30 anos do título brasileiro do Coritiba

Hoje, 31 de julho está fazendo 30 anos que o Coritiba conquistou seu primeiro e único título de Campeão Brasileiro (Série B não conta!). Na verdade a decisão de pênaltis contra o Bangu terminou na madrugada do dia 1° de agosto de 1985.

Sou corinthiano, e sendo paranaense torci pelo Coritiba naquele jogo. Eu era um garoto de 15 anos e torci muito em frente à TV, vendo o jogo pela Rede Globo, com narração do pouco famoso na época, Galvão Bueno. Acabei dormindo tarde naquela noite, mas contente com o titulo do Coritiba. Eu trabalhava como entregador de jornais e no dia seguinte tive que acordar cedo numa quinta-feira nublada, para entregar a Gazeta do Povo, que trazia encartado um pôster colorido do Coritiba Campeão Brasileiro de 1985. Dias depois chegou às bancas a revista Placar com o pôster do campeão e do vice. Comprei a revista e tenho-a guardada até hoje.

Quatro anos após essa histórica decisão fui morar em Curitiba. E muito anos depois acabei trabalhando com um dos jogadores que foi campeão brasileiro pelo Coritiba. No caso, o Hélcio Scardazan, que era reserva da lateral coxa branca.

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Elenco do Coritiba Campeão Brasileiro de 1985.
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Revista Placar, agosto 1985.
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Pôster da revista Placar, agosto 1985.

Seleção Brasileira Master

Esteve em Campo Mourão participando de um jogo amistoso contra um combinado local, a Seleção Brasileira Master. Na verdade parecia mais a Seleção Master do Corinthians, pois entre outros jogaram: Biro-Biro, Tupanzinho, Zenon, Gilmar Fubá, Vitor e Dinei. O placar foi 6 x 0 para a Seleção de Masters.

De negativo foi o público, que passou um pouco de cem pessoas. O jogo foi pouco divulgado e sendo numa sexta-feira à noite, no mês de dezembro e com outros eventos acontecendo na cidade, não dava para esperar grande público. O portão que levava ao campo estava aberto e tinha mais torcedor ao lado do banco de reservas da Seleção Brasileira Master, tirando fotos e pegando autógrafos, do que torcedores nas arquibancadas.

Jogo correndo solto...
Jogo correndo solto…
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Banco de reservas.
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Banco de reservas.
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Até a Prefeita entrou na tietagem.
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Vander e Tupanzinho, herói corinthiano.

Vancouver Whitecaps

Recebi pelo correio um belo presente vindo do Canadá, enviado pelo meu amigo Gilberto. O presente foi uma camisa do Vancouver Whitecaps, time de futebol que disputa a MLS (Major League Soccer) campeonato de futebol disputado por times do Canadá e Estados Unidos.

Quando estive no Canadá ano passado assisti a dois jogos do Whitecaps e virei torcedor “honorário”. Desde então tenho acompanhado pela internet notícias e resultados dos jogos do Whitecaps. Se ano passado ele ficou em último lugar (lá não tem rebaixamento) nesse ano ele está se dando melhor e no momento está em quinto lugar na Conferência Oeste e com chances de disputar os play offs.

Camisa do Whitecaps que eu ganhei.
Vancouver Whitecaps.

Corinthians Campeão da Libertadores 2012

Foi sofrido, demorou, mas finalmente o Corinthians foi Campeão da Copa Libertadores. Se o time não mostrou um futebol de encher os olhos, ao menos mostrou um futebol de resultado, que fica claro na forma invicta com que conquistou o título. E no futebol o importante é o resultado, o importante é ser campeão. A melhor Seleção Brasileira que já vi jogar foi a da Copa de 82 com Zico e Sócrates, comandada pelo mestre Telê Santana. Aquela seleção jogou bonito, mas não venceu. Então prefiro um time que não jogue bonito e seja campeão, do que um time que jogue bonito e não ganhe títulos. No futebol o importante é o resultado e nada mais!

Esse título do Corinthians serviu para calar muitos chatos, os tais “anti-corinthianos”, que se importam mais com os resultados do Corinthians do que com os resultados de seu próprio time. Se estes anti se preocupassem mais com seus próprios times, talvez estes times tivessem mais torcida e dessem mais audiência na TV. Nessa Copa Libertadores o Corinthians teve Ibope igual à Seleção Brasileira em jogos de Copa do Mundo. Somente o Corinthians para conseguir uma proeza dessas! Isso é sinal de que se não somos (ainda) a maior torcida do Brasil, somos a mais fiel, a mais apaixonada e a mais louca. E o Flamengo que se cuide, pois com esse título da Copa Libertadores uma nova safra de torcedores está nascendo e muito em breve seremos a maior torcida do Brasil.

