios usados pelos poloneses, como uma carroça e uma pipa de azedar repolho, são expostos para visitação.
Realiza-se anualmente, no Bosque do Papa, eventos culturais de tradição polonesa, como a Swieconka (Benção dos Alimentos), no Sábado de Aleluia e a festa de Nossa Senhora da Czestochowa, em agosto.
A Casa dos Troncos, uma construção de imigrantes poloneses de 1883, doada e relocada para o Bosque, foi transformada na Capela de Nossa Senhora de Czestochowa, em homenagem à padroeira da Polônia.
O Bosque também conta com trilha ecológica, ciclovia, palco, loja de artesanato e uma casa de chá, ao estilo polonês.
Essa foto é de meados do ano 2000. Na época era moda corridas de kart indoor e em Curitiba existiam vários locais para tal prática esportiva. Vez ou outra eu costumava correr de kart e até que era um bom piloto. Tinha uma tática boa, principalmente na tomada de tempo, quando os demais corredores ficavam se matando entre si e eu largava por último e ia devagar na primeira volta, até ter pista livre e fazer um bom tempo. Em todas ás vezes que corri larguei na pole position, graças a tal tática.
No dia dessa foto também saí na pole e na corrida disputei a liderança com meu amigo Mauricio Arruda. Mas na última volta tive um momento de Rubens Barrichello, onde a tampa do combustível caiu e a gasolina vazou, caindo no pneu do kart e me fazendo rodar na pista. Daí o Mauricio me ultrapassou e venceu a corrida! E além de ser derrotada na última volta, ainda fiquei todo sujo de gasolina e com as costas um pouco queimada por culpa da gasolina quente que espirrou em mim. Como compensação a dona da pista me deu dois ingressos grátis, mas dali uns dias quando fui utilizá-los, a pista de kart tinha fechado. Depois desse dia nunca mais corri!
E desse dia lembro bem do Marcelo Romeiro, que passou mais tempo batendo nos pneus e rodando na pista, do que propriamente correndo. Nunca vi um corredor de kart fazer tantas barbeiragens…
A última postagem que fiz aqui no blog, foi sobre “O metrô de Nova York pela lente de Stanley Krubrick”. Então aproveito para fazer esta postagem sobre o metrô de Nova York, através de minha própria lente. São fotos de 2003 e 2011. Ás de 2003 são fotos tiradas ainda com uma câmera de filme, e ás de 2011 com uma câmera digital. Dá para perceber que a qualidade das fotos digitais são melhores.
Conheci pouca coisa do metrô de Nova York, pois ele é enorme. Mas mesmo assim conheci muita coisa do metrô, pois fiz algumas viagens longas e também parei em várias estações. Andar de metrô em Nova York é uma experiência interessante, onde você vê muitas pessoas diferentes e situações inusitadas. Algumas vezes ao andar de metrô em Nova York, eu me sentia dentro de um dos muitos filmes que assisti e que tinha como cenário algum trem ou estação do metrô nova-iorquino.
Estação Chambers Street. (2003)Trem passando. (2003)Maquinista. (2011)Trem passando. (2011)Estação da 59 Street. (2011)Estação da 59 Street. (2011)Interior de um vagão. (2011)Catracas. (2011)Vander, na estação da 42 Street. (2011)
Estive algumas vezes no metrô de Nova York e a única imagem que vi, parecida com as das fotos, foi da mulher esperando o trem na Estação Canal. O restante mudou muito!!
É bem provável que você só conheça Stanley Kubrick por filmes como Laranja Mecânica e 2001: Uma Odisseia no Espaço. Afinal, ele foi simplesmente um dos maiores nomes do cinema no último século. Mas o que pouca gente sabe é que ele também já ensaiou uma carreira como fotógrafo.
Foi assim que, quando tinha apenas 17 anos, ele entrou no metrô de Nova York para fotografar o cotidiano dos seus usuários para a revista Look Magazine. Isso foi em 1946, quando as técnicas de fotografia ainda o obrigavam a esperar o metrô parar em uma estação para que a foto não saísse tremida.
O jovem Kubrick passou duas semanas andando de metrô para fazer as fotografias que você vê abaixo, todas com luz natural. O resultado é um ensaio que mostra um pouco do dia a dia nova-iorquino em um período em que smartphones davam lugar aos jornais nas mãos dos trabalhadores da cidade.
No Túnel do Tempo de hoje, uma foto da Usina Mourão, que fica há cinco quilômetros de Campo Mourão. Essa foto é do ano que nasci, 1970 e mostra a recém terminada Usina Mourão. Na foto a estrada asfaltada ainda não estava terminada, nem a nova ponte.
É visível a cachoeira que hoje faz parte do Parque Estadual Lago Azul. Na foto aparecem poucas árvores, no local que sofreu uma grande mudança para melhor e foi bastante arborizado, tendo se tornado um Parque Estadual e área de preservação permanente.
Ainda falando sobre o Oscar aqui no blog, já tive a oportunidade de ver algumas estatuetas do Oscar ao vivo e a cores. Foi em 2011, em Orlando, em um dos parques da Disney. Foi no Disney’s Hollywood Studios. Lá estão em exposição alguns dos muitos Oscar’s que a Disney ganhou com animações e com filmes. Para mim foi uma experiência muito gratificante, pois desde criança gosto de filmes e acompanho anualmente a entrega do Oscar.
Alguns dos Oscars ganhos pela Disney.Oscar pelo filme “O Patinho Feio” (1939).Vander e os Oscars.
Esse ano não teve um início muito bom, pois algumas pessoas conhecidas faleceram nos dois primeiros meses do ano. E agora acontece o falecimento de uma pessoa que não era “conhecida”, mas que eu admirava desde criança. Faleceu ontem o cantor José Rico, da dupla Milionário & José Rico. Desde meus cinco anos de idade eu ouvia as músicas da dupla e ainda sei a letra de muitas delas. Meu pai era caminhoneiro e nas viagens que fazia com ele quando criança, era o tempo todo ouvindo Milionário & José Rico no toca fitas do caminhão. Foi graças a essa dupla que comecei a gostar de música sertaneja, estilo que gosto até hoje e o qual é praticamente o único estilo de música que costumo ouvir.
Tive o privilégio de assistir a dois shows da dupla Milionário & José Rico. Um foi em 1992, aqui em Campo Mourão, na rua, há duzentos metros de onde moro. E o outro foi na cidade de Peabiru, em agosto de 2011, numa noite muito gelada em plena praça pública. José Rico viveu muitos anos no Paraná, na cidade de Terra Rica. Ele tinha uma fazenda aqui na região, na cidade de Ubiratã, onde costumava promover anualmente um torneio de futebol suíço. No último dia 22 ele esteve em Ubiratã promovendo tal torneio.
O cara tinha uma voz como poucos e vai deixar saudades! Ele nasceu pobre e comeu o pão que o diabo amassou para subir na vida e fazer sucesso. Foi um dos raros casos nesse país, onde a pessoa saí da miséria e atinge a riqueza pelo próprio talento, sem precisar roubar ou participar de “esquemas”. Que descanse em paz! E com certeza parte de minha infância parte com ele…
José Rico 1946/2015. (UOL)
José Rico, nome artístico de José Alves dos Santos, nasceu em Pernambuco, em 29 de junho de 1946. Por ter sido criado na cidade de Terra Rica, no estado do Paraná, desde os dois anos de idade, José Rico acabou adotando, e registrando em cartório, o nome José Rico Alves dos Santos, em homenagem à cidade onde viveu sua infância.
Além de cantar, José Rico se destacou como compositor. É de autoria dele a canção Estrada da Vida, lançada em 1977 no quinto álbum da dupla. Em atividade desde os anos 70 (em que pese curta separação de 1991 a 1994), a dupla Milionário & JoséRico gravou 28 álbuns.
LP que marcou minha infância.As várias faces da dupla.Show na cidade de Peabiru, 20/08/2011.José Rico na região de Ubiratã – Pr, em 22/02/2015. (Foto: Boca Santa)
Assisti hoje ao episódio duplo, que foi o último de Two and a Half Men, minha série de TV favorita. A série infelizmente chegou ao final! Foram doze temporadas, que tiveram altos e baixos, principalmente após a saída de Charlie Sheen no inicio de 2011 e a posterior entrada de Ashton Kutcher. A partir disso, boa parte dos episódios se tornou sem graça. Mesmo assim me mantive fiel a série e com esperança de que Charlie Sheen retornasse. Mas o retorno não ocorreu e no dia 19 de fevereiro deste ano, a série chegou ao fim, mesmo tendo ainda enorme sucesso de público. Two and a Half Men é uma das séries de maior sucesso da história da TV.
Conheci a série por acaso, em 2007, quando ela começou a passar no SBT. Estava mudando de canal e me detive quando vi o Charlie Sheen na tela. Era o primeiro episódio da primeira temporada. Gostei do que vi e no dia seguinte comentei sobre a série com o Mauricio, meu colega de trabalho na época. Ele também tinha assistido a série e gostado. Fui pesquisar sobre a série e descobri que ela existia desde 2003 e que nos Estados Unidos já estava na quarta temporada. Pesquisei mais um pouco e descobri que já existia no Brasil, para venda, o Box com a primeira e segunda temporada completa da série. Dei logo um jeito de comprar, pois depender do SBT para assistir a série, e ainda por cima com atraso de algumas temporadas, não era uma boa opção. Ela também passava na TV a cabo, na Warner, mas como eu não tinha TV a cabo na época, o jeito foi comprar os dois primeiros Box lançados no Brasil. Depois de um tempo consegui um contato, que de tempos em tempos me enviava um DVD com alguns episódios atuais da série. E a partir de 2011 a coisa melhorou, pois passei a conseguir na internet os episódios atualizados, um ou dois dias após passarem nos Estados Unidos.
