Viagens e Aventuras – piloto

Hoje foi ao ar o piloto do programa Viagens e Aventuras. A partir da próxima semana o programa será apresentado toda segunda-feira, das 21h00min às 22hoomin. Em cada programa receberemos um convidado.

No piloto de hoje, eu e o André Luiz tivemos uma conversa descontraida sobre algumas de nossas aventuras. Hoje o programa serviu para testarmos algumas situações, nem tinha sido divulgado.

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Para assistir ao programa na íntegra, clique no link abaixo:

Pinheiro de Dom Pedro II

Na Estrada da Graciosa, próximo a cidade de Quatro Barras existe um marco de pedra que marca a passagem do Imperador Dom Pedro II, em 1880 a caminho de Curitiba. Nesse local existia um grande pinheiro e a comitiva do Imperador parou sob sua sombra, na localidade hoje denominada Florestal. O pinheiro (araucária) não existe mais, foi destruído por um raio há muitos anos.

Pintura retratando a passagem da comitiva imperial.
Antiga foto de pessoas visitando o pinheiro.
Foto colorizada, de pessoas visitando o famoso pinheiro.

Ímola 1994

Para quem igual a mim curte Fórmula 1, está sendo lançado o livro Ímola 1994. O livro foi escrito pelo Flavio Gomes, jornalista com 39 anos de profissão e que cobriu durante muitos anos as corridas de Fórmula 1. O Flavio Gomes estava presente em Ímola no dia 1 de maio de 1994, quando aconteceu o acidente que matou Ayrton Senna.

O livro está na fase de pré-venda, o que significa que não está sendo comercializado nos canais convencionais. É uma compra direto com o autor. Para saber mais informações e adquirir o livro, você pode escrever direto para o Flavio Gomes, no e-mail flaviogomes@warmup.com.br

ÍMOLA 1994 narra minha trajetória jornalística como correspondente de Fórmula 1 de vários veículos de imprensa entre o final dos anos 1980 e início da década de 1990 até a cobertura dos acidentes do fim de semana do GP de San Marino de 1994. São 27 capítulos contando histórias passadas em autódromos pelo mundo que retratam uma época em que o trabalho da imprensa era muito diferente de hoje. Não é meu primeiro livro com temática de Fórmula 1. Em 2005 lancei “O Boto do Reno”, com crônicas de viagem. Ele foi reeditado no começo de 2021, mas esgotou em 12 dias. Por isso, quem tiver interesse vai ter de esperar pela terceira, que devo lançar no segundo semestre.

ÍMOLA 1994 tem quase 300 páginas e foi produzido nos primeiros meses deste ano. São textos inéditos com relatos de episódios sobre os quais eu nunca tinha escrito antes, envolvendo os principais personagens de um momento muito específico da Fórmula 1. Gente como Senna, Prost, Mansell, Piquet, Schumacher, Barrichello, Jean-Marie Balestre, Bernie Ecclestone, Luca di Montezemolo, Flavio Briatore, Jean Todt e muitos outros. E fala também da imprensa — brasileira e estrangeira. ÍMOLA 1994, como definiu o escritor e jornalista Mário Magalhães no prefácio do livro, é uma obra sobre automobilismo, viagens, aventuras e, também, “uma história de paixão arrebatadora pelo jornalismo”.

Flavio Gomes

Oscar 2021

A exemplo do que faço há alguns anos, venho falar brevemente sobre os filmes concorrentes ao Oscar de Melhor Filme. Esse ano por culpa da Covid-19, a cerimônia de entrega do Oscar não aconteceu em fevereiro, como é tradição. Ela foi atrasada em dois meses e acontecerá no final de abril.

Pela primeira vez não vi no cinema nenhum dos concorrentes a melhor filme. Historicamente a maioria dos concorrentes não são exibidos em minha cidade. E dessa vez, para piorar as coisas alguns filmes concorrentes nem foram lançados no Brasil e tem filme que será lançado somente após a entrega do Oscar.

Três dos oito concorrentes a melhor filme, já estão disponíveis em plataformas de streaming há alguns meses. É o caso de Mank e de Os 7 de Chicago, que estão na Netflix. E o Som do Silêncio, que está no Amazon Prime. Os outros cinco filmes, para conseguir assistir tive que recorrer a meios escusos, os quais prefiro não mencionar.

Nesses anos todos que faço a postagem sobre os concorrentes a melhor filme, nunca o meu preferido venceu. Não sou nenhum especialista em cinema, vejo filmes desde criança por pura paixão. Então não ligo se o filme que mais gostei ganhou o Oscar ou não. O que vale é ver os filmes, falar sobre eles e torcer.

Esse ano acredito que o vencedor será Mank, que é justamente o filme que menos gostei entre os oito concorrentes. Os filmes vencedores são escolhidos por cerca de 8 mil membros da Academia de Cinema de Hollywood. E o pessoal da Academia costuma escolher filmes que falam sobre Hollywood, sua história, seus personagens marcantes. E Mank tem todos esses ingredientes que agradam a maioria dos membros da Academia. E ainda por cima foi gravado em preto e branco. Ou seja, é o tipo de filme feito para vencer o Oscar, independente de ser bom, de ter ido bem na bilheteria ou ter agradado aos consumidores comuns de filmes. Mank é chato, dá sono, mas acho que vai ganhar.

