II CAMINHADA NOTURNA SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Aconteceu no último sábado a II Caminhada Noturna São Francisco de Assis. Essa caminhada foi adiada por quase um ano em razão da Covid19. A caminhada teve cerca de 140 participantes de diversas cidades. Seu início foi na localidade do Boicotó, que pertence ao munícipio de Corumbataí do Sul e seu término foi na cidade de Campo Mourão. Foram 40 quilômetros de caminhada, percorrendo principalmente estradas de terra.

A caminhada começou pouco antes das 20 horas do sábado. Logo nos primeiros quilômetros a lua cheia apareceu e isso possibilitou a muitos caminhantes poder caminhar sem a luz de lanternas. Carros de apoio acompanharam os caminhantes, disponibilizando água, bananas e paçoquinhas.

A caminhada passou por dentro da pequena comunidade de Silviolândia, onde muitos caminhantes aproveitaram para parar no único bar do local, para beber, comer e descansar um pouco. Após Silviolândia começou o trecho mais difícil da caminhada, com muitas subidas difíceis.

Cerca de 50 caminhantes não percorreram todo o percurso, tendo pegado carona com os carros de apoio para percorrer alguns quilômetros ou para serem levados até o ponto final da caminhada. Aqueles que percorreram todos os 40 quilômetros vivenciaram uma experiência de superação, força de vontade e descobriram como é bom o sentimento de missão cumprida ao chegar no final da caminhada sem ter pegado carona por um único metro sequer.

Para aqueles que desistiram ou pegaram carona, valeu o esforço de ter tentado e o aprendizado obtido com a experiência de  ter participado da caminhada noturna. E que na próxima edição possam se preparar melhor fisicamente e psicologicamente para completar os 40 quilômetros caminhando. Numa caminhada desse porte, 50 por cento é condicionamento físico e os outros 50 por cento é força de vontade.

A caminhada foi muito bem organizada e espero no próximo ano participar novamente dela, pois a experiência é enriquecedora.

No ônibus seguindo para o Boicotó.
Salto Boicotó.
Caminhantes reunidos.
Capela no início da caminhada.
A lua cheia surgindo.
Entrando em Silviolândia.
Em Silviolândia, uma Coca-Cola para resfrecar.
Sombras na noite…
Pessoal da organização.

Caminho de Cora Coralina

O Caminho de Cora Coralina é uma trilha de longo curso com aproximadamente 300 quilômetros de extensão, que cruza as cidades históricas de Corumbá de Goiás, Pirenópolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá e a Cidade de Goiás, abrangendo também os municípios de Cocalzinho de Goiás, Itaguari e Itaberaí. Idealizado em 2013, o projeto teve como propósito interligar os municípios, povoados, fazendas e atrativos, passando por antigos caminhos, numa rota turística para Caminhantes e Ciclistas.

Para a definição do traçado tomou-se como principais fontes documentais o relato de viagem “A Jornada a Goiás de Luís da Cunha Menezes, desde Salvador, em 1778”, quando este veio empossar-se no Governo da Capitania de Goiás; os livros “Viagem à Província de Goiás” e “Viagem ao Interior do Brasil” dos naturalistas Auguste de Saint’Hilaire e Johan Emanuel Pohl respectivamente, que passaram por esses caminhos entre 1818 e 1821; “Viagem às Terras Goyanas”, de Oscar Leal, extraordinário relato escrito nos anos 1880; e o “Relatório Cruls” – Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil que explorou, entre 1892 e 1893, uma ampla região do entorno do Distrito Federal para definir a localização da nova Capital do Brasil.

Foi, também, de fundamental importância para a definição do traçado as informações obtidas de moradores locais que, em alguns casos, acompanharam a equipe de pesquisa de campo nas expedições exploratórias em busca de locais citados nos documentos, ou em longos bate-papos onde a tradição oral difundia fatos e feitos ocorridos na região.

