Parque Nacional Iguazú (Argentina) Parte: 2

PARQUE NACIONAL IGUAZÚ – MARAVILHA DO MUNDO

PATRIMONIO NATURAL DA HUMANIDADE

As Cataratas do Iguazú encontram-se no interior do Parque Nacional Iguazú, uma área de preservação da natureza que cobre 67.720 hectares no extremo norte da Província de Misiones, na República Argentina. É um sistema de 275 saltos de água no meio da Selva, localizado a 17 quilômetros da foz do Rio Iguazú, nas águas do Rio Paraná, ponto onde se encontram as fronteiras da Argentina, Brasil e Paraguai, onde se erguem as cidades de Porto Iguazú, no lado argentino, Foz do Iguaçu no lado brasileiro e o conglomerado urbano Cidade del Este/Presidente Franco, do lado paraguaio.

  • As Cataratas do Iguazú têm uma largura de 2,7 km (ou 1,7 milhas). A sua altura varia entre 60 metros (200 PES) e 82 metros (ou 269 PES) e a sua média de fluxo de água de 1.800 m ³/s.
  • Uma grande parte da água das cataratas cai na Garganta do Diabo, um grande abismo de 82 metros de altura, 150 metros de largura e 700 metros de comprimento. Este abismo é em forma de U.
  • Dois terços das Cataratas do Iguazú estão no lado Argentino.
  • As Cataratas do Iguazú se formaram como resultado de uma erupção vulcânica.
  • As Cataratas do Iguazú podem ser vistas em muitos filmes, incluindo: A Missão, Indiana Jones e o Reino da caveira de cristal, Mr. Magoo, Miami Vice.

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Parque Nacional Iguazú (Argentina) Parte: 1

Já perdi a conta das vezes em que visitei as Cataratas do Iguaçu, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, no lado brasileiro das Cataratas. O local é muito bonito e merece uma visita. E fazia muito tempo que queria visitar o lado argentino das Cataratas. Se no lado brasileiro você tem um visão de baixo para cima, do lado argentino você tem a visão de cima para baixo das Cataratas.

E aproveitando o final de semana em Foz do Iguaçu, com direito a compras no Paraguai, eu e meus amigos de viagem: Laiane, Alemão e Jobis, além do baiano Bruno, que conhecemos no hostel onde  nos hospedamos, seguimos para à Argentina. Rodamos pouco mais de quarenta quilômetros até chegar ao Parque Nacional del Iguazú. Após uma longa fila para comprar os ingressos,  finalmente entramos no parque. O local é enorme, e para conhecer tudo, um dia inteiro é insuficiente.

Primeiramente fomos visitar a Garganta do Diabo, que é o local mais importante do parque. Andamos um pouco e depois pegamos um trenzinho que roda cerca de três quilômetros. Finalmente chegamos na margem do rio e seguimos por 1.200 metros sobre passarelas que atravessam o rio. Quando você chega perto do mirante que fica próximo as quedas, a sensação é indescritível. O barulho das águas caindo deixa a visita ainda mais emocionante. Demos sorte de visitar o lugar após um período de bastante chuva, que deixou as quedas com muita água, o que destacou sua beleza. E também demos sorte de pegar um dia quente e ensolarado de outono.

Após ficar um longo tempo admirando a beleza das quedas e tirando fotos, voltamos pelas passarelas até o local onde se embarca no trem. Ali tem muitos quatis, que roubam comida dos visitantes mais distraídos. Acaba sendo divertido ficar vendo os bichinhos ladrões. Mas vez ou outra, além da comida os bichinhos levam um pedaço do dedo dos mais distraídos. Pegamos o trem e desembarcamos numa estação que leva ao início da trilha que passa pela parte superior das quedas. Você segue por passarelas e vai visitando muitos saltos, um mais bonito do que o outro. Depois iniciamos a trilha que passa pela parte inferior dos saltos. Essa trilha é menos bonita que a anterior, mas seu final é próximo a um salto onde além de você se molhar, dá para sentir a emoção de ficar próxima a queda de um salto muito forte e que faz um barulho ensurdecedor.