Os filmes concorrentes, na ordem de minha preferência e torcida:

1° – Minari

O filme se passa nos anos 1980 e conta a história de uma família de imigrantes coreanos que passa a viver numa área rural do Estado do Arkansas. O filme mostra a dificuldade de adaptação ao novo ambiente e idioma, onde para melhorar de vida é preciso arriscar sem ter certeza que as coisas vão dar certo.

Gostei de Minari, que apesar de ter muita coisa falada no idioma coreano é um filme totalmente produzido nos Estados Unidos. Ele não pode concorrer ao Globo de Ouro, pois diferente do Oscar, não aceita concorrentes que não sejam cem por cento falados na língua inglesa. A história do filme é baseada em eventos reais e gostei muito da família coreana, que apesar das dificuldades tenta se unir.

PS: Os fãs da série The Walking Dead, vão poder matar saudades de Steven Yeun, que fazia o personagem Glenn. Em Minari ele é o personagem principal, um típico pai de família coreano.

2° – Nomadland

Após uma cidade na zona rural de Nevada, nos Estados Unidos, praticamente falir após o fechamento de um grande indústria, uma mulher na faixa dos 60 anos passa a morar em sua van. Ela meio que não aceita ter que deixar o lugar onde morava. Passa então a viver para a estrada, vivendo e trabalhando um pouco em cada lugar como uma nômade moderna. 

Por muito pouco Nomadland não foi minha escolha como filme favorito. O que me desagradou no filme é que algumas passagens são um pouco monótonas. Ao mesmo tempo o filme despertou a parte nômade que existe em mim. Quem sabe daqui alguns anos eu siga o mesmo rumo que a personagem do filme, mas por motivos diferentes.

3° – Os 7 de Chicago

Baseado em uma história real, o filme conta sobre as manifestações contra a guerra do Vietnã que interrompeu o congresso do partido Democrata em 1968, nos Estados Unidos. Existiram muitos confrontos entre os participantes do congresso e a polícia. E meio como bodes expiatórios, 16 pessoas foram indiciadas como culpadas pelos confrontos. Boa parte do filme se passa dentro de um Tribunal, mostrando o julgamento dos indiciados.

Bom filme, ótimos atores, histórias real e interessante. Os fatos narrados no filme tem um link com os fatos narrados em Judas e o Messias Negro, então sugiro que vejam os dois filmes.

4° – Judas e o Messias Negro

Baseado em uma história real, o filme conta sobre a ascensão e queda de Fred Hampton, um ativista dos direitos dos negros e líder do partido dos Panteras Negras. Ele atrai a atenção do FBI, que infiltra William O’Neal nos Panteras Negras, causando o assassinato de Hampton.

Filme bem caracterizado nos anos 1960, conta sobre fatos importantes da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Aconselho a assistir antes Os 7 de Chicago, pois os fatos (reais) contados no filme, são mencionados em Judas e o Messias Negro. Filme bom, bem feito, bons atores, te prende a atenção.

5° – Bela Vingança

Uma mulher que carrega alguns traumas do passado, passa a frequentar bares a procura de homens mal-intencionados. Ela se aproxima desses predadores sexuais para aprontar com eles e de alguma forma aplacar sua sede de vingança.

Filme interessante, que começa meio chato mas logo prende a atenção. E o final me surpreendeu de forma positiva. E gostei de rever  Alison Brie, que é coadjuvante no filme. Gosto dela e não a via desde a última temporada da encerrada série Glow.

6° – Meu Pai

Meu Pai é a adaptação de uma peça teatral. O filme fala sobre temas como velhice, paternidade e deveres familiares. O personagem principal do filme começa a sofrer do Mal de Alzheimer, e num processo típico de quem é acometido pela velhice, ele se torna vítima de um sistema frio disfarçado de companhia. Muito boas as intepretações de Anthony Hopkins e Olivia Colman, dois de meus atores favoritos, que fazem os papéis de pai e filha no filme.

Apesar de muitos pontos positivos e de gostar dos atores principais, não gostei do filme. A história é interessante, mas achei um pouco confusa em alguns momentos. Simplesmente é um filme que não me agradou.

7° – O Som do Silêncio

Um baterista jovem começa a ficar surdo. Desesperado ele busca tratamento para sua doença e com isso precisa ficar afastado da namorada que tanto ama.  O medo de perder de vez a audição e sua namorada, trazem muita tensão e angústia para sua vida.

A premissa do filme é interessante, mas não gostei muito da forma como a história é contada.

8° – Mank

Baseado numa história real, o filme conta a história do roteirista Herman J. Mankiewicz e da obra-prima de Orson Welles, o filme Cidadão Kane (1941).  Acontece uma batalha entre Mankiewicz e Orson Welles pelo crédito do script do famoso filme.

Filme chato, que dá sono. Mas deve ganhar o Oscar de melhor filme, pois traz todos os ingredientes que agradam os membros (e votantes no Oscar) da Academiade Cinema de Hollywood. E foi o filme que teve maior número de indicações esse ano, sendo indicado em 10 categorias.

