Aventuras & Aventureiros – Um Missionário na África

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, contou com a participação de Marcin Damasio, que contou sobre sua experiência como missionário em Moçambique.

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Vander Dissenha, Stefano e Marcin Damasio.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Circuito Vale Europeu

O programa Aventuras & Aventureiros de hoje, falou sobre o Circuito Vale Europeu. Participaram do programa Eduardo Viana e Horacio Bagatolli,  que contaram sobre suas viagens de bike pelo Vale Europeu em Santa Catarina.

AVENTURAS & AVENTUREIROS 08 - 21.07.2020

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Horacio Bagatolli, Vander Dissenha e Eduardo Viana.

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Horacio Bagatolli e Vander Dissenha.

Para assistir ao programa na íntegra, acesse o link  abaixo:

Aventuras & Aventureiros – Caminho do Itupava

Hoje o programa Aventuras & Aventureiros falou sobre o Caminho do Itupava, que fica na serra do mar paranense. Os convidados que participaram do programa foram Gessiane Pereira, Arléto Rocha e Marcella Chinaglia.

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Para assistir ao programa acesse o link abaixo: 

Alfredo Sirkis

Hoje faleceu Alfredo Sirkis em um acidente de automóvel no Rio de Janeiro. Alfredo Sirkis escreveu um dos livros que marcaram minha juventude. No livro Os Carbonários, Sirkis conta suas memórias de estudante e guerrilheiro urbano contra a ditadura no Brasil. Foi a partir da leitura de Os Carbonários,  que passei a compreender melhor o que significou o Ato Institucional Número 5 (AI-5), as passeatas de 1968, os sequestros dos embaixadores da Suíça e da Alemanha, a libertação de presos políticos e as ações da ditadura para aniquilar as oposições.

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Netflix e Amazon Prime

Demorei a aderir, mas após pouco mais de um ano assistindo Netflix, virei fã e posso dizer que me tornei um viciado nas séries produzidas por ela. As séries, mesmo as mais antigas são de boa qualidade e tem uma variedade enorme de estilos.

Alguns filmes mais antigos, são bem ruins, mas de uns tempos para cá as produções se tornaram melhores, os roteiros mais legais e a vinda de atores consagrados fez a qualidade dos filmes produzidos pela Netflix crescerem.

Outro fator que me fez virar fã da Netflix, são a enorme quantidade de filmes estrangeiros disponiveis. Sempre gostei de filmes de outros países, que não os Estados Unidos. E na Netflix encontrei muitos filmes franceses, espanhóis e indianos, que são os melhores fora do eixo Estados Unidos – Inglaterra. Já vi também filmes alemães, suecos, turcos, japoneses e até africanos. Já filmes brasileiros é dificil encontrar algum que valha a pena. Infelizmente!

Há dois meses assinei o Amazon Prime e descobri algumas séries interessantes. Os filmes perdem em quantidade para os da Netflix,  muitos são antigos e tem pouca produção original. Mas da para encontrar alguns filmes interessantes.

Durante o período de isolamento pela pandemia do Covid19, foram vários dias, noites e madrugadas ligado na Netflix. Algumas vezes eu chegava a amanhecer o dia em frente a TV. E adoro fazer maratona de séries. Quando começo uma série, quero chegar ao final dela o mais rápido possível.

Sei que agora boa parte do meu tempo livre e principalmente horas de sono, acabo ocupando com a Netflix e o Amazon Prime. E isso me fez deixar de lado a leitura de livros. Ganha-se de um lado e perde-se de outro! Mas para quem é amante de séries e filmes, como eu, Netflix e Amazon Prime vieram para nos deixar mais felizes…

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A ascensão Netflix

Em meados da década de setenta e início da década de oitenta, quem queria assistir à um filme, ia ao cinema. No final da década de oitenta e na década de noventa, quando batia aquela vontade de assistir aquele filminho, era só correr na locadora mais próxima e alugar uma sacola de VHS para passar o final de semana, além de (para quem podia, porque era o olho da cara), assistir seus filmes e séries preferidos através do serviço de alguma TV por assinatura. Na década de 2000, surgiram os DVDs, e uma nova febre se instaurou no mercado audiovisual, oferecendo alta qualidade de som e imagem, e aposentando o VHS. Surge então a era digital, e quase junto com caros disquinhos Blu-Rays, aparecem os torrents, vertente que permanece até hoje, apesar de sua ilegalidade. Os torrents, para quem não sabe, consiste em uma maneira de “baixar” qualquer filme, série, etc, pela internet, através de plataformas de download ilegais, o que torna mais fácil a vida dos cinéfilos que querem encontrar alguma raridade ou lançamento, e não querem gastar dinheiro nenhum com isso (a não ser seu serviço de provedor de internet).