Em 2017 foi retomada a implementação do Caminho de Cora Coralina pela Goiás Turismo – Agência Estadual de Turismo que ofereceu apoio em sua estruturação através do Programa Experiências na Natureza, viabilizando a inclusão dos Parques Estaduais e outras Unidades de Conservação no roteiro, mobilizando as comunidades locais e dando os primeiros passos para a organização da Associação Caminho de Cora Coralina. Ao mesmo tempo o ICMBio projetava os caminhos de longo curso pelo Brasil afora, contemplando o Caminho de Cora como a parte mais ocidental do Caminho dos Goyazes que ligará a Chapada dos Veadeiros a Cidade de Goiás num roteiro de mais de 1000 km.

Hoje o roteiro Caminho de Cora Coralina encontra-se consolidado, atendendo a caminhantes e ciclistas com pousos e alimentação ao longo de todo o seu percurso, tem uma associação formalizada com mais de 30 empreendedores e conta com mais de meia centena de colaboradores e voluntários que oferecem apoios em diversas áreas, cumprindo a missão de transformar o Caminho de Cora Coralina num roteiro de história, natureza, gastronomia e poesia. Um Caminho de Encontros!

Para maiores informações acesse o site http://www.caminhodecoracoralina.com.br

Caminhada na Natureza – Borrazópolis

Hoje madruguei e enfrentei quase 150 km de estrada com três amigos, para participar da primeira Caminhada na Natureza de 2020. Fomos até a cidade de Borrazópolis, onde já participei de uma caminhada há alguns anos. Na estrada fomos cantando, conversando e rindo bastante. O chato foi depois chegar em Borrazópolis, e ter que enfrentar uma estrada esburacada de 11 km, até o local onde seria o início da caminhada.

Chegando ao local do início da caminhada fomos tomar café, e após um longo atraso teve início a caminhada. Boa parte do percurso foi pelas margens do rio Ivaí, inclusive com direito a passar pelo Salto Fogueira, um local muito bonito. Em alguns trechos era possível entrar no rio, e por ser uma região de areia, a água era muito limpa. Foi uma caminhada divertida, e de negativo foi uma longa subida no final, que por conta do atraso no início da caminhada, tal subida foi percorrida com o sol do meio dia e alguns caminhantes passaram mal.

Após descansar um pouco, fomos almoçar e daí aconteceu algo muito chato. Por ser ano de eleições municipais, alguns políticos espertalhões, utilizaram a caminhada para inaugurar não sei o que. E ficaram discursando e falando um monte de bobagens que nem dava para entender direito, devido ao som ruim e a péssima acústica do local. E para piorar não liberaram o almoço, ficaram esperando os políticos terminarem seus horríveis discursos primeiro. O problema é que o local do almoço foi enchendo, todas as mesas e cadeiras ficaram ocupadas e longas filas se formaram. Em tempos de “Corona Vírus”, quando a indicação mundial é evitar aglomerações de pessoas, os espertos políticos locais acabaram causando uma enorme aglomeração de pessoas (famintas). O pessoal cansou de esperar, e mesmo sem a liberação da organização começaram a se servir. Então os políticos encerraram os discursos e receberam mais vaias do que aplausos. Outro detalhe foi que boa parte dos participantes da caminhada eram de pessoas de outras cidades, cuja maioria não tem interesse nos políticos de suas cidades e muito menos nos políticos de Borrazópolis. E a demora em liberar o almoço por culpa da discurseira inútil, acabou atrasando a volta para casa do pessoal de outras cidades. No caso meu e de meus amigos, acabamos chegando em casa quase no final da tarde, e com certeza tão cedo não voltaremos a participar de eventos na cidade de Borrazópolis.

000

IMG_5765

IMG_5767

IMG_5768

IMG_5776

IMG_5788

IMG_5803

IMG_5853

IMG_5859

Caminhada Noturna São Francisco de Assis

00

Nesse final de semana participei de uma caminhada noturna, que foi desafiadora, mas muito legal. Não era para eu ter caminhado, pois na noite anterior a caminhada, tinha ido parar no hospital com dores abdominais. O médico estava achando que era um começo de inflamação de apendicite. Perguntei a ele se sendo um começo de inflamação, eu deveria ficar em repouso. Ele respondeu que tanto fazia eu ficar em repouso, ou jogar futebol, pegar peso e etc. Que isso não iria impedir a inflamação de se tornar algo mais grave. Diante de tal resposta, mesmo com dor, fui participar da primeira Caminhada Noturna São Francisco de Assis.

