Biketour nas Cataratas do Iguaçu

O sábado foi dia de madrugar e pegar a estrada rumo à Foz do Iguaçu. Viajamos em três; eu, André e Eliane. E tivemos uma desistência de última hora, o nosso amigo Welison não conseguiu acordar às três da manhã. O motivo da viagem de quatro horas e 320 quilômetros, foi fazer o biketour dentro do Parque Nacional do Iguaçu. São 11 quilômetros de pedal entre o Centro de Visitantes e as Cataratas.  Em menos de um mês é a segunda vez que visito as Cataratas do Iguaçu. Não levamos as bikes, pois daria muita mão de obra. Foi mais fácil alugar, e mesmo não estando acostumados com as bikes, fizemos o biketour sem nenhum problema. É muito legal pedalar pela estrada que leva até as Cataratas, e tendo o risco de encontrar uma onça pela frente.

Após 11 quilômetros de pedal, deixamos as bikes em um bicicletário e fomos fazer a pé a trilha que leva até as passarelas. Tinha chovido nos últimos dias, e as quedas estavam com bom volume de água. E como ventava bastante, andar pela passarela era como andar na chuva. Como fazia bastante calor, se molhar com o spray da água foi algo gostoso. E descobrimos que a Eliane tem medo de altura, pois ela se recusava em ir nas partes das passarelas com maior altura.

Fizemos todo o circuito obrigatório de quem visita as Cataratas do lado brasileiro. Depois pegamos um dos muitos ônibus que circulam pelo Parque, e ele nos deixou no bicicletário, onde pegamos as bikes e pedalamos os 11 quilômetros de volta até o Centro de Visitantes. O passeio foi muito divertido e já estamos planejando retornar em breve para Foz do Iguaçu, dessa vez para atravessar Itaipu de bike.

Quem tiver interesse em fazer tal biketour, para alugar as bikes entrem em contato com o pessoal da Iguassu Bike Tour, pelo telefone (45) 99812-4602.

Vander, Eliane e André.
Centro de Visitantes do Parque Nacional do Iguaçu.

Pedal de Tiradentes

Aproveitando o feriado de Tiradentes, fui com alguns amigos do Grupo Sou Bike fazer um pedal de nível médio. Fomos até a cidade de Mamborê, distante 35 quilômetros de minha cidade. Saímos com chuva fina e um pouco de frio, pegamos sol, mais chuva, vimos arco-íris e no final do dia um belo por do sol. O plano era voltar antes de escurecer, mas por culpa de dois pneus furados de amigos do grupo, acabou atrasando a volta, que aconteceu no escuro. No total foi 70 km de pedal, o que me deixou com ameaça de câimbras. Passei frio, pois não estava vestido adequadamente para pedalar a noite e no frio. Mas mesmo assim valeu muito a pena! Foi um pedal divertido e fazia pouco mais de um ano que não fazia um pedal tão longo. E o principal foi poder curtir um feriado me movimentando e não ficando dentro de casa vendo TV. E o arco-íris e o por do sol que pude admirar, serviu para ver como a natureza é bela, como Deus nos presenteia com coisas maravilhosas e que pouca gente vê ou admira.

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Quem pedala seus males espanta.

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Pit stop na Praça de Pedágio.

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Trevo de entrada da cidade de Mamborê.

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Amigos do Grupo Sou Bike.

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Arco-íris e por do sol, presentes de Deus.

Circuito Vou de Bike 2017 – Etapa Campo Mourão

Aconteceu em Campo Mourão neste domingo, 26, a Terceira Etapa do Circuito Vou de Bike 2017. E também foi a terceira vez que o Circuito Vou de Bike é realizado em Campo Mourão. Participaram pouco mais de 700 ciclistas, vindos de 46 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O evento foi um sucesso de público e organização.  Quem organizou essa etapa foi o grupo Sou Bike, de Campo Mourão.

Essa foi a terceira vez que participei do Circuito Vou de Bike em Campo Mourão, minha cidade. Tinham dois percursos, de 30 km e de 50 km. Optei por fazer o percurso menor, pois estava voltando de uma contusão de menisco. E no fim o percurso foi de 33 km, pois o pessoal errou na medição. O trajeto escolhido foi muito legal, principalmente o trecho que passava por uma grande plantação de eucaliptos próxima a represa da cidade. O clima ajudou, pois o sol estava fraco, a temperatura estava amena, ficou nublado a maior parte do tempo e não choveu. Esse ano tem mais dez etapas do Circuito e pretendo participar de mais algumas, de preferencia em cidades onde ainda não fui pedalar em outros anos.