Já era quase fim do dia quando demos mais uma volta pelo interior do parque e fomos embora. Tínhamos caminhado algo próximo a onze quilômetros, andado mais seis quilômetros de trenzinho, e mesmo assim não conseguimos visitar todos os locais dentro do parque. Vai ser preciso novo passeio para conhecer o restante do local e também para visitar novamente os lugares mais bonitos que visitamos. Vale muito visitar as Cataratas do lado argentino, que são muitas vezes mais bonitas do que as Cataratas do lado brasileiro. O ideal é você visitar os dois lados, para então ter uma experiência mais completa sobre o que são as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo.

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No Rio Grande do Sul

Essa semana estive no interior do Rio Grande do Sul e me encontrei com a Laura, minha amiga portuguesa/canadense. Ela está passeando pelo Brasil e foi à Ijuí visitar a família do Gilberto, que teve que cancelar sua vinda ao Brasil na última hora por razões de trabalho. Foi muito bom reencontrar a Laura e pudemos conversar bastante. Fomos jantar no melhor restaurante da cidade e ela pagou a conta. No dia seguinte retribuí e paguei o café da manhã. Na verdade o café da manhã foi um copo de café daqueles de máquina, em um posto de gasolina. Mas o que vale é a intenção!!! Kkkk…

Espero rever a Laura daqui uns dois ou três anos, quando pretendo fazer uma nova visita ao Canadá. E espero rever o Gilberto ainda esse ano, quando ele vier ao Brasil!

Reencontrando minha amiga Laura.
Jantar em Ijuí.
Laura e seu café da manhã.

Novamente em Salvador

Fui novamente à Bahia, dessa vez à Salvador. Essa é minha quarta vez na Bahia, sendo a segunda vez em Salvador. Os baianos que me perdoem (meus amigos Orlando e Miralva principalmente), mas Salvador é a cidade mais “fedida” onde já estive e também é bastante suja. Salvador para mim foi uma grande decepção, pois pela fama que tem imaginava outra cidade. Acho que a maioria dos turistas que gostam de Salvador são aqueles que gostam de carnaval e vão à cidade nessa época de festa. Eu que não gosto de carnaval acabei me decepcionando muito com a cidade. E por gostar de história e de monumentos e construções históricas, outra decepção foi ver o estado de abandono e falta de cuidado em que se encontram muitas construções antigas da cidade, que foi a primeira Capital do Brasil. Em compensação o povo de Salvador é muito simpático e receptivo.

Se não gosto muito de Salvador, adoro o interior da Bahia principalmente o litoral sul, as cidades de Porto Seguro, Arraial D’Ajuda, Trancoso, Prado, Alcobaça e Caravelas, locais muito bonitos.  E pretendo voltar outras vezes à Bahia, menos a Salvador!

Farol da Barra.
Farol da Barra à noite.
No Farol da Barra.
Passeando pela orla de Salvador.

Sombra e água fresca.
Caminhando na praia...
Pelourinho.
Pelourinho.
Entrada do Elevador Lacerda, na cidade alta.
Elevador Lacerda.
Elevador Lacerda e Mercado Modelo.
Elevador Lacerda visto da cidade baixa.
Pelas ruas de Salvador...

Novamente no Paraguai

Aproveitando a viagem até Marechal Cândido Rondon (ver post anterior) e a proximidade da cidade com o Paraguai, acabei indo fazer umas comprinhas no lado de lá da fronteira. O calor estava forte, algo entre 36 e 38 graus. Mesmo assim acabei andando bastante visitando algumas lojas. Antes de ir embora aproveitei para rodar um pouco pelo Paraguai e conhecer mais a região.

Acabei encontrando minha ex e última namorada, Andréia. Fazia alguns meses que não nos víamos, e acabamos nos encontrando numa “esquina” paraguaia.  Realmente esse mundo é pequeno!