Nos reunimos no final da tarde de sábado, em frente a Paroquia de São Francisco de Assis, em Campo Mourão. Seriam 21 participantes, sendo alguns vindos de outras cidades. Ali tiramos uma foto do grupo reunido e embarcamos em um ônibus rumo a região do Boi Cotó. Já estive algumas vezes no Boi Cotó, participando de caminhadas e outros eventos. É uma região muito bonita, com muitas subidas e matas, um local excelente para caminhar de noite. A caminhada seria de 40 quilômetros.

01
Os participantes da caminhada reunidos.

Antes de iniciar a caminhada, foi servida uma deliciosa galinhada. Comi um pouco mais do que deveria, antes de uma longa caminhada. Mas é que estava tão bom, que não resisti e comi bastante. Então me dei conta de que tinha esquecido minha lanterna em casa. Caminhar durante a noite sem lanterna, seria meio problemático. Após todos comerem, tivemos um breafing, onde foi explicado como seria a caminhada, horários, paradas, carros de apoio, segurança. Em seguida tivemos um momento de oração e meditação.

Passava um pouco das 20h00min, quando iniciamos a caminhada. Segui conversando com alguns amigos e pegando carona na claridade da lanterna deles. Os primeiros quilômetros de caminhada, como esperado foram tranquilos e rolou muita conversa. Eu ia alternando as pessoas com quem caminhava ao lado e conversava. Enfrentamos algumas subidas bem pesadas, e descidas com pedras soltas, que dificultavam um pouco o caminhar. Mas nada disso era problema e a caminhada transcorreu bem em seus primeiros quilômetros.

12

Fizemos uma parada mais longa no povoado de Silviolândia. Aproveitei para repor meu estoque de água e também para colocar micropóro no calcanhar direito, onde estava começando a surgir uma bolha. Após muito pensar nos dias anteriores, decidi caminhar de tênis e não de bota de caminhada. O solado do tênis era mais confortável para caminhadas longas, do que o solado da bota, que no caso da minha, era indicada para trilhas mais curtas. Se por um lado eu perdia a segurança do cano médio da bota, que reduzia o risco de virar os pés, por outro lado eu ganhava em leveza e conforto.

11
Passando por Silviolândia.

Retornamos a caminhada e logo passamos da marca de 10 quilômetros. Até aqui tudo bem, eu não sentia dores e o temor de não conseguir terminar a caminhada que me acompanhou no início, foi desaparecendo. E a dor no abdômen que me levou ao hospital na noite anterior, talvez pelo efeito dos remédios que estava tomando, tinha diminuído. Era noite de lua crescente e quando ela ficou alta no céu, a noite ficou tão clara, que era possível caminhar sem utilizar a lanterna. Passamos por alguns lugares onde a paisagem noturna, iluminada pela luz da lua, era de uma beleza sem fim. Você via a estrada ao longe, a mata, morros próximos, e tudo isso envolto numa atmosfera meio que de mistério, entre a claridade e a escuridão. É uma pena que fotos e filmagens não sejam capazes de captar tão bela paisagem e cores, e principalmente a sensação de estar ali naquele lugar caminhando.

A região por onde caminhamos é conhecida por eventualmente ter onças. Mas acredito que ninguém tenha ficado com medo. A não ser quando escutávamos algum barulho estranho vindo da mata! Chegamos ao vigésimo quilômetro da caminhada e a partir daí é que as coisas começariam a complicar, pois seria o inicio das dores físicas. Cada um dos participantes tinha um condicionamento físico diferente e isso fez com que o pessoal se dispersasse. Alguns iam mais a frente e outros lá atrás. Fiquei na galera que seguia atrás, pois queria curtir a experiência e não caminhar quase correndo, pois não era uma competição. Para mim o importante era caminhar todo o percurso e chegar ao final, independente de ser o primeiro ou o último. Teve um pequeno trecho de lamaçal, onde atravessamos de carona com dois “gaioleiros” que nos acompanhavam como carros de apoio.

