Sargento Fahur

O Sargento Gilson Cardoso Fahur é paranaense, natural de Londrina, casado, católico e por 35 anos atuou como policial militar rodoviário. Foi integrante da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Metropolitanas) da 4ª Companhia da Polícia Rodoviária Estadual do Paraná (PRE), cuja lotação é na cidade de Maringá.

Ele se tornou nacionalmente conhecido pelo sucesso nas operações que liderou e também pela linha dura em sua atuação como policial militar rodoviário quando, juntamente com sua equipe, realizou grandes apreensões de entorpecentes que ganharam o noticiário local e nacional. Somado a isso, também se tornou notório por suas declarações enérgicas contra criminosos em entrevistas a reportagens jornalísticas que viralizaram pelas redes sociais, particularmente aquelas contra o narcotráfico. Frequentemente, Sargento Fahur se declara contra a legalização das drogas, a favor da pena de morte e defende o direito da população civil a ter posse e porte de armas.

Em suas páginas no Facebook, ele conta atualmente com mais de 2 milhões de seguidores, além de possuir outras dezenas de milhares no Twiter, Instagram e YouTube. Em suas postagens nas redes sociais, ele costuma publicar frequentes mensagens contra criminosos.

Em junho de 2013, Sargento Fahur e sua equipe foram homenageados pela Câmara Municipal de Vereadores de Maringá pelos serviços prestados à corporação e ao Estado, com a entrega do título Mérito Comunitário e Brasão do Município.

Nas eleições de 2014, Sargento Fahur foi candidato a Deputado Federal representando o Estado do Paraná, quando obteve 50.608 votos (0.89%) e, embora não eleito, tornou-se primeiro suplente na respectiva coligação.

Em maio de 2015, o programa humorístico Pânico na Band apresentou o personagem cômico “Sargento Fagur”, em referência ao policial paranaense, sendo interpretado pelo humorista Márvio Lúcio, o “Carioca”. Em abril de 2017 o personagem voltou a aparecer na atração.

Em 2017, com a aposentadoria compulsória prevista na legislação estadual do Paraná, entrou para a Reserva Remunerada da Polícia Militar do Estado do Paraná, após 35 anos servindo na corporação.

Em março de 2018, com pretensões a uma cadeira na Câmara dos Deputados, filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD). Inicialmente, era previsto que Fahur se filiasse ao Partido Social Liberal (PSL), mas, segundo Fahur, essa opção foi vetada por dirigentes deste partido por razões de estratégia eleitoral, o que fez então a sua escolha recair sobre o PSD, partido liderado no Paraná por Ratinho Junior, embora o sargento da reserva continue a apoiar o Presidente da República eleito, Jair Bolsonaro.

Em outubro de 2018 foi eleito Deputado Federal pelo estado do Paraná. Foi o candidato mais votado para o cargo no Paraná, com 314.963 votos.

Fonte: Wikipédia

BIOGRAFIA

  • Nome Civil: GILSON CARDOSO FAHUR
  • Nascimento: 06/11/1963
  • Naturalidade: Londrina , PR
  • Profissões: Policial
  • Filiação: Amin Fahur e Aparecida Cardoso
  • Escolaridade: Ensino Fundamental

Mandatos na Câmara dos Deputados:

Deputado Federal – 2019-2023, PR, PSD

Data de posse: 01/02/2019

CÂMARA DOS DEPUTADOS – 56ª Legislatura:

COMISSÃO PERMANENTE:
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional – CREDN: Suplente, 10/03/2021 – , Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado – CSPCCO: Titular, 12/03/2019 – 03/02/2020, 10/03/2021 .

COMISSÃO ESPECIAL:
PL 1645/19 – PROTEÇÃO SOCIAL DOS MILITARES: Suplente, 21/08/2019 – 10/12/2019, PL 1595/19 – AÇÕES CONTRATERRORISTAS: Suplente, 23/06/2021.

Atividades Profissionais e Cargos Públicos:

1º Sargento da Policia Militar do Paraná, Governo do Estado do Paraná / PMPR, Maringá , PR, 1983 – 2017.