Morte do ex-jogador Alcântara

Faleceu hoje vítima de infarto, o ex-jogador Alcântara, aos 57 anos. Ele foi encontrado morto em seu sítio, em Santo Antônio da Platina. Alcantâra foi artilheiro do Campeonato Paranaense de 1991, com 30 gols, jogando pelo Sport Campo Mourão. No ano seguinte foi jogar no Paraná Clube, onde foi Campeão Brasileiro da Série B de 1992 e Campeão Paranaense de 1993.

Foi relevado no futebol paranaense no Matsubara, de Cambará. Em 1983, teve rápida passagem pelo Palmeiras. Também atuou por Taquaritinga-SP, Taubaté-SP, Esportivo-RS, Caxias-RS, Anapolina-GO, Hercílio Luz-SC, Platinense-PR, EC Corinthians, Maringá Atlético Clube, Sport de Campo Mourão, Paraná Clube, Patrocinense-MG, Marília-SP, Juventus-SC, Rio Branco-PR e encerrou a carreira no Londrina, em 1996.

Em 2003 quando morei em Orlando – USA, trabalhei junto e me tornei amigo do Guilherme, irmão do Alcântara. E em 2013 conversei com o Alcantâra durante o lançamento do livro “Nos Campos do Mourão”, quando ele veio até Campo Mourão para participar do lançamento do livro escrito pelo Raoni de Assis.

Vander e Alcântara (2013).

Canionismo rio São Jerônimo

No Feriado de Carnaval, segui com dois amigos para a cidade de Guarapuava. Lá encontramos o pessoal da Caête Vida ao Ar Livre, e seguimos para a região de Entre Rios, que é uma colônia de imigrantes alemães. Lugar muito bonito, onde tinha ido pela última vez há 40 anos. Na verdade fomos um pouco além de Entre Rios. Fomos no rio São Jerônimo, onde fizemos aquatrekking e canionismo em duas cachoeiras. Mesmo com sol passamos um pouco de frio, principalmente quando quase no final da tarde o tempo fechou e caiu uma fraca garoa. Essa foi mais uma aventura sencional!

Vander, Ione e André
Cachoeira São Jerônimo I
Cachoeira São Jerônimo I
André, Ione e Vander.
Borda do Infinito

Carta de um suicida

“Espero que compreendam que em cada mente habita um universo repleto de ideias, que cada escolha sempre trará uma consequência, e tive certeza daquilo que queria e de tudo que já não suportava. Saibamos reconhecer que dentre meus sorrisos sempre escondi a verdadeira sensação de insatisfação e desmazelo, que embora não seja compreensível, tive cansaço e desgaste de erros que me consumiram por inteiro. Gostaria que as coisas tivessem sido diferentes e por vezes até tentei, digo isto não por capricho, mas por exaustão. Não poderei deixar tantas dádivas como tantos que por aqui passaram, mas deixarei as mágoas de um peito cansado e atordoado pela injustiça que é habitar em uma mente e um coração tão intenso, e por falar em intensidade, me vejo perdido em meio a tanta gente rasa que se instalou em minha leviana vida como um parasita que absorve tudo de benéfico e depois descarta o hospedeiro num sepulcro de solidão e agonia. Peço perdão aos poucos e próximos que cultivei, saberão que a vida continua e que onde eu estiver, serei um hóspede para um novo ciclo, embora acredite que previra o sofrimento para que assim possa estar estabelecido todo discernimento que o umbral fará e resignará para a colheita esperada. Aos meus amores, em especial o último que consumi tanto em desespero para que não fosse desgarrado de seu seio, peço paciência e autoconhecimento para que não hajam culpas mentais e nem fadigas sentimentais de uma mente resumida em desistência. Assim eu espero que o tempo leve o que há de levar e cure o que preciso for. Aos meus familiares, sinto em vos dizer que minha ausência sirva de reconciliação e proximidade para outros que necessitam. Por fim rogo a Deus que não me esqueça, ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte. E para os que muito cansei nessa Terra, peço que me perdoem, que me compreendam, pois desta vida nada levamos e nada trazemos, sendo assim não é justo tanto julgamento de uma pessoa digna de pena, misericórdia e perdão. Sabeis que toda inconstância é resultado de desordem. Como poderia eu organizar tudo se sou tempestade? Peço aos que são calmaria, que cultivem o amor e o perdão, porque nenhuma mágoa e ódio vale tanto a pena assim…Somos instantes e num instante não somos nada.”

Fiquem com Deus a adeus!