Paralelo à tudo isso, no início desta década, se populariza entre nós a modalidade conhecida como “streaming”, serviço que se tornou tendência com o YouTube e que permite ao usuário o livre acesso a um grande número de vídeos que são disponibilizados através de transmissão instantânea de dados de áudio e vídeo através de redes. Por meio do serviço, é possível assistir a filmes ou escutar música sem a necessidade de fazer download, o que torna mais rápido o acesso aos conteúdos online.

O streaming se desenvolveu no Brasil nos últimos anos principalmente pela melhora em um dos seus principais pré-requisitos: a melhora na velocidade das conexões com a Internet. Com isso, os dados são armazenados temporariamente na máquina e vão sendo exibidos ao usuário em velocidade quase instantânea. Dentro dos serviços de streaming, um deles carrega o expoente máximo de conexão com o público. Estou falando da Netflix, hoje uma gigante do entretenimento, fundada por incrível que pareça no distante ano de 1997 pelos americanos Reed Hastings e Marc Randolph. Diferentemente do YouTube, não é possível ao usuário criar um “canal” e carregar seus próprios vídeos dentro da plataforma, já que o conteúdo é todo fornecido e abastecido pela plataforma. Hoje atuando no mundo todo, a Netflix mostra números impressionantes para um serviço que ganhou sua maturidade no início da década, com cerca de 155 milhões de usuários e um patrimônio de mais de 25 bilhões de dólares.

Alguns fatores foram determinantes para que a Netflix chegasse onde está, e o principal deles é a constante melhora de nível do conteúdo do serviço, aliada à exploração de outras formas de negociação do referido conteúdo. Explico: de início, a Netflix apenas produzia seus próprios filmes e séries para disponibilizá-los em sua plataforma de streaming, ao lado das produções já existentes adquiridas de outros selos para alimentar o catálogo de opções do serviço. Isso funcionou muito bem por um tempo, mas ao mesmo tempo, essa forma de operação limitava o crescimento do serviço. Neste período, a Netflix produzia boas séries, mas seus filmes originais, em sua grande maioria, deixavam muito a desejar.

Em 2016, entretanto, a Netflix lançou a obra que mudou para sempre a história e o alcance da marca: Estou falando da série Stranger Things, uma amálgama de diversas produções de sucesso da década de oitenta, que trazia uma história nova porém com elementos de filmes como E.T.: O Extraterrestre, Os Goonies, It: A Coisa, entre tantos outros. A série, hoje em sua terceira temporada, conta a história de um grupo de jovens de uma pequena cidade americana que acaba se metendo em uma história miscelânica envolvendo conspiração governamental, monstros e dimensões paralelas, sempre trazendo inúmeras referências à cultura pop dos anos 80. O sucesso foi absolutamente estrondoso, e a série em sua terceira temporada teve uma audiência recorde de mais de 40 milhões de pontos de transmissão em apenas quatro dias desde o lançamento.

Este novo patamar alcançado pela Netflix após a chegada do fenômeno Stranger Things permitiu que a Netflix implementasse duas novas modalidades que viriam a efetivamente transformá-la na potência do entretenimento que é hoje; a primeira delas, foi investir em superproduções. Até então condicionada à produzir filmes de pequeno alcance e orçamento modesto, a Netflix se aventurou pela primeira vez no terreno dos blockbusters no final de 2017, com a fantasia policial Bright, protagonizada por Will Smith, e o sucesso foi imediato. Depois vieram o thriller Bird Box, estrelado por Sandra Bullock, que chegou à marca de 26 milhões de espectadores em seus primeiros sete dias desde o lançamento no final do ano seguinte, e neste ano, produções como Operação Fronteira e Missão no Mar Vermelho mantiveram a tendência Netflix de produzir filmes com grandes nomes de Hollywood, no caso Ben Affleck e Chris Evans, respectivamente. A segunda tomada de decisão, e talvez a mais importante, foi passar a adquirir produções de outros estúdios e lançá-las em seu catálogo como produções Netflix.

Grandes filmes como o vencedor do Oscar Roma e a super-produção O Paradoxo Cloverfield iniciaram uma vitoriosa tendência que além de aumentar significativamente o catálogo de produções do selo, ainda permitiram que a Netflix chegasse às salas de cinema. Esta junção de fatores de sucesso na estratégia da empresa irão convergir agora no final de 2019, com a chegada de O Irlandês (The Irishman), superprodução dirigida por Martin Scorsese e protagonizada por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, que além de ser a maior produção da Netflix até agora, já chega com lançamento programado nos cinemas e prováveis indicações ao Oscar do ano que vem.