Tenho todos os 262 episódios de Two and a Half Men guardados num HD externo, e daqui uns cinco anos pretendo assisti-los novamente. Creio que cinco anos é tempo suficiente para esquecer de muita coisa que vi e dar boas risadas novamente com a série. Fiz o mesmo com Seinfeld, que foi outra série longeva de humor, da qual gostava muito. A única diferença é que Seinfeld, tenho todos os episódios guardados em DVD.
Two and a Half Man
Dois Homens e Meio (no original, Two and a Half Men) é uma série de televisão americana criada por Chuck Lorre e Lee Aronsohn, que estreou no dia 22 de setembro de 2003 e encerrou-se no dia 19 de fevereiro de 2015.
Situada na praia de Malibu, Califórnia, a atração é sobre dois irmãos bem diferentes um do outro. Charlie Harper um solteiro que está sempre de bem com a vida, se envolvendo com jogos, bebidas, e mulheres. Charlie tem um irmão, chamado Alan Harper, que tem um filho, Jake Harper, que junto com ele passa a morar com Charlie em sua mansão na praia de Malibu, depois que sua esposa Judith pede divórcio.
No dia 15 de janeiro de 2011, na sua oitava temporada, a produção suspendeu as gravações de alguns episódios para que Charlie Sheen se tratasse de sua dependência química. No dia 24 de fevereiro do mesmo ano, a Warner Bros e o empresário de Sheen, Stan Rosenfield, disseram que as filmagens seriam retomadas com o regresso do ator. Mas, no dia seguinte, em 25 de fevereiro, Charlie fez declarações ofensivas para a produção do programa, mesmo assim continuou no seriado por mais um mês. Em 7 de março de 2011, Charlie Sheen foi demitido após ofender novamente os diretores da série. Em 13 de maio a Warner Bros anuncia a contratação de Asthon Kutcher para a série.
Com um novo enredo, a série passa a ter Walden Schimidt (Aston Kutcher), um bilionário da internet que compra a antiga casa de Charlie Harper. Sem ter para onde ir, Alan pede para que Walden deixe ele passar uns dias em sua nova casa, com pena de Alan, Walden o acolhe.
Em maio de 2014, após quedas na audiência, a rede de televisão americana CBS anunciou que a série seria cancelada após a décima segunda temporada. E no dia 19 de fevereiro de 2015 a série finalmente chegou ao fim, com a exibição de um episódio duplo que atingiu grande audiência.
Formação original de Two and a half Men.Formação com Ashton Kutcher.Box da 1ª Temporada (USA).Box da 9ª Temporada (Brasil).Elenco original de Two and a half Men.
Essa foto é de 1992 e mostra a Bolinha II, amamentando três gatinhos cuja mãe tinha morrido atropelada. O detalhe é que a Bolinha II nunca tinha criado antes, e desenvolveu leite somente para alimentar os gatinhos. Ela foi uma verdadeira mãe para os três bichanos!
Você sabia que a Rainha Elizabeth II foi a primeira mulher da Família Real Britânica a entrar para o serviço militar?
Em 1945, com apenas 18 anos, a então Princesa Elizabeth convenceu seu pai de que deveria contribuir diretamente nos esforços da guerra. Foi aí que ela se juntou ao Serviço Territorial Auxiliar da Divisão de Mulheres do Exército Britânico, onde foi treinada para dirigir e consertar veículos militares. Devido ao seu trabalho exemplar, a princesa foi promovida a comandante júnior.
A Rainha Elizabeth II é a última Chefe de Estado viva a servir uniformizada na Segunda Guerra Mundial.
Fonte: https://vivimetaliun.wordpress.com
Rainha Elizabeth II na época da II Guerra.Elizabeth II.
Birdman venceu o Oscar de melhor filme, confirmando seu favoritismo. Eu cheguei à conclusão que diferente do que imaginava, não entendo nada de cinema. Dos oito concorrentes à melhor filme, Birdman era justamente o último de minha lista de preferências. Ou eu não entendi o filme, ou realmente não entendo nada de cinema, ou meu gosto cinematográfico é diferente de quase todos os membros da Academia de Cinema, que elegem os filmes do Oscar.
Nos dois últimos anos, quando fiz minha lista de preferências com os filmes concorrentes ao Oscar de melhor filme, teve um ano que o terceiro filme de minha lista foi o vencedor, e no outro ano o segundo filme de minha lista acabou vencendo. Então fiquei meio que me achando um entendedor de cinema, mas a partir de agora vou me recolher a minha insignificância e continuar sendo tão somente um consumidor de filmes, sem querer me achar um critico de cinema. Posso até continuar fazendo minhas listas anuais do Oscar, mas vai ser de forma bem humilde.
E ainda esta semana vou assistir Birdman uma ou duas vezes, para tentar entender onde foi que errei, achando o filme ruim…
No passado, Riggan Thomson fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner, Lesley e Laura, Riggan precisa lidar com seu agente Brandon e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.
Estão no elenco do filme: Michael Keaton (Riggan Thomson), Edward Norton (Mike Shiner), Emma Stone (Sam Thomson), Naomi Watts (Lesley), Zach Galifianakis (Jake), Andrea Riseborough (Laura), Amy Ryan (Sylvia Thomson), Lindsay Duncan (Tabitha Dickinson), Merritt Wever (Annie) e Jeremy Shamos (Ralph). O longa foi dirigido por Alejandro González Iñárritu, e produzido por Alejandro González Iñárritu, John Lesher, Arnon Milchan e James W. Skotchdopole.
O filme nos conta a história de Riggan Thomson, um ator dos anos 90, que vive na sombra de seu personagem mais famoso, Birdman. Em decadência e perturbado pela voz de Birdman em sua cabeça, lhe dizendo o que fazer, Thomson decide se reerguer. Com isso ele arrisca tudo, para fazer com que sua peça (Dirigida, roteirizada e estrelada por ele mesmo) seja um sucesso, pois isso não apenas o salvará, mas também ao teatro em que trabalha. Seu agente, Brandon acha que o que ele está tentando fazer é muito arriscado e que a idéia de contratar um ator famoso (e caro) pode dar muito errado, pois eles não possuem o dinheiro para o seu cachê, e que a peça pode não dar o retorno esperado. Mesmo assim, entre diversas dificuldades, brigas familiares, e desentendimentos por parte do elenco, ele continua esperançoso.
O filme nos mostra uma face diferente do meio artístico, onde certos desentendimentos podem causar a ruína de uma pessoa. Mostra-nos a pressão que um ator tem em cima de si, e conseqüentemente a loucura.
Quando vê sua carreira indo de mal a pior, Riggan começa a enlouquecer, ele continua se vendo na sombra de seu personagem, as pessoas não o vêem como um ator, mas como o herói de um filme antigo, e com isso ele começa a se ver como o Birdman. Ele tem alucinações, começa a achar que possui poderes.
Outra parte interessante do filme foi terem mencionado os super-heróis atuais que nos são apresentados no cinema. No início do filme, vemos Robert Downey Jr dando uma entrevista sobre o novo filme dos Vingadores, e com isso Riggan fica enojado, e diz ser um ator melhor. Quando eles estão escolhendo os atores, é mencionado o nome de Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), mas o gerente nunca ouviu falar dele, mesmo o Thomson ter falado que ele é um vingador. Em algumas cenas, vemos pessoas vestidas como o Homem-Aranha e Homem de Ferro na rua.
O filme não possui um vilão, apenas que na Broadway, as pessoas fazem de tudo para conseguir o sucesso, e com isso existe uma rivalidade, e conseqüentemente tenta fazer seus rivais falharem.
Fonte:http://theamazingnerd.com
Cartaz de “Birdman”.Birdman seguindo Birdman.Entrega do Oscar de “Melhor Filme”.
No próximo domingo, dia 22, será realizado mais uma entrega do Oscar, o prêmio máximo do cinema. E mais uma vez consegui assistir a todos os filmes que concorrem ao Oscar de melhor filme. E novamente foi difícil conseguir assistir a todos os oito filmes concorrentes, pois na minha cidade o cinema é ruim e filmes bons quase não passam por aqui. Tem filmes do Oscar do ano passado que nem passaram por aqui. Diante desse problema, tive que recorrer a internet para assistir aos filmes antes da entrega do Oscar e poder fazer esta postagem aqui no Blog.
Este ano tem filmes muito bons concorrendo na categoria Melhor Filme. E dos oito concorrentes, quatro são baseados em histórias reais, sinal de que a vida real dá boas histórias para se contar no cinema.
Abaixo segue a lista dos indicados a melhor filme, na ordem de minha preferência e torcida. Nos dois últimos anos, quando fiz listas iguais a essa, a minha terceira opção é que foi a vencedora em 2013 e minha segunda opção a vencedora em 2014. Quase acertar os vencedores nos dois últimos anos é sinal de que entendo um pouco de cinema. Aliás, cinema é uma de minhas paixões desde criança! Atualmente não vejo muitos filmes no cinema, vejo muitos filmes em casa. No passado teve anos em que eu cheguei a assistir setenta e dois filmes no cinema. Hoje em dia para mim é mais confortável assistir filmes em casa, numa TV gigante de Led com 3D, e podendo obter na internet filmes recém lançados que muitas vezes demoram para chegar ao Brasil e outras vezes nem passam por aqui.
Minha ordem de preferência pelos filmes que concorrem ao Oscar de Melhor Filme em 2015, ficou assim:
1°) Sniper Americano
Autobiografia de Chris Kyle, atirador de elite da Marinha norte americana, que lutou no Iraque e teve em seu currículo cerca de 160 mortes. Chris Kyle foi considerado o mais letal atirador da história das forças armadas dos Estados Unidos.
Gostei muito desse filme, que conta uma história real e tem um final triste e surpreendente. O final é algo recente, que ocorreu em 2013. O filme foi baseado num livro com o mesmo nome.