João Ricardo Moreira Libório

**Essa carta de despedida foi escrita por um Polial Militar, que se enforcou na última segunda-feira, numa cidade no interior da Bahia. Não nos cabe jugar o seu ato, pois somente ele sabe realmente a razão de tal atitude que tomou. O que me chamou a atenção nessa carta foram suas plavras falando de amor e de perdão. E concordo com ele quando diz que somos instantes e num instante não somos nada. A vida passa rápido e o importante é procurar curtir os momentos e as pessoas que nos são importantes…

 

Biketour nas Cataratas do Iguaçu

O sábado foi dia de madrugar e pegar a estrada rumo à Foz do Iguaçu. Viajamos em três; eu, André e Eliane. E tivemos uma desistência de última hora, o nosso amigo Welison não conseguiu acordar às três da manhã. O motivo da viagem de quatro horas e 320 quilômetros, foi fazer o biketour dentro do Parque Nacional do Iguaçu. São 11 quilômetros de pedal entre o Centro de Visitantes e as Cataratas.  Em menos de um mês é a segunda vez que visito as Cataratas do Iguaçu. Não levamos as bikes, pois daria muita mão de obra. Foi mais fácil alugar, e mesmo não estando acostumados com as bikes, fizemos o biketour sem nenhum problema. É muito legal pedalar pela estrada que leva até as Cataratas, e tendo o risco de encontrar uma onça pela frente.

Após 11 quilômetros de pedal, deixamos as bikes em um bicicletário e fomos fazer a pé a trilha que leva até as passarelas. Tinha chovido nos últimos dias, e as quedas estavam com bom volume de água. E como ventava bastante, andar pela passarela era como andar na chuva. Como fazia bastante calor, se molhar com o spray da água foi algo gostoso. E descobrimos que a Eliane tem medo de altura, pois ela se recusava em ir nas partes das passarelas com maior altura.

Fizemos todo o circuito obrigatório de quem visita as Cataratas do lado brasileiro. Depois pegamos um dos muitos ônibus que circulam pelo Parque, e ele nos deixou no bicicletário, onde pegamos as bikes e pedalamos os 11 quilômetros de volta até o Centro de Visitantes. O passeio foi muito divertido e já estamos planejando retornar em breve para Foz do Iguaçu, dessa vez para atravessar Itaipu de bike.

Quem tiver interesse em fazer tal biketour, para alugar as bikes entrem em contato com o pessoal da Iguassu Bike Tour, pelo telefone (45) 99812-4602.

Vander, Eliane e André.

 

 

Centro de Visitantes do Parque Nacional do Iguaçu.

Pico Agudo – Sapopema

O despertador do celular me acordou às duas da manhã. Meu amigo André roncava ao lado, enrolado no meu saco de dormir, que ele tinha “roubado” durante a noite enquanto eu dormia. Fui ao banheiro fazer a higiene matinal e logo voltei para a barraca. Olhando em volta vi que mais algumas pessoas já tinham acordado no camping. Fui me vingar do André, que tinha me acordado quando chegou tarde da noite. Liguei a lanterna, virei a luz nele e comecei a gritar… Ele ficou puto, me xingou e tentou voltar a dormir, o que seria impossível. Ele sempre acorda mal humorado, e sendo acordado de uma forma tão delicada com certeza seu humor não seria dos melhores nas primeiras horas do dia.

Após pouco mais de meia hora todos estavam prontos e saímos em dois carros. Seguimos por uma estrada de terra cheia de curvas, subindo rumo aos pés do Pico Agudo. Há pouco mais de dez anos estive em outro Pico Agudo, que fica na região de Campos do Jordão, no Estado de São Paulo. O outro Pico Agudo possui plataformas para salto de asa delta, e do alto dele, onde se chega de carro por uma estrada ruim, se tem uma vista de 360 graus do Vale do Paraíba. Já o Pico Agudo paranaense, é considerado o pico mais alto do Norte do Paraná, com 1.100 metros de altitude. Do alto dele se tem uma vista muito bonita da região. Nos últimos anos ele se tornou um lugar bastante procurado, e meio que virou modinha tirar fotos no alto do pico. E como subir ele não é tão difícil, cada vez mais pessoas vão até seu cume.

Chegamos no posto de entrada do Pico Agudo pouco depois das três da manhã, e após preencher uma ficha de controle e pagar uma taxa de entrada, tivemos um pequeno briefing com o guia que nos acompanharia até o alto do pico. Eu que estava preocupado com meu joelho dolorido, me espantei com o mesmo não estar doendo e após andar um tempo no final do nosso grupo, passei a caminhar na frente logo atrás do guia. Segui num bom ritmo e não sentia nenhuma dor. Será que foi resultado da mina milagrosa do dia anterior? A primeira parte da subida foi tranquila, sem grandes dificuldades causadas pelo terreno e em muitos trechos a trilha era bem larga. Quando chegamos nos paredões, o problema maior foi o trânsito de pessoas subindo. Tinha muita gente, e alguns eram visíveis que tinham pouco preparo físico e iam subindo lentamente e muitas vezes parando pelo caminho, travando a subida de quem vinha atrás. O jeito foi negociar “ultrapassagens” e seguir paredão acima utilizando os degraus de ferro, cordas e correntes existentes na encosta do morro. Fui economizando a lanterna, apagando-a sempre que não via necessidade de ficar com ela ligada. A trilha para subir tem cerca de três quilômetros e meio, e com algumas paradas fizemos ela em uma hora e vinte minutos.

