Pico Agudo – Sapopema

O despertador do celular me acordou às duas da manhã. Meu amigo André roncava ao lado, enrolado no meu saco de dormir, que ele tinha “roubado” durante a noite enquanto eu dormia. Fui ao banheiro fazer a higiene matinal e logo voltei para a barraca. Olhando em volta vi que mais algumas pessoas já tinham acordado no camping. Fui me vingar do André, que tinha me acordado quando chegou tarde da noite. Liguei a lanterna, virei a luz nele e comecei a gritar… Ele ficou puto, me xingou e tentou voltar a dormir, o que seria impossível. Ele sempre acorda mal humorado, e sendo acordado de uma forma tão delicada com certeza seu humor não seria dos melhores nas primeiras horas do dia.

Após pouco mais de meia hora todos estavam prontos e saímos em dois carros. Seguimos por uma estrada de terra cheia de curvas, subindo rumo aos pés do Pico Agudo. Há pouco mais de dez anos estive em outro Pico Agudo, que fica na região de Campos do Jordão, no Estado de São Paulo. O outro Pico Agudo possui plataformas para salto de asa delta, e do alto dele, onde se chega de carro por uma estrada ruim, se tem uma vista de 360 graus do Vale do Paraíba. Já o Pico Agudo paranaense, é considerado o pico mais alto do Norte do Paraná, com 1.100 metros de altitude. Do alto dele se tem uma vista muito bonita da região. Nos últimos anos ele se tornou um lugar bastante procurado, e meio que virou modinha tirar fotos no alto do pico. E como subir ele não é tão difícil, cada vez mais pessoas vão até seu cume.

Chegamos no posto de entrada do Pico Agudo pouco depois das três da manhã, e após preencher uma ficha de controle e pagar uma taxa de entrada, tivemos um pequeno briefing com o guia que nos acompanharia até o alto do pico. Eu que estava preocupado com meu joelho dolorido, me espantei com o mesmo não estar doendo e após andar um tempo no final do nosso grupo, passei a caminhar na frente logo atrás do guia. Segui num bom ritmo e não sentia nenhuma dor. Será que foi resultado da mina milagrosa do dia anterior? A primeira parte da subida foi tranquila, sem grandes dificuldades causadas pelo terreno e em muitos trechos a trilha era bem larga. Quando chegamos nos paredões, o problema maior foi o trânsito de pessoas subindo. Tinha muita gente, e alguns eram visíveis que tinham pouco preparo físico e iam subindo lentamente e muitas vezes parando pelo caminho, travando a subida de quem vinha atrás. O jeito foi negociar “ultrapassagens” e seguir paredão acima utilizando os degraus de ferro, cordas e correntes existentes na encosta do morro. Fui economizando a lanterna, apagando-a sempre que não via necessidade de ficar com ela ligada. A trilha para subir tem cerca de três quilômetros e meio, e com algumas paradas fizemos ela em uma hora e vinte minutos.

Chegamos no cume pouco depois das cinco da manhã e o sol começava a despontar no horizonte. Ao chegar no cume fiquei espantado com a quantidade de pessoas que estavam lá no alto. Já subi muitas montanhas em minha vida e nunca vi uma tão congestionada. Mal tinha lugar para se sentar e esperar o sol nascer. Fazia um pouco de frio, mas nada que um casaco não muito grosso não resolvesse. Conforme o sol foi levantando no horizonte a paisagem foi ficando cada vez mais bonita. Em alguns locais tinham filas para tirar fotos. Absurdo total! O lado onde fica o rio Tibagi, e que permite as fotos mais bonitas do alto do pico, infelizmente estava com muita neblina e não dava para ver quase nada daquele lado.

Tirei fotos minhas e dos amigos, andei de um lado a outro pelo cume, a procura de um novo ângulo para fotos ou observando algo novo na paisagem. E meu amigo Alemão me chamou para fotografar seu esperado pedido de casamento. Felizmente a Stefane mesmo ralada por conta da queda do cavalo no dia anterior, conseguiu subir o pico. Ele foi com ela até uma pedra que é famosa pelas belas fotos que proporciona lá do alto do pico. Mas por conta da neblina daquele lado, a paisagem não era das melhores. Lá na pedra ele se ajoelhou e fez o pedido de casamento. Fiquei de longe fotografando e foi difícil conseguir fotografar sem que não aparecesse mais ninguém além do novo casal de noivos. Algumas fotos ficaram com o pé de um cidadão aparecendo, pois não tinha mais o que fazer para evitar de que pessoas ou parte delas aparecessem nas fotos. Notei muita gente se arriscando na borda da montanha para tirar fotos. Infelizmente acho que não vai demorar para ver no noticiário que alguém despencou lá do alto…