Igual ocorreu nas últimas vezes que fui ao Paraguai, entrei e saí do país sem que me parassem, olhassem documento ou revistassem o carro para ver que tipo de mercadoria eu estava levando. Se por um lado não ser parado pela Receita Federal ou Polícia Federal brasileira acaba sendo bom, pois não tem aquele incomodo de ficar respondendo perguntas e ver o carro e as compras sendo vasculhados, por outro lado fico preocupado com essa falta de controle na fronteira. Imagine a quantidade de drogas e armas que entram ilegalmente no Brasil todos os dias, em razão do fraco controle das fronteiras. Dessa forma fica difícil combater a criminalidade que aumenta a cada dia no Brasil, pois se em locais onde existem postos de fiscalização e controle de fronteira não existe uma fiscalização eficiente, imagine como ficam os milhares de quilômetros de fronteira que não possuem nenhum tipo de controle? Desse jeito fica difícil!

Muito calor.
Conhecendo um pouco mais do Paraguai.
Monumento aos 200 anos de República (1811 - 2011).
Ponte Ayrton Senna, na divisa entre Mato Grosso do Sul e Paraná.

Marechal Cândido Rondon

No último final de semana fui a Marechal Cândido Rondon, cidade com uma das maiores colônias de imigrantes alemães no Brasil. Tenho muitos amigos nessa cidade, e já tinha ido várias vezes lá, mas fazia exatos onze anos que não visitava a cidade. Dessa vez fui até lá para visitar meus amigos Marcos e Roseméri. Desde que eles mudaram de Curitiba há uns seis anos, que eu não os via. E além da grande amizade que tenho pelos dois, fui o cupido do casal, fui eu quem apresentou um ao outro e depois fui padrinho de casamento deles.

Mesmo sendo rápida a visita, passei bons momentos na cidade em companhia de meus amigos e também revi familiares da Roseméri, que eu conheço há quase duas décadas. Além de muita conversa, e a noite uma saída para pizza e sorvete, a melhor parte da visita foi conhecer a filhinha do casal. A menina é uma graça e acabei brincando um pouco com ela, que ficava me chamando de tio. Eu que não gostava de crianças, que tinha medo de ter filhos, de uns anos para cá perdi tal medo e descobri que me entendo bem com as crianças. Talvez por que no fundo eu tenho ainda um pouco da criança que fui (e continuo sendo).  Kkkkk

Vou procurar não demorar tantos anos para fazer nova visita aos meus queridos amigos. E disse aos dois que já que fui eu que os “desencalhei”, agora é a vez de eles darem um jeito de me “desencalhar”. Vamos ver se eles são tão bons como cupidos, igual eu fui e me arrumam alguma(s) pretendente(s). Kkkkkkkkkk…

Portal de Marechal Cândido Rondon - Pr.
Sou o "culpado" por essa família " existir"...

Floripa

Mesmo com a chuva atrapalhando um pouco, pude fazer alguns passeios interessantes por Florianópolis. E conheci algumas praias onde nunca estive em minhas visitas anteriores a Ilha de Santa Catarina. E um local bem simpático onde estive duas vezes, foi o distrito de Santo Antonio de Lisboa. No local existe uma igreja centenária e também foi ali realizado o primeiro calçamento em uma rua no Estado de Santa Catarina. Tal fato ocorreu em 1845 durante uma visita do Imperador Dom Pedro II.

Barcos ao mar...
Santo Antonio de Lisboa.
A rua pavimentada mais antiga de Santa Catarina.
Sambaqui.
Ponta das Canas.
Ponta das Canas.

Reveillon em Florianópolis

O reveillon foi bastante molhado, com muita chuva em Florianópolis. Mesmo assim foi bastante divertido. Quase em frente ao prédio onde estava teve show da Paula Fernandes sob muita chuva, na avenida Beira Mar Norte. E na virada do ano teve 15 minutos de queima de fogos, um espetáculo muito bonito. Pena que eu esqueci de carregar a bateria da câmera e quase fico sem fotos da virada. E agora que venha 2012, um ano que promete muitos desafios e coisas boas. Feliz 2012 a todos!!!!

Queima de fogos na virada do ano.
Um brinde a 2012.
Show da Paula Fernandes.
Beira Mar Norte.

