Como eu esperava, 2025 foi bem melhor do que 2024. Também pudera: depois de ter vivido em 2024 um dos piores anos da minha vida, era difícil imaginar algo ainda pior. Posso dizer que cerca de 300 dos 365 dias do ano foram bons. Isso me faz lembrar algo que meu irmão costuma dizer: não devemos ficar reclamando das coisas, pois geralmente temos 65 dias ruins e 300 dias bons no ano. Só poderíamos reclamar se fosse o contrário — se tivéssemos 300 dias ruins e apenas 65 dias bons. E há muita gente cuja contagem é justamente essa, com mais dias ruins do que bons, ou até mesmo com os 365 dias do ano sendo ruins.
De fato, tive apenas uns 40 dias realmente ruins, quando enfrentei um problema de saúde meio chato. Além disso, nos últimos dois meses do ano passei por uma fase complicada com meu carro. Em um período de 47 dias, bateram duas vezes no meu carro, o teto foi danificado por uma chuva de granizo e, por fim, passei correndo por um buraco na estrada que estava escondido pela água da chuva. O resultado foi um prejuízo de R$ 1.200,00: tive que trocar um pneu, dois sensores de pressão, além de fazer balanceamento e alinhamento. Fora isso, meu ano foi muito bom. Conheci muita gente legal, algumas pessoas bem interessantes. Viajei um pouco e conheci Londres, que era um dos meus sonhos de infância.
Depois de ter ido a muitos velórios e enterros nos dois últimos anos, achei que em 2025 passaria em branco nesse quesito. Mas, na última semana do ano, acabei indo ao sepultamento de uma pessoa próxima.
Agora é esperar e torcer por um 2026 ainda melhor que 2025. Otimismo e pensamento positivo fazem bem e atraem coisas boas.
Feliz Ano Novo!