Neste meio tempo, a Netflix ainda encontrou outra mina de ouro inesperada em uma improvável série espanhola batizada de La Casa de Papel. Se Stranger Things foi um sucesso importado dos EUA, La Casa de Papel foi um sucesso tipo exportação, que se tornou uma febre no Brasil e na América Latina para em seguida ganhar o mundo. A série, que acompanha um grupo de assaltantes durante um audacioso roubo à Casa da Moeda da Espanha, caiu na boca do povo e se transformou num verdadeiro fenômeno, à ponto de viralizar na internet brasileira, gerando uma infinidade de memes e até uma versão funk da canção italiana e hino anti-fascista Bella Ciao, que toca numa das melhores cenas da primeira temporada da série, que hoje também se encontra em sua terceira temporada.

É claro que, como tudo que cresce e se torna um sucesso, a Netflix passou a incomodar certas vertentes da indústria do entretenimento. Diretores renomados como Steven Spielberg e Christopher Nolan já se mostraram insatisfeitos com a entrada do selo na indústria de Hollywood, e outros serviços de streaming também surgiram, como o Amazon Prime Video e o serviço de VOD (Video On Demand) também ganhou força, funcionando como um esquema mais específico de Pay-Per-View, onde você pode “alugar” determinado filme diretamente da plataforma que o oferece. Com medo do crescente ganho de público do streaming Netflix, a toda-poderosa Disney (agora detentora da Marvel e da Fox) e a HBO (pertencente ao grupo Warner), anunciaram a criação de seus próprios serviços de streaming, que além de já nascerem concorrentes diretos da Netflix, ainda retirarão todas as produções de seus respectivos selos do catálogo da concorrente. Tendo em vista o alto número de filmes da Disney, Marvel, Fox e Warner em seu portfólio, a Netflix deve se preparar para um forte golpe em seu faturamento.

Contudo, este revés chega em um momento em que a Netflix talvez seja capaz de suportar bem o impacto. Mesmo com uma significativa queda no número de produções de peso disponíveis em seu catálogo, o crescente número de produções próprias Netflix, entre filmes e séries, além da constante aquisição de produções de outros estúdios, pode funcionar como o fator de equilíbrio que a marca precisa para adentrar esta nova fase de sua história. É importante lembrar que, todos estes serviços, sejam eles de streaming, VOD, torrents, etc, funcionam como alternativas ao cinema, o que também incorre em um risco à indústria cinematográfica. Em uma pesquisa realizada este ano, mais de 70% dos jovens entre 14 e 22 anos preferem ficar em casa assistindo Netflix ou YouTube do que ir ao cinema. O ato de ir até o cinema ainda funciona como um passeio em família ou algo romântico entre namorados, porém, com exceção das superproduções, o cinema não oferece nada além. Os preços dos ingressos são altos e os da bomboniére nem se fala, e a massiva maioria dos filmes menores sequer chegam a ser lançados nos cinemas, e se a indústria quiser continuar existindo nos próximos anos, terá que se reinventar. Independente do que venha a acontecer em todo este cenário, uma coisa é certa: Depois da Netflix, o mundo do entretenimento nunca mais será o mesmo.

Eduado Kacic   www.administradores.com

 

Parque Natural Municipal São Francisco da Esperança

Após realizar o rapel no Salto das Pombas (postagem anterior), estivemos visitando o Parque Natural Municipal São Francisco da Esperança. O parque é muito bonito e por vários aspectos achei ele parecido com o Parque do Caracol, que fica na cidade de Canela – RS.

A principal atração do parque é o Salto São Francisco. Ele está localizado na serra da Boa Esperança, na tríplice fronteira entre as cidades de Prudentópolis, Turvo e Guarapuava. Com 196 metros, o Salto São Francisco é uma das maiores cachoeiras do sul do Brasil.

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Parque Natural Municipal São Francisco da Esperança.

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Salto São Francisco.

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Salto dos Cavalheiros.

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Rapel no Salto das Pombas

Recentemente estive com amigos na cidade de Guarapuava, fazendo rapel no Salto das Pombas. Foi um rapel de 75 metros, com uma vista incrível. Confesso que ao chegar na borda do paredão, deu um enorme frio na barriga.

Depois do rapel, tivemos que fazer a trilha de retorno, que foi pelo meio da mata e com uma subida que exigiu certo grau de esforço. E a trilha também se mostrou interessante, tendo inclusive passado ao lado de um paredão com água escorrendo, que deixou a paisagem muito bonita.

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As igrejas trigêmeas

A catedral de minha cidade (Campo Mourão), possui mais duas irmãs. O arquiteto Simão Gramlich vendeu o mesmo projeto para três cidades. Dessa forma Campo Mourão – PR, Antônio Carlos – SC e São Bento do Sul – SC possuem igreja matriz quase idênticas.

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Campo Mourão (1968), Antonio Carlos (1967) e São Bento do Sul (1958). As igrejas trigêmeas.