Ficamos mais um tempo no alto do pico e finalmente revolvemos descer, pois tão cedo a neblina que existia do lado do rio não ia desaparecer. No caminho da descida encontramos alguns amigos da cidade de Peabiru. A descida foi bem travada, pois tinham muitas pessoas descendo e também subindo. Muitos que preferiram acordar mais tarde, estavam agora subindo. Sei que a descida demorou mais do que a subida, por conta do congestionamento na trilha. No final tiramos uma foto do nosso grupo reunido e partimos rumo ao camping.

Subir o Pico Agudo foi uma experiência boa e ao mesmo tempo frustrante. Não esperava o excesso de pessoas lá no alto. E a neblina de um dos lados no pico, acabou atrapalhando bastante. Pretendo voltar lá novamente, mas será no auge do inverno e durante a semana, para não correr o risco de encontrar novamente o cume do Pico Agudo super lotado.

De volta ao camping desmontamos acampamento e pegamos a estrada. A viagem de volta foi tranquila e fizemos uma breve parada em Londrina, para almoçar. Depois voltamos para a estrada e chegamos em casa no meio da tarde. Foi um final de semana gostoso e divertido, e valeu muito a pena ter ido para Sapopema, apesar das pequenas decepções. No geral foi muito valida a experiência!

Sapopema

Há tempos queria ir para Sapopema e visitar o Pico Agudo, local famoso pela vista encantadora que se tem do alto do seu cume. E após o Natal recebi um convite para ir com alguns amigos passar o final de semana num camping próximo a Sapopema. Mesmo com o joelho inchado e sofrendo com dores há vários dias, não pensei muito e aceitei o convite. E assim arrumei minhas coisas para o final de semana, e sem dormir parti rumo a Sapomema no meio da madrugada de sábado.

A viagem de pouco mais de 300 quilômetros foi tranquila. Apenas tivemos alguns perdidos ao passar por Londrina, mas de resto foi tudo bem. Chegamos na região de Sapopena nas primeiras horas do sábado, e fazia um dia ensolarado e com algumas nuvens no céu, mas nada que trouxesse chuva. Ficamos no camping de uma pousada rural. O local era muito bonito e tinha boa estrutura para camping. Tudo muito simples, mas que satisfazia nossas necessidades. Armei minha velha barraca, que estava completando 20 anos de ótimos e bons serviços prestados. Se essa barraca falasse, ela teria muitas e ótimas histórias para contar.

Ao todo nosso grupo era formado por 12 pessoas, sendo que conhecia mais da metade do pessoal. Dividi a barraca com meu amigo André Luiz. Após todos instalados no camping, o pessoal foi explorar a região e eu preferi ficar na barraca dormindo, pois tinha passado a noite sem dormir e também precisava repousar meu joelho machucado para a subida do Pico Agudo na madrugada seguinte.

Almoçamos na casa dos donos da Pousada, um almoço rural muito saboroso, onde exagerei um pouco nos torresmos. Depois de almoçar, para fazer a digestão fui dar uma volta com meu amigo Alemão. Ele foi me mostrar uma gruta, onde segundo a lenda local um curandeiro veio a morrer no local muitos anos atrás, onde existia uma pequena mina. Após sua morte algumas pequenas curas foram alcançadas ao usarem ou beberem a água da pequena mina, e no local construíram uma gruta. Como não custa acreditar, resolvi molhar meu joelho machucado com a água da mina, pois beber não dava, a água estava muito suja. O fato é que na madrugada seguinte consegui subir o Pico Agudo, andando na frente da maioria do pessoal e desde então meu joelho quase que parou de doer. Se foi resultado da água da gruta ou não, jamais saberei!