Sou corinthiano desde meus seis anos de idade, desde a derrota para o Internacional na final do Brasileirão de 1976. Mas sou pé quente, pois no ano seguinte o Corinthians foi Campeão Paulista, saindo de uma fila de 23 anos à espera de um título. Não sou um torcedor fanático daqueles que fazem loucuras pelo time, que batem ou apanham. Sou um torcedor apaixonado e como quase tudo que faço na vida, sou um torcedor discreto. E sou aquele que veste a camisa do time não somente nas vitórias, mas também nas derrotas, igual fiz no rebaixamento do time em 2007, quando após o jogo do rebaixamento saí à rua em Curitiba com a camisa do Corinthians. Naquele dia muita gente na rua veio me cumprimentar pelo meu exemplo de amor ao time mesmo na derrota.

Então é isso! Meus sinceros parabéns a todos os corinthianos! E aos anti-corinthianos, que se preocupem mais com seus times e deixem o Corinthians em paz, pois não nos precupamos com vocês e seus times. E para nós mais importante do que conquistas é o próprio CORINTHIANS!!!

Corinthians: Campeão da Copa Libertadores 2012
www.corinthians.com.br
Corinthians: Campeão da Libertadores 2012
No Memorial do Corinthians.
Memorial do Corinthians.
Memorial do Corinthians.

Seleção Brasileira em Goiânia

Hoje à tarde saí dar um volta a pé por Goiânia, para conhecer um pouco da cidade. E passando por um hotel próximo ao hotel onde estou hospedado, vi que estava saindo o ônibus da Seleção Brasileira de Futebol. A Seleção Brasileira está na cidade para jogar um amistoso contra a Holanda, no próximo sábado. Fiquei uns minutos olhando o embarque dos jogadores, mas tinha um certo tumulto que resolvi ir embora logo.

Agora à noite vendo na TV Globo local, reportagens sobre o dia da seleção, acabei vendo que apareci em algumas cenas do embarque. Achei isso curioso, pois  nem percebi que tinha sido filmado.

Ônibus da Seleção Brasileira.
Na traseira do busão.
O Fred embarcando no ônibus.

Day After Corinthiano

Ontem não deu para o Corinthians e perdemos o Campeonato Paulista para o Santos. Futebol é assim mesmo, um dia ganhamos e noutro perdemos, então nada de se lamentar. Eu particularmente gosto de futebol, de acompanhar pela TV, mas não sou e nunca fui fanático. Para mim tanto a alegria da vitória, quanto a tristeza da derrota desaparecem após meia hora. Tenho assuntos e problemas mais importantes para resolver, então não da para ficar muito tempo me preocupando com futebol. Acho tristes aqueles que são fanáticos, que exageram, matam e morrem por causa de uma partida de futebol, a troco de nada.

Gosto de brincar, zoar com os amigos torcedores de outros times, quando somos os vencedores. E quando somos os perdedores aceito numa boa as brincadeiras. Hoje na academia um professor que é corinthiano colocou o hino do Corinthians para tocar. Ele, eu e mais dois torcedores ficamos em sentido com a mão sobre o coração. Foi vaia para todo lado, principalmente por parte da mulherada. Foi divertido, sinal de que levamos numa boa o momento de derrota e que continuamos mais corinthianos do que nunca.

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Nos aeroportos da vida – IV

Outro que encontrei num aeroporto rescentemente foi o Ricardinho, pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002 e que atualmente joga no Atlético Mineiro. Ele já jogou no meu Corinthians, onde conseguiu títulos e deixou saudades. Comentei com ele que trabalhei no Colégio Medianeira em Curitiba, onde ele estudou e sua mãe foi professora durante vários anos. Quando mencionei isso ele se interessou pelo assunto e conversamos durante alguns minutos. Cara simpático e bom caráter.

Com Ricardinho.

Nos aeroportos da vida – III

Quem encontrei essa semana no aeroporto de Salvador, foi nada menos que o ex-técnico do meu Corinthians e atual técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Mano Menezes. Ele estava sentadinho, quietinho num banco e ninguém tinha notado ele. Daí um cara que estava ao meu lado o reconheceu e me mostrou. Daí não teve jeito, tinha que dar uma de tiete. Ele foi bem simpático. Outras pessoas o viram tirando a foto e o reconheceram. Mas mesmo assim ele permaneceu a maior parte do tempo despercebido. Estando ainda novo no cargo, o povão em geral não o reconhece na rua. Mas com o tempo ele vai ficando mais famoso e conhecido e logo não terá sossego por onde passar.

Com Mano Menezes.

