Stella Barros Turismo

Hoje está fazendo exatamente dez anos que saí da Stella Barros Turismo, franquia de Curitiba. Foi o melhor emprego que já tive, não em razão do salário, mas sim do ambiente, das pessoas que conheci lá, de tudo o que aprendi. Trabalhei na Stella Barros, de maio de 1993 até janeiro de 1998, e depois de janeiro de 1999 até janeiro de 2002. E saí de forma definitiva por que a agencia fecharia as portas, pois senão acho que estaria lá até hoje.

Na época em que trabalhei na franquia Stella Barros de Curitiba, a operadora Stella Barros era uma das maiores do Brasil, possuía cerca de cinqüenta franquias. Era operadora oficial da Copa do Mundo e Olimpíada, e o carro chefe de vendas eram os pacotes para a Disney. Eu que já gostava de viajar, depois que fui trabalhar na Stella Barros fiquei gostando ainda mais de viagens. Mesmo trabalhando na área administrativa aprendi muita coisa sobre pacotes e roteiros turísticos, companhias aéreas, reserva de hotéis, obtenção de vistos. Aprendi coisas que nos anos seguintes utilizei em viagens que fiz.

Trabalhei com muita gente legal na Stella Barros e foi lá que conheci o Mauricio, grande amigo até hoje, parceiro de muitas aventuras e desventuras pela vida afora e com quem depois também trabalhei junto no Colégio Medianeira de Curitiba. Outros amigos inesquecíveis que lá conheci foram: Consuelo Zardo, Marcelo Romeiro, Paulinha Pasqualine, Sheila Watanabe, Inês Santeti, Marli, Dora, Newton e Ricardo Bayel. E as donas da agencia; Kate e Silvia, com as quais aprendi muita coisa, tanto na área profissional quanto na pessoal e principalmente adquiri uma grande carga cultural, pois ambas eram cultas, viajadas e inteligentes. Então os anos que passei trabalhando para elas foram de intenso aprendizado. E do que mais sinto saudade dessa época, foram dos seis anos que morei nos fundos da agência, numa casa/garagem. E essa casa/garagem tem muitas histórias boas, engraçadas e inesquecíveis. Muita coisa legal acontecia ali nas noites frias de Curitiba e nos finais de semana tranqüilos do bairro Batel. Pena que aquela época não volta mais…

Casa onde a Stella Barros de Curitiba funcionou entre 1993 e 2002.
Confraternização de final de ano. (1994)
Vander, Sheila e Raquel. (1995)
Vander e Ricardo. (1995)
Festinha surpresa no meu aniversário de 26 anos. (1996)
Newton, Paulinha, Marcia, Vander e Mauricio. (1997)
Marcelo, Mauricio e Vander. (2000)
Consuelo e Vander, Tampa - USA. (2002)
A casa/garagem de boas recordações. (foi demolida em 2003)

Novamente no Paraguai

Aproveitando a viagem até Marechal Cândido Rondon (ver post anterior) e a proximidade da cidade com o Paraguai, acabei indo fazer umas comprinhas no lado de lá da fronteira. O calor estava forte, algo entre 36 e 38 graus. Mesmo assim acabei andando bastante visitando algumas lojas. Antes de ir embora aproveitei para rodar um pouco pelo Paraguai e conhecer mais a região.

Acabei encontrando minha ex e última namorada, Andréia. Fazia alguns meses que não nos víamos, e acabamos nos encontrando numa “esquina” paraguaia.  Realmente esse mundo é pequeno!

Igual ocorreu nas últimas vezes que fui ao Paraguai, entrei e saí do país sem que me parassem, olhassem documento ou revistassem o carro para ver que tipo de mercadoria eu estava levando. Se por um lado não ser parado pela Receita Federal ou Polícia Federal brasileira acaba sendo bom, pois não tem aquele incomodo de ficar respondendo perguntas e ver o carro e as compras sendo vasculhados, por outro lado fico preocupado com essa falta de controle na fronteira. Imagine a quantidade de drogas e armas que entram ilegalmente no Brasil todos os dias, em razão do fraco controle das fronteiras. Dessa forma fica difícil combater a criminalidade que aumenta a cada dia no Brasil, pois se em locais onde existem postos de fiscalização e controle de fronteira não existe uma fiscalização eficiente, imagine como ficam os milhares de quilômetros de fronteira que não possuem nenhum tipo de controle? Desse jeito fica difícil!

Muito calor.
Conhecendo um pouco mais do Paraguai.
Monumento aos 200 anos de República (1811 - 2011).
Ponte Ayrton Senna, na divisa entre Mato Grosso do Sul e Paraná.