Quando voltamos do passeio ficamos sabendo que a Stefane, namorada do Alemão, tinha caído de um cavalo e se machucado um pouco. Ele ficou extremamente preocupado, pois pouco antes tinha me confidenciado que pediria a mão dela em casamento na manhã seguinte no alto do Pico Agudo. Caso ela não pudesse subir o Pico, os planos dele teriam literalmente caído do cavalo…

No meio da tarde fomos conhecer uma cachoeira bem famosa na região. O pessoal aproveitou para entrar na água e pular no rio do alto de uma rocha. Eu fui o único a não entrar na água e fiquei sentando num canto olhando o pessoal e preservando meu joelho, que até então estava bastante inchado e dolorido. No final da tarde demos uma volta pelas proximidades da cachoeira, e consegui furar minha mão em vários lugares ao me enroscar num espinheiro.

De volta ao camping, era hora de tomar banho, jantar e preparar as coisas para a subida do Pico, de madrugada. Alguns foram jantar na pequena comunidade que ficava próxima ao local onde estávamos acampados. Eu preferi ficar no camping e ir dormir cedo. Não eram nem oito horas e eu já estava dormindo o sono dos justos dentro da barraca. Acordei algumas horas depois quando meu amigo André chegou e me acordou ao entrar na barraca. Mas minha vingança viria pouco depois…

Stefane e o cavalo do qual caiu…

Aventuras & Aventureiros – Viagem de ônibus pela América do Sul

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, falou sobre uma viagem de ônibus que passou por alguns países da América do Sul. Quem contou sobre essa viagem foi o Rodrigo “Alemão” Weiss.

Você pode assistir ao programa na íntegra, pelo link abaixo:

Parque das Aves

Uma das poucas atrações de Foz do Iguaçu que eu ainda não conhecia é o Parque das Aves. Nunca tive interesse em conhecer o lugar, pois achava que não seria interessante. Grande engano! Dessa vez fui visitar o Parque das Aves porque minha sobrinha queria conhecer e acabei adorando o lugar. Achei muito interessante o trabalho que fazem no Parque e vale a pena conhecer a enorme quantidade de animais que são preservados. Se você passar por Foz do Iguaçu, faça uma visita!

O Parque das Aves é a única instituição do mundo focada na conservação das aves lindas e exuberantes da Mata Atlântica, oferecendo uma experiência de contato próximo, imersivo e encantador com elas. Visitando o Parque das Aves você também conhece o que fazemos para ajudar a reverter a crise de conservação que essas aves e a Mata Atlântica estão vivendo. Aqui você pode ter uma experiência completa de conexão e conhecimento sobre as aves e as suas florestas, um patrimônio natural de importância global ao seu alcance. As aves da Mata Atlântica são lindas, exuberantes e únicas, e o Parque oferece ao seus visitantes a oportunidade de viver uma experiência imersiva de conexão com elas e as florestas que habitam. Isso fez com que o Parque das Aves se tornasse o atrativo mais visitado de Foz do Iguaçu depois das Cataratas. O Parque das Aves trabalha por um mundo melhor, onde as pessoas possam viver em harmonia com a natureza. Para isso, mantém 16 hectares de Mata Atlântica e mais de 1.300 aves, de cerca de 130 espécies, sendo mais de 50% proveniente de apreensões. O Parque também participa de diversos programas de conservação.

De volta as Cataratas do Iguaçu

Após 10 anos voltei a visitar as Cataratas do Iguaçu, do lado brasileiro. Ano passado estive visitando o lado argentino, que para mim é mais bonito. Mas o lado brasileiro também teus seus encantos. Minha primeira visita foi há 35 anos, também em um mês de dezembro. Daquela época para cá muita coisa mudou para melhor no parque. E proibir a entrada dos carros dos turistas foi a melhor coisa que fizeram. Lembro que nessa primeira visita que fiz em 1985, tinha um carro caído dentro do rio. Para sorte do motorista o carro ficou enroscado numa pedras e não foi queda abaixo. Dessa vez levei minha sobrinha, que não conhecia as Cataratas do Iguaçu.

Com minha sobrinha, Erica.

Arvorismo

Estou passando uns dias em Foz do Iguaçu e tive a oportunidade de fazer arvorismo, que é algo que há muito tempo queria fazer. O arvorismo é uma prática esportiva de aventura que consiste na travessia de um percurso suspenso entre plataformas montadas nas copas das árvores. Esse percurso é preparado utilizando cabos de aço e cordas, com o objetivo maior de aumentar o desafio.