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Circuito Vou de Bike – Etapa Roncador/Pr

Domingo de chuva e frio, foi dia de levantar de madrugada e viajar cem quilômetros para participar de mais uma etapa do Circuito Vou de Bike. Dessa vez a etapa ocorreu na cidade de Roncador.

O tempo ruim atrapalhou um pouco e muitos ciclistas inscritos desistiram de participar do evento. Mesmo assim a etapa de Roncador foi um sucesso, pois foi bem organizada e o pessoal que trabalhou no apoio era muito simpático.

A princípio seriam dois percursos, sendo um de 35 km e outro de 50 km. Mas o barro deixou os percursos ruins e optaram por deixar de lado alguns trechos e acabou ficando somente um percurso de 30 km.

Dessa vez fiquei no final do pelotão, junto com amigos do Grupo Sou Bike. Foi muito divertido, pois rimos muito, paramos muitas vezes para tirar fotos e conversar. Sem dúvida essa etapa do Circuito vou de Bike será inesquecível!

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Parte do Grupo de Campo Mourão.

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Momento da Largada.

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Pedalando na chuva.

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Chegada…

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Circuito Vou de Bike 2016 Etapa Campo Mourão

No último domingo aconteceu mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez em Campo Mourão, minha cidade. E diferente do ano passado quando choveu, fez frio e teve muito barro, dessa vez fez sol, calor e teve muita poeira.

O Circuito Vou de Bike contou com a participação de seiscentos ciclistas, de quarenta e três cidades diferentes. Tinham duas opções de percurso, sendo um com trinta e outro com cinquenta quilômetros de extensão. Em ambos existiam muitas subidas, o que serviu para testar o preparo físico dos ciclistas participantes.

Fiz o percurso de trinta quilômetros e sofri um pouco nas subidas, mas consegui vencer todas pedalando. O sol estava muito forte e com muita poeira sendo trazida pelo vento a dificuldade do pedal aumentou e muito. Felizmente existiam postos de apoio durante o percurso, onde era possível beber água gelada e repor as energias comendo frutas e doces.

A Circuito foi organizando pelo Grupo Sou Bike, do qual faço parte. E o patrocinador máster do evento foi a Faculdade Integrado, que cedeu suas instalações para a realização do evento. A largada e a chegada foram na faculdade, bem como o café da manhã e o saboroso almoço servido no final.

Um momento emocionante aconteceu antes da largada, quando foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao nosso companheiro do Grupo Sou Bike, Betão Sanglard, que tinha falecido quatro dias antes ao ser atropelado por uma carreta quando estava indo para o trabalho com sua bicicleta.

Fotos: Christiane Knoener, Gysele Rezende, Diogo Reis, Enecy Calixto, Anderson Lima e Fernando Vinhote

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Aquecimento.

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Minuto de silêncio em homenagem ao Betão.

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Início do circuito.

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Bela paisagem.

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Subida sem fim…

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Linha de chegada.

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Equipe que organizou o evento.

 

Voltando aos pedais novamente…

Aproveitando um raro domingo de sol, voltei aos pedais mais longos. Após três meses sofrendo com problemas no tornozelo e tendo feito nesse período somente três pedais curtos, foi bom voltar a pedalar quilometragens maiores.

Fui pedalar com o pessoal do Grupo Evolução, uma ramificação do Grupo Sou Bike, onde pedalam principalmente ciclistas iniciantes. E as quilometragens são menores e o ritmo é mais lento. Então nada melhor para recuperar a antiga forma física do que num pedal com ritmo menor.

Ao todo pedalei trinta e cinco quilômetros, principalmente por estradas de terra. No final estava sentindo câimbras na coxa, mas nada grave. E nos últimos quilômetros tivemos que correr da chuva, pois ouvíamos os trovões bem próximos a nós. E mal cheguei em casa caiu um grande temporal, com forte ventania. Se esse temporal tivesse nos alcançado na estrada, teríamos tido sérios problemas! Agora é aumentar a frequência e a quilometragem nos pedais e torcer para que os problemas físicos não atrapalhem mais.

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Olha a selfie!

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Bem ao longe, a cidade de Campo Mourão.

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Ouvindo trovões.