Marechal Cândido Rondon

No último final de semana fui a Marechal Cândido Rondon, cidade com uma das maiores colônias de imigrantes alemães no Brasil. Tenho muitos amigos nessa cidade, e já tinha ido várias vezes lá, mas fazia exatos onze anos que não visitava a cidade. Dessa vez fui até lá para visitar meus amigos Marcos e Roseméri. Desde que eles mudaram de Curitiba há uns seis anos, que eu não os via. E além da grande amizade que tenho pelos dois, fui o cupido do casal, fui eu quem apresentou um ao outro e depois fui padrinho de casamento deles.

Mesmo sendo rápida a visita, passei bons momentos na cidade em companhia de meus amigos e também revi familiares da Roseméri, que eu conheço há quase duas décadas. Além de muita conversa, e a noite uma saída para pizza e sorvete, a melhor parte da visita foi conhecer a filhinha do casal. A menina é uma graça e acabei brincando um pouco com ela, que ficava me chamando de tio. Eu que não gostava de crianças, que tinha medo de ter filhos, de uns anos para cá perdi tal medo e descobri que me entendo bem com as crianças. Talvez por que no fundo eu tenho ainda um pouco da criança que fui (e continuo sendo).  Kkkkk

Vou procurar não demorar tantos anos para fazer nova visita aos meus queridos amigos. E disse aos dois que já que fui eu que os “desencalhei”, agora é a vez de eles darem um jeito de me “desencalhar”. Vamos ver se eles são tão bons como cupidos, igual eu fui e me arrumam alguma(s) pretendente(s). Kkkkkkkkkk…

Portal de Marechal Cândido Rondon - Pr.
Sou o "culpado" por essa família " existir"...

Rodeios e Farra do Boi

Uma coisa é matar animais para que sirva de alimento, outra coisa bem diferente é judiar e matar animais por pura diversão. Nos últimos anos estive em algumas festas de peão e não assisti aos rodeios, pois não gosto de ver os animais sendo maltratados. E sempre sou a favor do touro, quando ouço que em alguma tourada o toureiro foi chifrado.

E acho a tal da Farra do Boi, em Santa Catarina um grande absurdo. Meu pai é catarina, tenho muitos amigos catarinas, já tive namorada em Santa Catarina e não tenho nada contra o pessoal de lá. Inclusive o último reveillon passei em Florianópolis. Mas acho um absurdo, uma covardia o povo de lá ficar correndo atrás e maltratando bois por culpa de uma tradição antiga e idiota.

Ainda não consegui virar vegetariano, mas tenho diminuído meu consumo de carne que já devo estar “economizando” um boi por ano.

Farra do Boi.
Farra do Boi.

Calendário Anda Brasil 2012

O “Anda Brasil” lançou um jornalzinho com informações sobre caminhadas e também o calendário de “Caminhadas na Natureza” em 2012. O jornalzinho tem muitas fotos e numa dessas fotos eu apareço, junto com o pessoal de Maringá, durante uma caminhada em Nova Tebas em 2010.

E dando uma olhada no site do Anda Brasil, vi que estão postadas lá algumas fotos de caminhadas que participei em 2011, inclusive algumas fotos são de minha autoria. Acho legal isso, de poder ajudar com as fotos a divulgar o projeto desenvolvido pelo Anda Brasil.

Para os interessados em saber se existem caminhadas programadas para sua região, favor acessar o site do Anda Brasil e dar uma olhada no calendário: http://www.andabrasil.com.br/

Jornalzinho do Anda Brasil.
Apareço na última foto.
Foto com o pessoal de Maringá. (Nova Tebas - 2010)

Coleção da Coca-Cola

Acabo de adquirir mais alguns itens para minha coleção da Coca-Cola. Pouca gente sabe, mas desde 1997 que coleciono latinhas de Coca, bem como algumas garrafas e copos. Tenho cerca de 300 itens na coleção. Só de latinhas são 240, sendo todos os modelos lançados no Brasil desde 1997 e muitas do exterior. Adquiri algumas latinhas em viagens que fiz para o exterior, e amigos que viajavam para fora do Brasil e sabiam de minha coleção sempre traziam alguma latinha. E outro que me ajudou muito na coleção foi meu irmão, que em suas viagens sempre consegue trazer alguma latinha nova para mim. Numa viagem a Israel em 2010, ele trouxe uma rara latinha de Coca-Cola da Palestina e outra de Israel. As latas chegaram um pouco amassadas, pois ele foi detido na saída de Israel, passou um tempo sendo interrogado e revistado e consequentemente as latinha foram amassadas nessas revistas. Mesmo assim valeu o esforço dele para me trazer estes raros itens de coleção.