Passava das duas da manhã quando deixamos de caminhar por estradas de terra e passamos a caminhar pela recém recapada estrada do Barreiros das Frutas. Esse trecho é uma longa subida de uns três quilômetros. Nessa parte optei por caminhar sozinho, e meditei, conversei um pouco com Deus. Pedi uns conselhos, agradeci algumas coisas, fiz dois propósitos para 2020, lembrei de algumas coisas ruins do passado e de uma pessoa em especial, que mesmo estando próxima fisicamente, ficou muito distante de minha vida… Deixa pra lá! Eu estava muito preocupado com a possibilidade da suspeita de apendicite se tornar algo real, e eu ter que passar por uma cirurgia nos próximos dias. Para mim esse foi o momento mais especial da caminhada, pois me senti conectado com algo meio sobrenatural, uma coisa superior, algo difícil de explicar. Sei que de repente algumas lágrimas correram pelo rosto, meio que desabafando, descarregando coisas ruins… Isso me fez bem! Quando cheguei no final desse trecho de subida e voltamos a caminhar em estrada de terra, eu me sentia mais leve… E mais dolorido! Cada quilômetro a mais que percorria, se tornava mais difícil. Mas a partir daí parei de contar quantos quilômetros tinha percorrido e passei a contar os que faltavam para encerrar a caminhada. Psicologicamente isso ajudava e ver as luzes da cidade, cada vez mais próxima, dava uma motivação a mais.

14

Pouco depois das três da madrugada, fizemos uma parada mais longa, para lanchar. O local era estratégico, ficava debaixo de uma placa enorme de publicidade, próximo ao anel viário da cidade. Mesmo tendo comido bastante no jantar, eu já estava faminto. Uma caminhada longa igual à que estávamos fazendo, consome muitas calorias. Depois do lanche papeamos um pouco e voltamos a caminhar. Acho que a parada não me fez muito bem, pois o corpo esfriou e passei a sentir ainda mais dores, principalmente nos pés. Segui conversando com alguns amigos, e seguindo outros amigos que pegaram o caminho errado, também erramos o caminho e tivemos que voltar até a estrada correta. No final esse perdido rendeu algumas boas piadas.

18
Parada para o lanche da madrugada.

Conforme íamos nos aproximando da cidade e o dia começou a amanhecer, as dores nos pés e pernas aumentaram. Superação é a palavra que descreve para mim o que foram esses quilômetros finais. Venho de um problema no joelho e de uma tendinite no pé, que trato há meses e não sara. Somado a isso, as dores no abdômen, que me levaram ao hospital horas antes da caminhada. Ou seja, não era para eu estar caminhando a noite toda, era para estar na cama. Mas, se me convidam para algo que é difícil, que exige superação, sofrimento e que vou passar dor, tenha certeza que não recusarei o convite. Convivo há quase dez anos com dores crônicas, e nesse período realizei as viagens de aventura mais difíceis e inesquecíveis de minha vida. Aprendi que superar as dores, sejam físicas ou da alma, nos ajuda a evoluir como seres humanos, nos torna mais fortes.

A caminhada noturna acabou com o dia amanhecendo, na igreja onde nos reunimos no final da tarde do dia anterior. A caminhada que era para ter 40 quilômetros, acabou tendo 38,87 quilômetros. Até pensei em andar um pouco mais pelas ruas próximas para fechar os 40 quilômetros redondos. Mas o cansaço e as dores eram tamanhos, que desisti de tal ideia. Eu já tinha feito caminhadas de 50, 60 e até 70 quilômetros. Mas divididas em dois ou três dias. Os quase 40 quilômetros dessa caminhada noturna foi meu recorde de caminhada no mesmo dia. No salão paroquial da igreja, estava sendo servido um saboroso café para todos os caminhantes. Comi um pouco, me despedi do pessoal e fui para casa, pois estava sentindo muito sono. Passei o domingo na cama, dormindo a maior parte do tempo e sentindo aquela sensação gostosa de dever cumprido, de mais um desafio atingido.

