Whitecliff Park

Outro lugar bonito que conheci na região norte de Vancouver, foi o Whitecliff Park. O parque fica próximo ao mar, numa encosta rochosa. No parque existem muitas belas árvores. O local também possui playground, áreas de piquenique, quadras de tênis e uma praia onde é possível nadar. A área aquática do parque é atualmente o lar de mais de 200 espécies de animais marinhos. Também é a primeira área marinha protegida no Canadá. Leões-marinhos podem ser vistos tomando sol na praia durante o verão. O local também é bastante utilizado para a prática do mergulho.

Algo que achei interessante no parque foram as lixeiras anti-urso. A região norte, com suas montanhas e matas é habitada por muitos ursos. Os ursos quando encontram comida em um determinado lugar, costumam voltar outras vezes a esse local. Por essa razão as lixeiras do parque possuem uma trava escondida, para que o urso não consiga abrir. Minha amiga Laura disse que alguns humanos também não conseguem abrir essas lixeiras… rs!

Whitecliff Park.
Whitecliff Park.
Whitecliff Park.
Whitecliff Park.
Whitecliff Park.
Lixeira anti-urso.

Horseshoe Bay

Finalmente fui conhecer a região Norte de Vancouver, que é onde ficam as montanhas. Quem me conhece bem, sabe que adoro montanhas. Gosto mais de montanhas do que de praias… rs! Fui para o Norte com o Gilberto e a Laura. Saímos de Vancouver com o tempo fechado e chovendo muito. Achei que o passeio seria uma furada, pois com chuva não dá para ver muita coisa. O Gilberto garantiu que ia sair sol, pois tinha olhado a previsão do tempo. Até brinquei com ele, dizendo que dessa vez ele que é o homem da previsão do tempo iria falhar. Mas não é que ele estava certo, pois ao chegarmos a Horseshoe Bay a chuva e as nuvens foram embora e o sol apareceu.

Horseshoe Bay é uma comunidade com cerca de mil residentes. É um lugar muito bonito, entre as montanhas e o mar. No local funciona um Ferry que faz a ligação da região de Vancouver com algumas ilhas. O tempo que ficamos em Horseshoe Bay serviu para admirar a bela paisagem e tranquilidade do local. E também deu para ver uma foca nadando bem próximo a margem, numa água extremamente gelada. Até então eu só tinha visto focas em zoológico e no Sea World. Ver na natureza foi à primeira vez e foi bem mais interessante ver o bichinho ali, nadando tranqüilo em seu ambiente natural.

Horseshoe Bay.
Um Ferry chegando a Horseshoe Bay.
Vander, Laura e Gilberto.
A foca nadando nas águas frias de Horseshoe Bay.
Uma foca na entrada de um Café.
Horseshoe Bay Park.
O Totem Misterioso…

Futebol: Whitecaps 1 x 3 Seatlle

Fui a um jogo de futebol aqui em Vancouver, junto com meu amigo Gilberto. O time local, Whitecaps, que mesmo sendo canadense disputa a MLS (Major League Soccer) que é a principal liga de futebol dos Estados Unidos. O time é o último colocado do campeonato. Já o time do Seattle, que foi o adversário nesse jogo que assisti, está em terceiro lugar. O time de Vancouver tem um brasileiro, Camilo, que é um dos melhores do time. Já no Seattle a estrela do time é o goleiro Kasey Keller, que jogou durante muito tempo na seleção norte americana, tendo inclusive participado de quatro Copas do Mundo: 1990, 1998, 2002 e 2006.

O jogo em si foi bom, pena que o Whitecaps perdeu muitos gols e no final levou uma virada de 3 x 1. O espetáculo em si é que valeu a pena. O jogo foi num estádio provisório, pois o estádio principal da cidade está sendo reformado. Mas esse estádio provisório é melhor do que muito estádio em que já fui no Brasil. Cadeiras com lugares marcados, banheiros limpos, torcida educada, sem xingamentos, sem mexer com as mulheres e sem jogar xixi nos outros. Não teve brigas, inclusive a torcida adversária circulava normalmente entre a torcida do Whitecaps e ninguém se importava com isso. Foi um programa divertido sem dúvida.

MLS
Whitecaps (CAN) 1 X 3 Seatlle (USA)
Whitecaps X Seatlle
Conhecendo o futebol da América do Norte.
Ataque do Whitecaps.
No telão o replay dos melhores lances da partida.
Vander e Gilberto, dois corinthianos torcendo para o Withecaps.
Ingresso do jogo.

