Livro: Casa Ipiranga

LANÇAMENTO DO LIVRO HISTÓRICO DA CASA IPIRANGA

Será lançado, no dia 15 de junho, às 20 horas, o livro que resgata a história da Casa Ipiranga, o chalé mais charmoso da Serra do Mar.O evento será transmitido numa live pelo canal do YouTube, pesquisando pelo título do livro: Casa Ipiranga o Palácio da Serra do Mar.

Construído a 132 anos, em 1889, serviu de residência para o engenheiro Bruno Lange e sua família, responsável pela manutenção da estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, no trecho da Serra, nos seus primeiros anos de funcionamento. Convidado da família, o pintor Alfredo Andersen também morou por uns tempos na Casa. A sua presença no local, influenciou o surgimento do pintor Lange de Morretes, filho mais velho do engenheiro Lange.Chamado carinhosamente de Palácio da Serra, a Casa Ipiranga teve destino e ocupação até 1996. Ficou órfã durante o processo de privatização da Rede e, a partir daí, começou a ser destruída por vândalos.Hoje, o aspecto da Casa mais se parece com as ruinas de uma construção abalada num conflito militar.Passados 25 anos de abandono, eis que surge um grupo interessado na sua reconstrução. A criação da Associação SOS Casa Ipiranga vem realizando gestões para viabilizar o projeto. O livro, em lançamento, aborda toda a história deste Chalé, incluindo depoimentos e informações contidas em relatórios do Arquivo Histórico Nacional, da Rede e bibliografia que tratou do tema ao longo de décadas, além de depoimentos orais.Mais de 200 fotografias estão impressas na publicação, coloridas e em sépia, muitas inéditas , enriquecendo o seu conteúdo.O autor do livro, Rubens Habitzreuter , relata com detalhes o seu conhecimento da Casa, onde pernoitou muitas vezes, na década de 50, acompanhando o seu pai, que fazia a manutenção da pequena usina hidrelétrica existente no local.Parte da receita oriunda da venda do livro, será destinada à Associação SOS Casa Ipiranga, como donativo ao projeto para a sua reconstrução.

Ímola 1994

Para quem igual a mim curte Fórmula 1, está sendo lançado o livro Ímola 1994. O livro foi escrito pelo Flavio Gomes, jornalista com 39 anos de profissão e que cobriu durante muitos anos as corridas de Fórmula 1. O Flavio Gomes estava presente em Ímola no dia 1 de maio de 1994, quando aconteceu o acidente que matou Ayrton Senna.

O livro está na fase de pré-venda, o que significa que não está sendo comercializado nos canais convencionais. É uma compra direto com o autor. Para saber mais informações e adquirir o livro, você pode escrever direto para o Flavio Gomes, no e-mail flaviogomes@warmup.com.br

ÍMOLA 1994 narra minha trajetória jornalística como correspondente de Fórmula 1 de vários veículos de imprensa entre o final dos anos 1980 e início da década de 1990 até a cobertura dos acidentes do fim de semana do GP de San Marino de 1994. São 27 capítulos contando histórias passadas em autódromos pelo mundo que retratam uma época em que o trabalho da imprensa era muito diferente de hoje. Não é meu primeiro livro com temática de Fórmula 1. Em 2005 lancei “O Boto do Reno”, com crônicas de viagem. Ele foi reeditado no começo de 2021, mas esgotou em 12 dias. Por isso, quem tiver interesse vai ter de esperar pela terceira, que devo lançar no segundo semestre.

ÍMOLA 1994 tem quase 300 páginas e foi produzido nos primeiros meses deste ano. São textos inéditos com relatos de episódios sobre os quais eu nunca tinha escrito antes, envolvendo os principais personagens de um momento muito específico da Fórmula 1. Gente como Senna, Prost, Mansell, Piquet, Schumacher, Barrichello, Jean-Marie Balestre, Bernie Ecclestone, Luca di Montezemolo, Flavio Briatore, Jean Todt e muitos outros. E fala também da imprensa — brasileira e estrangeira. ÍMOLA 1994, como definiu o escritor e jornalista Mário Magalhães no prefácio do livro, é uma obra sobre automobilismo, viagens, aventuras e, também, “uma história de paixão arrebatadora pelo jornalismo”.

Flavio Gomes

Livro: Caminhos de Peabiru História e Memória

O amigo Arléto Rocha está lançando o livro Caminhos de Peabiru História e Memória. O livro revela os Caminhos de Peabiru por quatro diferentes visões: a do não indígena, a visão dos Historiadores, a visão dos Geógrafos, e a quarta e mais importante que é a visão do Indígena pelos relatos dos próprios indígenas.