Chegamos no cume pouco depois das cinco da manhã e o sol começava a despontar no horizonte. Ao chegar no cume fiquei espantado com a quantidade de pessoas que estavam lá no alto. Já subi muitas montanhas em minha vida e nunca vi uma tão congestionada. Mal tinha lugar para se sentar e esperar o sol nascer. Fazia um pouco de frio, mas nada que um casaco não muito grosso não resolvesse. Conforme o sol foi levantando no horizonte a paisagem foi ficando cada vez mais bonita. Em alguns locais tinham filas para tirar fotos. Absurdo total! O lado onde fica o rio Tibagi, e que permite as fotos mais bonitas do alto do pico, infelizmente estava com muita neblina e não dava para ver quase nada daquele lado.

Tirei fotos minhas e dos amigos, andei de um lado a outro pelo cume, a procura de um novo ângulo para fotos ou observando algo novo na paisagem. E meu amigo Alemão me chamou para fotografar seu esperado pedido de casamento. Felizmente a Stefane mesmo ralada por conta da queda do cavalo no dia anterior, conseguiu subir o pico. Ele foi com ela até uma pedra que é famosa pelas belas fotos que proporciona lá do alto do pico. Mas por conta da neblina daquele lado, a paisagem não era das melhores. Lá na pedra ele se ajoelhou e fez o pedido de casamento. Fiquei de longe fotografando e foi difícil conseguir fotografar sem que não aparecesse mais ninguém além do novo casal de noivos. Algumas fotos ficaram com o pé de um cidadão aparecendo, pois não tinha mais o que fazer para evitar de que pessoas ou parte delas aparecessem nas fotos. Notei muita gente se arriscando na borda da montanha para tirar fotos. Infelizmente acho que não vai demorar para ver no noticiário que alguém despencou lá do alto…

Ficamos mais um tempo no alto do pico e finalmente revolvemos descer, pois tão cedo a neblina que existia do lado do rio não ia desaparecer. No caminho da descida encontramos alguns amigos da cidade de Peabiru. A descida foi bem travada, pois tinham muitas pessoas descendo e também subindo. Muitos que preferiram acordar mais tarde, estavam agora subindo. Sei que a descida demorou mais do que a subida, por conta do congestionamento na trilha. No final tiramos uma foto do nosso grupo reunido e partimos rumo ao camping.

Subir o Pico Agudo foi uma experiência boa e ao mesmo tempo frustrante. Não esperava o excesso de pessoas lá no alto. E a neblina de um dos lados no pico, acabou atrapalhando bastante. Pretendo voltar lá novamente, mas será no auge do inverno e durante a semana, para não correr o risco de encontrar novamente o cume do Pico Agudo super lotado.

De volta ao camping desmontamos acampamento e pegamos a estrada. A viagem de volta foi tranquila e fizemos uma breve parada em Londrina, para almoçar. Depois voltamos para a estrada e chegamos em casa no meio da tarde. Foi um final de semana gostoso e divertido, e valeu muito a pena ter ido para Sapopema, apesar das pequenas decepções. No geral foi muito valida a experiência!

Sapopema

Há tempos queria ir para Sapopema e visitar o Pico Agudo, local famoso pela vista encantadora que se tem do alto do seu cume. E após o Natal recebi um convite para ir com alguns amigos passar o final de semana num camping próximo a Sapopema. Mesmo com o joelho inchado e sofrendo com dores há vários dias, não pensei muito e aceitei o convite. E assim arrumei minhas coisas para o final de semana, e sem dormir parti rumo a Sapomema no meio da madrugada de sábado.

A viagem de pouco mais de 300 quilômetros foi tranquila. Apenas tivemos alguns perdidos ao passar por Londrina, mas de resto foi tudo bem. Chegamos na região de Sapopena nas primeiras horas do sábado, e fazia um dia ensolarado e com algumas nuvens no céu, mas nada que trouxesse chuva. Ficamos no camping de uma pousada rural. O local era muito bonito e tinha boa estrutura para camping. Tudo muito simples, mas que satisfazia nossas necessidades. Armei minha velha barraca, que estava completando 20 anos de ótimos e bons serviços prestados. Se essa barraca falasse, ela teria muitas e ótimas histórias para contar.

Ao todo nosso grupo era formado por 12 pessoas, sendo que conhecia mais da metade do pessoal. Dividi a barraca com meu amigo André Luiz. Após todos instalados no camping, o pessoal foi explorar a região e eu preferi ficar na barraca dormindo, pois tinha passado a noite sem dormir e também precisava repousar meu joelho machucado para a subida do Pico Agudo na madrugada seguinte.

Almoçamos na casa dos donos da Pousada, um almoço rural muito saboroso, onde exagerei um pouco nos torresmos. Depois de almoçar, para fazer a digestão fui dar uma volta com meu amigo Alemão. Ele foi me mostrar uma gruta, onde segundo a lenda local um curandeiro veio a morrer no local muitos anos atrás, onde existia uma pequena mina. Após sua morte algumas pequenas curas foram alcançadas ao usarem ou beberem a água da pequena mina, e no local construíram uma gruta. Como não custa acreditar, resolvi molhar meu joelho machucado com a água da mina, pois beber não dava, a água estava muito suja. O fato é que na madrugada seguinte consegui subir o Pico Agudo, andando na frente da maioria do pessoal e desde então meu joelho quase que parou de doer. Se foi resultado da água da gruta ou não, jamais saberei!