Para saber mais sobre o Sargento Fahur, visite seu canal no Youtube, no link abaixo:

https://www.youtube.com/c/SargentoFahur1

Abaixo alguns vídeos e podcasts com o Sargento Fahur:

Cachoeira da Ponte Branca

E na busca por novas cachoeiras para conhecer e desfrutar, eu e alguns amigos estivemos na cidade de Luiziana. Na verdade, fomos alguns quilômetros para frente da cidade. O local fica escondido no meio do mato, perto de uma estrada de terra. A Cachoeira da Ponte Branca, não é muito alta, mas é muita bonita, o conjunto do local é muito belo. Vale a pena conhecer!

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Concha do Caminho de Santiago

Hoje pela manhã tive uma grata surpresa no trabalho. Recebi a visita da amiga Christiane Knoener. Ela veio me trazer uma concha do Caminho de Santiago de Compostela. Essa concha ela ganhou de uma amiga, antes de percorrer o Caminho de Santiago, ano passado. É um costume que alguém que recebeu a concha, repasse para outra pessoa que vai percorrer o Caminho. A concha não deve ser comprada, mas sim ganha de alguém e depois repassada para outro peregrino. Como vou percorrer o Caminho daqui uns dias, a Chris veio repassar para mim a concha que ganhou. E uma coincidência é que embarco na mesma data que ela embarcou ano passado e início o Caminho também na mesma data que ela iniciou. Espero ter a mesma “sorte” que ela teve no Caminho. Essa história é melhor eu não contar aqui…

Concha de Vieira, é o símbolo mais conhecido do Caminho de Santiago. Os peregrinos que regressavam de Finisterra (local distante 80 quilômetros de Santiago de Compostela, e que é o ponto mais a oeste da Europa e por isso antigamente era considerado o fim do mundo, ou fim da terra), mostravam aos seus familiares e amigos a concha como prova de que fizeram a peregrinação até Santiago de Compostela. Hoje a concha é um símbolo que todos carregam desde o início da caminhada, para indicar que estão fazendo a peregrinação até Santiago de Compostela. Ligado à Deusa Vênus, o símbolo da concha também representa o renascimento de uma pessoa. No caso do Caminho, todas as mudanças que ocorrem com a pessoa durante a jornada.

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O presente perdido

Essa semana estava arrumando algumas coisas, separando outras e jogando muita coisa fora, quando comecei a mexer em uma caixa com centenas de cartas antigas. Muitas dessas cartas acabei jogando fora, pois a maioria tinha mais de 20 anos e tinha muita gente que me escreveu que eu nem lembrava mais quem era. Tinham cartas escritas até por pessoas que já estão mortas.

E mexendo nessas cartas encontrei algumas de uma amiga argentina, datadas de 1995. E ao pegar uma das cartas, me chamou a atenção o volume dentro do envelope. Ao olhar no envelope descobri um pequeno pacotinho e dentro um crucifixo, que ela me enviou de presente em meu aniversário de 25 anos. No pacotinho ela escreveu 26 anos, pois se enganou! Isso foi há 21 anos e tal presente ficou perdido e esquecido todo esse tempo. Talvez na época essa guria tenha estranhado eu não ter agradecido o presente. Hoje ela nem deve mais se lembrar de que me enviou algo um dia e eu não agradeci. Vou guardar o presente de lembrança, bem como o bilhetinho. Essa foi mais uma de minhas costumeiras bolas foras…

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Adeus ao meu amigo de quatro patas!!

Hoje faleceu o Jack, o Rottweiler da minha família! Ele estava com 14 anos e meio e já bastante fraco. Pôxa, não sabia que a morte de um cão podia doer tanto assim!! Então como homenagem e despedida ao meu amigo Jack, escrevi o texto abaixo com os olhos correndo lágrimas!! Vai com Deus meu amigo e que você possa estar num lugar melhor no céu dos cães, correndo livre e feliz como muitas vezes corremos juntos. Sentirei saudades!!