2°) Whiplash: Em busca da perfeição
Este filme conta a história de um baterista de jazz, que frequenta uma das melhores escolas de música do mundo. Apaixonado pelo instrumento e desejando ser “grande”, ele abraça na primeira oportunidade a chance de trabalhar ao lado do temido maestro Fletcher em sua famosa banda. O maestro, porém, tem métodos nada ortodoxos de ensino e não demora a humilhar o baterista novato.
Achei o filme muito bom! Ele mostra como empenho e força de vontade nos faz vencedores. E ao mesmo tempo também mostra que não devemos largar tudo, para conquistar um sonho…
3°) A Teoria de Tudo
Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com uma aluna de Cambridge e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas vinte e um anos.
Filme gostoso de assistir e que mostra a história de um personagem importante de nosso tempo e fala sobre superação e amor.
4°) Selma
Drama histórico sobre a campanha por direitos civis dos negros nos Estados Unidos. O filme conta a campanha que tomou espaço na cidade de Selma, no Alabama, onde cidadãos negros tiveram seus direitos a voto negados sistematicamente. O caso chamou atenção e ganhou envolvimento de Martin Luther King.
Outro filme real e muito bom, que conta uma passagem importante na história norte-americana, que contou com a participação de Martin Luther King.
5°) O Jogo da Imitação
Cinebiografia do gênio matemático Alan Turing, que durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou com os Aliados na decodificação das máquinas Enigma, ajudando a quebrar códigos de mensagens secretas nazistas e auxiliando na vitória aliada. Turing foi um gênio matemático e nome fundamental às ciências da computação. Ele foi criminalmente processado por ser homossexual no início da década de 1950. Ele poderia escolher a castração química ou a prisão, e ficou com a primeira opção. Desmoralizado, cometeu suicídio comendo uma maçã contaminada com cianureto. Reza a lenda que a Apple (“maçã”) de Steve Jobs teria sido batizada em homenagem a Turing.
Outro filme que conta uma história real e tem uma ótima produção de época. Para ser sincero até que gostei do filme, mas na hora de decidir quais achava melhores, acabei optando por outros filmes por pouquíssima diferença.
6°) O Grande Hotel Budapeste
No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.
Filme agradável de assistir, com bons atores e um produção de época muito bem feita.
7°) Boyhood da Infância a Juventude
O filme foi gravado durante doze anos e mostra a vida do personagem Mason, dos cinco aos dezoito anos. Na verdade o filme é menos sobre a história de um menino, e mais sobre o passar do tempo, sobre coincidências, sobre como a vida de todos nós daria, sim, um filme.
O interessante no filme é a mudança que é possível notar nos atores, no transcorrer de doze anos de filmagens. O filme tem quase três horas de duração, mas confesso que não gostei. Me deu sono! E é visível a “embarangada” que a atriz principal teve nos doze anos que levaram para gravar o filme (gravavam uns dias a cada ano).
8°) Birdman
Um ex-ator de cinema, famoso por interpretar um icônico super-herói, chamado Birdman, monta uma peça na Broadway para tentar reconquistar suas glórias passadas. A trama se passa no transcorrer de três dias, em que o ator lida com problemas com a família e a carreira.
Filme com muito dialogo e algumas “viagens”. Algumas pequenas partes bastante interessantes. Mas no geral não gostei do filme!
Consegui novos itens para minha coleção da Coca-Cola. Dessa vez foram latas de Coca-Cola do Japão, México e Chile. E também garrafas de alumínio brasileiras, da Copa do Mundo e do Natal. Já perdi a conta de quantos itens tenho na coleção e preciso fazer um inventário urgentemente. Mas devo ter cerca de 500 itens, sendo muita coisa importada.
Estou a procura de latas de Coca-Cola, anteriores há 1990. E também da Coca-Cola Life, que é verde. Se alguém quiser me doar esses itens, basta entrar em contato.
Coca-Cola: Brasil, Brasil, México, Japão, México, Chile e Japão.
Essa foto “achei” no acervo da família. Ela retrata a Ponte da Amizade, na fronteira do Paraguai com o Brasil (Foz do Iguaçu). A foto foi tirada em 1965, logo após a inauguração da ponte. Só não consegui descobrir ao certo quem tirou a foto, se foi meu pai ou meu avô. A foto está meio tremida, pois foi tirada a partir de um veículo em movimento.
Em 2008, comemorou-se 150 anos da teoria da seleção natural, proposta em conjunto pelos naturalistas britânicos Charles Darwin (1809-1882) e Alfred Wallace (1823-1913). A efeméride é a ocasião de relembrar a passagem dos dois naturalistas pelo Brasil e a contribuição das observações feitas por ambos em nosso país para a formulação da teoria que mudou a biologia.
A passagem de Darwin pelo Brasil foi o foco da conferência do físico e historiador da ciência Ildeu de Castro Moreira na reunião anual da SBPC. Moreira, que dirige o Departamento de Popularização e Difusão da Ciência do Ministério da Ciência e Tecnologia, está tentando reconstituir os diferentes passos da passagem do naturalista inglês pelo país e está envolvido na organização de vários eventos comemorativos dos 150 anos da teoria da seleção natural.
Darwin passou pelo Brasil a bordo do Beagle,navio encarregado de dar a volta ao mundo fazendo medições importantes para a marinha britânica. Recém-formado, aos 24 anos, Darwin era o naturalista de bordo, incumbido de fazer observações geológicas e biológicas durante a expedição. Na viagem, que durou quase cinco anos, o inglês coletou material e fez observações que, mais tarde, o colocariam na trilha da seleção natural.
Algumas das primeiras escalas do Beagleforam feitas na costa brasileira, em Fernando de Noronha, Salvador, Abrolhos e no Rio de Janeiro, onde Darwin passou quatro meses. “Darwin ficou hospedado em Botafogo, que era então um bairro nobre e tranqüilo, onde nobres e embaixadores tinham sítios”, conta Moreira. “Estamos tentando identificar a localização exata da casa em que ele ficou, provavelmente na atual rua São Clemente.” Em 1836, após completar a circunavegação, o Beaglefez novas escalas no Brasil, em Salvador e Recife, em seu caminho rumo à Inglaterra.
A deslumbrante natureza foi o que mais chamou a atenção de Darwin em sua passagem pelo Brasil. Seu diário de bordo e as notas de viagem reunidas anos mais tarde em livro (A viagem do Beagle,disponível em português) refletem o encanto do jovem inglês com a luxuriante paisagem tropical.
“Delícia é um termo fraco para exprimir os sentimentos de um naturalista que, pela primeira vez, se viu perambulando por uma floresta brasileira”, escreveu Darwin sobre sua passagem por Salvador. Seu relato é repleto de adjetivos deslumbrados que exaltavam “a exuberância geral da vegetação”, “a elegância da grama”, “a beleza das flores” ou “o verde lustroso da folhagem”.
Humanismo e preconceito
As notas de viagem de Darwin refletem também sua visão sobre a sociedade brasileira. Em várias passagens, elas manifestam o humanismo do naturalista, que recrimina reiteradas vezes a escravidão contemplada por ele no país. Mas Ildeu Moreira lembra também que as observações do inglês denotam certo preconceito em algumas passagens.
Sua impaciência com a burocracia brasileira, por exemplo, ou sua decepção com os modos rudes com que foi tratado por certos habitantes locais motivaram comentários pouco simpáticos à população brasileira em suas anotações. “Darwin fez algumas generalizações sobre os brasileiros e às vezes julgava as pessoas pela sua aparência ou pela forma como se vestiam”, diz Moreira.
O historiador da ciência chama a atenção também para outro aspecto interessante que se sobressai das anotações feitas por Darwin em sua passagem pelo Brasil. Esses relatos mostram como o inglês foi ajudado por habitantes locais em suas incursões pela mata e nas expedições para coleta de material biológico. Moreira lembra que esses guias, geralmente omitidos nos relatos científicos dos naturalistas, aparecem mais claramente nos relatos de viagem, escritos em estilo mais solto.
“Os índios, escravos e crianças que ajudavam os naturalistas do século 19 tinham um conhecimento que, depois de catalogado e registrado, foi incorporado ao acervo da ciência mundial”, afirma Moreira. “Isso não representa um demérito para esses cientistas, mas nada teria sido feito sem a ajuda desses guias. Não podemos perder a perspectiva de que a ciência dependia do conhecimento das populações nativas.”
Bernardo Esteves
Ciência Hoje On-line / 16/07/2008
Darwin jovem, quando passou pelo Brasil.Darwin, idoso.Livro: A Viagem do Beagle.Navio HMS Beagle.
Ontem, 13 de fevereiro foi aniversário de vinte e seis anos de incorporação da CCS do 20° BIB, de 1989. Naquela manhã nublada de vinte e seis anos atrás, 75 rapazes passaram a fazer parte da gloriosa Companhia de Comando e Serviço do 20° Batalhão de Infantaria Blindado. Nesse dia muitos destes rapazes começaram a moldar de forma definitiva seu caráter, se tornaram homens. Fui um dos 75 rapazes que fizeram parte da CCS de 1989. Acabei ficando dois anos no Exército e até hoje lembro com carinho e saudade dos muitos amigos que lá fiz, alguns que se tornaram verdadeiros irmãos.
Ontem, 12 de fevereiro, foi comemorado o “Darwin Day”. Charles Darwin nasceu em 12 de fevereiro de 1809, e na data de seu aniversário, seus muitos admiradores espalhados pelo mundo, promovem uma homenagem anual batizada de Darwin Day (Dia de Darwin). O objetivo principal de tal comemoração é ressaltar suas contribuições para a humanidade, pois o inglês Charles Darwin (1809-1882), foi um dos cientistas mais importantes da história. O naturalista revolucionou os conceitos sobre a evolução das espécies por meio da teoria da seleção natural. A teoria de Darwin, apesar de comprovada cientificamente, ainda encontra resistência, principalmente entre os defensores do criacionismo que recusam a evolução.
