UNO (o jogo)

 Uno (estilizado UNO) é um jogo de cartas norte americano com detalhes especiais, desenvolvido por Merle Robbins e familiares em 1971. Hoje é vendido pela Mattel. É um dos jogos de cartas mais vendidos no mundo.

Os primeiro dias de 2015 foram chuvosos e divertidos em volta de uma mesa jogando UNO. Conheço o jogo há uns 20 anos, quando um amigo voltou da Alemanha e trouxe um baralho de UNO. Depois teve fases em que encontrei pessoas que gostavam do jogo e nos reuníamos para jogar. Nos tempos da faculdade de Estatística na UFPR, tínhamos um grupo que se reunia sempre e entre outras coisas jogávamos Kan-Kan, que é uma cópia nacional do UNO.

O jogo é divertido e ótimo para passar tempo. Existem regras fixas que vem num manual dentro da caixinha ou então no verso da caixinha de baralho do UNO. Podem existir algumas variações nas regras, que geralmente são combinadas antes do início do jogo. Sendo um jogo fácil de aprender, tanto adultos quanto crianças podem se divertir jogando UNO. É um jogo que desenvolve a atenção e o raciocínio rápido e também serve para dar boas risadas, principalmente quando você “sacaneia” os adversários durante o jogo.

Se não conhece o jogo ainda, aconselho a conhecer! Você encontra o jogo para venda em lojas de brinquedos e grandes supermercados. Existem alguns modelos diferentes de cartas, com relação ao tamanho e ao layout. Mas no geral nada muda. E nos Estados Unidos vi muitos modelos de cartas, sendo algumas com figuras de personagens de desenhos animados e de alguns filmes, como Harry Porter. E também é possível encontrar versões online do jogo, para jogar no computador, ou então baixar aplicativos para jogar no celular.

UNO.
UNO.
O jogo clássico de UNO.
O jogo clássico de UNO.
UNO do Frozen.
UNO do Frozen.
UNO do Harry Porter.
UNO do Harry Porter.
Versão online do UNO.
Versão online do UNO.
UNO da Barbie.
UNO da Barbie.
UNO Monsters.
UNO Monsters.
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Fabiana escondendo o jogo.
Mylena, Bianca e Rafael.
Mylena, Bianca e Rafael.
Artur e Vander.
Artur e Vander.

Evento da Makita

Esteve visitando Campo Mourão, o presidente do grupo Makita, o japonês Muni Goto. A Makita é uma empresa de alcance mundial, com 40 fábricas espalhadas pelo mundo, sendo uma no Estado do Paraná, na cidade de Ponta Grossa. A empresa completara 100 de existência em 2015 e é conhecida principalmente pela fabricação de ferramentas elétricas portáteis, tornando-se conhecida mundialmente pela qualidade e tecnologia de seus produtos, que são utilizados até mesmo pelas equipes de Fórmula 1.

E participei na cidade de Maringá, de um gigantesco evento promovido pela Makita. Em 2015 para marcar seu centenário, a Makita está lançando novos produtos, principalmente com funcionamento a bateria. Dentre estes produtos, o que mais gostei foi de uma jaqueta com aquecimento. Fiquei imaginando como seria bom uma jaqueta destas em minhas aventuras no frio. A jaqueta possui três tipos de temperatura e funciona com uma pequena bateria de lition, que fica no bolso.

Após a demonstração dos novos produtos, aconteceu um delicioso jantar e sorteio de brindes. Eu que sempre levo sorte em sorteios, desta vez fiquei chupando o dedo. Mesmo assim valeu a pena ter participado de tão bom e grandioso evento.download

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Novos produtos em exposição.
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Visitando os stands em Maringá.
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O Sr. Muni Goto discursando em português.
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Roberto e Luis, testando a bicicleta a bateria.
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Luis, Isamel, Roberto, Vander, Antonio e Raphael.
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Nos despedindo do amigo Ricardo, da Makita de São Paulo.

Bob & Robison

A dupla Bob & Robison fez muito sucesso em meados dos anos oitenta. Eles comandaram um programa sobre música sertaneja, no SBT. Esse programa passava logo após o programa do Chitãozinho & Xororó, que na época estavam começando a ter muito sucesso. Pouco tempo depois Bob & Robison resolveram parar com a carreira, por motivos pessoais. Em 1987 vi um show deles em Campo Mourão e na época podia me considerar um grande fã da dupla, pois sabia a letra de quase todas as músicas deles. E foi uma pena terem encerrado a carreira no auge.

Mas após vinte anos estão voltando a cantar. E na última semana tive a oportunidade de ver a dupla cantando ao vivo em um programa de televisão e até mesmo conversar com os dois. Também ganhei um CD autografado, com todos os grandes sucessos da carreira de Bob & Robison. Espero que esse recomeço de carreira tenha o mesmo sucesso do passado e que em breve eles possam fazer algum show aqui em Campo Mourão.

Bob & Robson
Bob & Robson (anos 80).
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Bob & Robson (anos 80).
Bob & Robson, na TV Carajás.
Bob & Robson, na TV Carajás.
Vander com Bob & Robson.
Vander, com Bob & Robson.
Bob & Robson, no Programa "Ricardo Borges".
Bob & Robson, no Programa “Ricardo Borges”.