Quando voltamos do passeio ficamos sabendo que a Stefane, namorada do Alemão, tinha caído de um cavalo e se machucado um pouco. Ele ficou extremamente preocupado, pois pouco antes tinha me confidenciado que pediria a mão dela em casamento na manhã seguinte no alto do Pico Agudo. Caso ela não pudesse subir o Pico, os planos dele teriam literalmente caído do cavalo…

No meio da tarde fomos conhecer uma cachoeira bem famosa na região. O pessoal aproveitou para entrar na água e pular no rio do alto de uma rocha. Eu fui o único a não entrar na água e fiquei sentando num canto olhando o pessoal e preservando meu joelho, que até então estava bastante inchado e dolorido. No final da tarde demos uma volta pelas proximidades da cachoeira, e consegui furar minha mão em vários lugares ao me enroscar num espinheiro.

De volta ao camping, era hora de tomar banho, jantar e preparar as coisas para a subida do Pico, de madrugada. Alguns foram jantar na pequena comunidade que ficava próxima ao local onde estávamos acampados. Eu preferi ficar no camping e ir dormir cedo. Não eram nem oito horas e eu já estava dormindo o sono dos justos dentro da barraca. Acordei algumas horas depois quando meu amigo André chegou e me acordou ao entrar na barraca. Mas minha vingança viria pouco depois…

Stefane e o cavalo do qual caiu…

Aventuras & Aventureiros – Viagem de ônibus pela América do Sul

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, falou sobre uma viagem de ônibus que passou por alguns países da América do Sul. Quem contou sobre essa viagem foi o Rodrigo “Alemão” Weiss.

Você pode assistir ao programa na íntegra, pelo link abaixo:

Parque das Aves

Uma das poucas atrações de Foz do Iguaçu que eu ainda não conhecia é o Parque das Aves. Nunca tive interesse em conhecer o lugar, pois achava que não seria interessante. Grande engano! Dessa vez fui visitar o Parque das Aves porque minha sobrinha queria conhecer e acabei adorando o lugar. Achei muito interessante o trabalho que fazem no Parque e vale a pena conhecer a enorme quantidade de animais que são preservados. Se você passar por Foz do Iguaçu, faça uma visita!

O Parque das Aves é a única instituição do mundo focada na conservação das aves lindas e exuberantes da Mata Atlântica, oferecendo uma experiência de contato próximo, imersivo e encantador com elas. Visitando o Parque das Aves você também conhece o que fazemos para ajudar a reverter a crise de conservação que essas aves e a Mata Atlântica estão vivendo. Aqui você pode ter uma experiência completa de conexão e conhecimento sobre as aves e as suas florestas, um patrimônio natural de importância global ao seu alcance. As aves da Mata Atlântica são lindas, exuberantes e únicas, e o Parque oferece ao seus visitantes a oportunidade de viver uma experiência imersiva de conexão com elas e as florestas que habitam. Isso fez com que o Parque das Aves se tornasse o atrativo mais visitado de Foz do Iguaçu depois das Cataratas. O Parque das Aves trabalha por um mundo melhor, onde as pessoas possam viver em harmonia com a natureza. Para isso, mantém 16 hectares de Mata Atlântica e mais de 1.300 aves, de cerca de 130 espécies, sendo mais de 50% proveniente de apreensões. O Parque também participa de diversos programas de conservação.

De volta as Cataratas do Iguaçu

Após 10 anos voltei a visitar as Cataratas do Iguaçu, do lado brasileiro. Ano passado estive visitando o lado argentino, que para mim é mais bonito. Mas o lado brasileiro também teus seus encantos. Minha primeira visita foi há 35 anos, também em um mês de dezembro. Daquela época para cá muita coisa mudou para melhor no parque. E proibir a entrada dos carros dos turistas foi a melhor coisa que fizeram. Lembro que nessa primeira visita que fiz em 1985, tinha um carro caído dentro do rio. Para sorte do motorista o carro ficou enroscado numa pedras e não foi queda abaixo. Dessa vez levei minha sobrinha, que não conhecia as Cataratas do Iguaçu.

Com minha sobrinha, Erica.

Arvorismo

Estou passando uns dias em Foz do Iguaçu e tive a oportunidade de fazer arvorismo, que é algo que há muito tempo queria fazer. O arvorismo é uma prática esportiva de aventura que consiste na travessia de um percurso suspenso entre plataformas montadas nas copas das árvores. Esse percurso é preparado utilizando cabos de aço e cordas, com o objetivo maior de aumentar o desafio.

No Wish Resort, onde fiquei hospedado, era oferecida a pratica do arvorismo aos  hospedes e fui aproveitar a experiência. Quando olhei a estrutura montada no alto das árvores, imaginei que seria chato e sem emoção. Mas no final teve emoção e até um certo medinho em alguns momentos. Durou cerca de 25 minutos o percurso de arvorismo e foi uma experiência bastante interessante. Super recomendo!

Aventuras & Aventureiros – Dicas de Caminhadas

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, deu dicas sobre caminhadas de longa distância e também informou detalhes sobre a caminhada noturna que acontecerá em breve na cidade de Campo Mourão. Participaram do programa o casal Karina Legnani e Andrey Legnani.

Andrey, Vander e Karina.