No Wish Resort, onde fiquei hospedado, era oferecida a pratica do arvorismo aos  hospedes e fui aproveitar a experiência. Quando olhei a estrutura montada no alto das árvores, imaginei que seria chato e sem emoção. Mas no final teve emoção e até um certo medinho em alguns momentos. Durou cerca de 25 minutos o percurso de arvorismo e foi uma experiência bastante interessante. Super recomendo!

Aventuras & Aventureiros – Dicas de Caminhadas

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, deu dicas sobre caminhadas de longa distância e também informou detalhes sobre a caminhada noturna que acontecerá em breve na cidade de Campo Mourão. Participaram do programa o casal Karina Legnani e Andrey Legnani.

Andrey, Vander e Karina.

AVENTURAS & AVENTUREIROS -Estrada da Morte, Bolívia

Hoje no programa Aventuras & Aventureiros, falamos sobre a ESTRADA DA MORTE, que é um dos roteiros mais procurados por ciclistas do mundo todo. Curiosamente, após ser considerada na década de 1990 a estrada mais perigosa do mundo pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a ESTRADA DA MORTE se transformou em atração turística. Desde que ela foi aberta para o turismo, há registros da morte de 25 ciclistas, todos turistas. Em uma descida contínua e brusca, o caminho vai de 4.700 metros à 1.200 metros de altitude em menos de 65 km de extensão! Quase uma queda livre!

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Canionismo em Guarapuava

Mais uma vez viajei 200 quilômetros até a cidade de Guarapuava, para participar de uma atividade na natureza. Dessa vez fiz pela primeira vez Canionismo, que consiste na exploração progressiva de um rio, transpondo os obstáculos que encontrar pela frente. Resumindo, entramos em um rio e fomos seguindo em frente sem sair do rio. Entre os obstáculos que encontramos tinham cinco cachoeiras, sendo a menor com 18 metros e a maior com 50 metros. Os guias eram o Bruno e o Rodrigo, da Caetê Vida ao Ar Livre. Foi com eles que meses antes fiz o rapel de 75 metros no Salto das Pombas, um local próximo a Guarapuava. No grupo que ia participar do Canionismo também estava alguns amigos de Campo Mourão.

Nos encontramos na rodoviária de Guarapuava e depois seguimos até um posto na BR 277, sentido Curitiba, bem no início da Serra da Esperança. No estacionamento do posto colocamos os equipamentos e teve uma breve reunião. Em seguida seguimos de carro por alguns minutos e paramos no acostamento. Após atravessar a rodovia, seguimos morro abaixo e logo entramos no mato, que no local era bastante fechado e preservado. Logo chegamos no rio e ali começou o Canionismo. Seguimos por dentro do rio, que era raso e cheio de pedras. Não demorou muito e chegamos na primeira cachoeira do dia. O pessoal foi montar o rapel e fiquei conversando com alguns amigos. O tempo estava nublado e a temperatura era de 10 graus. Mesmo estando com casaco impermeável e bem agasalhado, acabei me molhando no rapel, pois ele era quase todo no meio da  água. Após a descida troquei de camisa e de casaco, mas com os as botas e a calça molhados não tinha como não sentir frio. Fiquei um bom tempo tremendo e batendo os dentes.

Após todos descerem, continuamos andando por dentro do rio e logo chegamos na segunda cachoeira. E assim foi durante todo o dia, sempre seguindo por dentro do rio e descendo de rapel quando tinha uma cachoeira pela frente. Ao meio dia fizemos uma parada para almoço, onde cada um comeu o lanche que levou. Somente no almoço que conseguimos ficar num local onde o sol batia e foi possível nos aquecer um pouco.

Ao todos foram cinco cachoeiras, sendo que duas delas não descemos pelo meio da água. Numa delas não era preciso descer pelo meio da água, pois ela tinha o formato de um tobogã e o volume de água não era muito. E na outra os guias quebraram nosso galho e encontraram uma via pela lateral da cachoeira. Durante quase todo o dia passamos frio, pois como estávamos no fundo de um vale e no meio da mata fechada, os raios do sol não chegavam até nós. E o pior é que em alguns momentos ventava bastante e a sensação térmica despencava.