Festa do Medianeira

Ontem em Curitiba, passei a tarde na Festa Julhina do Colégio Medianeira, meu antigo local de trabalho. A festa estava boa, com muita gente e bastante animada. Nos últimos anos eu ia à festa para trabalhar e nem aproveitava. Já dessa vez aproveitei bastante e também revi amigos. E o mais gostoso foi ouvir de muitas pessoas que trabalham lá (não só de amigos) que eu faço falta, que no meu tempo as coisas funcionavam melhor, que eu deveria voltar. Isso para o ego é muito bom e me deixou feliz, com uma sensação de missão cumprida.

Festa Julhina do Medianeira. (09/07/2011)

Cinema vazio

Já tinha assistido filmes no cinema com mais duas ou três pessoas somente, mas essa semana aconteceu algo inédito. Assisti a um filme sozinho em um cinema de Curitiba. No meu caso que detesto cinema cheio de gente e com barulho, ter o cinema todo a minha disposição acabou sendo muito bom. Pena que o filme era ruim. Talvez a má qualidade do filme explique a ausência de público. De qualquer forma acabou sendo uma experiência muito interessante.

Cinema vazio...
Expectador solitário.

Noite de sábado

“Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.”

(Khalil Gibran) 

Ontem (sábado) eu estava muito melancólico, sem vontade de fazer nada. E o programa da noite foi ver uma comédia no DVD e encher a cara de Coca-Cola, pipoca, biscoito, chocolate… Sei que a “noitada” valeu a pena e o humor melhorou.

Resultado da “noitada” de sábado.

Última noite na “velha” kitinet

Acabei de arrumar minhas coisas, já está tudo encaixotado e pronto pra despachar. Essa será minha última noite aqui na Kit, onde vivo desde o final de setembro de 2005. Vou sentir saudades daqui, pois além da vista maravilhosa que se tem, fiz bons amigos. E gostava do meu cantinho, fui feliz aqui. Também passei os piores momentos de minha vida, que de certa forma também serão inesquecíveis. O irônico é que após tanto tempo morando aqui, estou me mudando justo quando o prédio foi todo reformado, minha kit foi ampliada.

Essa última noite vai ser difícil pregar os olhos, pois serão muitas recordações de tudo que passei aqui. Com certeza vários filminhos vão povoar meu pensamento e meus sonhos essa noite. Lembro muito bem de minha primeira noite aqui. Após arrumar tudo (tive ajuda pra isso), fui tomar banho e o chuveiro queimou. Estava frio e meu primeiro banho na nova casa foi gelado. Depois fui fazer algo pra comer e não tinha fósforos. Então marcou muito essa primeira noite, onde tomei banho frio e dormi com um pouco de fome.

Bagunça...
Caixas que vão pela transportadora.

Coisas que vão ficar pra trás.

Último dia no Medianeira

Ontem foi meu último dia de trabalho no Medianeira, nessa minha segunda passagem por lá. Foram quatro anos e onze meses de muito trabalho, dedicação, aprendizado e novas amizades. Ás vezes tenho a sensação de que esses quase cinco anos passaram rápido, outras vezes que não. Sei que valeu a pena e só estou saindo por razões de saúde e da necessidade de dar um tempo em tudo, repensar minha vida. Dizem que na vida não existe uma sem duas e duas sem três! Essa foi minha segunda passagem pelo Medianeira. Quem sabe no futuro não venha a ter a chance de uma terceira passagem? Gostaria muito de um dia poder dar aula de história lá. Isso hoje é um sonho, mas quem sabe no futuro não possa ser uma realidade? 

Na verdade a “ficha não caiu” ainda. Não assimilei que não trabalho mais lá, que não preciso mais bater cartão, usar uniforme, fechar folha de pagamento e realizar outras atividades rotineiras. Ainda não me dei conta de que não vou mais conviver diariamente com o Mauricio, meu amigo de longa data. Que não vou mais ter conversas “cabeça” com a Gabi, minha ex auxiliar. Que não terei mais a convivência diária da Helena, Swami, Adriana, Luis, Valmir, Tati, Paulinha, Lilica, Carmen, Claudinha e muitas outras pessoas queridas que deixo lá. Vou sentir falta de muita coisa, de muita gente. Vou lembrar de muitos bons momentos, de muita coisa divertida que vivi lá. E vou tentar esquecer das coisas ruins, dos momentos de estresse. Foram mais momentos bons do que ruins. Então valeu a pena! 

No final do dia nos reunimos em um Pizzaria que fica quase na frente do Colégio, para uma simples despedida. Não tinha muita gente, pois quase todos estão de férias. Nem mesmo o Mauricio e a Gabi, que conviveram comigo na mesma sala diariamente nos últimos anos, estavam presentes. Foi melhor assim, não gosto de despedidas, então foi melhor algo discreto, sem cara de despedida. Ainda volto lá no dia 12 para resolver as últimas pendências e fazer a despedida final dos amigos. Daí sim vai ser difícil segurar as lágrimas…

Adri, Erica, Luis, Edina, Valmir, Vanderlei, Daiane, Swami, Eva e Helena. (30/07/2010)
pizza...

Vanderlei e Daiane

Vanderlei, Reinaldo, Swami e Valmir

Os fumantes discriminados: Luiz e Helena

V... V... V... V... V...