O livro será lançado no próximo domingo, 8 de novembro. O local do lançamento será na praça central da cidade de Peabiru, respeitando todos os cuidados que a pandemia de Covid-19 exige. Interessados em adquirir o livro devem entrar em contato pelo WhatsApp (44) 99975-8280.

Livro Into The Wild – 1ª Edição

O livro Into The Wild, de Jon Krakauer, foi lançado em 1997 nos Estados Unidos e logo fez grande sucesso. Depois se tornou filme também de sucesso. A história trágica de Christopher McCandless, conquistou o coração e a mente de jovens e adultos em todo o mundo.

A primeira edição do livro Into The Wild, se tornou uma raridade e as poucas edições que eventualmente são colocadas a venda em sites ou sebos, já alcançam preços na casa dos U$ 150,00 (R$ 799,50 no câmbio de hoje).

Abaixo algumas fotos de uma primeira edição do livro Into The Wild:

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Livros: Na Natureza Selvagem

Publicado em 2007 nos Estados Unidos, o livro Into the Wild (Na Natureza Selvagem), logo fez bastante sucesso e se tornou filme também de sucesso. No Brasil, o livro foi publicado em 1998. Em 2017 foi publicado uma edição com um posfácio do autor, Jon Krakauer, onde ele revisa sua opinião sobre a real causa da morte de Christopher McCandless. Essa nova edição tem poucas páginas a mais no final, e não muda em praticamente nada a história.

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Edição de 1998.

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Edição de 2017, com o posfácio.

Alfredo Sirkis

Hoje faleceu Alfredo Sirkis em um acidente de automóvel no Rio de Janeiro. Alfredo Sirkis escreveu um dos livros que marcaram minha juventude. No livro Os Carbonários, Sirkis conta suas memórias de estudante e guerrilheiro urbano contra a ditadura no Brasil. Foi a partir da leitura de Os Carbonários,  que passei a compreender melhor o que significou o Ato Institucional Número 5 (AI-5), as passeatas de 1968, os sequestros dos embaixadores da Suíça e da Alemanha, a libertação de presos políticos e as ações da ditadura para aniquilar as oposições.

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Norte Verdadeiro – Peary, Cook e a Corrida ao Polo

Pouco mais de dez anos após ter lido o livro; Norte Verdadeiro – Peary, Cook e a Corrida ao Polo, resolvi reler tal livro. Sempre faço isso com livros de que gosto muito, guardo eles na estante, e anos depois releio. Após dez anos, muita coisa já não lembrava mais, e fica parecendo que nunca tinha lido o livro.

Sou apaixonado pelas histórias sobre a conquista do Polo Sul. Li cerca de quinze livros sobre o assunto, ou seja, todos que consegui encontrar que foram publicados no Brasil. Alguns desses livros eram os diários de viagem das expedições comandadas pelo norueguês Roald Amundsen e pelo inglês Robert Falcon Scott. Os dois comandaram expedições na famosa “corrida” pela descoberta do Polo Sul, sendo que os noruegueses foram vencedores e os ingleses derrotados vieram a morrer no retorno do Polo. A história do Polo Sul tem outros nuances e personagens interessantes, mas nela ficou bem claro quem foi o “descobridor”. Já no caso do Polo Norte, até hoje não se tem certeza de quem foi realmente o “descobridor”.

Dois norte-americanos reivindicaram ser o primeiro homem a colocar os pés no Polo Norte. Um levou os créditos, mas fica claro que ele mentiu. Também a história do “derrotado” Frederick Cook tem algumas controvérsias e mentiras. Documentos encontrados nas últimas décadas deixam mais claro que Peary mentiu mais do que Cook. Peary era militar da Marinha, era amigo de políticos poderosos na época e por isso praticamente todos acreditaram nele, que acabou levando a fama.

Nos livros de história hoje consta que o Polo Norte geográfico foi conquistado pelo americano Robert Edwin Peary, no dia 6 de abril de 1909. Mas nesses mesmos livros de história, não consta que tal conquista aconteceu não no gelo, mas nos tribunais. Para que seu feito fosse reconhecido, Peary teve de realizar uma monumental campanha de difamação contra Frederick Cook. Foi uma campanha suja, cheia de truques e artimanhas.