19

Segue um agradecimento especial ao Andrey e a Karina Legnani, que foram os idealizadores dessa primeira Caminhada Noturna São Francisco de Assis. E outras virão, pois ficou definido que essa caminhada passará a ser realizada todos os anos, no mês de outubro.

E meu problema no abdômen não era apendicite e não vou precisar passar por cirurgia. O problema é outro, não muito grave, mas que com os cuidados adequados será curado com o tempo. Então valeu ter conversado com Deus, e ter entrado num acordo com Ele sobre não precisar passar por cirurgia. Naquela noite de lua, caminhando sozinho na estrada, Deus estava de ouvidos bem abertos para minhas preces… Valeu Deus!

Caminhada na Natureza – Boa Esperança / PR

Hoje foi dia de levantar cedo e pegar a estrada até a cidade de Boa Esperança, para participar da última Caminhada na Natureza, de 2019. Eu não conhecia Boa Esperança. Minha mãe morou nessa cidade quando adolescente.

A cidade é simpática, bem organizada e um amigo que estava junto contou que ela tem a maior renda per capita da região. A recepção da caminhada foi em um parque, a beira de um lago. Local bonito e organizado. E todos foram recebidos com um farto e delicioso café da manhã. E gratuito! O café da manhã foi muito bom, e estava melhor do que muitos cafés que pagamos em outras caminhadas.

Inscrição feita, discurso de alguém, que eu acho que era o Prefeito da cidade. Estava conversando e não prestei atenção no discurso. Nunca dou atenção a discursos. Depois teve o aquecimento, do qual nunca participo também. Prefiro aquecer caminhando.

E foi dada a largada para a caminhada, que iniciou contornando o parque e logo entrou na mata. E seguimos por dentro da mata por quase todos os nove quilômetros da caminhada. Nos postos de apoio, sempre tinha água gelada, doces e frutas. Organização nota 10! Parabéns ao pessoal de Boa Esperança!

0000

01

28
Alemão, André, Eliane e Vander.

39

40

38

 

Caminhada na Natureza – Janiópolis

Domingo nublado, clima ameno, levantei não tão cedo, e fui com dois amigos participar da Caminhada na Natureza, na cidade de Janiópolis. Tinha bastante gente a após um breve aquecimento começou a caminhada. No início estava meio travado, ficávamos mais parados do que caminhando. Mas aos poucos a caminhada foi evoluindo e tudo ficou melhor. O clima ajudou, caiu uma pequena garoa e refrescou bastante. A caminhada foi de 8,5 quilômetros e serviu como treino para a subida do Pico Paraná daqui uns dias. No geral essa caminhada foi legal. De negativo é o pessoal que leva som alto para caminhar. Isso acaba incomodando, pois quem vai caminhar na natureza quer é paz e silêncio.

428e5bc3-6d30-4b2f-b580-00002df4a3bd

IMG_2313

IMG_2319

IMG_2300

IMG_2352

Caminhada em Jussara

Hoje foi dia de levantar cedo para participar de uma caminhada diferente. O grupo de caminhadas da vizinha cidade de Peabiru, foi convidado para participar de uma caminhada teste na cidade de Jussara. O pessoal de Jussara pretende entrar no circuito de Caminhadas na Natureza, então organizou um roteiro e convidou o pessoal de Peabiru para conhecer o roteiro e depois dar palpites, sugestões e criticas. Como tenho amigos no grupo de caminhadas de Peabiru, consegui ir junto com eles e levei a Amanda e o Alemão.

Fomos de carro até Peabiru, cidade vizinha a Campo Mourão e de lá percorremos de ônibus os 68 quilômetros até Jussara. Eu tinha dormido tarde na noite anterior, e estava com muito sono. Dormi o tempo todo, mesmo no banco desconfortável do ônibus escolar. Em Jussara fomos recepcionados com um saboroso café da manhã. Até o prefeito foi nos recepcionar.

