UNO (o jogo)

 Uno (estilizado UNO) é um jogo de cartas norte americano com detalhes especiais, desenvolvido por Merle Robbins e familiares em 1971. Hoje é vendido pela Mattel. É um dos jogos de cartas mais vendidos no mundo.

Os primeiro dias de 2015 foram chuvosos e divertidos em volta de uma mesa jogando UNO. Conheço o jogo há uns 20 anos, quando um amigo voltou da Alemanha e trouxe um baralho de UNO. Depois teve fases em que encontrei pessoas que gostavam do jogo e nos reuníamos para jogar. Nos tempos da faculdade de Estatística na UFPR, tínhamos um grupo que se reunia sempre e entre outras coisas jogávamos Kan-Kan, que é uma cópia nacional do UNO.

O jogo é divertido e ótimo para passar tempo. Existem regras fixas que vem num manual dentro da caixinha ou então no verso da caixinha de baralho do UNO. Podem existir algumas variações nas regras, que geralmente são combinadas antes do início do jogo. Sendo um jogo fácil de aprender, tanto adultos quanto crianças podem se divertir jogando UNO. É um jogo que desenvolve a atenção e o raciocínio rápido e também serve para dar boas risadas, principalmente quando você “sacaneia” os adversários durante o jogo.

Se não conhece o jogo ainda, aconselho a conhecer! Você encontra o jogo para venda em lojas de brinquedos e grandes supermercados. Existem alguns modelos diferentes de cartas, com relação ao tamanho e ao layout. Mas no geral nada muda. E nos Estados Unidos vi muitos modelos de cartas, sendo algumas com figuras de personagens de desenhos animados e de alguns filmes, como Harry Porter. E também é possível encontrar versões online do jogo, para jogar no computador, ou então baixar aplicativos para jogar no celular.

UNO.
UNO.
O jogo clássico de UNO.
O jogo clássico de UNO.
UNO do Frozen.
UNO do Frozen.
UNO do Harry Porter.
UNO do Harry Porter.
Versão online do UNO.
Versão online do UNO.
UNO da Barbie.
UNO da Barbie.
UNO Monsters.
UNO Monsters.
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Fabiana escondendo o jogo.
Mylena, Bianca e Rafael.
Mylena, Bianca e Rafael.
Artur e Vander.
Artur e Vander.

Evento da Makita

Esteve visitando Campo Mourão, o presidente do grupo Makita, o japonês Muni Goto. A Makita é uma empresa de alcance mundial, com 40 fábricas espalhadas pelo mundo, sendo uma no Estado do Paraná, na cidade de Ponta Grossa. A empresa completara 100 de existência em 2015 e é conhecida principalmente pela fabricação de ferramentas elétricas portáteis, tornando-se conhecida mundialmente pela qualidade e tecnologia de seus produtos, que são utilizados até mesmo pelas equipes de Fórmula 1.

E participei na cidade de Maringá, de um gigantesco evento promovido pela Makita. Em 2015 para marcar seu centenário, a Makita está lançando novos produtos, principalmente com funcionamento a bateria. Dentre estes produtos, o que mais gostei foi de uma jaqueta com aquecimento. Fiquei imaginando como seria bom uma jaqueta destas em minhas aventuras no frio. A jaqueta possui três tipos de temperatura e funciona com uma pequena bateria de lition, que fica no bolso.

Após a demonstração dos novos produtos, aconteceu um delicioso jantar e sorteio de brindes. Eu que sempre levo sorte em sorteios, desta vez fiquei chupando o dedo. Mesmo assim valeu a pena ter participado de tão bom e grandioso evento.download

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Novos produtos em exposição.
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Visitando os stands em Maringá.
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O Sr. Muni Goto discursando em português.
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Roberto e Luis, testando a bicicleta a bateria.
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Luis, Isamel, Roberto, Vander, Antonio e Raphael.
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Nos despedindo do amigo Ricardo, da Makita de São Paulo.

Bob & Robison

A dupla Bob & Robison fez muito sucesso em meados dos anos oitenta. Eles comandaram um programa sobre música sertaneja, no SBT. Esse programa passava logo após o programa do Chitãozinho & Xororó, que na época estavam começando a ter muito sucesso. Pouco tempo depois Bob & Robison resolveram parar com a carreira, por motivos pessoais. Em 1987 vi um show deles em Campo Mourão e na época podia me considerar um grande fã da dupla, pois sabia a letra de quase todas as músicas deles. E foi uma pena terem encerrado a carreira no auge.

Mas após vinte anos estão voltando a cantar. E na última semana tive a oportunidade de ver a dupla cantando ao vivo em um programa de televisão e até mesmo conversar com os dois. Também ganhei um CD autografado, com todos os grandes sucessos da carreira de Bob & Robison. Espero que esse recomeço de carreira tenha o mesmo sucesso do passado e que em breve eles possam fazer algum show aqui em Campo Mourão.

Bob & Robson
Bob & Robson (anos 80).
Capa Net
Bob & Robson (anos 80).
Bob & Robson, na TV Carajás.
Bob & Robson, na TV Carajás.
Vander com Bob & Robson.
Vander, com Bob & Robson.
Bob & Robson, no Programa "Ricardo Borges".
Bob & Robson, no Programa “Ricardo Borges”.

Festa do Medianeira

Ontem em Curitiba, passei a tarde na Festa Julhina do Colégio Medianeira, meu antigo local de trabalho. A festa estava boa, com muita gente e bastante animada. Nos últimos anos eu ia à festa para trabalhar e nem aproveitava. Já dessa vez aproveitei bastante e também revi amigos. E o mais gostoso foi ouvir de muitas pessoas que trabalham lá (não só de amigos) que eu faço falta, que no meu tempo as coisas funcionavam melhor, que eu deveria voltar. Isso para o ego é muito bom e me deixou feliz, com uma sensação de missão cumprida.

Festa Julhina do Medianeira. (09/07/2011)

Cinema vazio

Já tinha assistido filmes no cinema com mais duas ou três pessoas somente, mas essa semana aconteceu algo inédito. Assisti a um filme sozinho em um cinema de Curitiba. No meu caso que detesto cinema cheio de gente e com barulho, ter o cinema todo a minha disposição acabou sendo muito bom. Pena que o filme era ruim. Talvez a má qualidade do filme explique a ausência de público. De qualquer forma acabou sendo uma experiência muito interessante.

Cinema vazio...
Expectador solitário.

Última noite na “velha” kitinet

Acabei de arrumar minhas coisas, já está tudo encaixotado e pronto pra despachar. Essa será minha última noite aqui na Kit, onde vivo desde o final de setembro de 2005. Vou sentir saudades daqui, pois além da vista maravilhosa que se tem, fiz bons amigos. E gostava do meu cantinho, fui feliz aqui. Também passei os piores momentos de minha vida, que de certa forma também serão inesquecíveis. O irônico é que após tanto tempo morando aqui, estou me mudando justo quando o prédio foi todo reformado, minha kit foi ampliada.

Essa última noite vai ser difícil pregar os olhos, pois serão muitas recordações de tudo que passei aqui. Com certeza vários filminhos vão povoar meu pensamento e meus sonhos essa noite. Lembro muito bem de minha primeira noite aqui. Após arrumar tudo (tive ajuda pra isso), fui tomar banho e o chuveiro queimou. Estava frio e meu primeiro banho na nova casa foi gelado. Depois fui fazer algo pra comer e não tinha fósforos. Então marcou muito essa primeira noite, onde tomei banho frio e dormi com um pouco de fome.

Bagunça...
Caixas que vão pela transportadora.

Coisas que vão ficar pra trás.

Último dia no Medianeira

Ontem foi meu último dia de trabalho no Medianeira, nessa minha segunda passagem por lá. Foram quatro anos e onze meses de muito trabalho, dedicação, aprendizado e novas amizades. Ás vezes tenho a sensação de que esses quase cinco anos passaram rápido, outras vezes que não. Sei que valeu a pena e só estou saindo por razões de saúde e da necessidade de dar um tempo em tudo, repensar minha vida. Dizem que na vida não existe uma sem duas e duas sem três! Essa foi minha segunda passagem pelo Medianeira. Quem sabe no futuro não venha a ter a chance de uma terceira passagem? Gostaria muito de um dia poder dar aula de história lá. Isso hoje é um sonho, mas quem sabe no futuro não possa ser uma realidade? 

Na verdade a “ficha não caiu” ainda. Não assimilei que não trabalho mais lá, que não preciso mais bater cartão, usar uniforme, fechar folha de pagamento e realizar outras atividades rotineiras. Ainda não me dei conta de que não vou mais conviver diariamente com o Mauricio, meu amigo de longa data. Que não vou mais ter conversas “cabeça” com a Gabi, minha ex auxiliar. Que não terei mais a convivência diária da Helena, Swami, Adriana, Luis, Valmir, Tati, Paulinha, Lilica, Carmen, Claudinha e muitas outras pessoas queridas que deixo lá. Vou sentir falta de muita coisa, de muita gente. Vou lembrar de muitos bons momentos, de muita coisa divertida que vivi lá. E vou tentar esquecer das coisas ruins, dos momentos de estresse. Foram mais momentos bons do que ruins. Então valeu a pena! 

No final do dia nos reunimos em um Pizzaria que fica quase na frente do Colégio, para uma simples despedida. Não tinha muita gente, pois quase todos estão de férias. Nem mesmo o Mauricio e a Gabi, que conviveram comigo na mesma sala diariamente nos últimos anos, estavam presentes. Foi melhor assim, não gosto de despedidas, então foi melhor algo discreto, sem cara de despedida. Ainda volto lá no dia 12 para resolver as últimas pendências e fazer a despedida final dos amigos. Daí sim vai ser difícil segurar as lágrimas…

Adri, Erica, Luis, Edina, Valmir, Vanderlei, Daiane, Swami, Eva e Helena. (30/07/2010)
pizza...

Vanderlei e Daiane

Vanderlei, Reinaldo, Swami e Valmir

Os fumantes discriminados: Luiz e Helena

V... V... V... V... V...

Vander e Adri

Acupuntura

Hoje fiz a 40ª sessão de acupuntura para minha hérnia de disco. Agora faltam somente mais duas sessões e estou liberado para fazer reforço muscular, e daqui um mês posso voltar a correr e pedalar de forma lenta e gradativa. Sei que foram quatro meses de doloridas sessões de acupuntura, que além das trinta agulhas, também tinham estímulos elétricos, a tal eletroestimulação. Na verdade são choques elétricos e conforme a intensidade do estimulo é bastante dolorido. Sei que sofri muito nesses quatro meses de tratamento. No inicio achei que não passaria das primeiras cinco sessões, pois tenho fobia de agulhas. Mas fui vencendo o medo e agüentei firme. Tinha sessões em que saiam lagrimas dos olhos, tamanha era a dor que eu sentia. E foram várias vezes que gritei de dor, sem vergonha da médica ou dos demais pacientes que ouviam meus gritos. Quando iniciei o tratamento meu nervo ciático esquerdo estava muito inflamado, então as dores eram terríveis. Os medicamentos não faziam efeito, eu mal conseguia caminhar.

Além de dolorido o tratamento também foi caro, pois a clinica onde fui me tratar não aceita convênios. Pagamento somente cash. Mas valeu a pena, e na primeira vez que estive na clinica e vi as fotos nas paredes, tive certeza que estava em boas mãos. Nas fotos apareciam alguns dos pacientes que foram atendidos pela Drª Silvana e seu pai. Apareciam levando agulhadas e choques, desde Ronaldinho Gaúcho, a Deco, Adriano “Imperador” e muitos outros jogadores de seleção.

Minhas dores nas costas estavam incomodando fazia muito tempo, e no inicio de fevereiro descobri que o motivo das dores era uma hérnia de disco. Estava com dois discos comprometidos e o nervo ciático todo inflamado. O médico que me atendeu, primeiro recomendou fisioterapia. Após 45 dias de chatas sessões de fisioterapia, o resultado foi zero. Então fui consultar um especialista em coluna, achando que a solução seria passar por cirurgia. Eu estava com um mau pressentimento com relação á cirurgia, algo me dizia para não fazer. O especialista recomendou que eu não fizesse a cirurgia, que ficasse o maximo de tempo em repouso e que tentasse suportar as dores. Que medicamentos iam aliviar as dores, mas não fariam que desaparecessem. Acabei fazendo essa opção e na mesma semana, conversando com um tio que fez acupuntura para o joelho e se livrou de uma cirurgia, acabei indo parar na clinica de acupuntura. E diferente da cirurgia, onde não tinha garantia de que as dores nos dois discos lesionados não voltariam, a acupunturista deu garantia de que nestes dois discos não terei mais problemas. Então valeu a pena todos estes meses de sofrimento, dores, cuidados, repouso e investimento financeiro.

Mesmo após tantas sessões, tantas agulhadas, não perdi a fobia por agulhas. Sinceramente não sei como consegui suportar tudo isso. Talvez por não ver as agulhas espetadas em mim (algumas entravam 5 cm), pois eram todas nas costas, nádegas e pernas. Sei que estou feliz por ter vencido mais essa batalha e ter tido forças pra suportar tanta dor. Nunca em minha vida tinha passado por um período tão longo de dores intensas. O lado bom disso tudo foi que em cada sessão, eu tentava transformar a dor que estava sentindo, em força interior, em força de vontade para vencer o problema e seguir em frente. Essa postura me ajudou muito e hoje me sinto mais forte em todos os sentidos. E nesse período não foi somente a hérnia de disco que me incomodou. Também tive depressão e os dois problemas juntos foram complicados de administrar e superar. Mas se por um lado a hérnia me fazia ficar de cama, sentindo dores, eu conseguia transformar essas dores em força de vontade para superar a depressão. Consegui usar um problema de saúde para superar o outro. Mas lhes garanto que não foi nada fácil, nada mesmo. Somente por Deus, com sua ajuda, foi que consegui me recuperar disso tudo e dar a volta por cima. Ainda não estou cem por cento recuperado de ambos os problemas, mas estou quase lá. Quero esquecer o primeiro semestre de 2010, que por várias razões foi o pior de minha vida.

Eletroestimulação

Festa Julina

Sábado teve a Festa Julina do Medianeira. A festa começou meio devagar com pouca gente, mas depois das 13 horas encheu e foi uma boa festa. Mais uma vez tive que trabalhar na festa, então não deu pra aproveitar muito. Fiquei um tempo num caixa volante vendedno fichinhas e depois fui contar fichas no caixa central.

Festa Julina do Medianeira 2010
Vendendo fichas.
Com Eva e Gabi e com Lilica.
Galera reunida no final da festa.