No livro que estou relendo; “Norte Verdadeiro – Peary, Cook e a Corrida ao Polo”, ao saber, voltando do Ártico, que Cook clamara ter estado no polo quase um ano antes dele, em 21 de abril de 1908, Peary mobilizou aliados políticos, forjou relatos de esquimós -além do próprio diário de viagem-, ameaçou gente de confiança de Cook e, segundo o autor do livro, até pagou um ex-companheiro de alpinismo do rival para que desse falso testemunho sobre uma conquista anterior deste. As histórias tanto de Peary quanto de Cook, na época foram tão mal contadas, que fica difícil escapar à conclusão de que a controvérsia jamais se encerrou, e de que possivelmente ambos os exploradores mentiram. E que jamais saberemos com absoluta certeza qual dos dois foi o primeiro a pisar no Polo Norte.

Após a leitura do livro acima citado, que estou relendo e de outros artigos sobre a conquista do Polo Norte, eu particularmente acho que o primeiro homem a pisar no Polo Norte, foi Cook. Inclusive anos atrás quando li o livro, fiquei tão puto com Peary, que jurei que se pudesse, um dia iria urinar no túmulo dele. Fiz isso movido pela emoção do momento! Kkk… Quando fiz tal “promessa” não tinha a mínima ideia de qual era o local onde ele tinha sido sepultado. E muito menos que um dia eu teria a chance de cumprir o que prometi. Mas nessas voltas que a vida faz, não é que numa visita a cidade de Washington – USA, em 2011, acabei visitando o Cemitério Nacional de Arlington, onde (descobri um pouco antes) Peary está sepultado. Arlington é o cemitério militar mais tradicional e conhecido dos Estados Unidos, onde foram sepultados seus maiores heróis e também soldados de todas as guerras que os Estados Unidos participaram. Por ser considerado o descobridor do Polo Norte, e por ser militar da Marinha, Peary está sepultado em Arlington. Quando entrei no cemitério fiquei pensando na promessa idiota que fizera anos antes e se teria coragem de cumprir o que prometi. Costumo cumprir minhas promessas! Meu maior risco era ser visto pelos seguranças do cemitério e acabar sendo preso por vandalismo e ato obsceno em público. Felizmente, para minha sorte acabei não vendo o túmulo de Peary. O cemitério é muito grande, e você precisa quase que de um dia inteiro para visitá-lo por completo. Eu e meu irmão passamos pouco mais de uma hora e meia andando pelo cemitério e não vi a sepultura de Peary, que devido a sua construção diferente da maioria das sepulturas do lugar -que possuem apenas uma cruz branca- ela seria visível de longe. Mas mesmo olhando com atenção por onde passei, não encontrei a sepultura de Peary e não precisei me arriscar para cumprir a promessa idiota que fiz. Melhor assim!

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Túmulo de Peary, no Cemitério Nacional de Arlington.

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Eu, no Cemitério Nacional de Arlington. (2011)

 

Ps: Caso queira saber mais sobre o Cemitério Nacional de Arlington, segue abaixo o link para ver a postagem sobre a visita que fiz ao cemitério em 2011:

Cemitério de Arlington

 

Meu livro na Black Friday da Amazon

Do dia 19 até 27 de novembro de 2017, meu livro “ESTRADA REAL CAMINHO VELHO” estará em promoção na Black Friday da livraria Amazon. Nesse período o preço do livro passará de R$12,74 para R$1,99. Você poderá baixar gratuitamente o aplicativo Kindle no computador ou celular, para poder ler o livro.

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Paris é uma festa…

Li três livros de Ernest Hemingway em meados dos anos noventa. Gostei muito e o autor passou a figurar entre os meus favoritos. Mas foi nessa mesma época que parei de ler romances e livros de ficção, para ler somente biografias e livros que contassem sobre coisas reais. Como eu não poderia ler todos os livros que queria, passei a ler somente sobre coisas verdadeiras. E com raríssimas exceções foi o que fiz nos últimos vinte anos. E por isso acabei não lendo mais nada escrito por Hemingway.

Mês passado estive viajando pela Europa, conheci Paris e depois passei dois dias na cidade espanhola de Pamplona. E foi aí que redescobri Ernest Hemingway, pois ele é lembrando pelas ruas da cidade onde passou algumas temporadas. Em seu livro Fiesta, Hemingway usa Pamplona e suas touradas como pano de fundo do romance. Andando pelas ruas de Pamplona pude ver muitas homenagens ao escritor. De estátuas, a bares e lojas com o seu nome. E também fui ao Café que ele costumava freqüentar, o hotel onde ele se hospedava.