No final do dia, para aquecer um pouco subimos um morro até o local onde os carros estavam. Foi um dia intenso, cheio de emoções e muito frio… Mas foi uma experiência maravilhosa! Gostei muito de ter praticado meu primeiro Canionismo e pretendo voltar para fazer de novo em outras rotas. Mas dessa vez quero ir no auge do verão, para que não tenha que sofrer com o frio.

 

Aventuras & Aventureiros – Canionismo

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros, falou sobre canionismo. Participaram do programa dois especialistas no assunto; Bruno Banhuk e Rodrigo Hohl Mendes. Os dois são de Guarapuava – PR e a frente da Caetê Vida ao ar Livre, uma agência de turismo ecológico, guiam grupos em atividades de canionismo, rapel, trekking, escalada e muito mais. Para maiores informações entrem em contato com a Caetê pelo telefone (42) 99902-2627.

Você pode assistir ao programa na íntegra, pelo link abaixo:

Livro: Caminhos de Peabiru História e Memória

O amigo Arléto Rocha está lançando o livro Caminhos de Peabiru História e Memória. O livro revela os Caminhos de Peabiru por quatro diferentes visões: a do não indígena, a visão dos Historiadores, a visão dos Geógrafos, e a quarta e mais importante que é a visão do Indígena pelos relatos dos próprios indígenas.

O livro será lançado no próximo domingo, 8 de novembro. O local do lançamento será na praça central da cidade de Peabiru, respeitando todos os cuidados que a pandemia de Covid-19 exige. Interessados em adquirir o livro devem entrar em contato pelo WhatsApp (44) 99975-8280.

O Gambito da Rainha

Vejo muito filmes e séries, mas posto pouco sobre tal assunto. Tenho por hábito postar aqui somente quando gosto muito de um filme ou série. E foi isso que aconteceu quando assisti a mini série O Gambito da Rainha, da Netflix. E não precisa saber jogar xadrez para entender e gostar da mini série. Mas eu sei jogar!

O Gambito da Rainha conta a história de uma órfã, que aprende a jogar xadrez no porão do orfanato. A história se passa na década de 1960 e os figurinos e cenários são perfeitos. O xadrez é a forma que a órfã Beth Harmon (Anya Taylor) vence a solidão do orfanato, cresce e se torna jogadora profissional. Pela frente ela vai enfrentar muitos demônios e tristes lembranças do passado, e o xadrez será sempre seu porto seguro. Sensacional a mini série, super recomendo!

Aventuras & Aventureiros – Ferrovia do Trigo

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje falou sobre a Ferrovia do Trigo. O programa contou com a participação de Bruna Cardoso.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Caminhos de Peabiru

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre os Caminhos de Peabiru e suas trilhas. O programa contou com a participação de Arléto Rocha.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Pico Paraná

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre o Pico Paraná, a montanha mais alto do sul do Brasil. O programa contou com a participação de Roberto Elyeser, Krisley Gongra e Wesley Lemes.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Roberto Elyeser, Vander Dissenha, Wesley Lemes e Krisley Gongra.

Aventuras & Aventureiros – Trilha Salkantay

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre a Trilha Salkantay, uma das trilhas que levam até Machu Picchu, Peru. O programa contou com a participação de Debora Rosa de Paula.

Assista ao programa na íntegra, através do link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Aventuras em Turvo – PR

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre Turvo, uma pequena cidade localizada no Paraná e que tem muitos atrativos turisiticos e de aventura. O programa contou com a a participação de Mauricio Pilati e Camila Maciel.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Turvo – PR 2º dia

Segunda-feira, feriado da Independência, acordei bem disposto e com menos dores pelo corpo. Dispensei o café da manhã para poder ficar um pouco mais na cama. Logo me reuni ao grupo da Gralha Azul Turismo, para começar as atividades do dia. Algumas pessoas do dia anterior tinham ido embora e novas pessoas tinham acabado de chegar. Entre elas alguns amigos das cidades de Campo Mourão e Peabiru.

O dia iniciou com uma viagem de Kombi até uma região cheia de montanhas e muito bonita. Começamos uma caminhada pela mata e passamos por alguma pequenas cachoeiras. Depois entramos em uma caverna. Mais um pouco de caminhada e chegamos numa alta e bela cachoeira, onde seria feito rapel. Mais uma vez não participei e fiquei conversando e observando o pessoal fazendo rapel.