Mauricio de Sousa homenageia Sergio Bonelli

Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, fez um desenho para homenagear Sergio Boneli, quadrinista italiano que faleceu nesta segunda-feira (26/09) aos 79 anos. No alto da imagem, vê-se a mensagem “Grazie per tutto, Bonelli!” que quer dizer, em italiano, “Obrigado por tudo, Bonelli!”. Uma estátua do artista está no centro do desenho e alguns personagens criados por Mauricio de Sousa mostram feições tristes ao lado do monumento. Todos estão trajados como personagens com os quais Bonelli trabalhou. Cebolinha está vestido como o cowboy Tex, Cascão é Zagor e Louco é Mágico Vento. Do lado direito da imagem, Mônica é a criminóloga Julia Kendall, Xaveco é Martin Mystère, Penadinho é o detetive do além Dylan Dog e Anjinho é Nathan Never.

Fonte: http://entretenimento.uol.com.br

Homenagem de Mauricio de Sousa a Sergio Bonelli.

Pedalando

No sábado a tarde eu e o Gilberto fizemos um longo passeio de bike. Nesse passeio fiquei conhecendo mais um pouco de Vancouver. Seguimos vários quilômetros por uma ciclovia, que estava bastante movimentada em razão de ser sábado e não estar chovendo. Entre os muitos lugares pelos quais passamos, um que achei interessante foi a Vila Olímpica das Olimpíadas de Inverno de 2010.

Com Gilberto, pedalando num sábado a tarde. (24/09/2011)
A Vila Olímpica das Olímpiadas de Inverno de 2010.
Na Vila Olímpica, e ao fundo o Estádio de futebol e o Ginásio de hóquei no gelo.
Ciclovia movimentada.

Granville Island

Eu e meu amigo Gilberto fomos de bike até Granville Island. Deixamos as bikes cadeadas num local destinado a elas e saímos a caminhar. Visitamos o mercado e outras instalações do local. Acabamos almoçando por lá. Entre as várias opções gastronômicas acabei escolhendo um sanduíche polonês, que foi feito por uma chinesa. Essa mistura não podia dar certo e o resultado foi que o sabor do sanduba não era dos melhores, achei muito apimentado. Diga-se de passagem que o pessoal daqui gosta muito de comida apimentada. Almoçamos sentados em um banco de frente para uma marina, vendo os barcos passando e cuidando para que nenhuma gaivota roubasse nossa comida.

Granville Island é uma península que fica na área comercial de Vancouver. No passado o local era uma área de produção industrial, mas hoje em dia é um importante ponto turístico da cidade. Granville Island oferece comodidades como um grande Mercado Público (Mercado Municipal no Brasil), uma extensa marina, um hotel, boutiques, a Emily Carr Universidade de Arte e Design, vários teatros, galerias de artes plásticas, e uma variedade de áreas comerciais.

Gilberto chegando a Granville Island.
Mercado Público de Granville Island.
Banca de frutas no Mercado Público.
A marina em frente a Granville Island.
Momento de descanso.
O almoço foi um sanduíche polonês acompanhado de um Canadá Dry.
Almoçando o sanduíche apimentado.
Criança perseguindo uma das gaivotas ladras de comida.

Falecimento do Sergio Bonelli

Vou fazer um parênteses nas postagens sobre os dias aqui no Canadá, para falar um pouco de uma pessoa que faleceu hoje. Eu não conhecia pessoalmente tal pessoa, mas ela influenciou muito minha vida em vários sentidos. Quem faleceu foi Sergio Bonelli, editor italiano de quadrinhos e criador entre outros do personagem Zagor, que sempre foi meu personagem de quadrinhos favorito. E eu estar hoje no Canadá é de certa forma por “culpa” de Sergio Bonelli e deu seu pai, Gian Luigi Bonelli, criador do lendário personagem Tex Willer. É que graças às revistas em quadrinhos editadas pela Editora Bonelli, fiz muitas amizades pelo Brasil e pelo mundo nesses trinta e poucos anos que leio e coleciono quadrinhos. E entre esses amigos que fiz está o Gilberto Walker, brasileiro que vive no Canadá e que estou visitando nesses dias. Foi o gosto por quadrinhos Bonelli que iniciou e fortaleceu nossa amizade e depois de muitos anos vim fazer uma visita a ele. Para aqueles que não gostam de quadrinhos, talvez fique difícil de entender o que a morte do Sergio Bonelli significa, mas para mim e para milhares de colecionadores e admiradores da Bonelli Editore espalhados pelo mundo, hoje é um dia triste, um momento de luto e a sensação de que todos ficamos um pouco órfãos a partir de agora.

Faleceu hoje em San Gerardo di Monza, Milão, com a idade de 78 anos, Sergio Bonelli. Nascido a 2 de Dezembro de 1932 em Milão, estava hospitalizado no hospital San Gerardo há uma semana, depois de ter iniciado a acusar problemas de saúde em agosto. Editor, argumentista, conhecido também no início da sua carreira com o pseudónimo de  Guido Nolitta, escolhido para evitar ser confundido com o seu pai Gian Luigi, criador em 1948 de Tex Willer. O herói western que defende os fracos e oprimidos independentemente da sua cor da pele.