Vander e Adri

Acupuntura

Hoje fiz a 40ª sessão de acupuntura para minha hérnia de disco. Agora faltam somente mais duas sessões e estou liberado para fazer reforço muscular, e daqui um mês posso voltar a correr e pedalar de forma lenta e gradativa. Sei que foram quatro meses de doloridas sessões de acupuntura, que além das trinta agulhas, também tinham estímulos elétricos, a tal eletroestimulação. Na verdade são choques elétricos e conforme a intensidade do estimulo é bastante dolorido. Sei que sofri muito nesses quatro meses de tratamento. No inicio achei que não passaria das primeiras cinco sessões, pois tenho fobia de agulhas. Mas fui vencendo o medo e agüentei firme. Tinha sessões em que saiam lagrimas dos olhos, tamanha era a dor que eu sentia. E foram várias vezes que gritei de dor, sem vergonha da médica ou dos demais pacientes que ouviam meus gritos. Quando iniciei o tratamento meu nervo ciático esquerdo estava muito inflamado, então as dores eram terríveis. Os medicamentos não faziam efeito, eu mal conseguia caminhar.

Além de dolorido o tratamento também foi caro, pois a clinica onde fui me tratar não aceita convênios. Pagamento somente cash. Mas valeu a pena, e na primeira vez que estive na clinica e vi as fotos nas paredes, tive certeza que estava em boas mãos. Nas fotos apareciam alguns dos pacientes que foram atendidos pela Drª Silvana e seu pai. Apareciam levando agulhadas e choques, desde Ronaldinho Gaúcho, a Deco, Adriano “Imperador” e muitos outros jogadores de seleção.

Minhas dores nas costas estavam incomodando fazia muito tempo, e no inicio de fevereiro descobri que o motivo das dores era uma hérnia de disco. Estava com dois discos comprometidos e o nervo ciático todo inflamado. O médico que me atendeu, primeiro recomendou fisioterapia. Após 45 dias de chatas sessões de fisioterapia, o resultado foi zero. Então fui consultar um especialista em coluna, achando que a solução seria passar por cirurgia. Eu estava com um mau pressentimento com relação á cirurgia, algo me dizia para não fazer. O especialista recomendou que eu não fizesse a cirurgia, que ficasse o maximo de tempo em repouso e que tentasse suportar as dores. Que medicamentos iam aliviar as dores, mas não fariam que desaparecessem. Acabei fazendo essa opção e na mesma semana, conversando com um tio que fez acupuntura para o joelho e se livrou de uma cirurgia, acabei indo parar na clinica de acupuntura. E diferente da cirurgia, onde não tinha garantia de que as dores nos dois discos lesionados não voltariam, a acupunturista deu garantia de que nestes dois discos não terei mais problemas. Então valeu a pena todos estes meses de sofrimento, dores, cuidados, repouso e investimento financeiro.

Mesmo após tantas sessões, tantas agulhadas, não perdi a fobia por agulhas. Sinceramente não sei como consegui suportar tudo isso. Talvez por não ver as agulhas espetadas em mim (algumas entravam 5 cm), pois eram todas nas costas, nádegas e pernas. Sei que estou feliz por ter vencido mais essa batalha e ter tido forças pra suportar tanta dor. Nunca em minha vida tinha passado por um período tão longo de dores intensas. O lado bom disso tudo foi que em cada sessão, eu tentava transformar a dor que estava sentindo, em força interior, em força de vontade para vencer o problema e seguir em frente. Essa postura me ajudou muito e hoje me sinto mais forte em todos os sentidos. E nesse período não foi somente a hérnia de disco que me incomodou. Também tive depressão e os dois problemas juntos foram complicados de administrar e superar. Mas se por um lado a hérnia me fazia ficar de cama, sentindo dores, eu conseguia transformar essas dores em força de vontade para superar a depressão. Consegui usar um problema de saúde para superar o outro. Mas lhes garanto que não foi nada fácil, nada mesmo. Somente por Deus, com sua ajuda, foi que consegui me recuperar disso tudo e dar a volta por cima. Ainda não estou cem por cento recuperado de ambos os problemas, mas estou quase lá. Quero esquecer o primeiro semestre de 2010, que por várias razões foi o pior de minha vida.

Eletroestimulação

Festa Julina

Sábado teve a Festa Julina do Medianeira. A festa começou meio devagar com pouca gente, mas depois das 13 horas encheu e foi uma boa festa. Mais uma vez tive que trabalhar na festa, então não deu pra aproveitar muito. Fiquei um tempo num caixa volante vendedno fichinhas e depois fui contar fichas no caixa central.

Festa Julina do Medianeira 2010
Vendendo fichas.
Com Eva e Gabi e com Lilica.
Galera reunida no final da festa.

Ano Novo

Pelo terceiro ano seguido passei o Reveillon em meu prédio. Diferente dos dois últimos anos quando passei na companhia de algumas vizinhas, dessa vez minha irmã (que chegou no dia 31 á noite) e minha sobrinha Erica, me fizeram companhia. Onde moro a visão dos fogos de artifício explodindo por toda a cidade é muito bonita. Também a rua da frente e a rua lateral tradicionalmente ficam cheias de carros e pessoas vendo os fogos. Mas este ano foi tudo calmo, pois chovia e fazia um pouco de frio, então a vista da cidade não estava das melhores e foram poucas pessoas que saíram a rua. De companhia tivemos um casal de vizinhos que vieram recentemente de Rondônia e ficaram conosco um tempo vendo os fogos e tomando champagne.