Uma antiga paixão quase prejudicou a grande viagem da vida de Darwin. Uma mulher quase impediu que Darwin embarcasse no navio HMS Beagle e participasse da expedição, que foi fundamental para os estudos do naturalista sobre a origem das espécies. A antiga namorada Fanny Owen, retomou contato com Darwin meses antes da missão se iniciar. A paixão entre o casal reacendeu e a jovem prometeu esperar o retorno de Darwin. No entanto, ao chegar ao Rio de Janeiro, no início de 1832, o naturalista recebeu uma carta dizendo que Fanny Owen iria se casar com outro. Darwin superou a desilusão amorosa e não abandonou a viagem.
Uma grande dúvida também atormentou Charles Darwin durante algum tempo. Meses antes de casar com sua prima Emma Wedgwood, Darwin resolveu enumerar os prós e os contras do casamento. A partir do seu dilema ele escreveu uma obra, “This is the Question” (Esta é a questão). Pelos argumentos de Darwin, contra o matrimônio pesavam o fim da liberdade de ir para onde quisesse, as despesas e a ansiedade gerada com o nascimento dos filhos. Mas havia algumas vantagens, ponderou, como ter uma esposa e filhos, seria uma aposta contra a solidão. “Essas coisas são boas para a saúde”, destacou na lista publicada pelo site do Darwin Project, que disponibiliza digitalmente documentos importantes da história do naturalista. Depois de muito pensar, no dia 29 de janeiro de 1839, Darwin finalmente se casou. O casamento com Emma Wedgwood deu tão certo que eles tiveram dez filhos.
Em 2009, um exemplar da primeira edição do livro de Darwin,“A origem das Espécies” foi adquirido em um leilão, por cerca de R$ 430.000,00. O exemplar do livro tinha ficado esquecido por anos na estante da casa de uma família que morava na Inglaterra. O leilão coincidiu com o 150º aniversário da publicação do livro. Em 1859, o livro de Darwin foi o mais vendido do ano, com uma tiragem de 1.250 exemplares.
Durante a viagem do navio HMS Beagle, Darwin passou pelo Brasil e ficou impactado com a escravidão. Em um episódio de sua viagem, junto a um rio que banha o estado do Rio de Janeiro, Darwin sentiu vergonha ao tentar se comunicar com um escravo. O naturalista utilizou mímica e outros gestos, mas o negro achou que o cientista iria espancá-lo.
A teoria do naturalista contradiz um dos principais dogmas da religião católica, que é a crença de que Deus criou as espécies tal como elas existem. Conforme avançava em sua teoria, ele percebeu que a evolução poderia colocar em risco os dogmas da religião de sua querida esposa. Por essa razão, ele adiou a publicação de “A Origem das Espécies”, publicando o livro somente quando percebeu que o zoólogo Alfred Russel Wallace havia chegado à mesma conclusão.
Darwin Day 2015.The Origin of Species.Livro: A Origem das Espécies.
Essa foto quem me enviou foi a Professora Silvana Casali. Ela foi tirada em 1981, no Estádio Municipal de Campo Mourão, para ser publicada num jornal local. A reportagem seria sobre a escolinha de atletismo que tinha sido recém criada e que era coordenada pela Professora Silvana.
Eu tinha 11 anos na época e fiz parte dessa escolinha durante alguns meses. Eu não tinha visto essa foto antes e foi interessante vê-la após mais de trinta anos. Após passados tantos anos, lembro de bem poucos dos que estão na foto. Alguns já até falecerem…
No final de semana estive mais uma vez percorrendo a Trilha Aventura, no Parque Estadual Lago Azul, em Campo Mourão. Fazia muito calor e foi muito bom caminhar pela mata, tomar banho de rio e caminhar pela água. O passeio era guiado e tinha trinta pessoas, sendo várias de outras cidades.
Uno (estilizado UNO) é um jogo de cartas norte americano com detalhes especiais, desenvolvido por Merle Robbins e familiares em 1971. Hoje é vendido pela Mattel. É um dos jogos de cartas mais vendidos no mundo.
Os primeiro dias de 2015 foram chuvosos e divertidos em volta de uma mesa jogando UNO. Conheço o jogo há uns 20 anos, quando um amigo voltou da Alemanha e trouxe um baralho de UNO. Depois teve fases em que encontrei pessoas que gostavam do jogo e nos reuníamos para jogar. Nos tempos da faculdade de Estatística na UFPR, tínhamos um grupo que se reunia sempre e entre outras coisas jogávamos Kan-Kan, que é uma cópia nacional do UNO.
O jogo é divertido e ótimo para passar tempo. Existem regras fixas que vem num manual dentro da caixinha ou então no verso da caixinha de baralho do UNO. Podem existir algumas variações nas regras, que geralmente são combinadas antes do início do jogo. Sendo um jogo fácil de aprender, tanto adultos quanto crianças podem se divertir jogando UNO. É um jogo que desenvolve a atenção e o raciocínio rápido e também serve para dar boas risadas, principalmente quando você “sacaneia” os adversários durante o jogo.
Se não conhece o jogo ainda, aconselho a conhecer! Você encontra o jogo para venda em lojas de brinquedos e grandes supermercados. Existem alguns modelos diferentes de cartas, com relação ao tamanho e ao layout. Mas no geral nada muda. E nos Estados Unidos vi muitos modelos de cartas, sendo algumas com figuras de personagens de desenhos animados e de alguns filmes, como Harry Porter. E também é possível encontrar versões online do jogo, para jogar no computador, ou então baixar aplicativos para jogar no celular.
UNO.O jogo clássico de UNO.UNO do Frozen.UNO do Harry Porter.Versão online do UNO.UNO da Barbie.UNO Monsters.Fabiana escondendo o jogo.Mylena, Bianca e Rafael.Artur e Vander.
Eu que sou fã de séries de televisão, principalmente as de humor e históricas, na última semana pude assistir aos dez episódios da primeira temporada de Marco Polo. São episódios de uma hora, mas que passam rapidinho na tela, de tão bons que são! Gostei muito da série e agora é ficar ansioso aguardando a próxima temporada, que vai demorar alguns meses para passar.
“Marco Polo” estreia como série mais ambiciosa do Netflix
Depois de conquistar público e crítica com “House of Cards” e “Orange Is The New Black”, o Netflix lança seu projeto mais ambicioso até agora: o drama épico “Marco Polo”, baseado nas aventuras reais vividas pelo notável explorador italiano. Com um custo estimado em US$ 90 milhões por publicações internacionais, a série estreia nesta sexta-feira (12) como a produção mais cara do serviço de streaming e a aposta dele para dialogar ainda mais com o público internacional.
Introduzido ao mundo das viagens após acompanhar seu pai em uma perigosa jornada entre a Itália e a Ásia, Marco (interpretado pelo italiano Lorenzo Richelmy), é abandonado por ele no reino do imperador mongol Kublai Khan, descendente de Gêngis Khan. O jovem cai nas graças do déspota por sua habilidade em descrever ricamente os lugares que já viu e se envolve no cotidiano da corte, enquanto o imperador tenta conquistar uma cidade chinesa, cujas tramas giram em torno do chanceler Jia Sidao (Chin Han) e de sua irmã, a concubina Mei Lin (Olivia Cheng).
Tendo como pano de fundo as intrigas políticas da China do século 13, a direção de arte cuidadosa e os figurinos elaborados constroem o tom épico da série, reforçado pelo fato de as gravações terem sido realizadas na Itália, no Cazaquistão e na Malásia – na intenção de se manter alguma fidelidade às histórias do verdadeiro Marco Polo, que documentou muito do que viu na obra “O Livro das Maravilhas: A Descrição do Mundo”.
“Nós sabemos o que Marco Polo fez, mas não sabemos como. E ajudou que eu pude estar em todos os lugares em que ele esteve”, disse Lorenzo, de 24 anos, durante encontro com a imprensa brasileira. O ator, que só havia trabalhado em produções europeias anteriormente, quase não falava inglês e não possuía o condicionamento físico necessário quando começou a gravar a série, mas acredita que isso o ajudou a compor o personagem: “Nós filmamos em sequência, então no começo meu inglês é ruim, meu sotaque italiano é muito forte, mas depois eu mudei”.
Uma marca de “Marco Polo”, aliás, é a diversidade de seu elenco. Diferentemente de outras produções de TV, dominadas por norte-americanos e britânicos, a série conta com muitos atores estrangeiros, entre australianos, chineses e cingapurenses. “É a primeira produção americana sem atores americanos. Para o sistema americano, isso é muito estranho”, analisou Lorenzo. Nascida no Canadá, mas filha de imigrantes chineses, a atriz Olivia Cheng se disse feliz em poder ver sua cultura retratada na telinha: “É inovador. Estou animada em poder ver algo assim, poder ver a minha cultura”.
O clima de época de “Marco Polo” é apimentado por cenas intensas de kung-fu e nudez. Não por acaso, a série ganhou a alcunha de “‘Game of Thrones’ do Netflix”, ainda que a história das duas atrações guardem poucas semelhanças entre si. Mas Lorenzo garantiu que nem a violência nem as cenas sensuais são gratuitas. “Nós estamos mostrando a história. Isso foi real, existiu. E isso é lindo. Nós podemos tratar o sexo e a violência de uma forma significativa, porque estamos envolvidos nesse universo”.
Para poder lutar em cena, os atores passaram por um treinamento intenso, conforme contou o ator Chin Han. “Tivemos de aprender uma forma muito antiga de kung fu, e não há muitas pessoas que ensinam isso. Foi desafiador, um trabalho exigente. Acordava às 7h e treinava até as 14h”.
