Relatório da 10ª Peregrinação pelo Caminho de Peabiru

Por: Sinclair Pozza Casemiro – NECAPECAM

X Peregrinação no Caminho de Peabiru

 Altamira do Paraná-PR

                                                                                                                                           

Vejo a pedra que rola

Querendo ganhar o mundo

Sendo que foi feita pra ficar.

 Vejo o barro que se prende nas rodas de um móvel,

Nos pés calçados ou não do caminhante,aindo seu destino de ficar.

Não sei se sabem que estão buscando além do que podem

E do que lhes foi destinado.

Mas sei que a pedra acaba indo longe

Nas construções, nas estradas asfaltadas…

O barro se espalha e se vai…

Sou peregrina que anda

Nos quilômetros deste chão de tantas cores,

De tantas formas, cheiros e marcas,

E estou presa na sua extensão, passo a passo.

Mas, como as pedras e o barro,

Meus sonhos se vão

Construindo e edificando longe…

Se espalhando feito pó na imensidão do possível.

São aproximadamente vinte e uma horas e se inicia o X Simpósio sobre o Caminho de Peabiru na COMCAM  que acontece em Altamira do Paraná, na sua Casa da Cultura. Falam as autoridades locais, o representante da Câmara Municipal, o Prefeito Municipal, Sr. Paulo Castro Klipe, recepcionando os peregrinos, sob a coordenação do Mestre de Cerimônias Jonas de Oliveira e Silva. Fala também a Coordenadora Geral do NECAPECAM, Marilene Celant Miranda da Silva, pontuando a história do Caminho, a sua importância para o conhecimento de nossas raízes, do NECAPECAM; o escritor e ex-prefeito de Altamira do Paraná, Sr. Klein, que apresenta a trajetória da criação de Altamira do Paraná e também o Deputado Estadual César Silvestre, que está em visita ao município. Estão presentes autoridades do município, como o Coordenador Geral Ataliba Pedro dos Santos, o sub-prefeito de Altamira do Paraná quando se instalava o processo de municipalização na década de 1980. Autoridades representando as Igrejas do município, Secretária de Cultura Maura, professores, alunos, comunidade em geral também prestigiaram o evento. O vídeo sobre o Projeto Turístico do Caminho de Peabiru finaliza o Simpósio e o clima de confraternização continua, saindo agora os convidados, após o encerramento, para a ASMAP, onde é servido o prato típico do município – o carneiro recheado.

Jonas e sua equipe trabalharam dias na preparação do prato típico do município e seus esforços foram recompensados: “carneiro recheado” é, sem dúvida, uma das mais deliciosas comidas típicas que a COMCAM oferece. Após o jantar, do qual participam as autoridades presentes no Simpósio, peregrinos e convidados, tem início um descontraído “arrasta-pé” animado pela banda do Professor João Carlos Vieira de Matos.  Conversas são colocadas em dia, pelos peregrinos-cativos do Peabiru, gente amiga que tem feito das peregrinações  uma  alegre expectativa  a cada semestre, desde 2004. Há também novos peregrinos, que logo se enturmam, todos confraternizando com a comunidade que tão hospitaleiramente  recebe em Altamira do Paraná a X Peregrinação no Caminho de Peabiru.

Chega a hora de dormir. Cada morador se vai, vão-se os maravilhosos e já saudosos músicos, ficamos os peregrinos. Aqui e ali, se teima em dormir: um papinho que se alonga, uma brincadeirinha que desperta, mas logo o sono toma conta de todos, vindo a noite  encobrir, com seu  ruído manso, o cansaço do dia. Amanhã bem cedo peregrinaremos num novo trecho turístico do Caminho de Peabiru, da rota que um dia levou, entre outros jeitos e caminhos,  o povo guarani em sua busca da Terra Sem Mal. Mesmo conscientes de que se trata apenas da ressignificação do Caminho de Peabiru, da sua construção turística, que significa uma aproximação da história e não sua revisitação literal, somos levados a refletir sobre nossas raízes, sobre as culturas que, neste chão, antes de nós construíram seus mundos, viveram suas trajetórias de conquistas e de desafios. Nos anos de 1970, muito perto daqui, onde hoje é o município de Campina da Lagoa, as escavações do arqueólogo Igor Chmyz trouxeram à luz a vida dos Itararés, a quem o pesquisador atribui a construção dos caminhos de Peabiru nos anos 900. Isso nos faz pensar. Que sabemos dos outros grupos humanos que nos antecederam? As pesquisas hoje se avolumam, dos autóctones, da Província do Guairá, do período filipino, das missões jesuíticas, do êxodo guairenho, dos bandeirantes paulistas, dos conflitos de fronteira, da Guerra do Paraguai, das colonizações nacionais, paranaenses, dos intensos conflitos entre índios e não-índios, entre posseiros e grilheiros, enfim, de tanta movimentação que fez possível hoje aqui estarmos e aqui vivermos. Mas, muito ainda há o que se pesquisar. O projeto de peregrinação nos caminhos de Peabiru, entre outros objetivos, traz este objetivo, como essencial: reconhecer a vida que se descortinou antes de nós nestas paragens, aparentemente tão neutras, porém testemunhas silenciosas do processo humano de ocupação e conquistas que a humanidade teima em desenvolver incansavelmente, cada geração a seu tempo e a seu modo.

As perguntas ficam empurrando respostas que sempre vem em forma de novas perguntas. Nesse processo dinâmico de conhecimento, peregrinando e vivendo o presente, pisando nele por este chão tão velho, passo-a-passo, suando nele, sentindo seu ar, ouvindo seus sons tão variados,  encontrando gentes, flores, plantas, bichos, máquinas, prestando atenção no que cada qual quer dizer, lá vamos nós, peregrinos. Na construção ou na tentativa de construção de uma terra sem males, sim senhor.

Passa a noite. Chega a manhã clara, limpa. Um convite para caminhar. Iniciam-se os preparativos para o café, para a peregrinação. Cadê o Amani? Nosso guia espiritual permanente? Está na Rota da Fé. Pierini que, quando presente, também é guia espiritual, encaminha o momento da reflexão a cada vez que a Coordenadora Geral, Marilene, o chama. O café da manhã é indescritível pelas delícias da terra que são oferecidas em salgados, doces, sucos, pães, biscoitos, mel, iogurte… o carinho e a dedicação da comunidade altamirense completam a satisfação da mesa farta.

Não pode ser esquecida a fotografia. Em seguida, cada qual no seu ritmo, na sua intenção, segue o itinerário. A Coordenadora de Pesquisa explica: são apenas oito quilômetros de “batismo”. Ou seja: de peregrinação no caminho ressignificando o Peabiru, fazendo cumprir o objetivo do projeto de mapeamento, que é peregrinar sobre o trecho pesquisado e reconhecido. Porém, como os peregrinos gostam e merecem uma caminhada mais longa, o percurso se estenderá pelo seu retorno, ou seja, por mais  oito quilômetros e acrescentará mais quatorze até a beira do rio Piquiri em que se instala uma pousada convidativa. No final das contas, fim do dia, bem contadinho, foram contados trinta e quatro quilômetros.

Bem, saindo do ASMAP, os peregrinos seguem o ônibus de apoio, do município. No principal Hotel da cidade, mais peregrinos se juntam ao grupo. Descem, sobem, fazem curvas. O trajeto é estonteante: cercado de montes, diferentes vegetações, diferentes culturas, o percurso distrai e faz chegar rápido à balsa, seu ponto final. Uma das curvas mais interessantes é a “curva fria”. Ela é assim chamada, pois, neste ponto, percebe-se claramente a queda brusca da temperatura. Mesmo em tempos de verão, o ar é bastante fresco. No inverno, as pessoas chegam a temer a intensidade do frio na passagem pelo local. Protegidas, desafiam o ambiente, mas deixam sua marca no registro e batismo que lhe fazem como “curva fria”. Nós sentimos, como peregrinos, essa informação. Foi reconfortante passar por ela, foi como se fosse um “ar condicionado natural” no dizer do peregrino que andava à frente. Mais curvas e mais subidinhas e descidinhas, uma e outra mais forte, a passarada cantando, as lagartinhas passando sob nossos pés, em número incontável. Isso porque a região abriga projetos de sericultura e elas proliferam intensamente.

Mais à frente, a informação de que há, a cem metros da estrada, o poço d´água termal. Ali, a  PETROBRÁS, na década de oitenta, lacrou um poço de água com a temperatura de 42 graus. Beneficiado por dois grandes rios que o cruzam, o Cantu e o Piquiri, mais outros quarenta e um rios menores, por um relevo bastante peculiar e bioma riquíssimo em diversificação, o município de Altamira do Paraná guarda, como este,  tesouros ambientais ainda indecifrados e inexplorados.

Passos além, chegamos à Comunidade das águas cristalinas ou também conhecida comunidade da Igreja do Bom Pastor. As águas despontam aqui e ali, límpidas, muito puras. Aliás, Altamira é, como diz Maura, peregrina altamirense do Paraná, uma “cidade ilhada”. 

Mas a história insiste em ser lembrada na presença desta Igreja e de algumas casas que se avistam por ai. A região guarda nessas construções, ainda vestígios da intensa movimentação que  viveu antes do trinômio soja-trigo-gado e da construção da ponte sobre o rio Cantu em 1986. Nos áureos tempos do início da colonização altamirense,  o município contava com cerca de quatorze mil habitantes. Hoje, apenas a lembrança na memória dos antigos moradores traz de volta a escola, o campo de futebol, as festas e a movimentação econômica do lugar naquele tempo. O fato de ser o trajeto da balsa, a única saída para a região de Nova Cantu e Campina da Lagoa, contribuía para a dinâmica de centenas de pessoas neste local. É possível daqui se visualizarem as belezas do rio Cantu e a rica paisagem que o margeia. Também daqui se avista o Centro de Produção de Altamira, à esquerda de quem segue até a balsa. No Centro são desenvolvidas práticas agrícolas e pastoris que resultam em valiosos produtos para a economia altamirense, como ovos, leite, carnes, frutas e legumes.

Pouco mais adiante, deparamo-nos com a comunidade que desenvolve, entre outras quarenta do município, a sericultura. No município, esta atividade, bem como  a de aviários, a pastoril, a da agricultura, do turismo religioso e rural, agora a do Peabiru, movimentam a economia alternativamente. Isso contribui para a menor taxa de êxodo no município, embora também ele sofra as mesmas consequências da fase de expansão capitalista que todo o território paranaense sofreu a partir do século XIX, mais recentemente do século XX.

Peregrinando, peregrinando, chegamos ao “saco da Judith”. Isso mesmo. Neste ponto,  avista-se a curiosa paisagem que o rio Cantu oferece, pelo relevo ondulado em que deita suas águas. Trata-se de uma entrada de terras, semelhante a uma “península”, popularmente conhecida com “saco da Judith”. Toda a parte terrestre deste relevo pertence a Nova Cantu e toda a água que circunda o “saco da Judith” pertence a Altamira do Paraná. E é isso mesmo que faz lembrar a sinuosa entrada: um saco. A referência a Judith se dá por ter sido ela uma jovem moradora muito bonita do local, que atraía olhares e desejos pelos seus encantos. Muitas histórias ainda se contam de venturas vividas em torno dessa inesquecível personagem da vida real de Altamira do Paraná. Alguns quilômetros à frente, finalmente, com curvas e curvas, lombadas e lombadas, paisagens deslumbrantes, chegamos à “balsa do Cantu”. Sobre essa balsa, onde o Cantu se encontra com o Caratuva, vou deixar falar o altamirense do Paraná, seu sub-prefeito  entre as décadas de instalação do município, 70 e 80, o Sr. Ataliba Pedro dos Santos. Suas informações são muito valiosas. Diz, textualmente, Ataliba:

“Ainda na década de 60 por volta do ano de 1965, o senhor Luiz José Lizandro, foi procurado por pessoas que exploravam o a travessia do Rio Cantu, que ligava o Município de Nova Cantu ao povoado de Altamira do Paraná, para colocar no local uma balsa que fizesse a travessia com mais segurança, haja  vista o grande fluxo de pessoas que por ali transitavam.

Havia no local uma “balsa/embarcação” em caráter precário, um estrado de madeiras que flutuavam sobre tambores, que não oferecia nenhuma segurança aos passageiros.

O senhor Luiz José Lizandro, oriundo da cidade de Blumenau/SC, que sempre teve suas atividades ligadas a portos, sendo que seu pai e irmãos, todos conheciam bastante esse ramo, adquiriu os direitos e construiu uma embarcação no local, que era chamado de Porto Cantu/Fazenda São Luiz, pois adquiriu terras às margens do Rio Cantu.

Para construir a nova Balsa, Sr. Luiz contou com a ajuda de uns trabalhadores de Ivatuba/Pr., principalmente do senhor Nelo, que era muito experiente em  construção dessa natureza.

Aquela travessia sobre o Rio Cantu tinha papel preponderante para Altamira do Paraná, haja vista, na época, o então Distrito estava ainda em fase de colonização, onde eram exploradas as atividades agrícolas, com grande produção de Óleo de Hortelã, bem como o aproveitamento de madeiras das matas que iam sendo desbravadas. Tudo o que era necessário teria que passar pelo Porto Cantu, daí a importância daquela travessia, que sem dúvida, muito contribuiu para o desenvolvimento local.

Antes de colocar a nova balsa em funcionamento Sr. Luiz possuía outra balsa no Porto Bananeira no Rio Ivaí/Pr.

No ano de 1975, ocorreu um trágico acidente na Balsa do Sr. Luiz, um ônibus da empresa Expresso Nordeste perdeu o controle e sem freio, caiu sobre o Rio, morrendo no acidente mais de 20 passageiros, tendo uns poucos que conseguiram sobreviver.

No ano de 1993, o senhor Luiz José Lizandro, já com seu casal de filhos criados (João Lizandro  e  Julita Lizandro de Paula), resolveu vender a balsa.

Atualmente funciona uma Balsa de fabricação em aço, com locomoção manual, com todos os registros exigidos pela Capitania Fluvial dos Portos em dia, com o nome de Balsa Josué, operada pelo senhor Pedro Paulo dos Santos.

Luiz José Lizandro, (saudosa memória) natural de Blumenau/SC, nasceu em 04.11.1922, e faleceu em 05.07.2008, era casado com a senhora Marcelina Torres de Lizandro, nascida em Blumenau/SC aos 08.04.1925, que ainda reside  em sua propriedade, na localidade de Cantuzinho, no Município de Nova Cantu/Pr., poucos quilômetros distante da Balsa Josué. 

Aqui, neste ponto, os peregrinos pausam. A faixa “IVY MARÃ EY” nos recebe. Subimos à balsa. Conversamos com o balseiro, muito alegre, festeiro. Ele faz questão de nos levar, em dois grupos, até a outra margem. Ajudamos o balseiro a fazer a balsa navegar. Experiência única. São repetidas as histórias, entre elas, a do acidente de 1975. Fotos. Risos. O cansaço não consegue prevalecer e voltamos mais os oito quilômetros que até ali nos trouxeram. Passo-a-passo, alguns buscando apoio, outros seguindo em frente, uma aguinha aqui, uma barrinha e uma frutinha acolá, o carrinho da equipe de apoio, e lá vamos nós peregrinos. Ver outra vez aquelas paisagens nos faz bem. Dá um sentimento de poder, já sabemos delas. Mas, agora podemos contemplá-las melhor, prestar mais atenção aos seus ruídos, sentir melhor sua frescura e calor, prestar mais atenção também em seu solo. Difícil conter o impulso de catar as pedras que revestem os tons verdes, azuis, brancos,  abundantes no chão em que pisamos.Conversando, meditando, cantando, rindo, cada qual a seu modo, vamos em frente. Um delicioso almoço nos aguarda  na ASMAP.

Neuso, o cavaleiro do Peabiru, pois sempre está presente, oferece a carne, Santo, outro cavaleiro companheiro faz o assado. E Jonas completa com o carneiro recheado. As cozinheiras, da equipe de apoio do Jonas, cuidam dos acompanhamentos, o almoço é iniciado com o famoso “aperitivo” no garfo, passado na farinha branca, no limão. Tudo uma delícia. Ficamos agradecidos. Alguns de nós já descansam, antes mesmo da comida. Outros, aguardam e estendem-se nos gramados, rindo, brincando, ou simplesmente repousando.

É hora de voltar à caminhada. Agora serão quatorze quilômetros de um percurso que se iniciará na ACERA e terminará na pousada dos Klein. O ônibus nos leva até a ACERA. Dali para a frente, é conosco. Aqueles que se machucaram, que se cansaram, merecem o conforto  que o apoio oferece.  Mas, até às dezessete horas, aproximadamente, todos terão cumprido sua tarefa de peregrinar os restantes quilômetros do percurso. Entre idas e vindas, desvios e atalhos que fizemos, foram contados, ao final, por peregrinos, trinta e quatro quilômetros. E sempre ouvindo do Jonas, pra nos “atazanar”, que faltavam “oito quilômetros”. O percurso final, até à Pousada dos Klein, foi ainda mais desafiador: poucas casas, muitas subidas e descidas, pedras irregulares. A peregrina a meu lado, brinca: “Dizem que aqui em Altamira, se semeia a estilingue e se colhe a laço”. Por causa dos montes. Porém, apesar do sol da tarde, uma grata surpresa: as árvores se fizeram mais contínuas, a sombra foi nos acompanhando por quase todo o trajeto. O estímulo da chegada, do desafio alcançado fez o cansaço ser suportável, a energia prevalecer.

Na chegada, a recepção festiva dos amigos, a satisfação da conquista e um café delicioso, com comidas locais: queijo, pães, iogurte, sucos, biscoitos, bolos…tanta coisa e tanta delícia! Os altamirenses se empenham em oferecer uma hospitalidade que traz à tona seu capricho, sua capacidade e talento, sua amizade.

Após algum tempo, uma fotografia com todos, peregrinos, equipe de apoio do NECAPECAM, do município, convidados presentes, para coroar o evento da X Peregrinação. Jonas organiza o pessoal, recebe nossos agradecimentos. Alguns já se despedem e se vão. Agora é hora da partida, com a promessa de um novo encontro.

Até a próxima e muito obrigada a Altamira do Paraná! E também, obrigada a todos os peregrinos!

PEREGRINOS E EQUIPE DE APOIO 

Nome Cidade/Estado
   
PAULO CEZAR FRANTIOZI Cascavel – PR
EDER DE O. MACIEL Campo Mourão – PR
ZILMA ASSAD S. OTHMAN Campo Mourão – PR
JÓSIMO SERGIO CAMPANER Paraíso do Norte – PR
EDIO MARTELLO Maringá – PR
ANA MARIA G. DE S. DANTAS Paranavaí – PR
JOSÉ VANDERLEI DISSENHA Curitiba – PR
EDNA SASSAKI ZENKE Maringá  – PR
EDSON HIDEO ZENKE Maringá – PR
HENRIQUE A. VIEIRA Cascavel – PR
DALTRO ANGELO VIEIRA Cascavel – PR
ALEXANDRA YATSUDA FERNANDES BRESCANSIN Maringá – PR
EDSON ROBERTO BRESCANSIN Maringá – PR
CLARICE AP. S. PIERIN Cambé – PR
LUCAS SANTOS PIERIN Cambé – PR
CLAUDEMIR PIERIN Cambé – PR
MATHEUS SANTOS PIERIN Cambé – PR
CLELIA AP. MARTINS Cambé – PR
LERCIO RUFFO Cambé – pR
CLEIDE DOS S. RUFFO Cambé – PR
MARIA ELIANA FERREIRA JACOVÓS Maringá – PR
JAIR AVELINO JACOVÓS Maringá – PR
   
SYNÉSIO PRESTES SOBRINHO Londrina – PR
ADRIANO SOUZA BENTO Campo Mourão – PR
HYASMYNE MANUELA S. DE SOUZA Campo Mourão – PR
SINCLAIR POZZA CASEMIRO Maringá – PR
   
Equipe de Apoio  
LAZARO – IAP Engenheiro Beltrão – PR
MARIA LUIZA S. LUDEWIG Campo Mourão – PR
SINCLAIR P. CASEMIRO Nova Cantú – PR
SABRINA DE ASSIS ANDRADE Campo Mourão – PR
SANTO ANTONIO MOREIA Mamborê – PR
NEUSO OLIVEIRA Mamborê – PR
JAURITA MACHADO LESSAK Campo Mourão – PR
LORENILDA OLIVEIRA Campo Mourão – PR
MARILENE C. MIRANDA DA SILVA Campo Mourão – PR
SEVERO LAZDAN Campo Mourão – PR
ROSALINA SILVERIO SANTOS Altamira do Paraná – PR
ANTONIA COSTA SANTOS Altamira do Paraná – PR
ELIZABETE S. DA SILVA Altamira do Paraná – PR
GENI ALVES GODOY Altamira do Paraná – PR
NEUVANIA CARVALHO Altamira do Paraná – PR
EULISMARA FRANCISCA ALVES DA SILVA Altamira do Paraná – PR
NATALIA GIORDANA R. ALVES Altamira do Paraná – PR
PAULO FERREIRA Altamira do Paraná – PR
JONAS DE OLIVEIRA E SILVA Altamira do Paraná – PR
MIUZA RAINHA DE OLIVEIRA Altamira do Paraná – PR
MARLIANE MARTIELO Altamira do Paraná – PR
MAURA RAINHA DE OLIVEIRA Altamira do Paraná – PR
Equipe da Saúde  
SELMA ASSIS SANTOS Altamira do Paraná – PR
BRUNA DIANA ALVES Altamira do Paraná – PR
GENOR GOMES SOARES Altamira do Paraná – PR
GILBERTO DA SILVA Altamira do Paraná – PR
Animação  
BANDA U – TOQUE  JOVEM Altamira do Paraná – PR

Uma opinião sobre “Relatório da 10ª Peregrinação pelo Caminho de Peabiru

  • 11 de março de 2019 em 19:59
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    Que texto! Morei em Altamira quando criança. A descrição dos lugares parece uma paisagem. Perfeito. Traduz tudo que sinto lembrando de lá! Obrigado

    Resposta

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