Minhas memórias: Jack 

Nasci em 1999 na cidade de Londrina e junto com meus irmãos passei um período feliz junto com minha mãe. Mas como todo cachorro, um dia tive que ser separado dos meus entes caninos queridos.  Logo ganhei um novo lar, na casa da família Dissenha, na cidade de Campo Mourão. Quando lá cheguei achei tudo meio estranho, mas aos poucos fui me acostumando. Na casa viviam o Wagner, que oficialmente seria o meu “dono” e seus pais, a Dona Vanda e o Seu Amilton. Quem sempre estava por lá era a Erica, a neta deles, uma menina brincalhona e que gostava muito de cachorros. Na casa ganhei novas companheiras, três fêmeas: a Bela, uma Cocker branca e marrom e sua mãe, de nome Preta. Tinha também uma vira lata chamada Bolinha. Foi no meio delas que cresci e com elas é que passava meus dias brincando. No fundo da casa existia um canil grande, onde eu ficava com as outras três cachorras. Mas durante boa parte do dia ficávamos soltos no pequeno quintal, debaixo de um pé de manga e outro de poncã. Logo nos meus primeiros meses na casa teve a primeira safra de poncãs e descobri o delicioso sabor dessa fruta que passei a adorar.

Eu não gostava muito de ficar no canil e logo encontrei um cantinho que passou a ser meu. Era um espaço na área de serviço, debaixo de uma pia e ao lado do tanque de lavar roupas. Passei a dormir ali quando permitiam. Depois de um tempo conheci o outro membro da família, mas que vivia numa outra cidade. O nome dele era Vanderlei e logo passamos a ser bons amigos.

Após eu completar meu primeiro ano de vida, os hormônios falaram mais alto e por descuido de meus donos humanos, acabei engravidando a Bolinha. Ela era anos mais velha que eu, mas isso não foi problema. Após alguns meses ela criou e fui pai de dois belos filhotes. Depois disso meus donos separaram a Bolinha de mim, mandando ela para a casa da filha deles, perto dali.

Os anos foram passando e eu fui crescendo feliz e saudável.  Adorava comer e logo fiquei grande, forte e gordo. Alguns diziam que eu parecia um urso! Um belo dia me levaram para uma outra casa, para cruzar e lá conheci uma fêmea da mesma raça que eu. Fizemos amor e depois me separaram dela. Após alguns meses fiquei sabendo que ela tinha parido sete filhotes. Fiquei orgulhoso, ao ser pai mais um vez!

O tempo foi passando e o Vanderlei passou a vir mais vezes visitar a família. E um belo dia ele resolveu me levar para passear com ele. Como eu era forte e colocava medo nas pessoas, até então ninguém tinha me levado para passear na rua, pois não conseguiam me segurar quando eu tentava correr. Esse primeiro passeio foi muito interessante, pois descobri coisas e cheiros novos e principalmente pude correr por grandes espaços. Após esse primeiro passeio, outros vieram e sempre que o Vanderlei vinha visitar a família ele me levava para sair com ele. Acabei me tornando seu companheiro de corridas e atado a uma corrente eu corria vários quilômetros ao lado dele.

Os anos foram passando e eu fiquei muito amigo das duas Cocker com as quais eu dividia o quintal. A Bela era muito minha amiga, mas era brava e desde pequeno ela me batia quando eu fazia algo que não a agradava. Acabei ficando muito maior do que ela, mas mesmo assim nunca revidei quando ela vinha brigar comigo. Eu sabia que se quisesse podia estraçalhar ela com minha forte mordida, mas gostava dela e nunca lhe fiz nenhum mal. Em 2008 a Bela ficou doente, teve câncer e após algumas semanas veio a falecer no canil. Eu que não gostava do canil, passei a gostar menos ainda desse lugar e nunca mais quis entrar nele. Tinha medo e quando me colocavam lá eu uivava até me tirarem. Passei a ficar somente no “meu cantinho” debaixo da pia. E como fui engordando cada vez mais, eu mal cabia no tal cantinho, mas mesmo assim adorava aquele cantinho.

Não demorou muito e a Preta, mãe da Bela também veio a morrer. Ela estava velha, com dezesseis anos e numa bela tarde enfartou no meio do quintal. Acabei ficando sozinho no quintal, mas isso não era legal, pois me sentia meio solitário sem a companhia de outros cães. O tempo foi passando e uma nova fêmea veio morar no quintal. Era pequenina, novinha e se chamava Milly. Ela era uma vira-lata que tinha sido resgatada, pois vivia abandonada nas ruas, passando fome. Era esperta e brincalhona e logo ganhou o coração dos donos da casa e deixou o quintal, indo morar na garagem. Não me importei, pois preferia ficar no quintal. Mais algum tempo e outra vira-lata resgatada das ruas veio fazer parte da família. Era outra fêmea marrom e muito espoleta. Ela era terrível, mordia tudo o que via pela frente e tinha um costume besta de ficar pulando. Ela parecia mais um canguru do que um cachorro! Ela passou a morar no canil e ficava boa parte do tempo trancada, pois se a deixassem solta ela aprontava alguma.