AVENTURAS & AVENTUREIROS -Estrada da Morte, Bolívia

Hoje no programa Aventuras & Aventureiros, falamos sobre a ESTRADA DA MORTE, que é um dos roteiros mais procurados por ciclistas do mundo todo. Curiosamente, após ser considerada na década de 1990 a estrada mais perigosa do mundo pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a ESTRADA DA MORTE se transformou em atração turística. Desde que ela foi aberta para o turismo, há registros da morte de 25 ciclistas, todos turistas. Em uma descida contínua e brusca, o caminho vai de 4.700 metros à 1.200 metros de altitude em menos de 65 km de extensão! Quase uma queda livre!

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Canionismo em Guarapuava

Mais uma vez viajei 200 quilômetros até a cidade de Guarapuava, para participar de uma atividade na natureza. Dessa vez fiz pela primeira vez Canionismo, que consiste na exploração progressiva de um rio, transpondo os obstáculos que encontrar pela frente. Resumindo, entramos em um rio e fomos seguindo em frente sem sair do rio. Entre os obstáculos que encontramos tinham cinco cachoeiras, sendo a menor com 18 metros e a maior com 50 metros. Os guias eram o Bruno e o Rodrigo, da Caetê Vida ao Ar Livre. Foi com eles que meses antes fiz o rapel de 75 metros no Salto das Pombas, um local próximo a Guarapuava. No grupo que ia participar do Canionismo também estava alguns amigos de Campo Mourão.

Nos encontramos na rodoviária de Guarapuava e depois seguimos até um posto na BR 277, sentido Curitiba, bem no início da Serra da Esperança. No estacionamento do posto colocamos os equipamentos e teve uma breve reunião. Em seguida seguimos de carro por alguns minutos e paramos no acostamento. Após atravessar a rodovia, seguimos morro abaixo e logo entramos no mato, que no local era bastante fechado e preservado. Logo chegamos no rio e ali começou o Canionismo. Seguimos por dentro do rio, que era raso e cheio de pedras. Não demorou muito e chegamos na primeira cachoeira do dia. O pessoal foi montar o rapel e fiquei conversando com alguns amigos. O tempo estava nublado e a temperatura era de 10 graus. Mesmo estando com casaco impermeável e bem agasalhado, acabei me molhando no rapel, pois ele era quase todo no meio da  água. Após a descida troquei de camisa e de casaco, mas com os as botas e a calça molhados não tinha como não sentir frio. Fiquei um bom tempo tremendo e batendo os dentes.

Após todos descerem, continuamos andando por dentro do rio e logo chegamos na segunda cachoeira. E assim foi durante todo o dia, sempre seguindo por dentro do rio e descendo de rapel quando tinha uma cachoeira pela frente. Ao meio dia fizemos uma parada para almoço, onde cada um comeu o lanche que levou. Somente no almoço que conseguimos ficar num local onde o sol batia e foi possível nos aquecer um pouco.

Ao todos foram cinco cachoeiras, sendo que duas delas não descemos pelo meio da água. Numa delas não era preciso descer pelo meio da água, pois ela tinha o formato de um tobogã e o volume de água não era muito. E na outra os guias quebraram nosso galho e encontraram uma via pela lateral da cachoeira. Durante quase todo o dia passamos frio, pois como estávamos no fundo de um vale e no meio da mata fechada, os raios do sol não chegavam até nós. E o pior é que em alguns momentos ventava bastante e a sensação térmica despencava.

No final do dia, para aquecer um pouco subimos um morro até o local onde os carros estavam. Foi um dia intenso, cheio de emoções e muito frio… Mas foi uma experiência maravilhosa! Gostei muito de ter praticado meu primeiro Canionismo e pretendo voltar para fazer de novo em outras rotas. Mas dessa vez quero ir no auge do verão, para que não tenha que sofrer com o frio.

 

Aventuras & Aventureiros – Canionismo

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, falou sobre canionismo. Participaram do programa dois especialistas no assunto; Bruno Banhuk e Rodrigo Hohl Mendes. Os dois são de Guarapuava – PR e a frente da Caetê Vida ao ar Livre, uma agência de turismo ecológico, guiam grupos em atividades de canionismo, rapel, trekking, escalada e muito mais. Para maiores informações entrem em contato com a Caetê pelo telefone (42) 99902-2627.

Você pode assistir ao programa na íntegra, pelo link abaixo:

Livro: Caminhos de Peabiru História e Memória

O amigo Arléto Rocha está lançando o livro Caminhos de Peabiru História e Memória. O livro revela os Caminhos de Peabiru por quatro diferentes visões: a do não indígena, a visão dos Historiadores, a visão dos Geógrafos, e a quarta e mais importante que é a visão do Indígena pelos relatos dos próprios indígenas.

O livro será lançado no próximo domingo, 8 de novembro. O local do lançamento será na praça central da cidade de Peabiru, respeitando todos os cuidados que a pandemia de Covid-19 exige. Interessados em adquirir o livro devem entrar em contato pelo WhatsApp (44) 99975-8280.