Sergio Bonelli, explica um comunicado da editora italiana, morreu após uma curta doença, deixando a esposa e o seu filho Davide. Sergio Bonelli, realça o comunicado, “foi o principal artificie da passagem das revistas em quadrinhos como simples instrumento de entretenimento popular a produto de dignidade cultural, criando, ao longo da sua carreira de cinquenta anos, uma das mais importantes editoras de revistas em quadrinhos no contexto italiano e mesmo mundial“.

Fonte: http://texwillerblog.com/wordpress/

Sergio Bonelli ao lado de Tex, criação de seu pai, Gian Luigi.
Zagor, personagem criado por Sergio Bonelli.

Passeio de bike

Na última sexta-feira fiz meu primeiro passeio de bike por Vancouver. Não fui muito longe, pois além de estar cansando dos muitos quilômetros caminhados no dia anterior, estou meio enferrujado após vários dias sem pedalar. Fui até a praia, que não é muito longe de casa e andei um pouco pela ciclovia compartilhada com pedestres, que segue por toda a praia. Andar de bike aqui em Vancouver é uma maravilha, pois existem centenas de quilômetros de ciclovias seguras e sinalizadas, bem como em muitas ruas existem faixas exclusivas para ciclistas. E na cidade muita gente utiliza a bicicleta como meio de transporte. É raro ver uma moto por aqui, mas bicicletas você vê aos montes. E outro diferencial é que os motoristas respeitam e dão preferência aos ciclistas e pedestres. A diferença com relação ao Brasil é gritante.

As praias por onde andei são de areia grossa e água gelada. Um detalhe que achei interessante é que existem muitos troncos de árvores espalhados pela areia, todos organizados em fileiras. Esses troncos servem como bancos, mesas e outras coisas mais. Fiquei um bom tempo sentado num tronco desses olhando os navios ancorados em frente à praia, esperando para entrar no porto da cidade. E de longe dava para ver o centro da cidade. Perto de mim estavam realizando uma seção de fotos com algumas modelos. Quando fui embora pedalando pela ciclovia acabei sem querer vendo uma modelo trocando de roupa dentro de um carro. Isso acabou fazendo valer ainda mais o passeio nesse dia… rs!

Desenferrujando as pernas.
Faixa exclusiva para ciclistas.
Os troncos pela praia.
Momento de descanso. (23/09/2011)
Ciclovia próxima a praia.

Passeio a pé por Vancouver

Fiz meu primeiro longo passeio a pé pela cidade, indo até o centro de Vancouver, que fica numa ilha. Não sei precisar quantos quilômetros caminhei, mas sei que foram muitos. Saí de casa e caminhei até a praia, depois fui seguindo por calçadas que passam por muitos parques. Eu que achava que Curitiba tinha muitos parques, descobri que aqui tem muito mais. O que não ajudou muito nesse passeio foi o tempo, pois choveu um pouco e fez frio. Mesmo assim foi um passeio divertido e além de conhecer um pouco mais da cidade, pude passar por locais interessantes onde só se pode ir a pé ou de bicicleta. Passei por algumas marinas bonitas e depois atravessei a Burrard Bridge, uma antiga e bela ponte. Primeiro passei por baixo da ponte, um lugar meio sinistro, para depois passar por cima e poder observar a bela vista que se tem lá de cima.

Chegando ao centro da cidade, caminhei por algumas ruas principais observando o movimento e os belos prédios. Atravessei o centro e fui até o outro lado da ilha. Desse lado a vista é ainda mais bonita, pois da para ver as montanhas. Andei bastante ao lado de marinas com muitos barcos e iates ancorados. E vi algo interessante, um aeroporto de hidroaviões. Fiquei um tempo observando as decolagens e aterrissangens na água. Acredito que não seja uma experiência muito boa, principalmente no meu caso, pois não gosto muito de voar. A existência de muitos hidroaviões na cidade é por que em muitas regiões do Canadá só é possível chegar via aérea e pousando na água, em rios.

Sei que passei muitas horas caminhando e descobrindo lugares e coisas interessantes. Gosto de passear dessa forma, caminhando sem pressa e observando tudo. Essa é uma boa maneira de se conhecer uma cidade. Na volta para casa achei melhor ir de ônibus, pois estava cansado de tanto andar. E coincidentemente do meu lado estava sentado um casal de brasileiros, conversando. Fiquei quietinho ouvindo a conversa deles. No exterior nem sempre brasileiro gosta de encontrar brasileiro. Eu particularmente prefiro passar despercebido quando encontro conterrâneos.