A caminhada começou pelas ruas da cidade e depois seguiu por um longo trecho de terra mecanizada, tipo de terreno que onde é horrível caminhar. Em seguida entramos na mata e ali ficamos por algumas horas. Tinham muitas trilhas subindo e descendo morro, paramos num rio com uma pequena cachoeira, onde alguns corajosos entraram na água.

Na parte final da caminhada acabamos nos perdendo, pois existiam muitas trilhas e quase nenhuma sinalização. Tivemos que sair da mata, andar um pouco ao redor dela, até que encontramos algumas pessoas da organização, que nos indicaram o caminho correto a seguir. Depois foi tranquilo o final da caminhada. De volta a cidade ficamos na pracinha central, onde lanchamos. Um morador local bastante antigo, sentou conosco e ficou contando histórias da cidade. Seu Brás era bastante simpático e falante e se mostrou ser uma ótima companhia.

01

IMG_1823

IMG_1854

IMG_1920

IMG_1937

IMG_1959

IMG_2026

IMG_2030

 

Caminhada Noturna em Peabiru

Sexta-feira, começo de noite, segui com alguns amigos até a vizinha cidade de Peabiru. Lá encontrei outros amigos e fizemos uma caminhada noturna por estradas perto da cidade. Foram 10 km, onde sofremos com a poeira, pois faz tempo que não chove por aqui. Após a caminhada, todos reunidos no Bar do Botinha, no centro da cidade, para tomar cerveja, Coca-Cola, comer coxinha e pastel, e dar muitas risadas… Nada melhor para relaxar após uma semana estressante.

00

03

69335934_2397301197263776_4446732207377088512_n

 

Caminhada na Natureza – São Tomé

Hoje foi mais um dia de levantar cedo e participar de uma caminhada do circuito Caminhada na Natureza. Dessa vez a caminhada foi em São Tomé, cidadezinha simpática que fica distante 82 quilômetros de minha cidade. Já passei algumas vezes no trevo de acesso a São Tomé, mas nunca tinha entrado na cidade.

Fazia bastante frio, num dia ensolarado e com muito vento. E como não tem chovido há muito tempo em nossa região. tinha muita poeira. O vento levava a poeira até nosso olhos, boca, algo bastante desagradável. Tinham muitos participantes na caminhada, que foi uma das mais movimentadas de que já participei.

Caminhei com meus amigos André e Alemão, e como sempre zoamos bastante e demos muitas risadas. O roteiro da caminhada passou por muitas plantações, o que sempre é tedioso. Mas também passou por lugares legais, inclusive rios e uma bela cachoeira. Eu estava meio gripado e bastante rouco, o que o frio e a poeira só fez piorar. Mesmo assim, foi uma caminhada muito legal…

00

IMG_1198

IMG_1203

IMG_1209

IMG_1285

Caminhada na Natureza – Iretama

Mais um domingo levantando cedo para ir numa caminhada. Dessa vez foi na cidade de Iretama. Essa caminhada era para ter acontecido no dia 2 de junho, mas foi adiada por causa da chuva. Eu e alguns amigos pegamos carona no ônibus do grupo de caminhadas da cidade de Peabiru. Foi mais uma caminhada divertida, passando por locais muito bonitos, conhecendo gente, conversando e rindo muito. O clima ajudou e o sol apareceu somente depois do meio da caminhada. Mais 12 km pra conta!

0000000

IMG_0517B039A43E-AE39-4999-BD0F-24ADE2E8FD2BIMG_0554

Caminhada na Natureza – Altamira do Paraná

O domingo foi de caminhada, dessa vez na cidade de Altamira do Paraná. Fazia dez anos que não ia em Altamira, a última vez que estive lá também foi em uma caminhada. Foram 12 km de caminhada, por locais muito bonitos. Depois da caminhada foi servido o prato típico da cidade, Carneiro Recheado, do qual passei longe, pois não gosto de carneiro.

0000

IMG_0222