O Gambito da Rainha

Vejo muito filmes e séries, mas posto pouco sobre tal assunto. Tenho por hábito postar aqui somente quando gosto muito de um filme ou série. E foi isso que aconteceu quando assisti a mini série O Gambito da Rainha, da Netflix. E não precisa saber jogar xadrez para entender e gostar da mini série. Mas eu sei jogar!

O Gambito da Rainha conta a história de uma órfã, que aprende a jogar xadrez no porão do orfanato. A história se passa na década de 1960 e os figurinos e cenários são perfeitos. O xadrez é a forma que a órfã Beth Harmon (Anya Taylor) vence a solidão do orfanato, cresce e se torna jogadora profissional. Pela frente ela vai enfrentar muitos demônios e tristes lembranças do passado, e o xadrez será sempre seu porto seguro. Sensacional a mini série, super recomendo!

Aventuras & Aventureiros – Ferrovia do Trigo

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje falou sobre a Ferrovia do Trigo. O programa contou com a participação de Bruna Cardoso.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Caminhos de Peabiru

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre os Caminhos de Peabiru e suas trilhas. O programa contou com a participação de Arléto Rocha.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Pico Paraná

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre o Pico Paraná, a montanha mais alto do sul do Brasil. O programa contou com a participação de Roberto Elyeser, Krisley Gongra e Wesley Lemes.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Roberto Elyeser, Vander Dissenha, Wesley Lemes e Krisley Gongra.

Aventuras & Aventureiros – Trilha Salkantay

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre a Trilha Salkantay, uma das trilhas que levam até Machu Picchu, Peru. O programa contou com a participação de Debora Rosa de Paula.

Assista ao programa na íntegra, através do link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Aventuras em Turvo – PR

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre Turvo, uma pequena cidade localizada no Paraná e que tem muitos atrativos turisiticos e de aventura. O programa contou com a a participação de Mauricio Pilati e Camila Maciel.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Turvo – PR 2º dia

Segunda-feira, feriado da Independência, acordei bem disposto e com menos dores pelo corpo. Dispensei o café da manhã para poder ficar um pouco mais na cama. Logo me reuni ao grupo da Gralha Azul Turismo, para começar as atividades do dia. Algumas pessoas do dia anterior tinham ido embora e novas pessoas tinham acabado de chegar. Entre elas alguns amigos das cidades de Campo Mourão e Peabiru.

O dia iniciou com uma viagem de Kombi até uma região cheia de montanhas e muito bonita. Começamos uma caminhada pela mata e passamos por alguma pequenas cachoeiras. Depois entramos em uma caverna. Mais um pouco de caminhada e chegamos numa alta e bela cachoeira, onde seria feito rapel. Mais uma vez não participei e fiquei conversando e observando o pessoal fazendo rapel.

Pouco depois do meio dia teve almoço e em seguida uma longa viagem de Kombi. Paramos em um sítio, onde teve início um aquatrekking. Andamos pela água, por um local muito bonito. Passámos por algumas cachoeiras e terminamos o dia fazendo boia Cross.

O boia cross foi muito gostoso e passamos por algumas quedas velozes o que deu mais emoção a brincadeira. Terminamos o boia cross no final do dia. De negativo apenas que o sol tinha ido embora e a água estava gelada. Teria sido bem melhor se o boia cross tivesse sido realizado mais cedo, com sol quente. Após o boia cross teve um delicioso café, que foi servido quase na beira do rio. Eu estava congelando, pois esqueci de levar roupa seca. Fui salvo pelo empréstimo de um casaco do amigo Alemão. Depois seguimos de Kombi para o hotel, onde me despedi do pessoal e me arrumei para pegar a estrada de volta para casa. Foram dois dias intensos e muito gostosos. E certamente voltarei a Turvo para novas aventuras tão logo seja possível.

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Turvo – PR 1º dia

Aproveitando o feriado de sete de setembro, viajei quase 200 quilômetros até a cidade de Turvo. A cidade fica no meio de morros, possui muitas cachoeiras, matas, araucárias e paisagens deslumbrantes. O Mauricio Pilati a frente da Gralha Azul Turismo, tem feito um ótimo trabalho de receptivo, e explorando de forma correta as muitas atrações que a região de Turvo possui.

No primeiro dia fizemos uma caminhada de quase 20 quilômetros, passando por muita mata preservada, pastos, estradas vicinais, atravessando rios e conhecendo algumas cachoeiras. Almoçamos em um sítio, onde fomos muito bem recebidos. Fui fazer graça numa espécie de touro mecânico manual e levei um belo tombo, que felizmente não causou nenhum dano. No final do dia teve rapel ao lado de uma cachoeira, mas não participei, pois sentia muitas dores nas costas e no tornozelo direito.

No começo da noite jantamos em uma Casa Holandesa, que fica na região rural de Turvo. Foi servida uma deliciosa sopa de ervilhas, que passou horas sendo cozida em forno a lenha. Estava uma delícia e só não comi mais com medo de passar mal. Depois da janta teve sobremesa e um agradável bate papo com os novos amigos feitos durante o dia. Depois seguimos para o hotel, onde após um revigorante banho fui direto para a cama e dormi o sono dos justos, pois estava muito cansado após ter acordado de madrugada para pegar a estrada e do dia intenso que tivemos.

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