Circuito Vou de Bike – Cianorte

Hoje estive em Cianorte, participando de mais uma etapa do Circuito Vou de Bike. O difícil foi acordar às 05h40min numa manhã de domingo, num frio de sete graus. Somente malucos e apaixonados por ciclismo para fazer algo assim! Os 85 quilômetros de estrada até Cianorte foram tranquilos, pois parte da estrada está bem conservada e foi duplicada recentemente.

Em Cianorte encontrei os amigos do Grupo Sou Bike, de Campo Mourão, que estavam presentes em grande número no evento. Pouco após às 08h00min foi dada a largada do evento. Estavam presentes cerca de seiscentos ciclistas. Percorremos muitas ruas do centro da cidade, tendo a Polícia Militar como batedores. Depois ao chegar na área rural da cidade, o pessoal foi dispersando, alguns indo mais rápidos e isso facilitou o pedal. Tinha muita areia na estrada, o que tornava um pouco perigoso o pedal e exigia atenção dobrada.

O percurso foi muito bacana, passamos por locais bonitos. Teve algumas subidas, mas nada de dar medo. Vi alguns acidentes pelo caminho, mas nada grave. Teve um que foi engraçado, onde uma colega do nosso Grupo conseguiu cair dentro de uma poça d’agua. Outra colega de nosso grupo passou mal após dezesseis quilômetros de pedal e tivemos que socorre-la. Ela teve problema de pressão e acabou seguindo num carro de apoio e depois teve socorro médico. Felizmente não foi nada grave e dessa experiência foi legal a ajuda que muitos ciclistas desconhecidos deram. Como o Circuito Vou de Bike não é uma competição, os ciclistas acabam se preocupando com os demais e param para auxiliar sempre que possível. Eu tive um pequeno problema com o protetor solar que entrou em meu olho e fui socorrido por uma ciclista que eu não conhecia e que meu viu tentando lavar o olho. Então ela veio em minha direção e ofereceu um toalhinha limpa, para eu limpar meu olho.

Tinham dois percursos, um com 35 quilômetros e outro com 58 quilômetros. Optei pelo percurso menor, pois estava com muita dor no tornozelo direito, em razão de ter virado o pé na noite anterior, ao pisar num buraco. De complicado apenas a temperatura, pois iniciamos o Circuito com nove graus e terminamos com vinte e um graus. Ou seja, passámos frio no início do pedal e sofremos com o sol e o calor no final. Após o pedal foi servido um delicioso almoço, teve entrega de troféus para as equipes participantes e sorteio de prêmios, inclusive de uma bike nova.

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Aquecimento…

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Pedalando na areia.

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Passando pela pequena cidade de Vidigal.

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Gysele e seu tombo histórico.

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Com a galera!

Longa subida.
Longa subida.

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Ponto de apoio.

Quase no fim do circuito.
Quase no fim do circuito.

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Foto ridícula na chegada.

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Identificação…

Pedal de sábado

Aproveitei o sábado de sol e calor num dia de inverno, para pedalar com o pessoal do Grupo Sou Bike. Fizemos um pedal de 47 quilômetros, que foi muito gostoso. Passámos por longos trechos de pedra e areia, mas mesmo assim foi um pedal divertido. E no final da tarde paramos para ver o belo pôr do sol.

Saindo do asfalto e entrando na terra.
Saindo do asfalto e entrando na terra.

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Aproveitando a pouca sombra.

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Muita areia na estrada.

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Sombra, fiel companheira de pedal.

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Às vezes era preciso empurrar a bike.

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Momento de descanso.

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Parada para admirar o pôr do sol.

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Vendo o belo pôr do sol.

De volta ao local do acidente…

Esse final de semana voltei pela primeira vez ao local onde caí de bike, em meados de outubro do ano passado. Essa volta coincidiu com o fato de nessa semana eu ter conseguido pela primeira vez levantar totalmente meu braço esquerdo. Fora algumas dores no ombro conforme certos movimentos que executo, estou totalmente recuperado.

O acidente foi a noite e olhando o local durante o dia não parece ser perigoso. Mas na foto abaixo é possível ver que a estrada tem areia, e foi um monte de areia fofa que travou a roda dianteira da bicicleta e me fez cair. E por ser a noite, mesmo com lanterna não consegui perceber a tempo que a areia estava muita fofa e por estar correndo um pouco acima do indicado para o local, caí e me machuquei feio. Mas felizmente o acidente não foi ainda pior, pois faltou muito pouco para eu quebrar o pescoço ou uma vértebra. Fora a fratura de ombro, a pancada lateral no peito me deixou um bom tempo sentindo muita dor e com marcas roxas. Se tal pancada tivesse sido na cabeça ou no pescoço, e não no peito, prefiro nem pensar nas consequências.