E 2009 passou tão rápido que quase não deu pra perceber. No geral foi um ano legal, com alguns probleminhas pessoais e de saúde e muitos problemas no trabalho graças a uma merda de sistema que compraram e que não funciona. De 2010 espero que seja igual ou melhor do que 2009, com muita saúde e o resto eu corro atrás.

 Feliz 2010 a todos!!!

Com minha irmã Vanerli e a sobrinha Erica. (31/12/2009)
Casal de vizinhos que nos fizeram companhia.

Dia de domingo…

Meu domingo foi movimentado, levantei cedo e fui andar de bike. Quando sai de casa o tempo estava fechado, ventava e fazia um pouco de frio. Menos de meia hora e caiu uma chuva onde me molhei todo. Meia hora depois saiu o maior sol e calor. Tempo maluquinho. Dessa vez não pedalei grande distância, andei pelo centro onde não da pra correr muito.

Almocei na feirinha do Lago da Ordem. Comi “Pierogue” num gramado, ao lado de uma placa “favor não pisar na grama”. Depois de comer fui correndo pra casa e mais correndo ainda arrumei minha mala, me arrumei e fui de taxi para o aeroporto. Na fila do chekin me passaram na frente de outras pessoas e quando cheguei ao portão de embarque todos já tinham entrado no avião. Por muito pouco não perdi meu vôo.

A viagem era novamente pra Porto Alegre/São Leopoldo. Já desisti de dizer que será á última ida pra lá, pois sempre tem mais uma. O vôo foi tranqüilo, sem turbulências e no final da tarde já estava acomodado no hotel. Depois sai pra jantar, vi um pouco de TV e dormi cedo, pois estava cansado da correria do dia e teria dois dias de reuniões chatas pela frente.

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Praça Generoso Marques. (08/11/2009)
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Almoçando na Feirinha do Largo. (08/11/2009)
Chegando em Porto Alegre, com uma bela vista do rio Guaíba. (08/11/2009)
Chegando em Porto Alegre, com uma bela vista do Rio Guaíba. (08/11/2009)

Sanduba

Sábado teve “sanduba” na casa da Paulinha. O hambúrguer foi preparado pelo Cássio, dono da casa. Mesmo com a chuva atrapalhando, foi bem divertido e além de parte de nossa “turma” do Medianeira, também estavam presentes alguns membros da banda do Cássio. Exagerei um pouco e em vez de me contentar com dois sandubas, resolvi comer um terceiro e depois fiquei passando mal. Quem manda ser guloso!

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Galera reunida. (24/10/2009)
AAA
A chuva atrapalhou nosso sanduba no quintal. (24/10/2009)
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Mininas animadas. (24/10/2009)
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Caio, Vander e Cássio, o dono da casa. (24/10/2009)

Peanut Butter

Essa semana pude matar minha vontade de Manteiga de Amendoim (Peanut Butter). A Carmen voltou do Canadá e me trouxe um pote, daí o Wagão voltou dos Estados Unidos e me trouxe dois potes da JIF e ainda me deu outro pote que tinha trazido do Chile em maio. Agora tenho dois quilos de manteiga de amendoim que vão durar por um longo tempo.

Minhas manteigas de amendoim. (20/08/2009)
Minhas manteigas de amendoim. (20/08/2009)
Vou comer todas e não dividirei com ninguém!
Vou comer todas e não dividirei com ninguém!

Nevoeiro

Ontem a noite estava tudo branco, graças a um forte nevoeiro. E hoje amanheceu com nevoeiro também, que só se dissipou após ás 09h00min. Até que estava bonito, mas isso gera muitos contratempos. O trânsito fica mais perigoso em razão da baixa visibilidade e o aeroporto ficou fechado durante algumas horas. Mas como hoje não andei nem de carro e nem de avião, para mim o “espetáculo” foi bonito.

O nevoeiro visto de minha janela no domingo a noite. (21/06/2009)
O nevoeiro visto de minha janela no domingo a noite. (21/06/2009)
O nevoeiro visto de minha janela na segunda pela manhã. (22/06/2009)
O nevoeiro visto de minha janela na segunda pela manhã. (22/06/2009)

My Happy Birthday

Acordei com o barulho de um panelaço na porta de meu quarto. Depois de dormir pouco, não foi nada agradável acordar assim no dia de meu aniversário de 39 anos. Com muito custo sai da cama e fui tomar um longo banho pra tentar acordar. Depois fui lá fora olhar a paisagem e o espetáculo era belo, fazia um dia muito bonito. Tivemos seminário a manhã toda e foi difícil manter os olhos abertos. Acabei dando umas cochiladas e no intervalo para o lanche fui obrigado a tomar café (algo de que não gosto) e sem açúcar. Daí cantaram parabéns e fiquei todo sem jeito, meio encabulado, mas foi divertido e fazia tempo que não ganhava tantos abraços e beijinhos. Ainda bem que a mulherada era maioria. Antes do almoço demos mais uma volta e fomos até a cachoeira. Depois teve um suculento almoço, onde me acabei de tanto comer, pois eu merecia, já que era meu aniversário.