Estádio do Pacaembu

Aproveitando a visita que fizemos ao Museu do Futebol que fica no Estádio do Pacaembu fomos conhecer a parte do Estádio que é aberta ao público. O estádio pertence a Prefeitura de São Paulo e atualmente é onde o Corinthians manda seus jogos. 

História: Inaugurado em 27 de abril de 1940 com a presença do então presidente da República, Getúlio Vargas, o qual foi recebido por enorme vaia dos paulistas por quem não era benquisto, do interventor Ademar de Barros e do prefeito Prestes Maia. A primeira partida foi disputada em 28 de abril de 1940, numa rodada dupla, entre o Palestra Itália, antigo nome da Sociedade Esportiva Palmeiras, e o Coritiba Foot Ball Club, e entre Sport Club Corinthians Paulista e o Clube Atlético Mineiro, a convite da prefeitura da capital. O Estádio Municipal do Pacaembu leva hoje o nome do “Marechal da Vitória”, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação brasileira nas vitoriosas campanhas das Copas de 1958, na Suécia, e de 1962, no Chile.

Nos anos 70, a concha acústica foi demolida e no seu lugar construído o “Tobogã”, uma arquibancada com capacidade para dez mil pessoas, aumentando sua capacidade para cerca de 70.000 pessoas. Atualmente, a capacidade do Estádio do Pacaembu é de 37.952 pessoas. Desde o ano de 2008, existe em seu interior o Museu do futebol, uma homenagem à cidade onde foi introduzido o esporte bretão no Brasil através do paulista Charles Miller – descendente de ingleses e escoceses – e que é homenageado com o nome da praça em frente ao estádio. A maior goleada vista no estádio aconteceu em 1945, quando o São Paulo Futebol Clube venceu o Jabaquara da cidade de Santos por 12 x 1. O Corinthians é o time que mais atuou no Estádio do Pacaembu. A torcida o considera como sua casa, uma vez que seu campo de futebol, o Estádio Alfredo Schürig (mais conhecido como Fazendinha ou ainda Estádio do Parque São Jorge), não tem capacidade para receber jogos oficiais. O estádio foi tombado pelo CONDEPHAAT, em 1998, em virtude de seu estilo Art Déco, característico da época em que foi construído.

Estádio do Pacaembu
Estádio do Pacaembu
Estádio do Pacaembu

Museu do Futebol

Após o passeio pelas  serras de Minas Gerais e do Rio de Janeiro,  retornamos a  São Paulo. Por sugestão da Andrea fomos fazer um passeio que tinha faltado em minha visita anterior, que era conhecer o Museu do Futebol. O museu funciona debaixo da arquibancada do Estádio do Pacaembu e foi inaugurado há dois anos. Não é um museu tradicional com acervo de peças históricas, e sim um museu interativo. De peça histórica a única coisa que vimos lá foi uma camisa que o Pelé usou na decisão da Copa de 70. È uma visita interessante, que vale a pena. No final disputei uma partida de pebolim contra a Andrea e venci pelo placar de 10 x 0.  

O Museu do Futebol é um museu da história do Brasil. Uma história que tornou o futebol uma das mais reconhecidas manifestações culturais do país. Instalado em uma área de 6.900m² no avesso das arquibancadas de um dos mais bonitos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – mais conhecido como Estádio do Pacaembu, localizado em frente à Praça Charles Miller, em São Paulo. Visitar o Museu do Futebol é percorrer a história brasileira no século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte. O futebol ajudou a formar a identidade brasileira, assim como a cultura brasileira ajudou a transformar o futebol. Os craques que o Brasil foi capaz de criar representam tanto a nossa cultura quanto os ícones das artes plásticas, da literatura, do teatro, da música.

Para saber mais: http://www.museudofutebol.org.br

Museu do Futebol
Museu do Futebol
Museu do Futebol

Nos aeroportos da vida – I

Nessa fase sabática que estou vivendo, tenho viajado muito e virei um freqüentador costumaz de aeroportos. Está uma época boa pra viajar de avião, pois várias Cias Aéreas têm lançado boas promoções, com tarifas muitas vezes mais baixas que passagens de ônibus para o mesmo trecho do vôo. Como não tenho problemas com datas, acabo conseguindo comprar minhas passagens com boa antecipação e a ótimos preços.

E nessas idas e vindas por aeroportos, tenho encontrado pessoas famosas e até amigos. Algumas das celebridades não tirei foto, pois ou não estava com a câmera pronta no momento em que as vi, ou então a câmera estava sem bateria. Isso aconteceu em Congonhas há poucos dias, quando desembarquei junto com o time do Palmeiras e só consegui tirar uma foto do Felipão (técnico pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira) antes que minha bateria acabasse.

Luiz Felipe Scolari (Felipão) desembarcando em Congonhas.