O importante é que estou bem, já voltei a pedalar e agora sou um ciclista mais consciente. Evito os excessos, tomo mais cuidado e parei de pedalar a noite. Com a luz do dia fica mais fácil ver os obstáculos do caminho, principalmente para quem anda por estradas rurais e escuras. E de todas as dificuldades que passei na vida, em todas elas tirei alguma lição boa e me fortaleci como pessoa. E desse acidente não foi diferente, pois toda a dor que passei com a fratura, com a cirurgia e com a fase de recuperação, principalmente nas muitas doloridas sessões de fisioterapia, me fortaleci em muitos sentidos.

Após alguns meses, voltando ao local onde me acidentei.
Voltando ao local onde me acidentei. (jul/2015)

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Na noite do acidente, sendo socorrido pelo SAMU. 

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Sendo colocado na ambulância. (out/2014)

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No hospital após a cirurgia no ombro. (out/2014)

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Pontos e pinos no ombro após a cirurgia. 

Circuito Vou de Bike

Aconteceu no último domingo mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez na cidade de Campo Mourão. Esse circuito de ciclismo que acontece no interior do Paraná, tem crescido a cada ano e novas cidades estão realizando etapas do circuito. Foi a primeira vez que o Circuito Vou de Bike aconteceu na cidade de Campo Mourão, onde foi organizado pelo grupo de ciclismo, Sou Bike.

Cerca de 700 ciclistas de 25 cidades se inscreveram, mas por culpa da chuva e o frio intenso, alguns desistiram de participar. Mesmo assim a etapa ocorrida na cidade de Campo Mourão foi um sucesso, tanto de participantes, quanto de organização. A princípio seriam duas rotas, uma de 30 e outra de 50 quilômetros, quase toda passando por estradas rurais. Mas por culpa da chuva os percursos foram abreviados, sendo que o de 30 passou para 22 quilômetros e o de 50 para 42 quilômetros. O barro, a chuva e o frio foi um diferencial nessa etapa do Circuito Vou de Bike. Mesmo criando dificuldades para os ciclistas, o desafio maior foi bem recebido pelos participantes.

Participei do circuito, voltando a pedalar em estradas rurais após sete meses e meio, desde que tive uma queda de bike, sofri uma fratura no ombro e passei por uma cirurgia e um longo período de recuperação. A queda que sofri tinha sido em uma estrada rural, durante um pedal noturno. Então pedalar novamente em estradas rurais e com muito barro, foi um grande desafio para mim. Mas no fim deu tudo certo, tomei bastante cuidado, principalmente nas descidas e algumas curvas que estavam extremamente lisas por culpa do barro.

Mesmo sujo, molhado e com frio, foi muito bom ter chegado ao final do circuito de bike. Vencer esse desafio foi um estimulante para continuar pedalando e agora tomando certos cuidados para não sofrer nenhum outro acidente. Que venha agora a próxima etapa do Circuito Vou de Bike, que será no final de setembro, na cidade de Cianorte.

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Aquecimento.
Aquecimento.

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Vander e Samuel.

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Início do circuito.

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Primeira subida.

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Frio e garoa.

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Muita neblina pelo caminho.

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Estrada lisa demais. (Foto: Jornal Tribuna do Interior)

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Muito Barro.

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Estrada muito lisa.

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Mais barro…

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Acumulando barro na bike.

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Mais uma subida…

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Na chegada ganhando a medalha de “finisher”.

http://https://youtu.be/EKVuRD1LmhM

Voltando a pedalar

Após sete meses sem pedalar, por culpa de uma fratura de ombro (causada por uma queda de bicicleta), voltei a andar de bicicleta nesse final de semana. Os primeiros quilômetros foram estranhos, eu estava inseguro e com um pouco de medo. Mas logo o medo e insegurança passaram e o passeio de bike foi tranqüilo e prazeroso.

Após o acidente de bike em outubro, passei por uma cirurgia, uma longa fase de recuperação e dor, dois procedimentos para retirada de pinos do ombro e muita fisioterapia. Ganhei vinte e um pontos e algumas cicatrizes. Ainda não estou cem por cento recuperado, pois meu braço esquerdo está com os movimentos comprometidos,  não consigo levantá-lo totalmente. Mas com o tratamento nos próximos meses espero recuperar os movimentos do braço. E agora é pedalar normalmente, mas tomando certos cuidados, como evitar pedalar a noite.

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