A volta pra casa foi tranqüila, mas eu estava quebrado, caindo de sono. Mas como bom dono de casa que sou, antes de descansar perdi um tempão lavando roupa e limpando casa. Depois pude dormir um pouco e a noite para finalizar as comemorações de meu aniversário, sai com a Kaciane. Fomos jantar em um restaurante de comida mineira e a meia-noite assistimos uma peça de teatro no Lala Schneider. A peça era divertida e mesmo cansado e com sono valeu a pena. Era uma comédia, “A Casa do Terror 3”. E assim foi o dia em que soprei 39 velinhas. O pior é que não me sinto com essa idade! Ou seria, o melhor é que não me sinto com essa idade? O importante é que cheguei até aqui e pretendo ir muito mais longe. Pra quem veio ao mundo por descuido e quase morreu nos dois primeiros anos de vida, chegar aos 39 anos é uma dádiva de Deus. Então agradeço sempre essa dádiva e vou seguindo em frente, correndo atrás de meus sonhos e procurando ser feliz…

Amanhecer do dia 04 de abril.
Amanhecer do dia 04 de abril.
Indo pra cachoeira.
Indo pra cachoeira.
A pequena e bela cachoeira.
A pequena e bela cachoeira.

Seminário de novos

Na sexta-feira e no sábado, teve seminário para funcionários novos na chácara do colégio que fica em Piraquara. Mesmo não sendo um funcionário novo, fui participar. Saímos do colégio no final da tarde e após 30 km, metade em asfalto e metade em estrada de chão, chegamos ao nosso destino. A chácara fica no inicio da Serra do Mar, num lugar muito bonito cercado de mato, “no pé” de alguns morros. Estávamos em aproximadamente 50 pessoas e quando fui procurar meu quarto na lista, descobri que tinham esquecido de me incluir na lista de participantes e o único quarto vago ficava justamente na ala feminina. Para piorar o quarto não tinha chave e o trinco de dentro não funcionava. E pra piorar ainda mais, logo apareceu uma gaiata e disse que por ser meu aniversário no dia seguinte, a mulherada ia me sacanear. Fiquei de olho, cuidando para que ninguém entrasse no quarto. Mas acabei esquecendo de trancar direito a janela e foi por ali que entraram e deram nó em toda minha roupa, só não deram nó nas cuecas. Até meu colchão desapareceu. Tivemos o inicio do seminário com uma discussão em grupos que foi bastante interessante. Depois teve janta regada a muita lasanha e como não tinha almoçado, me acabei de tanto comer. O ponto negativo foi que acabou a energia e ficamos no escuro total. Depois de um a rápida chuva o tempo começou a limpar e fomos numa turminha bater papo do lado de fora do prédio. O papo estava bastante animado e como o céu foi limpando cada vez mais, a lua surgiu e resolveram ir passear no escuro, até a entrada da chácara, onde existe um lago. Foi meio complicado caminhar no escuro em alguns trechos onde tinham árvores e a luz da lua não clareava. Não faltaram escorregões e pisadas em bosta de vaca. Eu fui um dos premiados e além de pisar, escorreguei num monte de bosta e quase cai sentado. Nosso passeio no escuro foi divertido e demos boas risadas e “micos” é que não faltaram. O maior de todos foi a Juliana H. que ao se afastar de costas para tirar uma foto do pessoal, caiu num barranco de cara numa árvore. Após o susto demos muitas risadas, mas quase que ela se machuca. E pior seria se ela tivesse caído do outro lado da estradinha, onde fica o lago. Outro fato curioso foi ao tirar uma foto com o Alysson, um morcego passou voando sobre nossas cabeças. Na foto aparece o Alysson olhando para cima, mas o morcego não aparece. Agora em vez de dizer “olha o passarinho” ao tirar fotos, melhor dizer “olha o morceguinho”. Fizemos o caminho da volta pouco depois da meia-noite e tive direito a “parabéns pra você” e cumprimentos no escuro, pois já era dia quatro, dia de meu aniversário. Acabei indo dormir bem tarde, pois fiquei conversando com o pessoal.

Na chegada encontramos um lindo por do sol.
Na chegada encontramos um lindo por do sol.
Perdido no meio da mulherada.
Perdido no meio da mulherada.
Passeio sob o luar.
Passeio sob o luar.
Parabéns pra você, nessa data queirda...
Parabéns pra você, nessa data queirda...

Colação de Grau

E na sexta-feira a tarde foi minha colação de grau no curso de História. Como não sou muito de festas e eventos tipo formatura, optei por não participar da formatura clássica e preferi uma colação de grau de gabinete. Acabou sendo um evento rápido e triste, pois tinha acabado de saber do falecimento do Professor Miguel. Mas o que vale mesmo é ter concluído a faculdade e num curso que sempre quis fazer. Foi a terceira faculdade que fiz e a primeira que conclui. Antes tinha feito seis meses de Processamento de Dados e cinco anos de Estatística e em ambas desisti, pois vi que não era o que eu realmente queira. Já com o curso de História foi diferente, era o que eu queria e por isso fui até o fim. Agora é analisar as possibilidades de trabalhar na área para a qual me formei. Por enquanto continuo trabalhando na área administrativa, na qual estou há quase dezesseis anos sem gostar, mas é a área onde acabei me adaptando e que por enquanto paga minhas contas.

Ampulheta, símbolo do curso de História.
Ampulheta, símbolo do curso de História.