As cenas de luta eram tão intensas que, em uma delas, Lorenzo chegou até a quebrar o nariz de um colega de cena. “Não dava para acompanhar todo mundo, tinha três ou quatro lutas acontecendo ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Nessa cena, eu quebrei o nariz de um cara, de verdade. Ao final da cena, ele estava morrendo de dor. Machuquei o cara com meu cotovelo”, contou o protagonista no painel da série durante a Comic Com Experience.
Um dos produtores da série, Patrick MacManus acredita que o apelo familiar da história e a qualidade técnica da série irão atrair conquistar o telespectador. “É a historia de um homem que chega a esse mundo novo e ele está procurando um pai. E nós temos um elenco incrível. Vocês vão se apaixonar”, falou, acrescentando que a série mostra o quanto o Netflix “se sofisticou” em sua produção.
Fonte:Beatriz Amendola, Do UOL, em São Paulo 12/12/2014
Como já é tradição aqui no blog, no último dia do ano a última postagem é uma seleção de fotos mostrando um pouco do que foi o ano que está findando. E 2014 foi um bom ano, não posso reclamar! Foi um ano de poucas e curtas viagens e de alguns problemas, pois é impossível ter um ano em que aconteçam somente coisas boas. Foi um ano onde sofri um grave acidente, mas que graças a Deus não foi mais grave ou fatal, por muitíssimo pouco. Então só tenho que agradecer pelo ano que termina e lembrar das coisas boas que aconteceram, das novas lições que aprendi. Que venha logo 2015, pois os anos impares são os meus favoritos e geralmente os inesquecíveis. E estou otimista com o novo ano, pois creio que muita coisa boa virá ao meu encontro…
Achei muito interessante esse quarto, que a família do soldado em questão, deixou preservado como forma de homenagem e de preservar sua memória. O quarto atualmente é uma espécie de museu, que faz os visitantes voltarem no tempo…
O quarto do segundo-tenente francês Hubert Rochereau permaneceu intocado desde a sua morte no campo de batalha durante a Primeira Guerra Mundial. O oficial tinha 22 anos quando se tornou uma das vítimas da guerra. O quarto fica em um imóvel na cidade de Bélabre, na França. Jaquetas, sapatos e outros objetos pessoais são visíveis pelo quarto e sobre a cama de Hubert Rochereau.
O Papai Noel é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro. A lenda pode ter se baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau. O personagem foi inspirado em São Nicolau, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.
Enquanto São Nicolau era originalmente retratado com trajes de bispo, atualmente Papai Noel é geralmente retratado como um homem rechonchudo, alegre e de barba branca trajando um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. Essa imagem se tornou popular nos Estados Unidos e Canadá devido à influência da Coca-Cola. O visual vermelho e branco ganhou impulso em 1931, quando a Coca-Cola realizou uma grande campanha publicitária usando um Papai Noel vestido de vermelho e branco. Historicamente, a Coca-Cola não foi a primeira empresa de bebidas não-alcoólicas a usar este visual moderno numa campanha publicitária. Em 1915, a White Rock Beverages o tinha feito para vender água mineral. Tornou a recorrer ao visual para uma anúncio do refrigerante de gengibre Ginger Ale em 1923. Ainda mais cedo, o gorducho vestido no atual traje vermelho e branco já tinha aparecido em várias capas da revista Puck no final do século 19 e início do século 20.
Fonte:Wikipedia (adaptado pelo autor do Blog)
São Nicolau.Papai Noel Coca-Cola.Propaganda da Coca-Cola (1930).Propagandas da Coca-Cola (1959 e 2010).Papai Noel Coca-Cola.Papai Noel da Ginger Ale (1923).Revista Puck: de 1896 e 1901.Papai Noel nas latas de Coca-Cola.Papai Noel.
Na semana em que o mundo recebe boquiaberto a notícia da retomada das relações entre Cuba e Estados Unidos, depois de 53 anos, soa ainda mais curioso lembrar que um dia, quando nem sequer imaginava embrenhar-se na Sierra Maestra, Fidel Castro escreveu uma carta a um presidente americano pedindo uma nota de dez dólares. No dia 6 de novembro de 1940, quando contava viçosos 14 anos (e portanto 13 anos antes de liderar a Revolução Cubana), o rapazola Fidel mandou uma cartinha a Franklin Delano Roosevelt com o curioso pedido. Dizia ele, numa elegante caligrafia tombada à direita: “Meu bom amigo Roosevelt: não sei muito inglês, mas sei o bastante para escrever ao senhor. Eu gosto de ouvir rádio e estou muito contente, porque escutei que o senhor vai ser presidente por um novo período. Se for do seu agrado, mande-me uma nota verde americana de dez dólares, porque eu nunca vi uma nota verde americana e gostaria muito de ter uma. Muito obrigado, adeus, seu amigo, Fidel Castro”.
Encontrado em 1977 por pesquisadores do National Archives and Records Administration, o equivalente nos EUA ao nosso Arquivo Nacional, e citado em “Fidel Castro, uma biografia consentida” (2001), de Claudia Furiati, o documento é uma das centenas de cartas extraordinárias que o pesquisador americano Shaun Usher reúne desde 2009, quando fundou o “Letters of note”, uma espécie de museu on-line. O projeto fez tanto sucesso na internet (1,5 milhão de visitas por mês) que virou um livro homônimo, cuja edição brasileira acaba de chegar às livrarias com o título “Cartas extraordinárias: a correspondência inesquecível de pessoas notáveis”, pela Companhia das Letras. Nessa edição, tão caprichada quanto as maiúsculas de Fidel, Shaun seleciona as 125 que considera mais fascinantes. As que conseguiu autorização, publica em fac-símile, com um texto de introdução espirituoso para cada exemplo. O autor defende o valor histórico dos documentos: “Todas vão transportá-lo através do tempo com muito mais eficiência que o livro de história comum. Não imagino melhor maneira de conhecer o passado do que a correspondência geralmente sincera de quem viveu nele”, escreve.
Há cartas de anônimos, de personalidades históricas, de celebridades do showbiz, de personagens de desenho animado. Há cartas desconcertantes, como um bilhete de 1888 cheio de erros de ortografia enviado por Jack, o Estripador, ao delegado que tentava capturá-lo em Londres, dizendo que tinha acabado de fritar metade de um rim (e a outra metade ia numa caixinha junto à carta). Estão lá ainda o telegrama em que a empresa dona do Titanic afirma que não há risco de morte na viagem do navio, em 1912, e a carta a ser lida em rede nacional em 1969 caso o homem não voltasse da Lua.
É quase um romance epistolar involuntário. Na carta em que o gerente de produto das sopas Campbell agradece a “preferência” do artista plástico Andy Warhol pela marca, ele lamenta não ter dinheiro suficiente para comprar uma das obras do artista. Em 1996, o músico Nick Cave implorou que a MTV o retirasse de quaisquer listas de indicados a premiações, e o texto que escreveu para o canal é tão poeticamente turrão que também foi pinçado por Shaun: “Minha musa não é um cavalo e eu não estou em nenhum páreo”. Entre as mais curiosas, há uma do músico Louis Armstrong a um fã seu, um soldado americano que servia no Vietnã, contando como ouvia música em lugares menos distintos do que a guerra. Conta Armstrong, sem qualquer cerimônia, que um dos lugares preferidos para o deleite sonoro era o banheiro, “sentado no trono, sob efeito do ‘Swiss Kriss’” (uma marca de laxante).
Há missivas mais edificantes, como a do cientista Francis Crick explicando ao filho, de 12 anos, em 1953, que naquele dia em seu trabalho tinha descoberto a “linda” estrutura do DNA, “a molécula da vida”. O texto é tão comovente que a carta foi a mais cara a ser vendida em leilão, arrecadando US$ 5,3 milhões. Também estão lá cartas de amor cheias de tristeza: em junho de 1940, a mulher de Winston Churchill escolheu as palavras que tinha à mão para dizer ao marido que ele não era mais tão gentil como antes.
“PAPAI NOEL EXISTE?”
As mais improváveis são dirigidas a políticos: em março de 1961, o presidente americano Richard Nixon recebeu pelo correio um pedido inusitado de Elvis Presley, implorando por um distintivo do Departamento de Narcóticos e Drogas Perigosas para sua coleção. No ano seguinte, foi um menininho de 8 anos que escreveu a ele. Ao saber que estava internado no mesmo hospital do presidente, e que ambos tinham pneumonia, o moleque lhe enviou uma carta sugerindo que comesse verduras.
As cartas escritas por crianças, aliás, deviam ser compiladas num volume à parte. Em 1897, uma menininha enviou ao jornal “The Sun” a seguinte dúvida: “Tenho oito anos. Uns amiguinhos meus dizem que Papai Noel não existe. O papai diz que ‘se está no Sun é verdade’. Por favor, diga a verdade para mim, Papai Noel existe?”. O jornal garantiu a ela que sim, que Papai Noel existe. Algumas décadas antes, em 1860, uma menininha de 11 anos escreveu uma carta ao então candidato à Presidência dos EUA Abraham Lincoln sugerindo que ele usasse barba, “pois tinha o rosto muito magro”, para ganhar mais votos. A resposta de Lincoln é primorosa: “Querida mocinha, recebi sua amabilíssima carta no dia 15. Quanto à barba, como nunca usei, você não acha que as pessoas iriam dizer que é afetação de minha parte?”. Apesar da resposta, ele se rendeu à sugestão anos depois, adotando o clássico visual barbado com que se tornou conhecido. Entre as cartas-resposta, porém, a mais doce é a que escreveu o roteirista Pete Docter, da Pixar, a uma criança, em outubro de 2008: com um desenho, fingiu ser ele mesmo um dos “Monstros S.A.”.