Pouco depois do meio dia teve almoço e em seguida uma longa viagem de Kombi. Paramos em um sítio, onde teve início um aquatrekking. Andamos pela água, por um local muito bonito. Passámos por algumas cachoeiras e terminamos o dia fazendo boia Cross.

O boia cross foi muito gostoso e passamos por algumas quedas velozes o que deu mais emoção a brincadeira. Terminamos o boia cross no final do dia. De negativo apenas que o sol tinha ido embora e a água estava gelada. Teria sido bem melhor se o boia cross tivesse sido realizado mais cedo, com sol quente. Após o boia cross teve um delicioso café, que foi servido quase na beira do rio. Eu estava congelando, pois esqueci de levar roupa seca. Fui salvo pelo empréstimo de um casaco do amigo Alemão. Depois seguimos de Kombi para o hotel, onde me despedi do pessoal e me arrumei para pegar a estrada de volta para casa. Foram dois dias intensos e muito gostosos. E certamente voltarei a Turvo para novas aventuras tão logo seja possível.

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Turvo – PR 1º dia

Aproveitando o feriado de sete de setembro, viajei quase 200 quilômetros até a cidade de Turvo. A cidade fica no meio de morros, possui muitas cachoeiras, matas, araucárias e paisagens deslumbrantes. O Mauricio Pilati a frente da Gralha Azul Turismo, tem feito um ótimo trabalho de receptivo, e explorando de forma correta as muitas atrações que a região de Turvo possui.

No primeiro dia fizemos uma caminhada de quase 20 quilômetros, passando por muita mata preservada, pastos, estradas vicinais, atravessando rios e conhecendo algumas cachoeiras. Almoçamos em um sítio, onde fomos muito bem recebidos. Fui fazer graça numa espécie de touro mecânico manual e levei um belo tombo, que felizmente não causou nenhum dano. No final do dia teve rapel ao lado de uma cachoeira, mas não participei, pois sentia muitas dores nas costas e no tornozelo direito.

No começo da noite jantamos em uma Casa Holandesa, que fica na região rural de Turvo. Foi servida uma deliciosa sopa de ervilhas, que passou horas sendo cozida em forno a lenha. Estava uma delícia e só não comi mais com medo de passar mal. Depois da janta teve sobremesa e um agradável bate papo com os novos amigos feitos durante o dia. Depois seguimos para o hotel, onde após um revigorante banho fui direto para a cama e dormi o sono dos justos, pois estava muito cansado após ter acordado de madrugada para pegar a estrada e do dia intenso que tivemos.

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Rapel em Jussara

Hoje foi dia de fazer rapel em um viaduto desativado da linha férrea, próximo a cidade de Jussara. O rapel foi organizado pelo meu amigo Alemão, como forma de comemorar seu aniversário de 34 anos. No rapel tive a oportunidade de encontrar alguns amigos e também de fazer novas amizades.

Mesmo já tendo feito  rapel outras  vezes, sempre fico  com frio na barriga. E esse  rapel era complicado a saída, pois não tinha apoio para os pés. Medo de lado, foi mais uma experiência inesquecível e com a adrenalina nas alturas literalmente.

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Aventuras & Aventureiros – Caminho da Fé

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre o Caminho da Fé, a versão brasileira do Caminho de Santiago de Compostela. Participaram do programa, Donizeti Aparecido da Silva, Andrey Legnani e Karina Legnani.

AVENTURAS & AVENTUREIROS 12 - 18.08.2020

Para assistir ao programa na íntegra, acesso o link abaixo:

Donizeti, Vander, Andrey e Karina.

Aventuras & Aventureiros – Rapel

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre Rapel e teve a participação de Éder Andrade e do Gaúcho, dois experiêntes praticantes e instrutores de rapel.

AVENTURAS & AVENTUREIROS 11 - 11.08.2020

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Éder Andrade, Vander Dissenha e Gaúcho.

Para assistir o programa na íntegra, acesse o link abaixo:

https://youtu.be/3A1CrUF1zCI

Betty Boop – 90 anos

Hoje Betty Boop faz 90 anos. Ela é uma personagem criada por Max Fleischer e desenhada por Grim Natwick. Betty Boop fez sua primeira aparição em 9 de agosto de 1930, em Dizzy Dishes, o sexto episódio na série Talkartoon de Fleischer.

Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma cinta-liga. A personagem estreou em 9 de agosto de 1930, no curta Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz. Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou Boop-Oop-a Doop-Girl, de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações.