O romance “Paris é uma festa”, são as alegres memórias de Ernest Hemingway, relatando sua temporada em Paris nos anos 1920, quando era um jovem aspirante a escritor. Esse livro ganhou um sopro de popularidade em novembro de 2015, após os ataques terroristas em Paris que deixaram dezenas de pessoas mortas. De repente muita gente correu as livrarias para comprar Paris é uma festa…  Muitos deixaram um exemplar do livro em frente á casa de espetáculos Bataclan, local da chacina terrorista que deixou 129 mortos e 352 feridos. E durante os eventos posteriores que homenagearam as vitimas, era comum ver pessoas segurando uma cópia do livro nas mãos. Tal livro foi escolhido, pois ele é uma homenagem a cidade de Paris dos anos 1920, quando a cidade era vibrante de cultura.

Paris é uma festa…  é um livro póstumo de Ernest Hemingway. Ele foi lançado em 1964, três anos após a sua morte, a partir de manuscritos do escritor editados por sua viúva, Mary Hemingway. Terminando esse livro, vou ler também Fiesta.

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Piratagem

Descobri que os livros que escrevi sobre algumas de minhas viagens estão sendo pirateados. Tem sites distribuindo os livros em versão e-book de forma gratuita. Me senti importante! Se um autor é pirateado, isso é sinal de que sua obra tem algum valor. E não me importo com isso, pois nunca escrevi meus livros visando lucro. O importante é que eles sejam lidos! E também já piratiei livros, então não posso reclamar do que estão fazendo com os meus livros…

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Um dos sites que está pirateando meus livros.

D. Pedro: A História Não Contada

Sou um confesso apaixonado pela história do Brasil, principalmente da época do Império. E sou fã de D. Pedro II. Nos últimos dias estou lendo sobre o pai de D. Pedro II, no caso D. Pedro I, o responsável pela independência do Brasil. O livro que estou lendo foi publicado em 2015 e se chama D. Pedro: A História não Contada. Estou quase no fim do livro e estou achando ele muito interessante. Baseado em muita pesquisa de documentos, o livro revela muita coisa que eu não sabia ou que sabia vagamente. Para quem gosta de história do Brasil, aconselho a ler tal livro.

Muito se fala do grito às margens do Ipiranga, da sexualidade exacerbada e do jeito impaciente que lhe rendeu a pecha de monarca difícil e de pouco tato político. Mas quase duzentos anos depois de sua morte, pouco ainda se sabe do homem de personalidade complexa que se dispunha a morrer por uma causa; do pai que queria para os filhos a educação que reconhecia falhar em si próprio; do governante que foi protagonista na transição do absolutismo ao liberalismo e ao regime constitucional no Brasil. Foi para preencher as inúmeras lacunas sobre nosso primeiro imperador que este livro foi escrito. Eis, enfim, a história não contada de d. Pedro. Ao morrer, d. Pedro deixou para as futuras gerações de brasileiros uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel de sua personalidade, suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não havia sido bem cumprida. Em meio a um emaranhado de especulações e distorções históricas, restava ainda a interrogação: quem foi o primeiro imperador do Brasil? Foi para responder a essa pergunta que Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de d. Pedro, e que lhe deram acesso à história não contada do nosso primeiro monarca. Em lugar da caricatura que tomou conta do imaginário nacional, o autor nos apresenta o homem por trás do imperador, com todas as contradições e riqueza de personalidade que o transformam em um dos personagens mais interessantes da nossa história – um homem que, para além das muitas amantes, dos filhos ilegítimos e da fama de turrão, nos deixou como legado uma história de sacrifícios em prol da unidade nacional; um homem repleto de defeitos morais e contradições políticas, mas que esteve ligado a grandes passagens da história do liberalismo mundial, e que, acima de tudo, viveu uma vida intensa e repleta de humanidade.

Autor: Paulo Rezutti    Páginas: 432  Editora: LeYa

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Assim Morreram os Ricos e Famosos

Estou lendo um livro bastante curioso, que conta sobre a morte de muita gente famosa. Até que é uma leitura gostosa, mesmo o assunto sendo morte. Para aqueles que não tem medo da morte, segue a sugestão de uma leitura calma, rápida e sem dor…

Este livro apresenta uma série de necrológios fascinantes, inacreditáveis e repletos de humor negro, sobre a morte das celebridades. Baseada em uma profunda pesquisa, esta obra de referência única apresenta a verdade nua e crua sobre a morte de uma multidão de famosos, enquanto apresenta os vários feitos, façanhas e trapaças cometidos ou sofridos por eles, desvenda os bastidores dos seus estilos de vida.

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