Fonte:Mariana Filgueiras (O Globo – 19/12/2014)
Carta de Fidel Castro. (Terceiro/O Globo)
Cartas Extraordinárias (organização de Shaun Usher)
Companhia das Letras
Do comovente bilhete suicida de Virginia Woolf à receita que a rainha Elizabeth II enviou ao presidente americano Eisenhower; do pedido especial que Fidel Castro, aos catorze anos, faz a Franklin D. Roosevelt à carta em que Gandhi suplica a Hitler que tenha calma; e da bela carta em que Iggy Pop dá conselhos a uma fã atormentada ao genial pedido de emprego de Leonardo da Vinci – Cartas extraordinárias é uma celebração do poder da correspondência escrita, que captura o humor, a seriedade e o brilhantismo que fazem parte da vida de todos nós.
Esteve visitando Campo Mourão, o presidente do grupo Makita, o japonês Muni Goto. A Makita é uma empresa de alcance mundial, com 40 fábricas espalhadas pelo mundo, sendo uma no Estado do Paraná, na cidade de Ponta Grossa. A empresa completara 100 de existência em 2015 e é conhecida principalmente pela fabricação de ferramentas elétricas portáteis, tornando-se conhecida mundialmente pela qualidade e tecnologia de seus produtos, que são utilizados até mesmo pelas equipes de Fórmula 1.
E participei na cidade de Maringá, de um gigantesco evento promovido pela Makita. Em 2015 para marcar seu centenário, a Makita está lançando novos produtos, principalmente com funcionamento a bateria. Dentre estes produtos, o que mais gostei foi de uma jaqueta com aquecimento. Fiquei imaginando como seria bom uma jaqueta destas em minhas aventuras no frio. A jaqueta possui três tipos de temperatura e funciona com uma pequena bateria de lition, que fica no bolso.
Após a demonstração dos novos produtos, aconteceu um delicioso jantar e sorteio de brindes. Eu que sempre levo sorte em sorteios, desta vez fiquei chupando o dedo. Mesmo assim valeu a pena ter participado de tão bom e grandioso evento.
Novos produtos em exposição.Visitando os stands em Maringá.O Sr. Muni Goto discursando em português.Roberto e Luis, testando a bicicleta a bateria.Luis, Isamel, Roberto, Vander, Antonio e Raphael.Nos despedindo do amigo Ricardo, da Makita de São Paulo.
Esteve em Campo Mourão participando de um jogo amistoso contra um combinado local, a Seleção Brasileira Master. Na verdade parecia mais a Seleção Master do Corinthians, pois entre outros jogaram: Biro-Biro, Tupanzinho, Zenon, Gilmar Fubá, Vitor e Dinei. O placar foi 6 x 0 para a Seleção de Masters.
De negativo foi o público, que passou um pouco de cem pessoas. O jogo foi pouco divulgado e sendo numa sexta-feira à noite, no mês de dezembro e com outros eventos acontecendo na cidade, não dava para esperar grande público. O portão que levava ao campo estava aberto e tinha mais torcedor ao lado do banco de reservas da Seleção Brasileira Master, tirando fotos e pegando autógrafos, do que torcedores nas arquibancadas.
Jogo correndo solto…Banco de reservas.Banco de reservas.Até a Prefeita entrou na tietagem.Vander e Tupanzinho, herói corinthiano.
A história do museu teve início em 1967 quando o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o que é hoje o prédio principal, inaugurado somente em 1978 e então chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco. Em 2001, 23 anos depois de sua inauguração, as autoridades do Estado decidiram transformar a generosa área em museu e, em 22 de novembro de 2002, o edifício deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar no, inicialmente batizado, Novo Museu.
O prédio passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho, ambos de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
Estrutura do complexo do MON
O prédio principal, distribuído em três pisos – subsolo, térreo e primeiro pavimento –, tem estilo moderno e é totalmente estruturado a partir de linhas retas. A estrutura do prédio é de concreto protendido, que permite vencer os grandes vãos da edificação com um enorme arrojo estrutural. A Torre, também conhecida popularmente como “Olho”, totaliza o complexo com seus quatro andares de espaço para exposições.
Além das salas expositivas, a estrutura também dispõe de um auditório, com capacidade para 372 pessoas sentadas; um ambiente exclusivo para realização de eventos externos para 500 pessoas; o MON Loja, com produtos personalizados com a marca do Museu e o MON Café, um ambiente aconchegante para alimentação, encontro e lazer.
O Museu conta ainda com 316 vagas nos dois estacionamentos térreos, um frontal – acessado pela Rua Marechal Hermes – e outro localizado na parte de trás – com acesso pela Rua Manoel Eufrásio.
Térreo
Na extremidade Norte, está a bilheteria, o MON Café e a MON Loja. Na parte Sul, localiza-se a entrada do Museu e o espaço para o Salão de Eventos.
Primeiro Piso
Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.
Subsolo
Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras do arquiteto, batizado de Espaço Niemeyer, o Pequeno Auditório, além da sala expositiva Galeria Niemeyer, as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, que abriga a exposição permanente de algumas obras que pertencem ao acervo do Museu , o Centro de Documentação e Referência, o Laboratório de Conservação e Restauro e a Reserva Técnica. Este último setor é equipado com móveis especiais para a adequada acomodação da coleção do acervo como trainéis, mapotecas e armários deslizantes.
Anexo
Instalado à frente do edifício principal e internamente ligado a ele por um túnel, o anexo reconhecido pela denominação de Olho, tem 30 metros de altura e é composto por quatro pavimentos. O salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados para exposições e ainda completam a estrutura o Espaço Araucária e o miniauditório.
Hoje está fazendo um ano que encontrei uma gatinha abandonada no estacionamento de um supermercado. Era uma noite fria e chuvosa, quando ao entrar no carro ouvi um miado que vinha de um carro num local isolado do estacionamento. Fui ver o que era e de dentro do motor do carro surgiu uma gatinha branca com cara de assustada. Não podia deixar a gatinha ali, pois ela corria risco de vida. No carro a caminho de casa pensamos num nome para a gata e ela meio que entendendo sobre o que falavámos, soltou um sonoro Millllll… Então a batizamos com o nome de Mil!
Em casa dei um banho nela, que esperneou um pouco e arranhou minha mão. Depois alimentamos ela e sua primeira noite foi em minha cama, sobre meu travesseiro. Na segunda noite tentei fazer com que ela dormisse num cesto que minha mãe tinha dado. Mas não teve jeito, ela só se calava e dormia se estivesse encostada em alguém. Até hoje é assim, ela não dorme sozinha.
E um ano se passou, a Mil cresceu, ficou bonita e vive feliz convivendo com três cachorras. De uma das cachorras ela é muita amiga e estão sempre se agarrando de brincadeira. De outra cachorra ela não gosta e sempre que pode dá uns tapas nela. E da cachorra maior ela tem medo e fica longe dela. Mesmo depois de grande a Mil conserva um habito que tinha desde filhote. Ela adora morder as pessoas… Então brincar com ela significa levar mordidas e arranhões. Por essa razão ela ganhou o apelido de Gata Brava!!
Primeiro banho, 31/10/2013.Dormindo…Dormindo…Dona do travesseiro.Mil e Mylena.Se aquecendo…Indo passear.Crescendo…Fase adulta.Gata Brava.
Sofri um grave acidente de bicicleta, durante um pedal noturno com amigos do Grupo Sou Bike. Já tínhamos percorrido cerca de 20 quilômetros, quando ao passar em alta velocidade num trecho de areião, a roda da frente de minha bicicleta afundou na areia e travou. Eu saí literalmente voando e ainda tive tempo de livrar a cabeça antes de cair no chão de ombro. A pancada foi muito forte e cheguei a desmaiar por alguns segundos. Quando acordei o pessoal já estava tentando me socorrer, mas eu sentia muita dor e não conseguia respirar. Não consegui levantar e tive um primeiro socorro por parte de agentes da Polícia Rodoviária Federal. Após meia hora no chão, recebi atendimento de uma ambulância do SAMU, que me levou até um hospital.
O resultado da queda foi o ombro fraturado. Vou ter que passar por uma cirurgia, onde será necessário a implantação de dois pinos no ombro. Essa foi minha primeira fratura em quarente e quatro anos e meio de vida. E será também minha primeira cirurgia. Mas não posso reclamar da sorte, pois faltou pouco para eu quebrar o pescoço. E após anos de aventuras e riscos, até que demorou para acontecer algo mais grave comigo. Agora é me recuperar e daqui uns seis meses voltar a pedalar, caminhar e subir morros, pois não vai ser uma fratura que me impedira de fazer as coisas que gosto.
Sendo socorrido pelo SAMU.Quebrado, mas bem…Entrando na ambulância.Capacete amassado.
Estive assistindo mais uma palestra de um palestrante conhecido. E dessa vez vi a palestra do maior palestrante do Brasil, ao menos em tamanho! Assisti a palestra do ex-jogador de basquete, Oscar Schmidt. Ele não é somente o maior palestrante do Brasil em tamanho, pois sua palestra é considerada uma das melhores do Brasil.
A palestra foi muito interessante e divertida. O Oscar contou um pouco de sua carreira e do seu esforço para vencer na vida e no esporte. A palestra é recheada de histórias engraçadas, fotos e vídeos. Com certeza foi uma das melhores, senão a melhor palestra que já assisti. E olha que já vi muitas palestras, inclusive palestras de muita gente famosa.
Assisti uma palestra com o alpinista Waldemar Niclevicz. Ele foi o primeiro brasileiro a escalar o Everest (a maior montanha do mundo), o K2 (considerada a montanha mais difícil de todas) e os Sete Cumes (a maior montanha de cada um dos continentes). Também escalou 7 das 14 montanhas com mais de 8 mil metros, o Everest duas vezes, e mais de 100 das principais montanhas do mundo.