Viagem ao Mato Grosso do Sul

Essa semana estive viajando pelo Mato Grosso do Sul. Conhecia pouca coisa desse estado e dessa vez pude conhecer melhor a região. Passei por cidades importantes: Dourados, Naviraí e Campo Grande, que é a décima primeira capital brasileira que venho a conhecer. Fiquei três dias em Campo Grande, onde fiz alguns passeios e visitei uma tia que mora a mais de trinta anos na cidade. A cidade é até bonita, limpa, mas perde em termos de atrativos para cidades aqui do interior do Paraná, como Maringá e Londrina. Mesmo sendo uma capital de estado, o centro da cidade não possui nada interessante e de um modo geral a cidade não tem pontos turísticos marcantes. Mesmo assim valeu o passeio.

Campo Grande - MS
Parque das Nações Indígenas - Campo Grande/MS
Naviraí - MS
Dourados - MS

Umuarama, Guaíra, Salto del Guairá

No final de semana que passou, fiz mais uma viagem “internacional”. Dessa vez fui ao Paraguai fazer umas comprinhas. E não fui a Ciudad de Leste, que fica próximo a Foz do Iguaçu. Fui a Salto del Guairá, perto da cidade de Guaíra. Para quem não sabe, até o início dos anos oitenta, Foz do Iguaçu e Guaíra, rivalizavam para atrair turistas. Foz do Iguaçu com as Cataratas do Iguaçu e Guaíra com as Sete Quedas. Com a construção de Itaipu, as Sete Quedas desapareceram sob o lago de Itaipu, em outubro de 1982 e Guaíra quase virou uma cidade fantasma com o fim do turismo.

Em 1998, com a construção da Ponte Ayrton Senna ligando o Paraná ao Mato Grosso do Sul, a região de Guaíra voltou a crescer. E agora do lado paraguaio está surgindo um comércio parecido com o de Ciudad de Leste. A vantagem é que Salto del Guairá é mais tranqüila, limpa, menos perigosa e os preços são os mesmos de Ciudad de Leste. E a fiscalização é ainda mais precária e ineficiente do que em Foz do Iguaçu. Para quem quer comprar eletrônicos com preço bom e sem pagar imposto, é uma boa! (Também para que pagar imposto? Para que nossos “honrados” políticos tenham mais grana para roubar?) 

A tendência é que o comércio de Salto del Guairá cresça ainda mais e atraía boa parte dos compradores que sempre seguiram para Ciudad de Leste. No meu caso, que estou em Campo Mourão, são quase cem quilômetros a menos de estrada para chegar ao Paraguai via Guaíra, do que indo via Foz do Iguaçu. O estranho é que saí do Paraná, atravessei quase quatro quilômetros de ponte, andei uns cinco quilômetros pelo Mato Grosso do Sul e entrei no Paraguai. Ninguém me pediu documento pessoal ou do carro, seja no lado brasileiro ou paraguaio, tanto na ida quanto na volta. E depois ninguém sabe por onde entra tanta droga e armas no Brasil! E num domingo ensolarado onde o termômetro no centro de Salto Del Guairá marcava 38 graus, nenhum policial ou fiscal da receita estava preocupado em vistoriar carros e pessoas que trafegavam de um país ao outro.

Nessa curta viagem visitei duas cidades aonde não ia há muitos anos. No sábado estive em Umuarama (era caminho), cidade também conhecida como “mulherama”, de tanta mulher que tem por lá. Dormi numa casa que fica quase em frente aos dois maiores ginásios de esportes da cidade, locais onde nos anos de 1986 e 1987 obtive minhas maiores conquistas como jogador de basquete. Foi muito bom rever aquele lugar e relembrar dos amigos e de como era boa aquela vida de jovem esportista. 

E hoje estive em Guaíra, cidade que não visitava desde 1992. E foi nessa visita de 1992 a Guaíra que comecei a usar óculos e nunca mais parei. Lembro que eu estava me sentido sem jeito com o óculos. Daí conquistei uma paraguaia de olhos azuis, que me confidenciou ter sido minha cara de intelectual (graças aos óculos) que a conquistaram. Depois disso nunca mais tive traumas com relação a usar óculos. Cheguei até a usar lentes de contato por um tempo, mas não me acostumei.

 E chega de saudosismos!!!

Chegando a Salto del Guairá.
Êita lugarzinho quente...
Ponte Ayrton Senna.