Com o passar dos anos minha saúde foi ficando debilitada. Fiquei velho e minhas pernas já não aguentavam mais fazer longas caminhadas ou correr como antigamente. O Vanderlei passou a fazer visitas mais frequentes e sempre me levava para curtas caminhadas pela vizinhança. Ele era paciente e deixava-me caminhar no meu ritmo. Teve uma noite em que minhas pernas se cansaram mais rapidamente e eu empaquei numa calçada. O Vanderlei ficou quase uma hora sentado no meio fio esperando que eu tivesse forças para levantar e voltar para casa. Dias depois ele me levou para passear na casa da avó dele e nessa visita tive talvez o momento mais vexatório de minha vida. Fui descer correndo de uma escada e caí literalmente de boca no chão, ficando com a boca cheia de terra e esfolando o nariz. A partir desse dia os passeios ficaram cada vez mais escassos e curtos. Não me importei com isso, pois sabia que não tinha mais força para longos passeios. A velhice chegou e com ela a rigidez de minhas pernas desapareceram.

Mesmo velho e fraco, acabei aprontando certa vez. Escapei de casa! Foi a primeira vez que encontrei os dois portões e duas portas que levam até a rua, abertos ao mesmo tempo. Não pensei duas vezes e fugi! Como não tinha muita força nas pernas, não fui muito longe. Logo um dedo duro me viu na rua e ligou para meus donos avisando onde eu estava. Não demoraram a me encontrar e me levaram para casa. Mas para que a escapada fosse completa, na hora que foram me pegar empurrei a Erica contra um muro e ela esfolou a mão. Mesmo assim não brigaram comigo e no fundo até acharam graça de minha fuga.

O tempo continuou passando e em janeiro de 2013 completei 15 anos de vida. Sei que essa idade é enorme para cachorros de minha raça. Comecei a me sentir cada vez mais fraco e meus dentes foram ficando moles e meus olhos perdendo a visão. Passava a maior parte do dia dormindo no meu antigo cantinho e segundo os humanos diziam, eu roncava alto igual eles.  Nesse ano dei três passeios curtos com o Vanderlei e no último caí de boca no asfalto. Minhas pernas iam ficando cada dia mais fracas! E não somente as pernas foram fraquejando, mas o corpo todo. E na madrugada do dia 12 de julho de 2013, então com 15 anos e meio de vida, deixei a vida na terra e parti para o céu dos cães. Sei que alguns choraram quando souberam de minha morte! Parece que isso demonstra que fui um bom cachorro em vida, companheiro, amigo e ótimo cão de guarda, pois nunca um ladrão entrou na casa. E fui bonzinho também, pois só mordi duas pessoas durante toda a minha vida. Uma foi a Erica, quando ainda garotinha inventou de montar cavalo em mim e puxou muito forte minhas orelhas. Mas não foi uma mordida forte! E a outra mordida foi em meus últimos meses de vida, quando mordi a mão do Seu Mirtão. Eu estava quase totalmente cego e não consegui diferenciar a mão dele do pedaço de carne que ele queria dar para mim.

Parto dessa vida feliz! Fui amado, bem tratado, bem cuidado! Muitos me amaram, tanto humanos, quanto cães! Deixei descendência, bons amigos e saudades! E na última safra de poncãs comi muitas. Talvez as poncãs sejam a coisa que mais sentirei falta de minha vida terrena. Mais até que dos ossos!! Mas a vida é assim mesmo, ela é finita para todos, seja homem ou animal. E fui muito feliz, tive um lar, comida e pessoas que cuidavam e gostavam de mim. Sei que tem muitos cães por aí abandonados, sem um teto, passando frio, fome e solidão, sendo espancados por pessoas maldosas. Então não posso reclamar da vida que tive! E parto com saudades dos que ficam e sei que vão ficar com saudades de mim e nunca vão me esquecer. Não passei em vão pela vida, pois deixei marcas boas e bons amigos. Só posso dizer que valeu a pena! ADEUS!!!