Esqueceram de mim…

Ontem de manhã fui esquecido na portaria do hotel em São Leopoldo. O horário de saída sempre é ás 08h10min e como não tomo café da manhã, durmo até mais tarde e desço em cima do horário. Ontem cheguei na portaria ás 08h07min e não tinha mais ninguém. Achei que era brincadeira, mas logo constatei que realmente tinham me esquecido. Como alguns companheiros de trabalho tinham ido embora no dia anterior, uns acharam que eu já tinha ido e o motorista da Van não conferiu a lista de passageiros.  No fim consegui uma carona até a Unisinos e na pior das hipóteses eu teria ido de taxi e logicamente o custo não sairia do meu bolso, pois não foi culpa minha o imprevisto, já que cheguei na portaria  antes do horário programado.
Somente quando cheguei no treinamento lá pelas 09h00min é que alguns perceberam que eu tinha sido esquecido e outros só perceberam mais tarde, quando me viram no restaurante almoçando.
Mas o pior foi hoje quando voltei ao trabalho aqui em Curitiba. A notícia se espalhou e comecei a receber por email algumas fotos do Macaulay Culkin, protagonista dos filmes “Esqueceram de Mim” e “Esqueceram de Mim 2”, sucessos de bilheteria no inicio dos anos 90. Até um pequeno trecho do filme recebi por email e tem uma coleguinha bem espirituosa que toda vez que passava por mim, me chamava de “Macaulay”. Não posso reclamar das gracinhas, pois sou um dos que mais sacaneia o pessoal por aqui, então vou ter que aguentar calado até que o assunto seja esquecido.
Cartaz do primeiro filme "Esqueceram de Mim".
Cartaz do “Esqueceram de Mim”.

Van

Aqui em São Leopoldo ficamos hospedados em um hotel no centro da cidade. Dessa vez estamos em onze pessoas, sendo seis de Curitiba (Colégio Medianeira) e quatro de Florianópolis (Colégio Catarinense). Para os deslocamentos entre o Hotel e a Unisinos é preciso utilizar uma van da própria universidade. Os deslocamentos da manhã são divertidos, pois o pessoal está descontraído e descansado. Já os deslocamentos do final de tarde são meio tensos, pois estão todos cansados e como sempre um outro atrasa para pegar a van, os demais acabam ficando stressados.

Van - 01.
Van - 01.
Van - 02.
Van - 02.
Van - 03.
Van - 03.
Van - 04.
Van - 04.

Unisinos

Quando venho para São Leopoldo, meu local de trabalho é a Unisinos, universidade mantida pela Associação Antônio Vieira, denominação civil da Província dos Jesuítas do Brasil Meridional, da Companhia de Jesus, a ordem dos jesuítas fundada por Santo Inácio de Loyola. O colégio onde trabalho em Curitiba faz parte da mesma Associação. A Unisinos está entre as maiores universidades privadas do Brasil e concentra no câmpus de São Leopoldo (RS), cerca de 30 mil estudantes em cursos de graduação, pós-graduação e extensão. Também integra uma rede de 200 instituições de ensino superior jesuítas, com 2,2 milhões de alunos no mundo todo.

O câmpus é enorme e muito organizado. Como fã de livros, o que mais gosto daqui é da Biblioteca, que ocupa um prédio de sete andares, onde cinco pavimentos são destinados ao acervo, que é composto por milhares de livros e outros documentos. Sempre que sobra um tempo livre corro pra Biblioteca ler alguma coisa.

Hoje eu e o Luis, meu colega de trabalho em Curitiba, nos perdemos após o almoço. A universidade é tão grande, que se perder dentro dela não é algo tão impossível de acontecer. Não encontrávamos a sala onde estávamos tendo treinamento e andamos um monte sem rumo, até encontrar um caminho conhecido que nos levou até nossa sala. Foram bem uns 10 minutos andando sem saber por onde. E olha que já estivemos aqui muitas vezes antes.

Unisinos
Unisinos
No prédio da administração da Unisinos. (11/03/2009)
No prédio da administração da Unisinos. (11/03/2009)
Na parte interna do prédio da Biblioteca da Unisinos. (11/03/2009)
Na parte interna do prédio da Biblioteca da Unisinos. (11/03/2009)

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ARMAZÉM SANTA ANA

Ontem após o trabalho fomos em uma turminha no “Armazém Santa Ana”, comemorar o aniversário da Tati, do setor de informática. Mesmo cansado em uma semana stressante, acabei indo prestigiar o Happy Hour. Primeiro porque a Tati é uma das boas amigas que tenho no Medianeira. E o segundo motivo é que faz tempo que quero conhecer esse lugar, em razão de sua história. O mais interessante é que o armazém não fica longe de casa e sempre passo em frente, mas nunca tinha dado certo de ir lá conhecer. Nos próximos dias publico algumas fotos do aniversário da Tati. Logo abaixo segue um pouco da história do Armazém Santa Ana.

O Armazém Santa Ana tem 70 anos de história, e é o mais antigo de Curitiba ainda em funcionamento. Quando foi criado por Paulo Szpak, um ucraniano que veio ao Brasil em 1929,  o local, no distante bairro do Uberaba, era ponto de descanso de tropeiros. Hoje, é ponto de parada de um público que busca uma boa cerveja. Antes de abrir o armazém na casa de madeira típica, pintada de laranja, Paulo trabalhou num areial, em obras de estradas e como sapateiro.
O casarão que vendia secos e molhados, com telhado alto e varanda, também oferecia querosene e grãos a granel. Pedro, o herdeiro, ampliou a gama de produtos, introduzindo a venda de ferramentas, baldes, pregos, lampiões, panelas, e utensílios de ferro e metal, mas também ampliou os de itens de secos e molhados.
Com a terceira geração à frente dos negócios, os filhos Ana e Fábio acompanham o sinal dos tempos, deixando de lado as ferragens, destinando a varanda para ponto de encontro de amigos. Junto aos secos e molhados e ferramentas, passaram a vender salames, queijos, broas caseiras, embutidos, compotas de frutas produzidas artesanalmente, vinhos, cerveja caseira e afins.
Os quitutes preparados na casa são atração à parte para quem gosta de deixar para trás o rebuliço urbano e seguir pela avenida cheia de meandros que leva ao sudeste da cidade, margeando ainda pequenas propriedades agrícolas e bucólicas paisagens com muito verde, mas que aos poucos dão lugar ao progresso e à especulação imobiliária.
No armazém o tempo quase parou sobre a mesa coberta com oleado floral e ladeada pelo banco comprido onde os amigos reúnem em torno de tira-gosto tirado da barrica, do legítimo fernet. No endereço, que em 1934 ganhou alvará como “taverna de segunda classe no Umbará”, enquanto se degusta salame, chouriço, queijo caseiro ou rollmops, o estômago, agradece a brasileiríssima feijoada, ou então ao típico barreado paranaense.
Como os Szpack são de origem ucraniana, não pode também faltar pierog, que é o pastel eslavo de massa cozida. Entre uma e outra garfada, um olhar sobre o imenso balcão de madeira onde, ao lado da variedade de alimentos à venda, martelos, rastelos, pás e vassouras de piaçava disputam espaço e contam um pouco da história do bairro surgido no século 18.
Como opção tradicional de boteco, tem ainda a carne de onça, – carne moída de primeira, servida crua com bastante tempero verde sobre uma fatia de broa de centeio. Para acompanhar, um bom elenco de até 12 variedades de cervejas servidas na temperatura correta, bem gelada. E, para acompanhar, até 30 tipos de cachaça produzidas de forma artesanal e que fazem a festa dos boêmios que têm no armazém o último reduto de uma Curitiba com jeito ainda de cidade do interior onde os colonos vem trazer produtos para a feira.

FONTE: http://www.armazemsantaana.com.br/empresa.html

Armazém Santa Ana.
Armazém Santa Ana.
Gravura do Armazém Santa Ana.
Gravura do Armazém Santa Ana.

FELIZ 2009!!!!

Feliz 2009!!
Feliz 2009!!

03Mais um ano iniciando e com as esperanças renovadas de que ele seja melhor do que o ano que passou. Não posso reclamar de 2008, pois foi um bom ano, com muitas coisas boas.

No último dia de 2009 resolvi dar uma arrumada na casa, almocei um Wooper no Burger King e fui ao cinema assistir “Marley e Eu”. Assisti a corrida de São Silvestre pela tv e fiquei com uma vontade enorme de estar lá em São Paulo correndo. Já participei de quatro corridas de São Silvestre, em 2000, 2004, 2005 e 2006 e sempre foi uma experiência maravilhosa. Vamos ver se em 2009 vou novamente correr, pois já estou sentindo saudades.

Tinha alguns convites para passar o Reveillon na casa de amigos, mas resolvi ficar em casa. Não sou muito de festejos e comemorações, acho o dia 31 de dezembro um dia normal como qualquer outro e não vejo razões para tantas comemorações. Exemplo disso é que nos cinco últimos reveillons, três eu tinha passado dormindo.

No último ano tinha passado o Reveillon no meu prédio, junto com minhas duas vizinhas lésbicas, vendo os fogos de artificiio por toda a Curitiba, pois de casa se tem uma ampla visão da cidade. Na rua em frente  vários carros param para ver os fogos e sempre tem uma festa enorme na rua. As vizinhas me convidaram para passar a virada do ano com elas, no jardim do prédio e dessa vez elas convidaram vários amigos, todos gays. Foi até divertido e os únicos heteros eram eu e uma vizinha nova que mora no térreo e que estava tão bêbada que caiu na escada e não conseguia levantar. Daí uma das cachorras que é brincalhona, achou que ela estava querendo brincar e foi pular em cima da pobre moça. Tive que ir salvar a vizinha da cachorra e dessa forma iniciei o ano fazendo uma boa ação. Isso é sinal de sorte para o ano novo.

FELIZ 2009!!!!!!!!!!

Acidente…

Carro logo após o acidente.
Carro logo após o acidente.

Essa madrugada aconteceu um acidente horrível bem em frente do meu prédio. Moro num cruzamento, em frente uma rua que fica paralela a Br 116 (futura Linha Verde). O detalhe é que a BR fica “lá embaixo”, uns cem metros do nível de minha rua.

No ínicio da madrugada quatro rapazes após saírem de um jogo de futebol, foram comemorar o aniversário de um deles e tomaram todas. Dai saíram para dar umas voltas de carro e numa praça que fica perto de minha casa resolveram dar alguns cavalos-de-pau com o carro. Então  desceram a rua lateral de minha casa a toda velocidade e como não conheciam o local, não se deram conta que a rua terminava e existia um barranco e a Br 116 lá embaixo. Para piorar, faz uns dois meses que em razão das obras da futura “Linha Verde”, o guard rail e as placas que sinalizavam o final da rua, foram retiradas pela Prefeitura. O resultado foi que ao descer a rua correndo demais, o carro dos rapazes litaralmente vôou morro abaixo e foi cair na BR 116 de rodas para cima. Por ironia do detino o aniversariante que completava 21 anos morreu no local e os outros quatro rapazes foram levados gravemente feridos para o hospital.