Já acompanhava sua carreira há muito tempo, inclusive lendo os livros que publicou contando suas aventuras no Everest e no K2. Mas a palestra não seria somente sobre suas escaladas, ela seria também motivacional, ensinando como superar obstáculos e desafios. Por essa razão fui assistir a palestra sem grandes expectativas, mas no final tais expectativas foram superadas. A palestra foi muito boa, durou duas horas e nesse tempo o Waldemar contou um pouco de sua vida, sua carreira, suas escaladas e ensinou como enfrentar desafios na vida, no dia a dia. Ele ensinou como chegar ao topo de montanhas, sejam elas reais ou imaginarias, grandes ou pequenas.
CONQUISTANDO O SEU EVEREST, lições da conquista brasileira do Everest para o sucesso profissional.
Palestra motivacional proferida por WALDEMAR NICLEVICZ, primeiro brasileiro a escalar o Everest (duas vezes), além do K2 e dos Sete Cumes do Mundo. Palestra séria, profissional e surpreendente, baseada em experiências verídicas. Niclevicz não inventa histórias, mas sim apresenta uma experiência com fatos reais, vividos por ele mesmo na conquista das maiores montanhas do mundo.
Superar desafios.
Vencer obstáculos e imprevistos.
Persistir na escalada. Ampliar horizontes.
Acreditar no sonho. Superar o medo.
Ter uma equipe vencedora e alcançar o topo.
Buscar o prazer de uma nova conquista.
Não, isso não faz parte apenas da vida dos alpinistas!
Quem não quer atingir o sucesso?
Todos nos deparamos com montanhas que parecem intransponíveis.
Com objetivos que parecem inatingíveis. Mas com um planejamento minucioso, muita força de vontade, iniciativa e criatividade, todas as barreiras podem ser rompidas.
É preciso despertar a motivação dormente, a vontade de vencer, e desenvolver a capacidade de alcançar objetivos, paras superar desafios cada vez maiores.
É exatamente este o enfoque que Waldemar Niclevicz faz em suas palestras, transmitindo aos presentes experiências cheias de emoção. Mostrando, com ênfase, a importância de um bom planejamento, da capacitação, da liderança, do espírito de equipe, da superação dos desafios, da avaliação correta dos riscos, de acreditar na realização de um sonho, relacionando a vida em si com as alegrias e os imprevistos encontrados em uma grande escalada.
Niclevicz passa ao público a certeza de que a determinação, o comprometimento, a disciplina, a paixão e o amor pelo o que se faz, conduzem o homem à experiências mais elevadas, resultando em gratificantes conquistas.
Temas naturalmente abordados nas apresentações:
Superação de desafios.
Planejamento estratégico.
Liderança.
Gerenciamento de riscos.
Trabalho em equipe.
Prevenção de acidentes, segurança.
Gestão de projetos.
Meio ambiente, saúde.
Dentro do contexto geral da palestra é possível desenvolver temas específicos a critério dos organizadores.
Para agendar uma palestra, assim como mais informações, entre em contato direto com o escritório do Waldemar em Curitiba: Telefone (41) 3225-4447.
Waldemar Niclevicz.Palestra com Waldemar Niclevicz.Entrevista após a palestra.Vander e Waldemar Niclevicz.
Hoje o blog está completando seis anos de idade. A brincadeira que iniciou sem grandes pretensões está completando mais um ano de vida. Tudo bem que no último ano fiz poucas postagens, mas mesmo assim o blog continua vivo e tendo uma boa quantidade de visitas diárias, vindas de vários países. Nada comparado há uns dois anos quando durante um longo tempo batíamos recordes diários de visitações. Hoje as visitas são 40% do que eram há dois anos, mas mesmo assim o número de visitantes mensal ainda faz valer a pena manter o blog.
O plano é manter o blog no ar e daqui um ano completar mais um aniversário. Mais uma vez não sei ao certo que rumo dar ao blog, mas isso é o que menos importa. O que importa é que muito do que foi publicado aqui nestes seis últimos anos tem ajudado muitas pessoas de diversas formas. E o mais importante de tudo é que o blog continua sendo uma ferramenta para conhecer pessoas, fazer novas amizades.
No último ano o blog mudou de nome, deixando de ser “Blog do Vander Dissenha”, para se tornar “Histórias, viagens, fotos e bobagens…”. A mudança de nome tem um motivo, mas por enquanto não posso contar isso aqui. No momento apropriado todos os nossos visitantes fiéis e os eventuais ficarão sabendo das novidades.
A dupla Bob & Robison fez muito sucesso em meados dos anos oitenta. Eles comandaram um programa sobre música sertaneja, no SBT. Esse programa passava logo após o programa do Chitãozinho & Xororó, que na época estavam começando a ter muito sucesso. Pouco tempo depois Bob & Robison resolveram parar com a carreira, por motivos pessoais. Em 1987 vi um show deles em Campo Mourão e na época podia me considerar um grande fã da dupla, pois sabia a letra de quase todas as músicas deles. E foi uma pena terem encerrado a carreira no auge.
Mas após vinte anos estão voltando a cantar. E na última semana tive a oportunidade de ver a dupla cantando ao vivo em um programa de televisão e até mesmo conversar com os dois. Também ganhei um CD autografado, com todos os grandes sucessos da carreira de Bob & Robison. Espero que esse recomeço de carreira tenha o mesmo sucesso do passado e que em breve eles possam fazer algum show aqui em Campo Mourão.
Bob & Robson (anos 80).Bob & Robson (anos 80).Bob & Robson, na TV Carajás.Vander, com Bob & Robson.Bob & Robson, no Programa “Ricardo Borges”.
O Museu Alfredo Andersen (MAA), é uma instituição administrada pelo poder público estadual, vinculada a Coordenadoria do Sistema Estadual de Museus (COSEM) da Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná (SEEC-PR). Tem sua origem na “Sociedade de Amigos” criada por pessoas que conviveram e admiravam Alfredo Andersen. Essa Sociedade, instituída em 3 de novembro de 1940, tinha por objetivo primeiro criar na edificação onde Andersen viveu e trabalhou como artista e educador (localizada na Rua Mateus Leme, número 336, do bairro São Francisco), uma unidade museológica para preservação de sua obra e para dar continuidade aos seus ideais. Tomando por base o desejo dessa Sociedade, em 1947 o Deputado Estadual Rivadávia Vargas formalizou proposta ao Poder Público para início de um processo de desapropriação do imóvel para ser utilizado na preservação da memória de Andersen. Essa proposição foi concretizada em 1959, com a abertura da “Casa de Alfredo Andersen – Escola e Museu de Arte”. Finalmente, em 1979, essa instituição passou a ser denominada “Museu Alfredo Andersen”.
O edifício que hoje é a sede do Museu Alfredo Andersen remonta ao final do século XIX. Esta é uma edificação eclética, com características do estilo neoclássico desenvolvido pelos imigrantes alemães que se fixaram em Curitiba. Composta de dois pavimentos e confeccionada em alvenaria de tijolos, possui uma fachada principal simétrica, na qual se destacam os elementos decorativos bastante estilizados, uma pequena varanda de peitoril metálico, e a placa alusiva a Alfredo Andersen criada por João Turin. Antes de se tornar a sede do Museu Alfredo Andersen, essa edificação abrigou diferentes instituições. Foi originalmente construída para o funcionamento de uma sociedade recreativa alemã; depois transformou-se na residência, atelier e escola de artes de Alfredo Andersen, e de 1935 a 1964 foi a residência, atelier e escola de artes de seu filho, Thorstein Andersen. Durante anos Thorstein manteve as funções do espaço estabelecidas por seu pai, mas ampliou a edificação para se tornar mais apta as suas próprias necessidades. Essa edificação, desapropriada e restaurada parcialmente em 1959, só foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1971. Entre 1988 e 1989 foi totalmente restaurada e ganhou o aspecto que mantém até hoje.
Assim como Alfredo Andersen é uma personalidade de destaque na história da arte do Paraná, o Atelier de Arte do Museu Alfredo Andersen e o do Centro Juvenil de Artes Plásticas o são na história do ensino de artes nesse estado. Isso porque esses dois centros de educação, durante todos os anos de suas existências, têm estado à frente de atividades de ensino e discussões sobre arte, e porque entre aqueles que foram seus alunos ou docentes encontram-se personalidades de relevância para a história da cultura paranaense.
Biografia
Alfred Emil Andersen nasceu em Christianssand, capital do condado de Vest-Agder, sul da Noruega, em 3 de novembro de 1860, como o único filho homem dentre os cinco do casal Tobias Andersen e Hanna Carina Andersen. Sua formação artística se deu toda na Europa, em ateliês particulares da Noruega e Dinamarca, e na Academia Real de Belas Artes de Copenhagen, tendo sido aluno de artistas e decoradores de destaque em seu tempo como Wilhelm Krogh e Carl A. Andersen.
Entre as décadas de 1880 e 1890, Andersen atuou como artista profissional na Noruega e na Dinamarca, desempenhando atividades de pintor (realizando mostras individuais em Oslo e Copenhagen), professor, cenógrafo e jornalista. Aqueles eram anos conturbados no norte da Europa, particularmente para a Noruega, que após anos de dominação dinamarquesa e sueca conquistava sua independência política e cultural. Um grande movimento nacionalista e de busca por elementos que caracterizassem a identidade norueguesa impulsionou a criação artística, e definiu essas décadas como uma das mais profícuas nas artes na Noruega. É nesse contexto que encontramos aqueles que são considerados alguns dos maiores artistas noruegueses: o compositor Edvard Grieg (1843-1907), o dramaturgo Henrik Ibsen (1828-1906) e o escritor Knut Hamsun (1859-1952). Andersen foi impregnado por esse espírito nacionalista romântico e enriquecido nele pelos contatos que teve com Hamsun e com o pintor regionalista Olaf W. Isaachsen (1835-1893). Sendo filho de um capitão da marinha mercante, Andersen teve a oportunidade de visitar vários locais do mundo, e devido a essa facilidade em 1889 foi enviado a Paris para fazer a cobertura jornalística do Salão Oficial de Belas Artes, no ano em que a Torre Eiffel foi inaugurada como um marco da Exposição Universal de Paris.