O velho Jack. (dez/2012)
O velho Jack. (dez/2012)

Erica e Jack. (07/09/2004)
Erica e Jack. (07/09/2004)

Vander e Jack. (13/08/2005)
Vander e Jack. (13/08/2005)

Brincando com bonecas

No último final de semana estive em Marechal Cândido Rondon, visitando meus amigos Marcão e Rosemeire. E além deles pude rever outros amigos, alguns que eram de Curitiba e agora vivem em Marechal. E entre as muitas coisas que fiz vale mencionar as brincadeiras que tive com a Mirella, filha do Marcão e da Rosemeire. Brinquei de bola, de quebra cabeças, de desenhar e até de boneca. Em pleno sábado à noite eu estava trocando vestidos da Barbie! Eu que durante muitos anos tive medo de relacionamentos sérios e não queria casar, não queria filhos por achar que não seria um bom pai, a cada dia que passa tenho mudado de opinião. Após a experiência de meu último namoro, onde a namorada era separada e tinha uma filha de nove anos com quem eu me entendia muito bem, cada dia mais tenho percebido que levo jeito com crianças e que quero ser pai. Quem me viu e quem me vê!!!!

Brincando de boneca com Mirella.

Trocando o vestido da Barbie.

Desenhando com Mirella.

General Lee

Após alguns meses sem “pisar” em Cianorte, voltei à cidade com alguns amigos. Fomos ao General Lee, que é um bar muito interessante, com uma decoração exótica com muitos itens antigos. A noite era de “sertanejão”, com duas bandas cantando ao vivo. Foi muito divertido e teve um cara que dançou tanto que chegou a torcer o joelho e ao que tudo indica vai ter que passar por uma cirurgia. Depois dessa acho que esse meu amigo nunca mais vai esquecer Cianorte e uma certa moça com um vestido de onça… kkk!!!

Dudu, Pit e Vander.

General Lee - Cianorte/Pr

Interior do General Lee.

Interior do General Lee.

Vander, Jander, Dudu e Demar.

Bingo!

Para finalizar a sexta-feira véspera de feriadão (segunda é feriado do padroeiro) fui com alguns amigos do trabalho em um bingo. O bingo promovido pela comunidade ucraniana de Campo Mourão foi realizado no salão de festas, ao lado da Igreja Ucraniana da cidade. Ao chegar ao salão de festas me lembrei que a última vez em que estive numa festa naquele local foi em 1978, logo após meu irmão ter nascido. Ou seja, fazia 34 anos que eu não pisava ali.

Além do bingo teve jantar, onde foi servido arroz carreteiro. E mesmo não tendo ganhado nenhum prêmio no bingo, acabou valendo o programa, pois demos boas risadas na mesa. E ganhei a noite quando a vice-prefeita passou por nossa mesa e disse que éramos um grupo de jovens bem alegres. Ser chamado de “jovem” estando próximo de completar 42 anos é um grande elogio!!! Kkk…

Fiquei por três pedras no prêmio principal, que era um cheque de R$ 5.000,00. E no nosso grupo teve uma menina que ficou faltando somente uma pedra para ganhar o prêmio principal. Se não ganhei nada, ao menos comi um monte. Mas não comi mais que o Guilherme e o Maico, pois estes são bons de garfo!!

Maico e sua noiva.

Sid e sua futura noiva.

Guilherme e sua quase noiva.

Hora do jantar.

Início do bingo.

Meninas com o pé “quase” quente.

Samuca

E nesse retorno a Orlando, finalmente consegui encontrar meu grande amigo Samuel, vulgo Samuca. Nos conhecemos em 2002, logo que fui morar em Orlando e ele foi o melhor amigo que fiz nos Estados Unidos. O Samuel é de Olinda – PE, e vive há 11 anos em Orlando. Marcamos de nos encontra em um bar para conversar e passamos um bom tempo contando sobre nossas vidas nos últimos oito anos, desde que nos vimos pela última vez. E relembramos alguns momentos e histórias que vivemos juntos em 2002 e 2003.

Conheci o Samuel quando fui trabalhar num hotel em Cocoa Beach, praia que fica próxima a NASA. Éramos uma equipe contratada para fazer pequenos retoques nos banheiros de 400 quartos do hotel, principalmente no isolamento ao redor das banheiras. Para quem não sabe, nos Estados Unidos praticamente todos os banheiros de casas e hotéis possuem banheira. O chuveiro fica acima da banheira e você toma banho em pé dentro da banheira. A equipe era formada por mim, Samuel, Marcos e Honey. Nossa supervisora era uma jovem loira irlandesa, que estava fazendo estágio em hotelaria nos Estados Unidos. Nos primeiros dias enrolamos bastante no serviço, pois ganhávamos por hora. E mesmo assim a irlandesa veio reclamar que estávamos indo rápido demais e dessa forma o trabalho ia acabar logo, o que não era bom para ela. Ser nossa supervisora era moleza, e ela queria permanecer nessa moleza por mais tempo. Então firmamos um acordo, onde limitamos a quatro o número de quartos que cada dupla consertaria por dia. Se fosse para trabalhar para valer, daria para fazer tranquilamente uns 12 quartos por dia. E assim ficamos dois meses nesse hotel, que era em frente ao mar, fazendo o trabalho de forma tranqüila. E riamos muito, pois zoávamos o tempo todo. E vez ou outra dávamos um jeito de fugir e ir passear na praia. Outra coisa comum era enquanto um trabalhava, o outro ficar dormindo. Lembro do Marcos dormindo debaixo de uma cama. E eu muitas vezes dormia sentado atrás da porta do banheiro. Bons tempos!

Vander e Samuel.

Revendo amigos

Na última sexta-feira estava entrando num Wal Mart, que fica perto de onde morei em Orlando entre 2002 e 2003. Logo ao entrar, do nada lembrei da Irene, que era dona do apartamento onde eu morei. E em seguida dei de cara com a própria Irene, que estava fazendo compras ali. Não sei quem se assustou mais, se ela ao me ver ou se eu ao vê-la justamente quando estava pensando nela. Conversamos um pouco e ela me convidou para no dia seguinte ir no aniversário do filho do Elói, que era nosso vizinho e com quem fiz uma boa amizade naquela época.

No sábado fui com a Irene na casa do Elói, que estava cheia do convidados para o aniversário. Tinha muitas crianças, quase todas americanas filhas de brasileiros. Foi bom reencontrar o Elói após muitos anos. Também acabei encontrando o Anderson, outro conhecido antigo. Tanto ele como o Elói são curitibanos. E fiquei conhecendo a Bianca, esposa do Elói e seus três filhos. Foi uma tarde agradável, onde provei o tradicional churrasco americano, feito com hamburger. O resto do dia fiquei conversando e depois fui ver o pessoal jogar futebol.

A noite acabei jantando na casa do Elói e conversamos bastante. Como ficou tarde, acabei indo dormir na sala da casa da Irene. Conversamos até bem tarde e tive que contar a ela detalhadamente o que fiz nos últimos anos, bem como tentar explicar uma certa burrada que fiz com alguém que ela conhece. Ela ficou inconformada com a história e me chamou de burro para cima. Essa é a Irene! Uma grande pessoa, de coração enorme e sinceridade também, que não exita em chamar de burro o amigo aqui. Mas ela tem razão sobre tal fato, que prefiro não detalhar. Mas é a vida… vivendo, fazendo burradas e tentando aprender com isso tudo.

Elói, Vander e Anderson. (17/09/2011)

Happy Birthday.

Conversando no quintal.

Vendo o pessoal jogar futebol.

Com Irene.

Churrasquinho no feriado

Aproveitando o feriado em plena quarta-feira, fizemos um alegre churrasco com os “meninos” da Iline Informática. Além de comer muito, demos boas risadas lembrando de histórias engraçadas do passado e contando causos. E como parte do pessoal vai ter que trabalhar a tarde, o churrasco foi regado a Coca-Cola somente.

O churrasqueiro em ação...

Maico, o comilão... rs!!

Vander, Wagão, Sid, Maico, Marmita e Dente.