Ozires – A esperança nasce nas atitudes

Hoje, mal cheguei de viagem e ainda com sono, fui ao lançamento do livro “Ozires – A esperança nasce nas atitudes”, obra do jornalista Dilmércio Daleffe.

Trata-se de uma biografia que narra a história de Ozires da Cruz, um mourãoense que morava em Curitiba e faleceu em 2022, aos 51 anos. Com um futuro promissor nos campos de futebol, seus sonhos foram interrompidos aos 13 anos, quando sofreu um acidente no Rio Paraná: mergulhou e bateu a cabeça em um banco de areia, ficando tetraplégico.

A partir desse momento, o livro acompanha toda a trajetória da família de Ozires: cirurgias, internações, adaptações e a busca por um novo sentido para a vida. Apesar do futebol ter sido cancelado, Ozires se reinventou e encontrou na informática a sua nova saída, transformando limitações em oportunidades.

Fiz questão de comparecer ao lançamento, pois conheci Ozires pessoalmente. Tivemos apenas um ano de convivência, em 1982, na escolinha de futebol. Mas, ainda que breve, guardo lembranças boas e marcantes dele.

Quando soube do acidente, já não tinha mais contato com Ozires, e a notícia me deixou profundamente triste. Anos depois, ao acompanhar sua história — infelizmente após sua morte — fiquei emocionado ao ver que, mesmo com tantas limitações, ele conseguiu dar a volta por cima, ser feliz e realizar grandes conquistas.

Receber o abraço da mãe de Ozires foi como tocar um fio invisível que a ligava ao filho. Ao abraçar seus amigos, parecia que ela segurava a própria presença dele, transformando saudade em calor humano.

Ozires – A esperança nasce nas atitudes.
Com o autor do livro, Dilmércio Daleffe.
Foto com a mãe do Ozires.

Uma opinião sobre “Ozires – A esperança nasce nas atitudes

  • 30 de dezembro de 2025 em 10:59
    Permalink

    Prezado Vander.

    Apesar de não ser pertinete a sua postagem, sua pagina e blog, são muito interessantes.
    Sou um antigão do 20 BIB, e não sei se sabe aqui em Curitiba tem uma associação e grupo de Watssap com aproximadamente uns 200 veteranos.
    Servi em 1972. E até hoje não encontrei nehum irmão da minha época.
    Mas isso é outra historia.
    Se quiser entrar nessse gurpo por favor me envie um mensagem no meu e-mail. Que pedirei aos gestores do grupo sua inclusão se é que já não faz parte. (acho que sou um dos mais antigos. Parece que tem um soldado de 1966). Minha continencia e até breve. Cabo Frey Cia Comando 1972

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