Em 1892, após um longo período de viagens pela Europa e América, Andersen desembarcou no Paraná, fixando residência em Paranaguá, num período tenso da história do Brasil, marcado pela consolidação do regime republicano, e por motins e levantes populares como a Revolução Federalista. Apesar do desconhecimento da língua portuguesa e das diferenças culturais, Andersen se adaptou a sociedade brasileira. Primeiramente se estabeleceu no litoral do Paraná, e lá residiu por cerca de dez anos, vivendo da feitura de retratos sob encomenda e de decorações cênicas para casas. Aos quarenta e dois anos, pouco tempo após casar com a parnanguara Anna de Oliveira (1882-1945), Andersen mudou-se para Curitiba. Na capital do Paraná abriu um atelier na Rua General Deodoro (atual Marechal Deodoro) no espaço antes ocupado pelo fotógrafo alemão Adolpho Volk. Nos anos em que manteve seu atelier nesse local, Andersen retomou suas atividades profissionais mais próximo o possível ao que fazia na Europa, realizando exposições individuais de seu trabalho, participando de mostras coletivas, e retomando seu papel como professor de desenho e pintura. Naqueles anos Andersen também buscou incentivar o desenvolvimento do mercado de obras de arte, entretanto, Curitiba ainda se encontrava muito aquém das localidades por onde havia passado. Esta era uma cidade em processo de implantação de infra-estrutura urbana (poucas ruas com pavimentação, com fornecimento deficitário de luz elétrica, onde o transporte de pessoas, bens e produtos era feito basicamente por tração animal), cuja população se dividia entre agricultores (imigrantes de diferentes etnias assentados em colônias), comerciantes (que negociavam muitos produtos vindos de outras localidades), industriais (relacionados ao processo de produção de mate e produtos alimentícios, ou à indústria gráfica e metalúrgica), políticos, religiosos, profissionais liberais e manufatureiros.
Na década de 1910, Andersen, então pai de três filhos, alargou seu campo de atuação. Passou a lecionar desenho em instituições de ensino formal da cidade, como a Escola Alemã, o Colégio Paranaense, e a Escola de Belas Artes e Indústrias (primeira instituição voltada para o ensino de técnicas artísticas aberta no Paraná e que em 1893 causou grande impacto em Andersen). Além disso, estreitou seus laços com o Governo do Estado, executando o primeiro projeto para o brasão do Estado do Paraná. Naquela década, mais precisamente em 1915, um ano após o nascimento de sua última filha, Andersen mudou seu atelier-escola para a edificação em que hoje se encontra o Museu Alfredo Andersen, localizada na então Rua Assunguy, atual Mateus Leme.
Nos anos que seguiram aos daquela década o trabalho de Andersen como pintor, educador e agente cultural foi extremamente rico, e sua reputação profissional se solidificou, demonstrando como a classe burguesa que se estabelecia em Curitiba mantinha um gosto enraizado nas tradições artísticas européias do século XIX. Em 1927, Andersen retornou à Noruega numa viagem de visita a família e amigos, reencontrando seu antigo professor Wilhelm Krogh. Apesar de receber um convite do governo norueguês para ficar e dirigir a Escola de Belas Artes de Oslo, Andersen declinou e retornou ao Brasil. Os últimos anos de vida de Andersen foram marcados pelo reconhecimento e por homenagens, como o título de “Cidadão Honorário de Curitiba” que recebeu em 1931 da Câmara Municipal de Curitiba. O pintor, já então chamado de “Alfredo” Andersen, faleceu em Curitiba no dia 9 de agosto de 1935.
FONTE: http://www.maa.pr.gov.br/
Alfredo Andersen.Fachada do Museu Alfredo Andersen.Museu Alfredo Andersen.
Interior do Museu.Objetos originais de Alfredo Andersen.Obras em exposição.Quadros em exposição.Detalhe do interior do prédio do Museu.Quadro: Intimidade II.
Foi criado um novo grupo de ciclismo aqui em Campo Mourão, chamado Sou Bike. Já existia o Bike Vida e com a criação do novo grupo, as opções de dias e horários para pedalar em grupo, bem como a quilometragem do pedal, ficou maior. Isso beneficia quem não tem muito tempo disponível, como no meu caso.
Já fiz vários pedais muito divertidos com o pessoal do Sou Bike. Foram pedais diurnos e noturnos, principalmente por áreas rurais, com paisagens muito bonitas. E o melhor de tudo são as novas amizades que vão surgindo.
Abaixo algumas fotos de pedais com o Sou Bike:
Pedal diurno.Pedal noturno.Pedal na chuva.Pedal no barro.Pedal na natureza.Belas paisagens.Pit stop para o xixi.Sábado de sol.Pedal em grupo.Ciclistas felizes…Ciclistas descontraídos…Pedal em área rural.
Comecei a acompanhar às corridas de Fórmula 1 pela TV, em 1980, influenciado por alguns amigos. Mas desde 1978 assistia uma ou outra corrida, sem entender direito o regulamento ou conhecer os pilotos. Mas a partir de 1980 tomei gosto pela coisa, e foi através da narração do Luciano do Vale, na Globo, que comecei a me interessar pra valer por Fórmula 1. Logo me tornei “piquetista” e no ano seguinte o Nelson Piquet conquistou seu primeiro título na Fórmula 1. Passei a assistir quase todas as corridas pela TV e em 1984 surgiu Ayrton Senna. Eu ainda torcia muito pelo Piquet, mas após a corrida de Mônaco, quando o Senna só não venceu a prova com seu fraco carro Toleman, por culpa dos juízes que encerraram a prova na metade, em razão da chuva, passei a torcer muito pelo Senna.
E a partir de 1985, com o Senna na Lotus e vencendo suas primeiras corridas, passei a assistir todas as provas da temporada de Fórmula 1. Eu organizava minha vida e meus compromissos, para sempre poder assistir as corridas. E assim acompanhei o fenômeno Ayrton Senna desde o começo de sua carreira na Fórmula 1. Assisti ao vivo quase todas as provas de que Senna participou. Continuei tendo uma grande admiração pelo Piquet e também torcia por ele. Mas o Senna era diferente, ele era meio maluco e dirigia além do limite, corria mais riscos. Talvez seja por isso que o Piquet ainda esteja vivo e o Senna morreu há exatos 20 anos.
A morte do Senna foi um momento daqueles que você lembra para o resto da vida, principalmente para aqueles que gostavam de Fórmula 1. E a comoção que aconteceu no Brasil, só tinha visto algo parecido em 1985, quando o Tancredo morreu. Mas a morte do Senna foi ainda mais chocante e emocionou e entristeceu quase todos os brasileiros.
Eu que raramente perdia alguma corrida de Fórmula 1, acabei perdendo justamente a corrida em que o Senna morreu. Já tinha acompanhado as notícias do grave acidente do Rubens Barrichelo na sexta-feira de treinos e da morte do Roland Ratzenberger, no treino de sábado. Naquela época eu vivia em Curitiba e não assisti a corrida, por que tinha dormido com um grupo de amigos na igreja e no domingo íamos fazer uma apresentação no culto da manhã. Lembro que estava batendo papo na calçada e meu amigo Cornélio veio contar que o Senna tinha sofrido um grave acidente e que dificilmente sobreviveria. Achei que ele estava exagerando, pois o Senna era meio que um super-herói imortal. Não me preocupei mais com o assunto, até que fomos almoçar no apartamento da Sônia e da Rosane e ligamos a TV. Estavam falando ao vivo sobre o estado de saúde do Senna. Sei que o almoço foi em clima de velório, onde ninguém falava nada. E finalmente veio a notícia confirmando a morte do Senna. Naquele momento todos perderam á fome e alguns que estavam a mesa ficaram com os olhos cheios de lágrimas.
No resto daquele domingo e nos dias seguintes, fiquei o tempo todo em busca de notícias na TV e nos jornais. A internet ainda caminhava a passos lentos naquele início de maio de 1994 e por essa razão não era tão fácil saber das notícias, igual é hoje em dia. E o mais comovente de tudo foi o dia do sepultamento do Senna, quando milhares de pessoas saíram às ruas de São Paulo para se despedirem do grande ídolo. Para um país carente de heróis, Senna foi o grande herói que o Brasil teve e que levava alegria e enchia de orgulho o sofrido povo brasileiro. Ver as vitórias de Senna pela TV, muitas conquistadas heroicamente, e depois ouvir o hino nacional era motivo de orgulho para os brasileiros.
Depois da morte do Senna, a Fórmula 1 e o Brasil nunca mais foram os mesmos. E minha paixão pela Fórmula 1 foi esfriando cada vez mais. Cheguei a assistir uma corrida de Fórmula 1 ao vivo, mas nem isso fez meu velho interesse pelo automobilismo ser igual era antes da morte do Ayrton Senna. Hoje em dia raramente vejo uma corrida. Prefiro ver o compacto pelo internet, do que acordar cedo aos domingos, ou cancelar algum compromisso para ficar vendo corrida pela TV. Vintes anos se passaram desde a morte de Senna, o Brasil mudou, eu mudei, mas às lembranças do antigo ídolo e herói nacional permanecem e com certeza jamais teremos outro Senna e outros momentos de alegria iguais aos que ele nos proporcionava.
Lápide de Ayrton Senna (Cemitério do Morumbi – São Paulo) 1995.Visitando o túmulo do Ayrton Senna. (jul/1995)