Apesar de ter sido atenuada em meados dos anos 1930, como resultado do Código Hays para parecer mais recatado, ela se tornou uma das personagens de desenhos animados mais conhecidas e populares do mundo.

Os comerciantes redescobriram Betty Boop na década de 1980. Os produtos inspirados em Betty Boop se distanciam muito dos desenhos animados, uma vez que muito não têm conhecimento dela como uma criação cinematográfica. Grande parte desse produtos a colocam na sua forma mais sexy, tornando a personagem popular em todo mundo.

A propriedade dos desenhos animados de Betty Boop mudou de mãos ao longo das décadas devido a uma série de fusões, aquisições e alienações.  Atualmente, a Olive Films (sob licença da Paramount) detém os direitos de hoem vídeo e a Trifecta mantém direitos de transmissão televisiva. A personagem e a marca registrada são de propriedade do Fleischer Studios, com produtos licenciados pela King Features Syndicate.

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Com a Betty Boop, no Island Adventure, em Orlando (2002).

Livro Into The Wild – 1ª Edição

O livro Into The Wild, de Jon Krakauer, foi lançado em 1997 nos Estados Unidos e logo fez grande sucesso. Depois se tornou filme também de sucesso. A história trágica de Christopher McCandless, conquistou o coração e a mente de jovens e adultos em todo o mundo.

A primeira edição do livro Into The Wild, se tornou uma raridade e as poucas edições que eventualmente são colocadas a venda em sites ou sebos, já alcançam preços na casa dos U$ 150,00 (R$ 799,50 no câmbio de hoje).

Abaixo algumas fotos de uma primeira edição do livro Into The Wild:

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Livros: Na Natureza Selvagem

Publicado em 2007 nos Estados Unidos, o livro Into the Wild (Na Natureza Selvagem), logo fez bastante sucesso e se tornou filme também de sucesso. No Brasil, o livro foi publicado em 1998. Em 2017 foi publicado uma edição com um posfácio do autor, Jon Krakauer, onde ele revisa sua opinião sobre a real causa da morte de Christopher McCandless. Essa nova edição tem poucas páginas a mais no final, e não muda em praticamente nada a história.

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Edição de 1998.

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Edição de 2017, com o posfácio.

O Magic Bus vai para um museu…

Após ser retirado do seu local original (ver postagens de junho) e correr até mesmo o risco de virar sucata, o Magic Bus (ônibus 142), vai parar em um museu. O famoso ônibus que ficou conhecido através do livro que virou filme; Na Natureza Selvagem (Into the Wild), finalmente vai ganhar um lugar digno para ficar e ser preservado.

O Departamento de Recursos Naturais do Alasca, anunciou que o famoso ônibus 142 ficará exposto no Museu do Norte da Universidade do Alasca, em Fairbanks. O museu fica cerca de duas horas de distância do local de onde o ônibus foi retirado em junho último. Foi informado que o museu foi a instituição que melhor atendeu as condições exigidas para ter o ônibus em suas instalações. No museu o ônibus terá a garantia de que será um objeto histórico e cultural preservado. O ônibus 142 ao ser exposto no museu de Fairbanks, também irá preservar a história de todas as pessoas que se arriscaram e algumas que perderam a vida indo até ele.

Mesmo o museu de Fairbanks sendo a casa oficial do ônibus daqui para frente, ele ainda é de posse do Departamento de Recursos Naturais do Alasca e eventualmente poderá sair em exposição itinerante.

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Museu do Norte da Universidade do Alasca.

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O ônibus 142 quando seguia para Fairbanks.

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O ônibus 142 ainda em seu local original.

Aventuras & Aventureiros – Circuito Vale Europeu

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre o Circuito Vale Europeu. Participaram do programa Eduardo Viana e Horacio Bagatolli,  que contaram sobre suas viagens de bike pelo Vale Europeu em Santa Catarina.

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Horacio Bagatolli, Vander Dissenha e Eduardo Viana.

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Horacio Bagatolli e Vander Dissenha.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link  abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Caminho do Itupava

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros falou sobre o Caminho do Itupava, que fica na serra do mar paranense. Os convidados que participaram do programa foram Gessiane Pereira, Arléto Rocha e Marcella Chinaglia.

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Para assistir ao programa acesse o link abaixo: