Betty Boop – 90 anos

Hoje Betty Boop faz 90 anos. Ela é uma personagem criada por Max Fleischer e desenhada por Grim Natwick. Betty Boop fez sua primeira aparição em 9 de agosto de 1930, em Dizzy Dishes, o sexto episódio na série Talkartoon de Fleischer.

Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma cinta-liga. A personagem estreou em 9 de agosto de 1930, no curta Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz. Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou Boop-Oop-a Doop-Girl, de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações.

Apesar de ter sido atenuada em meados dos anos 1930, como resultado do Código Hays para parecer mais recatado, ela se tornou uma das personagens de desenhos animados mais conhecidas e populares do mundo.

Os comerciantes redescobriram Betty Boop na década de 1980. Os produtos inspirados em Betty Boop se distanciam muito dos desenhos animados, uma vez que muito não têm conhecimento dela como uma criação cinematográfica. Grande parte desse produtos a colocam na sua forma mais sexy, tornando a personagem popular em todo mundo.

A propriedade dos desenhos animados de Betty Boop mudou de mãos ao longo das décadas devido a uma série de fusões, aquisições e alienações.  Atualmente, a Olive Films (sob licença da Paramount) detém os direitos de hoem vídeo e a Trifecta mantém direitos de transmissão televisiva. A personagem e a marca registrada são de propriedade do Fleischer Studios, com produtos licenciados pela King Features Syndicate.

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Com a Betty Boop, no Island Adventure, em Orlando (2002).

Todos envelhecem…

Todos nós envelhecemos, querendo ou não! Só não envelhece quem morre cedo, quem morre jovem… Não vejo vantagem em morrer jovem e bonito. Melhor mesmo é envelhecer bem!

Abaixo alguns personagens dos quadrinhos, já velhinhos, para mostrar que envelhecer é parte da vida… E da morte!

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Tom & Jerry.
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Papa-léguas & Coiote.
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Minnie & Mickey.
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Pato Donald.
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Frajola & Piu-Piu.
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Lola & Pernalonga.
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Patolino.

Exposição em homenagem a Sergio Bonelli

Até o próximo dia 25 estará em exibição no Solar do Barão, em Curitiba, uma exposição em homenagem a Sergio Bonelli. O famoso editor italiano faleceu ano passado, aos 79 anos. Sergio Bonelli era apaixonado pelo Brasil e esteve aqui algumas vezes. Tinha predileção pela Amazônia, onde conheceu profundamente os costumes locais e teve inspiração para criar o personagem Mister No. Na exposição em Curitiba estão obras de diversos artistas, feitas como tributo após a morte de Sergio Bonelli. Também estão expostas fotos de Bonelli nos anos 70, visitando a Amazônia.

Enterro de Sergio Bonelli.

Sergio Bonelli na Amazônia, nos anos 70.
Ezequiel e Vander.

Gibicon nº 1

Estive em Curitiba participando da Gibicon nº 1, uma feira de quadrinhos. Ano passado aconteceu a Gibicon nº 0, que foi um evento experimental e que devido ao sucesso parece que será permanente daqui para frente. Dessa vez pude rever alguns amigos que também gostam de quadrinhos e fazer novos amigos.  Participei de eventos relacionados somente aos quadrinhos italianos da Editora Bonelli, que são os meus quadrinhos favoritos. Participei de uma palestra sobre os quadrinhos Bonelli na Itália e visitei uma mostra dedicada ao editor Sergio Bonelli, que faleceu ano passado. Também participei de uma homenagem ao Sergio Bonelli. Essa homenagem foi meio que uma palestra onde pessoas que conheciam o Sergio Bonelli falaram sobre ele, contaram histórias que viveram junto com ele. Um momento emocionante foi quando o Júlio Schneider (tradutor das revistas Bonelli no Brasil) ao contar sobre sua amizade com o Sergio Bonelli, acabou se emocionando e chorando. O argumentista italiano Moreno Burattini também esteve presente nessa homenagem e mostrou num telão fotos do Sergio Bonelli, inclusive a última foto que ele tirou (ao menos se acredita que seja a última!), durante uma feira de quadrinhos na Itália, dias antes de morrer. O último evento Bonelliano de que participei na Gibicon, foi assistir um documentário sobre o Sergio Bonelli. Esse documentário, com pouco mais de meia hora de duração, foi feito na Itália em 2010.

Fora os eventos relacionados aos personagens Bonelli, dei uma rápida olhada pelos vários estandes da Gibicon e comprei alguns gibis (Bonelli é claro!). Um gibi especial que comprei na Gibicon, foi o Zagor Gigante nº 1. Além de Zagor ser meu personagem favorito de quadrinhos, esse Zagor Gigante nº 1 traz publicado em suas contracapas os nomes de cem leitores de Zagor, inclusive o meu nome. E aproveitei para pegar o autógrafo do Moreno Burattini nessa revista, pois foi ele que escreveu a história publicada nesse Zagor Gigante.

Além do argumentista italiano Moreno Burattini, também estiveram presentes na Gibicon, outros dois italianos que trabalham para a Editora Bonelli. Um deles eu já conhecia, pois esteve no Brasil nos dois últimos anos. Trata-se do simpático desenhista de Tex, Fabio Civitelli. E o outro italiano foi o Roberto Diso, que também é desenhista da Editora Bonelli, mas dedica-se mais ao personagem Mister No. Foi uma experiência gratificante ter contato com estes três simpáticos italianos, que trabalham na criação de personagens de quadrinhos que leio e acompanho a mais de trinta anos.

Ano passado também estive na Gibicon e este ano deu para perceber que o evento aumentou e ficou mais organizando. Mas tamanha organização acabou atrapalhando em alguns momentos! Um exemplo foi no sábado pela manhã, no Paço da Liberdade. As oficinas e palestras estavam marcadas para começar às 10 horas, mas antes desse horário não permitiam que ninguém entrasse no prédio. Somente após as 10 horas é que todos puderam entrar e formar filar para pegar convites para as quatro palestras e oficinas que aconteceriam no mesmo horário. O chato é que do lado de fora tivemos que formar fila sob um sol escaldante. Outra pisada na bola da organização foi marcarem várias palestras no mesmo local e no mesmo horário. Isso fazia com que os participantes tivessem que escolher somente uma palestra, quando muitos queriam ver todas as palestras. O resultado foi que muitas palestras ficaram com pouco público. Se fizessem as palestras em horários diferentes, com certeza todas elas teriam um maior público presente.

E outra reclamação geral foi com relação às senhas para autógrafos. Teve um dia que distribuíram 30 senhas para determinados artistas e no dia seguinte somente 15 senhas. Isso fez com que muitas pessoas ficassem sem conseguir senhas e sem conseguir os autógrafos que queriam. E teve casos de pessoas que ficaram na fila das senhas para autógrafos e perderam a palestra que queriam assistir, pois tiveram que escolher estre pegar a senha do autógrafo ou assistir a palestra.

E teve também casos de palestras onde precisava enfrentar uma fila para pegar a senha. E na hora da palestra não tinha ninguém para recolher tais senhas na entrada do local da palestra. E teve uma palestra onde um monte de gente entrou sem senha e o segurança que estava na porta não falou nada. Daí quando fui entrar o segurança me barrou e me pediu a senha. Por sorte eu tinha a bendita senha! Só não entendi o critério do segurança em pedir senha para uns e não pedir para outros. Ou seja, o negócio todo foi meio confuso e espero que no próximo ano o pessoal da organização de uma melhorada no evento, pois senão fica difícil para quem participa. E vou pensar duas vezes antes de viajar 500 km para ir novamente à Gibicon!

O Ezequiel com sua senha para uma palestra.
Moreno Burattini, Vander, Roberto Diso e Fabio Civitteli.
Felipe, Vander, Nei, Diso, Ezequiel e Maldonado.
Gibicon nº 1
Marcos Maldonado (letrista) e Fabio Civitelli.
Vander e Júlio Schneider.
Gibicon nº 1
Ezequiel, Bira Dantas e Vander.
Uma personagem de carne e osso!! (Mais carne…)
Bira Dantas e o Gralha.
Homenagem/Palestra a Sergio Bonelli.
Vander, “Zagor” e Moreno Burattini.
Platéia do documentário sobre Sergio Bonelli.
Documentário sobre Sergio Bonelli.
Fabio Civitteli dando autógrafo na rua.

VÍDEO

[youtube=http://youtu.be/eZoQcDID5Nc]

Mauricio de Sousa homenageia Sergio Bonelli

Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, fez um desenho para homenagear Sergio Boneli, quadrinista italiano que faleceu nesta segunda-feira (26/09) aos 79 anos. No alto da imagem, vê-se a mensagem “Grazie per tutto, Bonelli!” que quer dizer, em italiano, “Obrigado por tudo, Bonelli!”. Uma estátua do artista está no centro do desenho e alguns personagens criados por Mauricio de Sousa mostram feições tristes ao lado do monumento. Todos estão trajados como personagens com os quais Bonelli trabalhou. Cebolinha está vestido como o cowboy Tex, Cascão é Zagor e Louco é Mágico Vento. Do lado direito da imagem, Mônica é a criminóloga Julia Kendall, Xaveco é Martin Mystère, Penadinho é o detetive do além Dylan Dog e Anjinho é Nathan Never.

Fonte: http://entretenimento.uol.com.br

Homenagem de Mauricio de Sousa a Sergio Bonelli.

Falecimento do Sergio Bonelli

Vou fazer um parênteses nas postagens sobre os dias aqui no Canadá, para falar um pouco de uma pessoa que faleceu hoje. Eu não conhecia pessoalmente tal pessoa, mas ela influenciou muito minha vida em vários sentidos. Quem faleceu foi Sergio Bonelli, editor italiano de quadrinhos e criador entre outros do personagem Zagor, que sempre foi meu personagem de quadrinhos favorito. E eu estar hoje no Canadá é de certa forma por “culpa” de Sergio Bonelli e deu seu pai, Gian Luigi Bonelli, criador do lendário personagem Tex Willer. É que graças às revistas em quadrinhos editadas pela Editora Bonelli, fiz muitas amizades pelo Brasil e pelo mundo nesses trinta e poucos anos que leio e coleciono quadrinhos. E entre esses amigos que fiz está o Gilberto Walker, brasileiro que vive no Canadá e que estou visitando nesses dias. Foi o gosto por quadrinhos Bonelli que iniciou e fortaleceu nossa amizade e depois de muitos anos vim fazer uma visita a ele. Para aqueles que não gostam de quadrinhos, talvez fique difícil de entender o que a morte do Sergio Bonelli significa, mas para mim e para milhares de colecionadores e admiradores da Bonelli Editore espalhados pelo mundo, hoje é um dia triste, um momento de luto e a sensação de que todos ficamos um pouco órfãos a partir de agora.

Faleceu hoje em San Gerardo di Monza, Milão, com a idade de 78 anos, Sergio Bonelli. Nascido a 2 de Dezembro de 1932 em Milão, estava hospitalizado no hospital San Gerardo há uma semana, depois de ter iniciado a acusar problemas de saúde em agosto. Editor, argumentista, conhecido também no início da sua carreira com o pseudónimo de  Guido Nolitta, escolhido para evitar ser confundido com o seu pai Gian Luigi, criador em 1948 de Tex Willer. O herói western que defende os fracos e oprimidos independentemente da sua cor da pele.

Sergio Bonelli, explica um comunicado da editora italiana, morreu após uma curta doença, deixando a esposa e o seu filho Davide. Sergio Bonelli, realça o comunicado, “foi o principal artificie da passagem das revistas em quadrinhos como simples instrumento de entretenimento popular a produto de dignidade cultural, criando, ao longo da sua carreira de cinquenta anos, uma das mais importantes editoras de revistas em quadrinhos no contexto italiano e mesmo mundial“.

Fonte: http://texwillerblog.com/wordpress/

Sergio Bonelli ao lado de Tex, criação de seu pai, Gian Luigi.
Zagor, personagem criado por Sergio Bonelli.

+ Gibicon

No sábado a tarde estive mais uma vez na Gibicon e dessa vez aproveitei para pegar autógrafos do Fabio Civitelli e do Lucio Filippucci. Peguei mais para amigos do que para mim mesmo. E na fila de autógrafos conversei com muita gente e também encontrei mais amigos, como o Gervásio Freitas, Nilson Farinha, Sergio Starepravo, Ezequiel e sua esposa, Nei e sua filha.

Um fato que achei interessante foi que duas pessoas vieram conversar comigo, dizendo que tinham me reconhecido da internet. Um viu fotos minhas da Comix do ano passado, e outro viu a entrevista para o Blog do Tex. Estou ficando famoso… rs!

1) Com Nei e sua filha. 2) Com Nilson Farinha, Nei e Gervário Freitas. 3) Com Sergio, Valdivino e Gervásio Freitas. 4) Com Ezequiel e Valdivino.
Fila para autógrafos e desenhos exclusivos.
Com Fabio Civitelli.
Com Lucio Filippucci.
Com Miss McCartney (Renata).

Mostra sobre Tex

Na sexta-feira a noite, na Gibicon, aconteceu a inauguração da Mostra “A Lenda de Tex”, com diversas ilustrações originais vindas da Itália, cedidas pela Editora Bonelli. A inauguração da Mostra contou com a presença dos consagrados desenhistas de Tex, Fabio Civitelli e Lucio Filippucci. A Mostra conta com diversas gravuras e releituras de Tex feitas por artistas de diversas nacionalidades. Na mesma noite, no mesmo local também foi inaugurada a Mostra “Tex Brasileiro“, uma exposição de releituras de Tex, feitas por autores de todo o Brasil, como Mike Deodato Jr, Odyr, Sama, Carlos Paul, Bira Dantas, Fulvio Pacheco, José Aguiar e outros.

Participei da inauguração da Mostra, onde entrei junto com os dois desenhistas italianos, com Julio Schneider (tradutor da Mythos Editora), Dorival Vitor Lopes (Editor da Mythos Editora), com os amigos Paulo Possebon, Valdivino e seu filho Jhon. A abertura da Mostra teve rápidos discursos e depois foi servido um coquetel. No meio da sala de exposição três músicos tocavam músicas do velho oeste e num canto era mostrado um vídeo com fotos do velho oeste e gravuras do Tex. Logo após a abertura do evento, o espaço reservado a Mostra foi aberto para o público, que compareceu em peso. O Valdivino adorou o coquetel, principalmente um salgadinho com uma pimenta em cima e que desceu ardendo goela abaixo… rs!

Fiquei um bom tempo andando pelo local da Mostra e observando as várias gravuras de Tex. Também aproveitei para conversar com algumas pessoas. Achei interessante três visitantes que estavam vestidos a caráter. Estes visitantes criaram personagens próprios, num misto de faroeste pós-moderno e pank. Ficou uma mistura bastante interessante.

Entrada da Mostra Tex. Filippucci e Vander. Filippucci assinando sua obra.
Momentos da abertura da Mostra sobre Tex.
Mostra sobre Tex.
Momentos da Mostra.

Gibicon

Na última sexta-feira estive no Memorial de Curitiba, onde acontecia à primeira Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba, a GIBICON número zero. Por esquecimento acabei perdendo a palestra sobre o Tex. Cheguei no momento em que acontecia uma sessão de autógrafos com dois desenhistas italianos de Tex: Fabio Civitelli e Lucio Filippucci. O Civitelli eu já conhecia da Comix do ano passado, em São Paulo. Achei interessante que ele ao me ver me reconheceu. Não lembrou do meu nome, mas se dirigiu a mim como o “viajante”. Não entrei na fila de autógrafos, pois tinha um compromisso importante logo em seguida. Fiquei circulando pelo local e aproveitei para falar com alguns amigos de outros encontros de quadrinhos. Entre esses amigos falei com o Felipe e sua esposa, com Julio Schneider, Dorival Vitor Lopes e Valdivino.

Gibicon 2011
Memorial de Curitiba, local da Gibicon.
Com Valdivino, Julio, Felipe, sua esposa e filha.
Lucio Filippucci e Fabio Civitelli "trabalhando".
Tarde de autógrafos.

Ainda sobre a Fest Comix

No período pós Fest Comix muitos sites, fóruns e blogs sobre quadrinhos publicaram textos sobre o evento. E no meio desse turbilhão de publicações acabei aparecendo numa foto na página principal do site Texbr (www.texbr.com) onde o Gervásio, coordenador do site, publicou algumas fotos que tirei no evento. E os textos sobre a Fest Comix e sobre o Civitelli que publiquei aqui no blog, foram adaptados para o português de Portugal e condensados num único texto, que foi publicado no Blog do Tex (http://texwillerblog.com/wordpress/), blog português coordenado pelo Zeca. Foi interessante ver os textos que escrevi publicados com algumas palavras diferentes, algo que foi necessário para que os amigos portugueses pudessem entender meus textos adequadamente.

Aproveito para agradecer ao Gervásio e ao Zeca pela publicação de fotos e textos gerados por mim e que fiquem a vontade para usar e abusar de todo conteúdo de textos e fotos existentes em meu blog, conteúdo que eles podem utilizar sempre que desejarem e nem precisam pedir autorização.

Meu texto adaptado e publicado no Blog de Tex em Portugal.
Aqui pareceço numa foto na página principal do site Texbr.

Fabio Civitelli

Na 17ª Fest Comix, Fábio Civitelli não se portou como uma “estrela” conhecida mundialmente, mas sim como fã de quadrinhos. Distribuindo sorrisos, simpatia, autógrafos e sempre disponível para tirar fotos, ele conquistou a todos os fãs de Tex e dos demais personagens Bonelli que estavam presentes na feira, além de leitores de outros tipos de quadrinhos. Civitelli é italiano de Lucignano, nascido em 9 de abril de 1955. Começou a trabalhar profissionalmente como ilustrador em 1974, na editora Studio Origa, desenhando a série Lady Lust. Em seguida trabalhou para a editora Edifumetto, desenhando Lo Scheleto, I Sanguinari e I Notturni para a Ediperiodici. Depois a seção Super Eroica para a Dardo. Após isso desenhou a série Karatex, Zanna Bianca e Zordon. No ano de 1977 trabalhou em Corrier Boy, L’Intrepido, Il Monello e Doctor Salomon. Para a editora Cenisio ele ilustrou Terror Blue e Furia. Fabio Civitelli chegou a ilustrar aventuras do Quarteto Fantástico e do Homem Aranha. Começou a trabalhar para a Bonelli Editore em 1979, desenhando o personagem Mister No. Em 1983 desenha Pomeriggio Cubano e a partir de 1985 passa a fazer parte do staff de Tex, onde permanece até hoje, sendo um de seus principais desenhistas.

Em sua passagem pelo Brasil, Fabio Civitelli teve como cicerones o editor Dorival Vitor Lopes, da Mythos Editora e José Carlos Francisco (Zeca), um português que é fã incondicional de Tex e que veio ao Brasil exclusivamente para acompanhar Fabio Civitelli e participar da 17ª Fest Comix. E aproveitando a presença de Fabio Civitelli no Brasil, a Mythos Editora promoveu dois lançamentos alusivos a essa visita. Foi lançado o livro “O Oeste Segundo Civitelli” e o “Especial Civitelli nº 1”. O especial tem 336 paginas, e traz a aventura “O Presságio”, que além de ser a história favorita de Civitelli, conta com seus desenhos e argumento. Já o livro “O Oeste Segundo Civitelli”, traz a cronologia de toda a obra de Fabio Civitelli, bem como traz a explicação e comentários do autor para as principais passagens de cada aventura de Tex que ele desenhou. Também mostra em detalhes pelo próprio autor sua elaborada técnica para desenhar e a quadrinhografia de tudo o que ele realizou durante sua carreira artística. E de bônus traz dezenas de ilustrações inéditas e 16 páginas em cores. Em formato grande, com 154 paginas e capa quase dura, vale á pena conhecer e ter essa obra em sua gibiteca.

Durante sua participação na Fest Comix, Fabio Civitelli distribui cópias de um desenho que mostra Tex e seu cavalo passeando tranquilamente pela avenida Paulista, em São Paulo. Devidamente autografado, esse desenho será uma bela recordação e um tesouro na coleção dos colecionadores e fãs de quadrinhos que estiveram visitando o “canto” da Mythos Editora durante a 17ª Fest Comix. 

Fabio Civitelli e seu livro.
Livro: O Oeste Segundo Civitelli
Tex caminhando na Avenida Paulista.
Vander e Fabio Civitelli.
Vander e Civitelli.
Livro autografado e com desenho feito pelo Civitelli.