Tal acidente foi uma sucessão de erros, envolvendo bebida, falta de habilitação e falta de responsabilidade por parte  dos rapazes e da Prefeitura por ter retirado a sinalização da rua.

MISSÃO CUMPRIDA

cab_formOntem apresentei junto com Monique, minha colega de Faculdade e de trabalho, o projeto de estágio do curso de História. Teve uma banca formada por alguns professores e assistida por vários alunos. Como fizemos o estágio no mesmo colégio (o colégio onde trabalho), acabamos fazendo a apresentação juntos. Eu falei sobre a parte histórica do colégio e a Monique sobre a parte pedagógica. A principio seriam 20 ou 30 minutos de apresentação, mas no fim foram 01h15min apresentando. Escolhemos como professor da banca o Prof. Décio, que é o mais “fodão” e exigente do curso. Acho que fomos os unicos que escolhemos ele, pois os demais alunos escolheram professores mais “light”. Particularmente gosto do Prof. Décio e também tinha confiança de que junto com a Monique, a exemplo do ano passado, nosso projeto de estágio seria muito bom e então queria que ele fosse testado da melhor forma possível e pela pessoa mais exigente possível. E no fim valeu a pena, pois apesar do professor ter feito uma pergunta que tivemos dificuldade em responder, no final discretamente ele deu um sorriso e um ok o que signifou que realmente nos saímos bem.

Saí da faculdade eram 23h20min e no estacionamento só tinha meu carro sozinho lá no fundão. E pra piorar eu estava sem comer nada desde a hora do almoço, com dor de cabeça e o pé machucado doendo. Mas me sentindo feliz e realizado, pois agora encerrei de vez a faculdade e após iniciar três faculdades, finalmente cheguei ao final de uma. Não foi fácil, foram anos de muita luta e sacrificio, finais de semana e madrugadas “perdidas” estudando, muitas horas passando raiva em congestionamentos e um boa grana investida. Mas naquele momento em que segui mancado até o fundo do estacioanemnto para pegar o carro, tudo isso ficou para trás e só existia uma sensação de missão cumprida. Olhei para o céu e agradeci a Deus por ter me dado forças, pricnipalmente nas horas mais difíceis e nas vezes em que tive vontade de largar tudo.

Fui pra casa fazendo uma retrospectiva mental sobre os momentos bons e ruins pelos quais passei na faculdade. No caminho parei num Habbib´s comprar esfirras pois a fome era muita. Cheguei em casa após a mei-noite, tomei um banho rápido e sentei na cama para comer minhas esfirras. Após comer não lembro de mais nada, só sei que acordei de madrugada sentado na cama, morrendo de frio (fez 9 graus de madrugada), com a tv ligada, luz acesa e um gosto de esfirra na boca.

Mas valeu a pena…

CÉU LINDO

Evento raro no céu de 01/12/2008.
Evento raro no céu de 01/12/2008.

Ontem á noite fiquei vendo um filme e la pelas 21h00min sai para fora de casa e olhando para o céu algo me chamou  atenção. Bem em frente, á lua formava um triangulo com mais duas estrelas (que na verdade eram dois planetas). E para minha sorte acabou a energia elétrica na região que fica em frente ao prédio em que moro, então com pouca luminosidade o céu ficou mais escuro e o tal triangulo estava ainda mais bonito de ver. Fiquei um tempão observando aquilo, pois não me lembrava de ter visto algo igual antes. Só lamentei não ter mais minha câmera fotográfica, pois daria uma bela foto.

Mais tarde assistindo ao Jornal da Globo, vim saber que aquilo que eu tinha visto no céu era um fenômeno raro de acontecer, onde um triângulo luminoso era formado por Vênus, Júpiter e a Lua (crescente). O planeta Vênus é tão luminoso que ganhou o nome da deusa da beleza. Em alguns lugares é  chamado de estrela Dalva. Júpiter tem o nome do deus dos deuses. A ultima vez que tal fenômeno ocorreu foi em outubro de 1961 e irá ocorrer outra vez somente em 2052. Fiquei surpreso com tal noticia e ao mesmo tempo feliz em ter presenciado tal coisa, e meio que sem querer. Vamos ver se da próxima vez que o fenômeno ocorrer eu possa presenciar, pois em 2052 estarei com 82 anos e pra ser sincero não sei se consigo sobreviver até chegar a tal idade.

Uniforme

Essa semana comecei a usar uniforme no trabalho. Eu que não gosto de roupa social e nem sapato tinha, tive que me adequar e agora ando de social. O pessoal estava acostumado a sempre me ver de jeans, tênis, agasalho e camiseta,  estranhou quando me viram de social. Alguns fizeram piadinhas dizendo que pareço cobrador de ônibus ou porteiro de edificio. Mas a maioria elogiu, principalmente a mulherada. Recebi altos elogios da ala feminina e até pedidos para dar uma “voltinha”.

Estou me acostumando com a nova forma de vestir, mas no fundo preferia jeans, camiseta e tênis. Mas como o chefe mandou usar uniforme, não teve jeito e nem adiantou reclamar.

Uniforme.
Uniforme.