Um dos muitos parques por onde passei. (22/09/2011)
Museu Marítimo de Vancouver.
Uma das muitas marinas por onde passei. (22/09/2011)
Atravessando a Burrard Bridge rumo a ilha onde fica o centro de Vancouver.
Pequeno trecho do centro de Vancouver.
Hidroporto (aeroporto de hidroaviões).
Em mais uma marina.
Momento de descanso.
Calçada ao lado do mar, para caminhantes e ciclistas.
Hidroavião “estacionado” na marina.
Mais um pedacinho do centro, no final da tarde. (22/09/2011)

Vancouver

Vancouver é uma cidade litorânea que fica na Columbia Britânica, Canadá. O nome da cidade vem do capitão britânico George Vancouver que explorou a área na década de 1790. Vancouver é a maior área metropolitana no Oeste do Canadá e ocupa a posição de terceira maior do país e de oitava maior cidade propriamente dita. Segundo o censo de 2006, Vancouver tinha uma população de pouco mais de 578.000 habitantes e a sua Área Metropolitana Censitária excede os 2,1 milhões de pessoas. Seus habitantes são etnicamente diversos, com 52% tendo uma língua materna diferente do inglês.

Serrarias estabeleceram-se em 1867 na área conhecida como Gastown, que se tornou o núcleo em torno do qual a cidade cresceu. Vancouver foi incorporada como uma cidade em 1886. Em 1887, a ferrovia transcontinental foi prolongada até a cidade, para aproveitar o seu grande porto natural, que logo se tornou elo vital na rota de comércio entre o Oriente, leste do Canadá e Londres. O Porto de Vancouver é o maior e mais movimentado do Canadá, bem como o quarto maior porto (em tonelagem) da América do Norte. A indústria madeireira continua sendo sua maior fonte de renda, mas Vancouver também é conhecida como um centro urbano cercado pela natureza, fazendo do turismo a sua segunda maior indústria. É também o terceiro maior centro de produção cinematográfica na América do Norte depois de Los Angeles e Nova York, ganhando o apelido de “Hollywood do Norte”.

Vancouver tem sido classificada como “a cidade mais habitável” no mundo há mais de uma década, de acordo com avaliações de revistas de negócios. Ela recebeu muitos congressos e eventos internacionais. Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, e os Jogos Paraolímpicos de Inverno de 2010 foram realizados em Vancouver e nas proximidades de Whistler, comunidade a 125 km ao norte de Vancouver.

Vancouver
Vancouver

Bairro gay de Vancouver

E no passeio que fiz pela cidade com a Laura (post anterior) acabamos indo no bairro gay de Vancouver, o Davie Village. Ela foi buscar um celular numa loja e enquanto esperava por ela dei uma volta pelas redondezas, por pura curiosidade. E o que mais me chamou a atenção foi a cor das lixeiras e pontos de ônibus do bairro, todos são rosa brilhante.

Rua do Davie Village.
Davie Village
Ponto de ônibus.
Lixeira.

2º dia no Canadá

Meu segundo dia no Canadá amanheceu um pouco frio e chovendo. A chuva não é forte, mas é constante. Chove um pouco, para, chove mais um pouco, daí para de novo, chove outra vez e assim vai… Nesse dia aproveitei para me familiarizar com a casa do Gilberto, onde ficarei hospedado e também dei uma olhada rápida pela vizinhança. O bairro é residencial, com casas antigas em sua maioria, mas bonitas. É uma arquitetura bem diferente da que existe no Brasil.

À tarde fiquei conhecendo a Laura, amiga do Gilberto e também o Ethan, filho dela e que é praticamente um filho para o Gilberto. Acabei saindo com a Laura e o Ethan, de carro. Assim pude conhecer um pouco mais da cidade. A chuva durou o dia todo, naquele ritmo de chover, parar, chover de novo. É uma chuva fraca, mas que incomoda.

No final da tarde fui assistir ao treino de futebol do Ethan, em um colégio. Achei interessante a quantidade de meninas, de várias idades que também estavam treinando futebol. Tanto aqui no Canadá quanto nos Estados Unidos, o futebol (soccer) é muito praticado por meninas, algo bem diferente do que ocorre no Brasil.

Para terminar o dia, fomos jantar fora. Fomos eu, Laura, Gilberto, Ethan e a Yoko, uma japonesa que está fazendo intercambio em Vancouver e que ficou hospedada na casa da Laura. Fomos em um restaurante bem charmoso e depois de olhar detalhadamente o cardápio escolhi algo que não causaria surpresas, pois sou chato para comer e sempre me dou mal quanto tento experimentar alguma comida nova. Pedi um hambúrguer, que veio no prato junto com uma salada de repolho e batata frita. Estava uma delícia!

A casa onde estou hospedado em Vancouver.
Conhecendo a vizinhança.
Vendo treino de futebol.
Jantar: Gilberto, Laura, Vander, Ethan e Yoko.