Comecei a coleção de latinhas meio sem querer. Em dezembro de 1996 a Coca-Cola lançou no Brasil a primeira lata com tema natalino, com um Papai Noel estilizado na lata. Meu amigo Mauricio, que na época trabalhava comigo na Stella Barros Turismo, furou o fundo de uma dessas latas e disse que ia iniciar uma coleção. Alguns meses depois encontrei essa mesma lata “jogada” num armário da empresa e perguntei a ele sobre a coleção que disse que ia fazer. Ele me respondeu que tinha desistido da coleção. Então perguntei a ele se eu podia ficar com a latinha do Papai Noel e ele respondeu que sim. Então decidi que ia começar uma coleção de latinhas de Coca-Cola. E foi assim que a coleção iniciou e tomou corpo. Agora passado tantos anos já começo a ter dificuldade para guardar tantos itens. As latas precisam ter um cuidado especial para não amassar. No princípio achei melhor guardar as latas cheias, mas com o tempo descobri que algumas vazam e que outras estouram. Então passei a guardá-las vazias, tomando o cuidado para não abrir muito o lacre no momento de esvaziar as latas.

Tenho latas de dezenas de países, e algumas são muito bonitas e até curiosas. É interessante a diversidade do tamanho das latas que mudam em alguns países, e até mesmo o formato da lata sofre algumas mudanças. E mesmo no Brasil existem algumas diferenças conforme a região do pais, ou a fabrica da Coca-Cola. Por exemplo, no Rio Grande do Sul encontrei latas menores, com 270 ml. E no Nordeste existem estados onde as latas não são de alumínio igual no restante do Brasil. E no Norte e Oeste do Paraná existem garrafas de vidro de 600 ml, algo que não vi em outros lugares. Em viagens internacionais também notei algumas diferenças. No Paraguai e Uruguai não existem latas fabricadas localmente, as latas de Coca-Cola vendidas nesses paises são fabricadas na Argentina. E no Peru também não existem latas de Coca-Cola, lá só existem garrafas.

O pais que achei mais interessante em relação à Coca-Cola foi justamente os Estados Unidos, onde o refrigerante foi inventado. Lá existe uma vasta variedade de sabores diferentes de Coca-Cola. Existe: normal, normal descafeinada, diet, diet com cereja, diet com cereja e baunilha, zero, zero descafeinada, zero com cereja, cereja, diet com limão, diet com limão descafeinada, baunilha, baunilha descafeinada, baunilha zero, descafeinada, diet adoçada com Splenda, diet adoçada com Splenda descafeinada, orgânica. São diversos sabores, adequados ao gosto e consumismo norte-americano, mas que no Brasil com certeza muitos desses sabores não fariam sucesso. Alguns são horríveis! E além da diversidade de sabores das latas de Coca-Cola, nos Estados Unidos existem muitas garrafas de  Coca-Cola comemorativas. Algumas são alusivas a eventos esportivos ou festas e outras a data comemorativas.

Se você tiver alguma lata antiga de Coca-Cola, ou fizer alguma viagem ao exterior, saiba que aceito doações de itens para minha coleção…

Últimos itens da Coca-Cola incorporados a minha coleção.

Caminhada na Usina

Aproveitando o sábado de muito calor, fui com minhas amigas Mari e Mariá fazer uma caminhada em volta da Usina Mourão. Minha mãe foi junto, mas como ela não pode caminhar em razão de um problema no joelho, a deixei na chácara de um tio, onde também ficou o carro.

O sol estava de rachar mamona, mas como a Mari conhece alguns “atalhos” na região, acabamos caminhando um bom trecho no meio de árvores. Na sombra estava gostoso caminhar e não foi tão cansativo. O mais difícil foi ouvir as duas “comadres” fofocarem o tempo todo… kkkk!!! Após 1h45min e cerca de sete quilômetros de caminhada, chegamos ao outro lado da Usina, na chácara de nossa antiga amiga de caminhadas, Zilma.

Após um breve descanso, muita água gelada e um animado bate papo, pegamos carona de lancha com um primo meu que estava passeando por lá. Fizemos um passeio pela represa e daí ele nos deixou na chácara do meu tio, onde iniciamos a caminhada. Acabou sendo uma tarde muito agradável, onde tanto o passeio a pé quanto o de lancha foram divertidos.

Mari e Mariá, no início da caminhada.
Caminhando sob árvores.
Mari, Vander e Mariá.
Curtindo o passeio.
Fortes emoções...
No meio da Usina Mourão.

Floripa

Mesmo com a chuva atrapalhando um pouco, pude fazer alguns passeios interessantes por Florianópolis. E conheci algumas praias onde nunca estive em minhas visitas anteriores a Ilha de Santa Catarina. E um local bem simpático onde estive duas vezes, foi o distrito de Santo Antonio de Lisboa. No local existe uma igreja centenária e também foi ali realizado o primeiro calçamento em uma rua no Estado de Santa Catarina. Tal fato ocorreu em 1845 durante uma visita do Imperador Dom Pedro II.

Barcos ao mar...
Santo Antonio de Lisboa.
A rua pavimentada mais antiga de Santa Catarina.
Sambaqui.
Ponta das Canas.
Ponta das Canas.